Poemas, frases e mensagens de Kolthar

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Kolthar

Perigosa Sedução

 
Perigosa Sedução
 
Numa noite aberta
O Bairro Alto estava cheio
Os meus olhos ficaram em alerta
Quando ela veio

Ali estava ela com o seu vestido vermelho
Dançava a enviar um olhar sedutor
Levantei-me e fui me ver ao espelho
Lavei a cara para apagar esse ardor

Ao ir para a minha mesa
Ela puxa-me para dançar
Senti-me a sua presa
E não queria abusar

No calor aguçado
Roça os seus lábios
Vivo o pecado
Em jogos sábios

A noite caiu
E já estamos na cama
Um desejo fluiu
E nasceu uma nova chama

Ela brincou comigo
E foi-se embora
Fiquei no castigo
E a minha alma chora
 
Perigosa Sedução

Uma Resposta

 
Uma Resposta
 
Não apaixones por mim
Não sou mulher para ti
Não gastes o teu latim
Gosto de mulheres e daí?

Não te condeno homem
Apenas não sinto igual
Os teus sentimentos te consomem
Mas o que queres tu afinal?

Gosto de pessoas
Não me importa o sexo
Não uso coroas
E fujo do complexo

Sigo as minhas emoções
E vejo interiores
Ganho as minhas razões
Em planos superiores

Não critiques o que sinto
Pois é esse o afectivo
Eu sigo o meu instinto
E o meu coração não está activo

O teu interior não brilha
Nada me cativa
És uma simples ervilha
Na tua mente muito pouca expressiva
 
Uma Resposta

Amarrada a Ti

 
Frio, as noites, onde me leva longe desse teu olhar
Que irradia a luz da minha sala através do pensamento que leva-me a ti
Minha querida senhora, de vários sabores que inveja o próprio mar
Que faz o eco da alma que tanto sorri

Ao ver-te chegar de forma subtil, onde és mulher em tons de bravura
Palavras, trocadas ao vento, e toques que levem o contratempo
Desafia-se a gravidade do perigo de uma paixão em loucura
E as emoções que fazem a voz do passatempo

Nesse destino louco e frívolo, entre a lógica e a emoção
Amarradas entre mil cordas estamos sem chão
Em busca talvez de uma salvação
Onde poderemos entregar o nosso coração
 
Amarrada a Ti

Dedicatória para a poetisa Joanad'Arc

 
Dedicatória para a poetisa Joanad'Arc
 
São 03:37 da madrugada
E quero-te dizer o quanto admiro-te
A tua escrita é venerada
Que até a minha alma dá um suspiro

És uma grande poetisa
E mulher da filosofia
És como uma brisa
Que enche-me de euforia

És a força e a vitalidade
Levas contigo a criatividade
Ganhas a minha amizade
E dou-te a liberdade

Em palavras eu prometo
Que contigo vou escrever
Serás o meu amuleto
Para o dueto fazer

Gostas do que eu escrevo
Mas és tu a musa espírita
E esta inspiração que devo
È a si minha senhorita

Gosto de ti e nada me importa
Uma amizade está no ar
Nas tuas mãos que transporta
E com elas vens abraçar
 
Dedicatória para a poetisa Joanad'Arc

O Grito

 
A voz interior acordou para uma nova esfera
Um recomeço de devaneios de uma longa espera
Ganhou o seu rumo e direção na encruzilhada
Da vida que nos une e nos separa

Hoje os espinhos se tornaram as rosas
De um olhar perdido em busca da luz
De hoje adiante cantarei as minhas prosas
E deixo para trás a madeira da minha cruz

Hoje serei a Mulher que guia a força contra o tempo
E o tempo que hoje nos dá razão
Deixo as palavras cortarem o vento
Penetrando todas as áreas do coração

As minhas mãos de águas bravias
Cheiram a lírios de cada manhã
A menina que antes fugia
Deixou o frio interior na cidade de Covilhã

A luta e o esforço ganharão através da vontade
De um labirinto que antes não se via
O silêncio faz a minha felicidade
Colocando esta paz que tanto eu queria

Silêncio… o grito ganhou as suas asas.
 
O Grito

Dúvidas

 
Dúvidas
 
Estando aqui sentada neste portátil, mil e umas coisas ocorrem na minha cabeça.
As confusões malditas não querem largar-me por um simples segundo.
Isolada entre pensamentos, tento arranjar respostas as quais nunca sei responder. Os mistérios que paira no ar sem senso nenhum, e muito menos seguem algum tipo de rumo.
Estou dividida nos fechos amorosos surreais e absurdos, que relatam a minha própria estupidez interior.
Vestida pelas mãos frias desta noite, sinto-me a notícia que ocorre entre milhões de ouvidos.
Amargura e solidão são os sentimentos fortes que habitam no meu humilde ser, ganhando o fruto malicioso do próprio medo a atingir-me severamente sem rédeas fortes.
Queria abrir uma porta de novo para alguma coisa boa como por exemplo o amor, afogo-me na insegurança que faz-me afastar tais pensamentos.
Existem duas pessoas interessantes na minha vida pessoal, e essas duas pessoas tem personalidades radicalmente opostas uma da outra, o que me faz ficar ainda mais confusa.
Não consigo tomar nenhum tipo de iniciativa, simplesmente converso normalmente com as melhores intenções possíveis e imaginárias mesmo estando a ser “ conquistada “ por ambas as partes.
A minha frieza defensiva começa a aumentar ao ponto deixar-me a leste em tudo que rodeia-me, e apresenta-se também na escrita.
Só queria deitar-me nas mantas da razão e ficar por lá, para poder arranjar soluções para este antro de visão.
Talvez não encaixo em nenhum padrão, talvez seja estranha, ou talvez tenha medo do amor.
Sou uma cobarde no meio de milhões ou então pouco racional, seja como for, talvez o tempo cura tudo pelo menos é essa a lógica mais pura e verdadeira.
Mas a verdade das verdades é que eu estou com sono, e ando para aqui a disparatar coisas sem nexo nenhum, mas uma coisa é verdade saiu dentro da alma.
São 05:36 é melhor ir deitar já é muito tarde, e quando acordar é um novo dia.
 
Dúvidas

Mulher

 
Mulher
 
Ventos fortes levam o teu mel
Carícias revelantes abre portas paralelas
Paixão de fel deste anel
Viagem nos sonhos pintados nas tuas aguarelas

Primor redondo de um desejo infinito
Varres palavras escritas criando a realidade
Sorris na beleza do adscrito
Foges das pegadas da lua que ilumina ansiedade

Ai verdes cantos de sonhos
A tua beleza repleta de risonhos
Nos meus olhos tristonhos
Encontro a liberdade
Num gesto medonho...

Viver é sorrir e permanecer acordada
Gritar sonhos e beijar os tecidos do teu rosto
Sentir o abraço de pétalas na minha pele em fortes risadas
Nadar em emoções nas águas do mar de Agosto

Trazias contigo a chuva
O medo de uma aventura
Desabrochavas felicidades nessa semente de uva
Vontades cristalinas de uma grande alvura

Mulher que bailas neste luar
Embriago-me no desejo vil do pecado
Ai! Como eu corro sem cessar nestas melodias embalar
E fico assim neste sonho acordado
 
Mulher

Natureza

 
Natureza
 
Espaços verdes harmoniosos
Uma luz repleta de pureza
Os cantos dos pássaros famosos
Sentida pela beleza

Dançamos nas águas desse rio
E o povo por ela estima
Aceitamos o grande desafio
Em preservar a natureza prima

As flores abrem as cortinas
Uma paz entra no coração
Um abraço dá as boas-vindas
No mistério verde da paixão
 
Natureza

Inverno de Lembranças

 
Inverno de Lembranças
 
Olhando vagamente nesta noite gelada
Tremo cantigas suspirantes
Olho as estrelas pela madrugada
Imagino dois corpos amantes

As chuvas desse Inverno
Molham os meus sonhos de criança
Recordo de uma vida escrita dentro de um caderno
Fecho os olhos e carrego luz dessa pequena lembrança

Como está frio, quero ir para casa
Acender a lareira e aquecer a minha alma
Ver momentos no calor dessa brasa
E ser vestida pelas mãos da noite calma

Um adeus senti
O meu sorriso fechou
Uma relembrança que fugi
Um inverno que acabou
 
Inverno de Lembranças

Frustração

 
Frustração

Medo – Rodeia-me sem cessar emoções fortes lutando entre si provocando transtorno psicológico.

Baixo auto-estima – Um sentimento de mau estar que penetra-me a alma, perdeu-se a vaidade e a motivação.

Desorientada – Sofrer de ansiedade, nervosismo á flor da pele, típico falar coisas sem nexo e mexer no cabelo.

Insegurança – Pensar no pessimismo, sentir-me vulnerável e carenciada, e com um aperto na alma.

Aquela lágrima – Quando a minha alma chora e ri, gargalha e rosna, e querer isolar-me, princípios de uma depressão.

Estar aqui novamente internada e presa a uma maca para uma cirurgia é exactamente o que sinto.
 
Frustração

O Grande Pedido [1]

 
Calorosa fonte de amor que emerge nesse teu olhar
Profundo são as águas desse mar
De olhos nostálgicos que irradia a luz solar
Neles encontro finalmente a minha paz

Longas as noites entre os lençóis quentes
De desejo ardente onde os corpos gritam
De paixão coerente dentro da corrente
D´almas que pairam na beleza escrito

Onde as linhas não tardam explorar
O conceito periférico onde a razão se torna
A maior emoção para sonhar
Em ondas que batem no peito
E me faz caminhar

Ao fundo da igreja e querer assinar
A liberdade para falar
Hoje e sempre querendo confirmar
O compromisso de casar

E caída de joelhos rendo-me a aceitar
Que és tu a mulher que sonho ficar
E diante do altar pergunto sem hesitar

Queres casar comigo?
 
O Grande Pedido [1]

O grande Desabafo sincero

 
O grande Desabafo sincero
 
Estava mal
Uma semana inteira
Resolvi ir ao Hospital
Sentada, nervosa numa cadeira
Pensava... o que eu estou a fazer aqui afinal?

Finalmente chamaram-me nessa confusão
E perguntaram o que queixas?
Tonturas, fraqueza, e sem força estou com alguma infecção?
Vamos descobrir e ponha um sorriso nessas bochechas

Através desses pequenos sintomas
Disseram que era uma vertigem no ouvido
Senti-me aliviada a atingir os aromas
E o meu corpo estava agradecido

Espere Filipa afinal vai fazer um Tac
Obedeci, esperei e fiz
Um aperto já estava a entrar num remate
Esperando pelo os resultados abria-se uma cicatriz

Filipa vai ser duro ouvir mas tem um tumor cerebral benigno
As minhas lágrimas caíram ali
Senti-me dentro de um labirinto
Só queria fugir que escorreguei e caí

Internaram-me nessa noite fria
A minha alma não parava de chorar
Tudo a minha volta era uma agonia
Sem saber por onde iria acabar

Hoje já fiz vários exames e ainda não sorri
Vivo na angústia sem saber ainda que tipo de tumor benigno tenho
Mas de maus pensamentos abstraí
E nessa esperança eu mantenho
 
O grande Desabafo sincero

Lado a Lado

 
Lado a Lado
 
Deixo!

Os ventos levaram os verbos fechados

Tu!

Regas as minhas fontes de prazer

Contigo!

Sonho na terra dos poetas amados

Sempre!

Estarei a pintar o tempo a correr

Sonhei!

Alto cantos dos corações curados

Quero!

Batalhar nas tuas guerras e não me deixes perder

Puro!

Os desejos Ignorados

Sente!

O meu peito acender

Vamos!

Lado a lado num caminho cruzado

Para Sempre!

Neste amor vencer
 
Lado a Lado

DUETO Kolthar & Neve_campel

 
DUETO Kolthar & Neve_campel
 
Kolthar

A tua cabeça não presta como a tua pequena bolota
A tua estupidez não veste nenhuma cachopa
Não sabes engatar minha bicha idiota
Quando vamos namorar não passas de uma anedota

Neve_campel

Cuidado minha moça com aquilo que apregoas,
Posso ser bronco, mas por ti ando a toa,
Gosto de te namorar, e sonhava casar,
Este teu bronco esta a se declarar

Kolthar

Comigo não vais casar
Não vou ser cornuda
Tu nem sabes mamar
Que outro reles me acuda

Neve_campel

E se esse outro fosse eu,
Disfarçado uma vez mais
De um parvo europeu
Ai comigo assim vais

Kolthar

Ai homem de deus
Comigo jamais
Alimenta o teu filho Mateus
Que esta conversa já foi demais

Meus amigos este trabalho foi feito de ambas as partes no sentido humorista espero que gostem.
 
DUETO Kolthar & Neve_campel

Desleixos da alma

 
Desleixos da alma

Névoa recai e cai sobre os astros do meu ser
que eleva a minha imaginação sobre o mar
turbulento e indeciso que me faz sofrer
Adorando-te sem saber como te amar

Aprisionada sobre as rédeas das ilusões
que me dá a força sã e vasta
de agarrar a paixão e voar sobre soluções
E apunhalada por uma grande estaca

Que sangra cada membro do qual caminho
há busca da maresia desse teu olhar
descalça tentando ler as metáforas do pergaminho
Perplexa sobre o conceito de sonhar
 
Desleixos da alma

Pequeno Teatro

 
Pequeno Teatro
 
( Joaquim Peneiras )

Aqui estou eu o Joaquim Peneiras
Desculpem lá as minhas maneiras
Vivo numa casa perto das bananeiras
Ricaço por dentro com grande amor de aço
Burlão e calão e por vezes palhaço
Vou desabafar e beber o meu bagaço

Estou apaixonado pela Maria Graça
Mulher bairrista loiraça
Vende frutas frescas no mercado de Alcobaça
Pecados meus quando lembro-me dela
Imagino-me eu a dar-lhe uma apertadela
Ainda sinto o seu cheiro de canela

( Maria Graça )

Raios partam o homem que me atormenta
Nem forças tem na ferramenta
Deveria pôr-lhe pimenta
Coitada de mim se casar
Não quero nem pensar
Que com ele vou ficar
 
Pequeno Teatro

Regresso á Infância

 
Regresso á Infância
 
Saudades dos meus sonhos de menina
Correntes fortes que abraçam a minha inocência
Espreitava as andorinhas por detrás da cortina
Não sofria espinhos da penitência

Brincando com as fadas da imaginação
Sorria abertamente a luz das manhãs
Dormia nas letras de uma canção
E acordava com o cheiro das maçãs

Caminhava pela praça da alegria
Soltava borboletas vibrantes
Dançava a magia que sorria
Na ternura dos meus olhos brilhantes

Agora sou adulta
Só me resta a lembrança
Ganhei esta mente culta
Que trás consigo a criança
 
Regresso á Infância

A nossa História

 
A nossa História
 
Chegamos á história
Onde há um castelo
Honras da nossa memória
E homens que lutam em duelo

Honradas terras conquistadas
El rei com grande bravura
As mulheres que são amadas
Nas intrigas e malícia aventura

Guerreiros que sangram nas batalhas
Pensando nas amadas eles gritam
Que morrem pela lâmina de uma navalha
E nesses campos abandonados eles ficam

Há uma festa dentro de uma aldeia
Cheia de comida e vinho
Cantam em lua cheia
E queimam o pergaminho

Os nobres jantam numa mesa elegante
Conversam ideias importantes
E quando vem um pato recheado gigante
Eles apagam as lembranças arrepiantes

Não podemos esquecer as nossas origens
Com elas temos cultura
Dentro das terras virgens
Temos Portugal na literatura
 
A nossa História

As palavras que não te disse

 
As palavras que não te disse
 
Conhecer-te foi a melhor coisa que aconteceu.
Essa noite levaste-me para um café bar indiano, e partilhamos a sensibilidade das palavras conjugadas naquele momento.
Meu deus… não conseguia parar de olhar para ti, aquele sorriso tímido que lançavas e cativavas o meu palpitar.
Conversamos acerca de enfermagem e ríamos de situações engraçadas, e a minha alma gargalhava a química intensa que estava a sentir.
Cansamos de estar no mesmo local, e andar sem rumo acabamos por ficar num parque infantil, e sentamos naquela casinha de madeira.
Com tanta sinceridade a meio, revelei de porta aberta o meu ser confuso, um bocado imprevisível mas de alma sensível.
Estava frio essa noite e mesmo sofrer de alergia aos componentes do frio, dei o meu casaco para acolher o teu corpo que estava tremendo.
No meio de uma conversa agradável e espontânea, viste a minha alergia, começava já a coçar as mãos e numa timidez relatava que não era nada.
Carinhosamente, levaste-me para a tua casa onde a magia aconteceu, aquela dança que o nosso corpo bailava e um beijo aconteceu.
Que lindo momento foi ao teu lado nesse espaço nostálgico e radiante, que levas-te contigo os meus sentimentos falantes.
A partir desse momento ficamos juntas, sem planos sem futuro e sem compromisso, apenas viver cada momento como se fosse único e especial.
Foi o melhor que podíamos ter feito, por vezes quem faz planos recentes de uma forte emoção, nunca corre bem como se planeava, e assim aos poucos criamos esta ligação forte e intensa como também a confiança, por isso é que nos damos tão bem.
Pouco tempo estamos juntas por causa da tua vida profissional como também eu vou ter daqui a dezoito meses pouco tempo, mas pelo menos estamos sempre presentes na comunicação e justificação.
Continuando a desabafar sentimentos, sei que sentes insegura por ser uma rapariga concorrida neste momento, sim existe pessoas bonitas que tentam abordar-me e aproximar, mas és tu meu amor a mais bela aparição que conquistaste o meu coração.
Sei que é recente, mas já não quero imaginar se um dia te perder, que já não queiras mais nada comigo, e nunca fui tão mais sincera na minha vida.
Desejaria ficar contigo e só contigo amor, o que nos resta desta ligação forte só o futuro falará por nós.
E nesse “ Nós “ ganho uma enorme felicidade que há muito não sentia.
 
As palavras que não te disse

A Despedida

 
Tocando neste solo de madeira
Recordo-me no dia em que te vi
Sorrindo abertamente sentada naquela cadeira
Só deus sabe aquilo que senti

O meu olhar derretia-se em lamúrias
Aquele vento dentro da barriga se abria
O palpitar salteava sem restrições e fúria
E naquele momento o quanto eu te queria

Falavas em tom sensual e carismático
E o meu corpo vulnerável tremia
Não havia erros no sistema linfático
Apenas um novo amor renascia

O sentimento caminhava surdo e cego no teu olhar
E o segredo se fechava cada vez mais e mais
Abrigava o teu viver e com ele abençoar
E no mês frio de Fevereiro tudo á volta apenas serão contos surreais

Tudo será uma mera recordação um adeus uma despedida
Levarás contigo o meu humilde coração
E no dia da partida eu guardarei aquela ferida
Pois no silêncio do adeus o que espera-me é a solidão
 
A Despedida