Poemas de tristeza

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares da categoria poemas de tristeza

[Sinto Saudade Da Tua Alegria]

 
 [Sinto Saudade Da Tua Alegria]
 
 
[Sinto Saudade Da Tua Alegria]

Sorriso tímido...escondido no verbo amar
Melodia inacabada num verbo que eu não sei conjugar
Palavras caladas [silenciadas]
Na dor do querer, no medo de perder.

Um abraço apertado no silêncio do medo
Palavras que não saem [num verbo por inventar]
Num futuro incerto
Num passado do verbo alegrar.

Fragilidade intensa [vida que se foi]
Palavras não pronunciadas [contidas por lágrimas]
Frágeis como os meus olhos angustiados
Frágeis como as borboletas que voam de flor em flor.

Queria saber ler o silêncio
E construir um muro de palavras
Queria ouvir o sussurrar do silêncio
E trazer o teu silêncio até mim.

Cai a noite [serena e fria]
Sinto vontade de me perder.
No silêncio mágico que envolve a vida
[escuto]
O barulho do nada
Que não silencia a dor que habita em mim.

[Sinto saudade da Tua alegria.]

p.s
[Saudades eternas de vc, Soso... ;( ]

.

Por Ro Fontana
 
 [Sinto Saudade Da Tua Alegria]

Fases da lua

 
Seco as tuas lágrimas
Com os meus lábios.

Esses mesmos lábios
Que são fonte dos beijos
Onde sempre tombam
Os teus desejos
São também terra
Para a tua tristeza
Enterrar
E secar.

Sabes que os meus lábios,
Todas as fases da lua,
Podem encarnar?
 
Fases da lua

Hoje não posso falar de amor

 
Hoje não posso falar de amor
 
Hoje não posso falar de amor
Porque m'alma sangra de sofrimento e dor
Rogando ao Pai a quem tanto glorifiquei
Que perdoe-me porque na omissão eu errei.

Errei quando nada fiz pela criança carente
Que pelas ruas perambula rogando socorro da gente
Errei quando ao seu sofrimento fui indiferente
Ocupando por vaidade uma grande morada
Enquanto ela dormia ao relento na fria calçada.

Errei ao desperdiçar os alimentos que o Senhor me Legou
Jogando ao lixo o que muito me sobrou
Enquanto que ela raquítica por um pão implorava
E no desespero da fome drogas experimentava.

Errei ao comprar roupas caras sem jamais as usar
Enquanto que ela vestia farrapos para lhe agasalhar
Errei ao ter tantos calçados só por ostentação
Enquanto ela descalça temia as brasas do chão.

Errei por não combater de forma implacável a pedofilia
E por omissão ser conivente com a maior covardia
De quem trata crianças com ódio e tanto rancor
Fazendo com que cresçam sem conhecerem o amor.

Errei quando ao votar outorguei
Poderes a quem não merecia confiança
E ingênuo em falsas promessas acreditei
Naqueles que eternizam o calvário de uma criança
Egoístas que destroem a fé e a esperança.

Hoje num luto profundo minha cidade amanheceu
Chocada com a chacina que um insano cometeu
Profundamente abalado e emocionado entristeci
Mas talvez ele tenha sido mais uma criança que esqueci.



Falcão S.R - Rio de Janeiro - RJ

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Hoje não posso falar de amor

Meus olhos choram poesias

 
Meus olhos choram poesias
 
As palavras vem do tempo, circulam-se no infinito
Escrevo as estrelas no venci-os do céu
Meus olhos choram poesias, regado pelo silêncio
Antigos momentos moram ainda dentro de mim, não te esqueci

Vem de você a causa dessa insana solidão
Você foi embora, mas o amor continua em meu coração
Sonhos partiram de mim, ficando o insuficiente em meu pensar

Em um nada hoje estou , a tristeza mora no meu ser
Minha vida é somente desprazer
Preciso de você me desprender
Por ti chora o meu coração
Vivo na desilusão

Autor: martisns
José Carlos Ribeiro
12.05.2015
 
Meus olhos choram poesias

Nada resta

 
Nada resta
 
Nada mudou nesta minha procura
Buscando por tudo fugir da solidão
Naveguei no mar de minha loucura
Tentando aquietar meu pobre coração.

Perco-me entre o tempo e o vento
Afogo-me neste mar silencioso sem fim
Triste pranto que molha meus sentimentos
A ausência de ti me faz ausente de mim.

Destas buscas sinto-me perdida
Em um labirinto de ondas de decepção
Nada resta além de minha partida
Ir pra longe desta angustiante escuridão.

No More Rhyme - Debbie Gibson
 
Nada resta

Um dia vou dar-lhe um título

 
 
Hoje virei o retrato contra a parede
Tirei-lhe o futuro
Abafei-o no seu próprio passado

(continua)
 
Um dia vou dar-lhe um título

**Tua ausência**

 
**Tua ausência**
 
Em silencio minha alma te procura
Na esperança de poder te encontrar
Ficou gravada em mim sua ternura
E a profundidade deste doce amar.

Chegaste e tornou meus dias belos
Com toda alegria a tristeza parou
Sob seus gestos meigos e singelos
Sem perceber meu coração te amou.

Na poesia vou desafiando minha dor
Expressando com um fio de esperança
Manifestando nos versos o meu amor
Querendo novamente sua presença.

Ressoa em mim sua voz que me anima
E aquela promessa de nunca me deixar
Mas quando o anoitecer se aproxima
Sinto lágrimas novamente a rolar.

Em tua ausência a dor da saudade
Novamente sentimento que guardei
Acreditei que tudo era verdade
Mas infelizmente me enganei.

Lionel Richie - Truly
 
**Tua ausência**

Que me importa?!

 
Que me importa?!
 
QUE ME IMPORTA?!

Que me importa que seja tarde?
Que esteja à mercê da vida
A mercê da saudade?!
Que me importa que me achem louca varrida?
Ando à mercê!
Deste tempo que me deprime, me faz sofrer
Aqui, onde anoitece e só eu vejo, ninguém mais vê
Aqui onde a esperança já não quer acender.

As horas vão passando!
E eu no assento me remexendo
Nesta viagem louca, mansamente caminhando
Ou dando caminho à Vida e nela me perdendo.

A quem importa se trago o coração cheio ou vazio?!
A quem importa que a noite que adensa me traga frio?
Que me importa se as lágrimas que chorei secaram
Ou se me esquecem até os que me amaram?!
A Vida quebrei! Estilhacei!
Quero lá saber se os cacos juntarei...
Ou voltarei a juntar!
Se ninguém vai saber, nem perguntar.

Cerro os dentes, calo a voz
Só eu e a melancolia no portal da minha porta,
esta me faz companhia, se senta comigo,
Estamos sós!
A Vida nos pôs de castigo.
Não me importa, já nada me importa.

Na garganta me ardem os gritos
Sufocados, p'la solidão desesperados
Já lhes ouço o eco, dentro de mim aflitos
Que me importa? Pois que fiquem também eles a um soluço confinados.

rosafogo
 
Que me importa?!

O deslizar brusco do silêncio

 
No segredar das palavras incompletas
desliza bruscamente o silêncio...abrupto
brota-se um esgar carente…descontente
na pura revolta da mente...cálida
e das mãos, pousa-se lentamente
a luz perdida por aí…ainda quente

No descortinar dos códigos alados
no momentâneo momento circunscrito
agita-se o corpo privado de ti

E no entrelaçado do tempo
repouso a sede no meu corpo arfo
aguardo impaciente os versos suspensos
num novo poema...declamado
trajado de meiga cor...a tua

Entranhando-me no labirinto da razão
permaneço no tempo fugidio de mim

Escrito a 27/11/10
 
O deslizar brusco do silêncio

Serei sempre assim

 
Serei sempre assim
 
imagem google

Só apreciava, saber uns factos
logo assim vou-me perguntar:
-Quantas noites foram a sonhar?
-Quantos sonos foram tormentos?

-Quantas pingas foram secas pelo peito?
-Quantas foram as feridas desvanecidas?
-Quantas foram as ideias desequilibradas?
E só a minha nuvem sabia o que era perfeito!

Perfeito era chover, desaguar, verter;
Quanto mais gotas caíssem melhor era a agilidade;
Que não pare de cair água; muita, intensa bondade (…)
Para minha nuvem alegre chuvisca-me na liberdade!

Que o meu peito vire todo o oceano;
Que as minhas feridas nunca sarem;
Mas que perdure assim um doce humano
até as estrelas do céu negro já não brilharem.

Íris Correia/ Quandoachuvacai
 
Serei sempre assim

Poço de dor

 
 
Como é fácil me rir, pular de alegria
Sonhar com tanta fantasia
E a seguir tropeçar, cair, bater no fundo
E chorar num poço profundo

Como é fácil brilhar e sem saber porquê
Me ver frente a um espelho que não me vê
Mas eu desvio os olhos que ninguém viu
E me procuro, me cego no escuro

Quantas vezes me afogo aqui sentado
Esperando uma mão, esperando um abraço
Que não vem e eu preciso de alguém
A meu lado

Mas cada vez que morro nasço mais forte
Pois enfrento esta vida como se enfrenta a morte
Respiro fundo e tento ter calma
E prendo os meus lábios como quem prende a alma

Como é fácil estar bem e amar a vida
E até fingir um sorriso na despedida
Mas a saudade nunca tem horas pra chegar
E se amarra ao meu peito sem me avisar

Eu bem sei que aqui é o meu lugar
Do lado de dentro, do lado de cá
Mas até que me encham de terra sonharei com cor
Neste mundo de sombras, neste poço de dor

(E é tão amargo o sabor, mas é tão doce a lembrança
chorar faz bem quando se tem esperança)

Este poema vem acompanhado com música composta e interpretada por mim. Clique no play para escutar. Obrigado :)
 
Poço de dor

ANDANDO NA CHUVA...

 
ANDANDO NA CHUVA...
 
ANDANDO NA CHUVA...

Andando na chuva
Numa tarde calma
Afoguei as mágoas
Eu e minha alma

Eu e minha alma
Aqui lembrando
De coisas minhas
Continuei andando...

Continuei andando
Sem ligar para nada
Vendo meu reflexo
Na calçada molhada

Na calçada molhada
Nada para descrever
Só o coração sentindo
Não vou te esquecer

Carol Carolina
 
ANDANDO NA CHUVA...

Coração descompassado

 
Coração descompassado
 
Rasgo o infinito de mim
Nas meras palavras escritas
Com lágrimas que caem sem fim
Ao som das palavras não ditas.

E neste mergulho nos versos
Aonde vai ecoando a saudade
Revestida de sonhos dispersos
Murmúrio de amor e verdade.

Tristeza que minha alma aflora
Com um turbilhão de sensações
Registrada em poesia agora
Vou relembrando as emoções.

Transformo em letras meu sentimento
Grita o silencio em minha mão
Traço nestas folhas do esquecimento
O descompasso do meu coração.

Nikka Costa - On My Own
Meus Blogs:
http://roseli-balbobelaflor.blogspot.com/

http://belarosehotmailcom-belaf.blogspot.com/

Site em participação especial:

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Coração descompassado

Não interessa o que sinto

 
Não interessa o que sinto
 
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Merendo a bela ilusão chorona da minha janela,
Germina o relvado nas brechas da calçada
Com seu verde verdejante e o exalar da vela,
A chama que me chama na noite, chegada.

Estas reflexões verdes tens que saborear diferente,
Mas nunca diferente de mim, do que sinto e do que sou;
Eu sei sê-lo, mas agora vou ser a dor oculta, presente,
E eu sei, faze-lo tão bem, que me ri do verde que evaporou.

Agora, está escuro, consegues sentir o que estou a sentir?
Não interessa o que sinto, só o que tu sentes importa!
Andamos neste mundo só para sentir o nosso sentir
e nos iludirmos com os sentimentos dos outros.

As vezes mais vale abrir o guarda-chuva ao que sinto,
Porque pode magoar-se com os pingos do meu instinto.
E se o pó da ampulheta chegar ao fim estou bem ciente,
Que sempre a posso virar e tentar tudo repetidamente.

E se coração parar na hora h, eu tentei repetidamente,
Dizer o que nunca consegui dizer, chorei perdidamente,
Sofri porque talvez fosse a minha gota que me abraçasse,
Que me intendesse nos choros da ventania de um adeus.

Íris Correia/ Quandoachuvacai-A.C.O.R
 
Não interessa o que sinto

Hoje, morri

 
Hoje, morri
 
 
Hoje, eu perdi a identidade
Morri, no mesmo dia em que nasci
Exposta ao vento e à tempestade
O que me resta
é achar que nunca existi

Talvez, eu seja um ser inadaptado
E as emoções controlem a minha vida
Sempre elegi, acima de tudo, a verdade
Mas, em injúria e maldade pereci

Já os meus olhos perderam todo o brilho
e o cristal deu lugar ao vidro baço
Já que morri, vou atrás da luz divina
quem sabe um dia ao renascer
voltarei a ser menina


Maria Fernanda Reis Esteves
49 anos
Natural: Setúbal
 
Hoje, morri

Hoje Estou...

 
Hoje Estou...
 
Hoje Estou...
by Betha Mendonça

Triste como quem dorme profundo,
Voa através de lindo sonho colorido,
E desperta para desastroso pesadelo.

Lúcida como se a beira da morte,
Passasse diante dos meus olhos,
A minha vida inteira em filme.

Perdida como uma louca desvairada,
Trancafiada na cela de um sanatório,
Em quem os remédios surtam em efeitos.

Feia como a Rainha Madrasta Má,
Que é belíssima pelo lado de fora,
E tem coração negro noite sem estrela.

Fria como se deitada entra as flores,
Dentro de uma grande caixa de cristal,
Sem príncipe para beijar-me a boca.

Partida como uma tangerina ruim,
Que de tão azeda, junto com os caroços,
Cospe-se inteira ao lixo mais próximo.

Hoje eu estou triste como não devia,
Porque a pura e plena alegria,
Não é a veste para todos os dias!

Imagem do Google
 
Hoje Estou...

Saber de ti

 
Há cousas que não vejo e não são poucas
As outras sendo vistas só por outros
As poucas que me acendem vão-se aos poucos
Se apagam para dar a vez a outras

A pouco e pouco vou desaprendendo
Para aprender além, algo de novo
Mas sempre esqueço alguém quando me movo
E doi saber de quem me vai esquecendo

O que eu queria desta vida era saber
Escolher o que lembrar e o que esquecer
E não ter nem que perder nem que ganhar

Queria voltar atrás no tabuleiro
Deixar o jogo a meio o tempo inteiro
E saber da tua peça o teu lugar
 
Saber de ti

Pedra Tumular

 
Porque me prendem aqui
Neste corredor sombrio
E tu
Corpo debilitado
Que te sinto os contornos
Debaixo desse lençol sem cor ?

E os sons nas alas frias a Norte
Onde não há mais espaço para a dor
E os gritos nos cantos escuros a Sul
À espera de um pouco de luz
Onde reside o amor

È noite
Está frio
E sim, chegou o Inverno
Nesse teu gélido oscilar das mãos
E clamas por um pico de energia
Que do alto te cubra por inteiro

Esboçam nas paredes
Novos grafitis brancos desbotados
Fincam-se os corpos nas cadeiras
As mentes já robotizadas
Olhares alucinados
Almas em fileiras desarmadas
E as mãos que escondem a dor
A descansar sobre o peito

Alguns desligam-se deste mundo ignóbil
Os monitores calaram-se
E já a madrugada a retratar-se:
Nas paredes sujas
Nos olhos a reluzir na escuridão
Dos corredores frios
Nas mãos que se unem por debaixo dos lençóis
Em jeito de oração

E tu anjo débil
Esperas
Só esperas….
Que a dor se erga da pedra tumular
E baixe a tempo de te convidar a sair

Por todos os doentes que sofrem nos Hospitais...
 
Pedra Tumular

"O amor e a saudade."

 
                  "O amor e a saudade."
 
"O amor e a saudade."

No silêncio inquietante
dos meus sonhos...
Eu contei cada segundo
da sua espera...
Debruçada na saudade de
meus dias tristonhos...
Sabendo que tudo já era.

Coração no deserto da dor
Ele sabe que teu nome eu grito
Implorando notícias do seu amor
Bate acelerado e aflito...

Procuro-te e não encontro
Mas esta em tudo que vejo
Preciso secar o meu pranto...
E matar meus desejos.

Suas palavras hoje eu sei
Não consigo esquecer...
Vou tentando suavizar
Nas lágrimas que derramei

O amor que se perdeu
Percebem no meu olhar
Nunca eu o encontrei
Mas no peito esta a morar.

Just Once
 
                  "O amor e a saudade."

PERMISSÃO

 
Chora! Chora tudo o que queres!
Solta a nascente dos teus olhos
Deixa que as lágrimas quentes
Sarem as feridas
Que te ardem ainda.
Deixa que o rio siga o seu curso
No horizonte do que já foi.
Deixa que a corrente
Lave as mágoas
Da tristeza que não passará.
Deixa que o leito te acolha
Em sorrisos de ternura,
E afagos de esperança.
O tempo não to disse mas…
As lágrimas salgadas pela dor,
Adoçam com as recordações.

19/08/09

"As lembranças têm a estratégia da luz
Caminham para a frente"- Manuel Rivas
 
PERMISSÃO