Poemas de solidão

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Folhas dos teus olhos que caem pelas faces em lágrimas

 
Folhas dos teus olhos que caem pelas faces em lágrimas
 
Aquele planto
Uma alma sentida, chorando
Olhar que chora as essências de uma dor
Não sei para onde foi meu sorriso
Não quero mais viver, tenho vontade de morrer
Sentimento brando, triste ficou

Folhas dos teus olhos que caem pelas faces em lágrimas
Uma solidão tocada pelo tempo
Bocas beijada pelo vento
Aldeando-se o alvor
Um sereno saindo das pedras
Onde a nuvens se escondem

Brisa caindo sobre o chão, cobrindo a nossa paixão
Sentidos que se molham com a alvorecer das manhãs
Tardes de amarguras que se planta em meu ser.
Onde esta você! Meu mor
Que me faz muito sofrer

Autor: martims
JOSÉ CARLOS RIBEIRO
10: 08: 2015

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Folhas dos teus olhos que caem pelas faces em lágrimas

Está na hora

 
O mundo é mais belo pela madrugada
Quando os pássaros já voam e o Homem ainda sonha
Quando o Sol arrependido devolve ao mundo a sua cor
Mas é breve o instante
Ao longe o caos vai trepidando
Seus passos, lentos, se apressando
Sem pressas, louco, atropelando
Com tempo, pouco, reclamando
Às portas da demora:
Está na hora...
Está na hora...
Está na...

E eu vou, já vou, só mais um pouco

O teu cheiro travestido é travesseiro
Onde encosto o meu rosto entorpecido
Onde me entrego à lembrança por inteiro
E pelos campos da lembrança vou perdido

E perdido te acho
Toco-te ao de leve a face
Fito os lábios vincados num sorriso
E me curvo em ti
Não me soltes deste abraço
Não me deixes só
Não me deixes nesta hora
Pois eu sei que está na hora
E tu bem sabes, está na hora
Que é só esta, está na hora
A nossa hora, está na hora
Agora, está na hora
Agora, está na hora
Agora, está na hora
Ago...
 
Está na hora

Lágrimas de uma flor que chora a saudade que si foi

 
Lágrimas de uma flor que chora a saudade que si foi
 
 
Vem o silêncio do álveo
Entre tristeza e cicatrizes o meu coração
Vou em busca dos linhos de um olhar
Sussurram dos ventos, uma amargura que penetra nos olhos
Os pensamentos não fogem

Ecos de meus gritos saindo pelo meu respirar
Ensejo de uma esperança, louca dor que o tempo não apaga
Instantes movidos pela dor de uma solidão
Planto que se envaidecem numa profunda tristeza
Que os olhos choram

Pingos de um lagrimejar que cai no chão molhando a terra
Paixão que as molham seu viver
Lágrimas de uma flor que chora a saudade que si foi
Um amor fadigado, sem sentimentos
Regado por uma essência sem vida

Autor: martims
JOSÉ CARLOS RIBEIRO
08.09.2014



http://www.youtube.com/watch?v=hT55Xl ... re=player_detailpage#t=45
 
Lágrimas de uma flor que chora a saudade que si foi

Áurea que se libertam das imaginações dissimulando minha alma

 
 Áurea que se libertam das imaginações dissimulando minha alma
 
Algo traz coisas irradiantes assimilados pelos ventos
Uma escuridão na minha vida
Arestas dos sentidos que não se assimilam
Áurea que se libertam das imaginações dissimulando minha alma

Te amo tanto não consigo te esquecer
Você me fez muito sofrer
Pedaços não se completam mais
Os instantes não se difundem, nem se fazeis

Choro o amor por tanto te amar
Uma amargura dentro do meu peito
Parece nunca passar o efeito
Quero loucamente o seu amor
Pingos de lágrimas molhando a minha dor

Autor: martisns
14.05.2014

imagens google

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 Áurea que se libertam das imaginações dissimulando minha alma

Universo de solidão

 
O homem também chora
As lágrimas alivia aqueles momentos só
Dentro desse mundo
Aquele universo de solidão

Nossos corpos se sentem isolado
Ecos silenciam-se numa escuridão, esta nos olhos
Ela me abandonou, assim eu estou

Sentidos ainda procuram o seu amor
O meu ser sente essa terrível dor
Minha alma não é mais amada
Ela encontra-se desamparada

07/09/2016
Autor: martisns

José Carlos Ribeiro
 
Universo de solidão

Jardim Secreto

 
Jardim Secreto
 
Jardim Secreto
by Betha Mendonça

Fico sentada aqui na varanda
Olhos de ver a grama crescer
Parada diante da vida que anda
Lágrimas regam o entardecer

A noite chega nublada e branda
Ventos e chuvas de bem-querer
À terra que mui molhada manda
Ao Jardim Secreto florescer

As folhas e galhos em demanda
Pedem às flores tudo esquecer
E unidas se abracem em guirlanda
Para perfumar o anoitecer

*Imagem Google
 
Jardim Secreto

cercas de mar

 
pegadas
sonhos
o cais de amar
roupas até as mais
linhosas
até as mais verdes
lodosas
misturadas na
cama d'areia
e até ela inteira
jazem no fundo

rocha nua incrustada
num deserto azul de solidão
como um seio
sobressaindo d'água
imitam força
mas dois braços
alcantis abertos
dão ao vento
o corpo como que
crucificado

frios de espera
ardidos de cansaço
olhos fitam
o nascente

no céu nuvem
nem uma
é barreira
pra meia volta
de um pássaro
 
cercas de mar

Suas lágrimas é minha solidão

 
Suas lágrimas é minha solidão
 
 
Há uma intensa tristeza que se cala dentro de mim
Meus passos caminham nessa areia cristalina
Si vai a procura de você
Suas lágrimas é minha solidão
A saudade não mais interage com os sentimentos

Uma profunda dor que não passa
Desilusão que chora, de minha face lágrimas
Tristes sentimentos, um vazio
Somente seus olhos irá me preencher
Naquele entardecer, um calmo sereno a cair

Recolho-me naquele espaço de meu coração
Deixa o tempo passar, busca-se o infinito
Numa direção onde nossas almas se alcançar
Ecos de meus gritos quero te amar

Autor: martims
JOSÉ CARLOS RIBEIRO
11.02.2014

https://www.youtube.com/watch?v=46rOV2 ... feature=player_detailpage
 
Suas lágrimas é minha solidão

eu estou lá fora

 
eu estou lá fora
 
sinto-te perdida nesta vida
viras as costas à tua alegria
e ao amor não sentido ainda

sinto o teu corpo em lamento
uma solidão presa num gemido
no grito que me traz o vento

qual dor qual sofrimento
de um olhar já tão dolorido
de tão sagrado sentimento

recorda - amor - este momento
deste sentir a te sentir agora
num suave e breve fragmento

é hora - tenho que ir embora
eu nunca quisera ser violento
com a tristeza que em ti mora

a alegria de mim é o teu alento
abre a porta - eu estou lá fora
 
eu estou lá fora

Viola e flauta

 
Ouço o estalo das folhas secas na rua. No apartamento ao lado, ensaiam um solo de viola e flauta. As crianças chegaram da escola e adormecem no sofá.

Orquídeas iluminam a sala de estar. Soltam-se os dedos; ouço as almas; batucam na mesa um samba de Noel.

Vejo a tua imagem a ligar a vitrola quando a tarde foge do sol. Leio teus poemas.Ouço o eco das lágrimas caindo entre os talheres e as xícaras.
 
Viola e flauta

levando a alma da gente

 
há momentos que
na alma da gente
as paredes oram em silencio,
as janelas fogem das cortinas
e o vento tem braços quebrados

há momentos,
que não dizem por que vem,
a solidão

há secura sem sede
e fome sem ilusão

há momentos
que o pensamento
só quer trazer dos longínquos montes
uivos melancólicos de abandonos
para suprir a falta que faz um apito
quando um navio vai sumindo
devagarzinho na linha do horizonte...

há momentos,
que o delta de um rio
é quem chora
 
levando a alma da gente

adormeço nos tentáculos de m’alma

 
adormeço nos tentáculos de m’alma
 
à beira da praia
sinto o pensamento dos rochedos
e em meus lábios arde a flor de sal
recém-chegada da noite

escorre pela garganta seca de silêncio
a inundar o meu corpo de areia
tentando cobrir esta solidão
da sua incapacidade de expressão

e nas ondas surge um vazio
de uma concha fóssil secular
a rasar a vastidão do mar
onde ferve um tempo reprimido

entrego-me ao fundo do oceano
para encontrar outra luz outra vida
suspensa na densidade das águas

aconchego-me nos limos e nas algas
e preso na rede dos meus sonhos
adormeço nos tentáculos de m’alma
 
adormeço nos tentáculos de m’alma

Alcançar onde nada se alcança

 
Alcançar onde nada se alcança
 
Dos planto que nascem dos olhos, algo que se esconde nas sombras das faces

A onde esta direção da vida, nela me perdi

Alcançar onde nada se alcança, que não são alcançados, pela saudade acoplados aos sentimentos

Nada se faz do silêncio. o seu próprio grito eu ouço, solidão dos sentidos que choram os ventos

Autor: martisns
JOSÉ CARLOS RIBEIRO
28:07.2015

Imagens googla
 
Alcançar onde nada se alcança

Meu disfarce...

 
Meu disfarce...
 
Não sei por quê?...
É difícil de entender!
Pensar que a melancolia
Das noites frias e vazias
Trazem-me tristezas - alegrias.

Minha companhia, amiga.
Experimenta do meu fel
E, se, mantém fiel.
É ali que me revelo...
Deixando minhas quimeras...

Meus sonhos de primavera,
Aonde ouço minhas canções de amor
Desnudando-me sem pudor!
Mostrando meu sorriso multicor...
Até as lágrimas beijarem minha face!
Eis ai, o meu disfarce...
Dormindo antes que a solidão me trace.

Por Mary Jun.
Guarulhos,
26/01/2015
Às 17h30min
 
Meu disfarce...

só o rio corre...

 
só o rio corre...
 
Há silêncio nas molduras,
o tempo a sobrar.
Calaram-se as vozes,
o sono acabou por chegar.
Venturas e desventuras,
o tempo entristeceu,
a manhã jamais rompeu!
E um gemido se ouve,
nos pomares e hortas
onde vida já houve.
Agora só lembranças mortas.

Só o rio corre!

A lua chega sempre na hora certa,
o sino toca dá notícias de quem morre,
a aldeia deserta.
Só os cães ladram,
pressentindo a morte.
Ergue-se o silêncio dos que esperam
igual sorte.
Casas sem vida, portas cerradas,
com o tempo a sobrar.
Só as molduras caladas,
resistem ao vazio,
enquanto as noites descem.

Lá em baixo o rio,
e as ervas crescem,
onde a luz é mais forte,
e o lençol de linho embrulhou a morte.
O vento arranca as flores,
que se negam a abrir,
e para sempre as dores,
no peito a fluir.
Tudo se esconde no cinzento,
sem nenhuma forma ou beleza,
é tudo o que observo com tristeza,
e lamento.
Aproximo-me de mansinho...
Todos se foram,
há tanto tempo!
Só o rio corre…
Só ele não morre.
Vai chorando baixinho.

natalia nuno
rosafogo
 
só o rio corre...

muros do esquecimento

 
Já não pousam os pássaros
nesta árvore de ramos nus
nem os sonhos têm encontro
marcado
neste pedaço de vida
aprisionado...sem luz!
Só uma solidão altiva
ameaça precipitar-se
sobre quem sonhou outrora,
e vem agora sorrateira
enfeitar-lhe o rosto
rasgar-lhe a pele
num amargo fel.

Embora seja só uma réstia
de esperança
há-de habitar-lhe sempre
a mente uma lembrança,
irá colher... uma a uma
com paixão
e se um dia ficar sem nenhuma
morrer-lhe-à o coração.
A memória será espelho partido
pássaro solitário,silencioso,
será o silêncio depois das palavras
será a ausência sobre todas as coisas
ganhas e perdidas,
sol misterioso,
que se esconde atrás das nuvens,
vestígios de vivências estremecidas.

natalia nuno
rosafogo
 
muros do esquecimento

Nunca serei o mesmo sem você

 
Nunca serei o mesmo sem você
 
 
Estou vivendo assim, uma vida sem sentido
Uma amarga saudade que me corroe
Esse silêncio vai de encontro a você
Lembranças que estão em minhas faces

Solidão que mora em mim
Nunca senti uma tristeza tão profunda assim
Pintastes minha vida tão sem cor
Com seu pincel do amor

Quero ser um pedaço de você
Cores vivas de seu viver
Nunca serei o mesmo sem você! Te amo
Uma dor presente de um amor ausente

Autor: Martims
JOSÉ CARLOS RIBEIRO
30.03.2014
 
Nunca serei o mesmo sem você

Bebia o silêncio e o frio

 
Um copo já está vazio,
Ele continha a minha chuva;
Na inspiração, o silêncio e o frio,
E a mão que vestia a luva
.
Beijava o copo;
Bebia o silêncio e o frio;
Bebia a bebida de topo;
Bebia o silêncio e o frio.
.
Já é tarde, tão tarde;
Para mim é sempre tarde;
é sempre tarde;
Sempre tarde.
.
E se é tarde minha paisagem
tem palitos se quebrando
e tu que lês,vês na tua imagem.
.
Oh será cedo? Tão cedo?
Que o sol ainda não raiou!
E a lua contou um segredo
e eu permaneci como eu sou!
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Bebia o silêncio e o frio

ANDORINHA

 
ANDORINHA
 
Ao cair da tarde,
No crepúsculo...
Olhando naquela direção
Lá no infinito, vagueio...
Nos meus pensamentos.
Uma andorinha voa solitária,
Voa para onde?
Em busca de um ninho?
Eu fico a pensar:
Aonde vai...
Aquela andorinha?
Vai aonde os meus pensamentos vão,
Em busca do meu bem-querer!

30/05/2013-Mary Jun
 
ANDORINHA

daria tudo para que estivesse aqui

 
hoje nada me quis

nenhuma palavra cheia
do que me quisesse
abriu a porta para
que eu pudesse entrar

hoje, até a morte ignorou
a oferta
da tarde ludibriada de vento
e do céu desfolhado de pássaros

nada, nada me quis...

e atiro-me da sacada
de pensamentos
para matar de vez
a ausência.
 
daria tudo para que estivesse aqui