Poemas, frases e mensagens de shallow

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de shallow

Dentista

 
Dentista
 
Fui ao dentista
Abri a boca
E falei o que sentia

Fui ao dentista
Anestesiei os lábios
Ferido na parte inferior

Fui ao dentista
Cortou minha gengiva
Decepou minha esperança

Fui ao dentista
Obturei a carie
Arranquei sentimentos

Fui ao dentista
Ganhei um pirulito
Mas o canal estava feito

Fui ao dentista
E o motorzinho me assustou
Mas foi o olhar que me enganou

Não vou mais ao dentista, prefiro perder todos os dentes da boca e continuar são.
Não vou mais ao dentista, prefiro morrer de dor de dente, do que pelo doce toque de suas mãos.
Nunca mais quero ir ao dentista, Eu nunca mais quero ver a máscara que cobre teu sorriso e que me trazia alivio.
Dentista, só se for sem medo e assim obturar meu coração, pois o sorriso nada mais é do que esmalte e feijão.
Dentista, um dia quem sabe, pode ser na clinica ou até na garagem, se estiver tudo limpo e sem nenhuma carie.
Dentista, amanhã talvez!
 
Dentista

Amor

 
E o poeta não vive de um amor...
Ele vive para o amor...
Ele vive do amor...
E com amor...
A amor...
Amor...
Amor dele...
Amor com ele...
Amor vive nele...

E de tanto amar de amor, acaba por chorar seu amor em cartas em branco,
que depois de escritas viram pombas e voam levando o que partilha.

Tiago Evo
 
Amor

Quem conta um conto gosta de fazer de conta que não aumenta um ponto.

 
 
Vão se os anéis, ficam se os medos.
Antes tarde do que mais tarde ainda.
Água mole em pedra dura, pare com o desperdício!
Quem avisa, algo quer!
Quem tem boca, que fique bem quietinho em Roma.
Antes só, do que abandonado.
Mas vale um pássaro na mão, do que dois extintos.
Não dá pra agradar Russos e Americanos.
Em terra de certo, o ignorante é Rei!
A esperança cometeu suicídio.
Simplesmente através dos ditos podemos dizer aquilo que não é dito, e assim sempre repetido como se fosse um lazer.
Mas como não sou Santo e nem Bendito ou Benedito, assim me farei!
Pois só depois de ter vivido poderei dizer quem sou eu!
 
Quem conta um conto gosta de fazer de conta que não aumenta um ponto.

Batom Vermelho

 
Batom Vermelho
 
Nada mais te pedi além de um ultimo adeus!!!
As Verdades transparecem depois de uma noite solitaria.
Seus olhos mentem a luz da Lua.
Sua voz serene atormenta meus pesadelos
mas e a mesma voz que me faz tanta falta em meus sonhos.
Seu Cabelo serve de cortina para um sorriso atordoante.
Suas Temporas delicadas são como adornos celestiais.
Suas Narinas se inflam quando no silencio grita meu nome.

Peço só mais um dia neste sofrimento.
So mais um dia de lamento.
Um gosto amargo que é tão bom.
Seus olhos negros e a luz do vermelho batom.
A vida inteira em uma simples melodia.
Aquela vez, depois daquele dia.
Melhor não seria
Somente minha morte tardia.
 
Batom Vermelho

Pouco

 
Pouco
 
O que é pouco?
Um muito
Sem nada?

Quem é pouco?
Alguém sem
Estrada?

Quem faz pouco?
Um morto
Quase nada?

Quem tira pouco?
A fome
Da alma?

Quem traz pouco?
Divide
Que é nada?

Quem mostra pouco?
A verdade
Qual trauma?

Queres saber um pouco sobre mim?
Eis me enfim, entrelinhas as quais me escrevo e depois de feito me dou por vencido, fora disso, amigo, individuo e convencido.
Surjo e desapareço, volto e nunca vou, moro e não estou, morro e não me enterro.
Sim sim, jovem aprendiz, carinhosamente eu escrevo aquilo que transpassa o meu ser.
Mas eu já contei essa historia e um pouco mais pouco me basta por hoje!

Pouco - Tiago Evo
 
Pouco

O acaso é nada!

 
O acaso é nada!
 
Essa dicotomia que invade
Essa substancia que nos distancia
Essa monotonia cheia de trapaça
Essa Vitória cheia de desgraça

Sei que é sempre feito assim
Não tem um, nem meio e fim
Mas é sim, sincero a mim

Essa habilidade que aliena
Essa conjunção que nos desfaz
Essa frigidez cheia de insulto
Essa maldade cheia de esperança

Sua, que é sempre feita assim
Não tem nenhuma, por fim
Mas é confim, ultrajado por mim

Somos feitos de alguns fetos e efeitos, sujeitos de muitos jeitos
Selamos os pactos e bendizemos o nome, em respeito
Sonhamos com vento e acordamos com a tempestade
Falamos e vemos a verdade

Sim, Não, é que talvez!
Tudo seja único e fugaz
Como:
Eu!
 
O acaso é nada!

Dicotomia

 
Dicotomia
 
Sentir
Sem ti
Em mim

Saber
Sem ser
Em mim

Voltar
Sem ar
Em mim

Parar
Sem mar
Em mim

Fugir
Sem ir
Em mim

Mentir
Sem subir
Em mim

Trazer
Sem verter
Em mim

Querer
Sem perder
Em mim

Pois ao final de cada fim, em mim, nascer por ser enfim o fim de um viver.
E em mim, morrer!
E há em ti e em mim, sofrer!
Mas não temeremos o porvir, nem irei correr.
Assim servir, assim esquecer.
Que fui pra ti, um "mim" do teu ser!
 
Dicotomia

A vida sem "s" - Tiago Evo

 
A vida sem "s" - Tiago Evo
 
Em reflexo aos espelhos
De contato aos contratos
Da mistura a loucura

Pensar no penar
Que sem o "s"
Vira martírio
Ilusão

Mas tem tantas coisas
Que sem um "s" se findam
Até os sagrados, sem ele
Seriam somente agrado

Os secos, seriam
Eco no infinito
E até os justos
Findariam sua semântica

Dos Salvos, coitados
Virariam alvo
Facil, desprotegido
Sem o "s" que tão efêmero é

Pois a gente percebe
Que num mínimo detalhe
O "s" que não aparece
Percebe que é fundamental

E de tantos "s"
Sua falta real
Em todo nó
Que continua igual

Pois se falta um "s" pra mim
O que será de "Nó"
No final

A vida sem "s" - Tiago Evo
 
A vida sem "s" - Tiago Evo

A Minha Alma Nunca Deixou Almejar.

 
Deves permanecer imóvel enquanto a observo
Pois não quero perder nenhum momento de sua respiração
Não devo deixar escapar de minha percepção nada que tu faças
Sei que ficas envergonhada por causa de meus olhos que tentam te interpretar
Dos Flagelos do coração aos contornos da alma
Mas lhe peço que não me prives de ver te assim, pois sei como es
Sinto Cada dia mais a verdade de teus lábios e o calor de teus abraços
O sorriso em minha face já não é mais suficiente pra demonstrar que te quero por inteira
Meu Corpo está a sorrir por inteiro,
Desde meus fios de cabelos até meus braços, que clamam por sua presença
Sedes mais do que jamais imaginei, só em meu intimo sei quanto esperei por ti
Estou a contar esses dias que parecem ser ditados pela nossa sintonia
Que o amanhã possa se reservar a nós, e que a priori possamos viver de maneira intensa
Pois te prometo com diligência, que meu verdadeiro tesouro está incrustado em meu peito
E quando estás perto dele, mesmo que não ouças, ele clama seu nome
E bate em ritmo acelerado mas ao mesmo tempo acalentando minha ânsia
Que me castiga quando longe de ti estou
Só sei que sois isto que te descrevi, e se pretendo viver de ti
Quero que saibas, meus caminhos serão trilhados
Juntos construiremos uma verdade que será só nossa, algo que o universo não contemplará pela sua imensidão
Mas sim pela bela moça a quem abri meu coração.
 
A Minha Alma Nunca Deixou Almejar.

Vituperando os acontecimentos.

 
Vituperando os acontecimentos.
 
Incito a tolerância
Mas me dê motivos para a vingança
Onde não há mais esperança
Pois no final de tudo, sempre tem semântica

As vezes romântica!

E de sentidos me faço direito e contrário
Pois sou oposto e ordinário.
E se sucedeu, e depois passou
Nos olhos de quem tanto fechou

E me deixe a parte e a porta!

Pois o lugar dos tolos é bem ao lado dos coxos
Cheios de amor e percepção.
E como de costume, carecem de atenção

Aquela de uma noite sempre em vão!

E o fortuito acaba por acontecer
E de tantas ocorrências
Uma luz amarela que se abre no farol.

E lá se vai mais uma vida diante do arrebol!
 
Vituperando os acontecimentos.

Aproveitador

 
Aproveitador
 
Muitas vezes o poeta nada mais é do que um aproveitador
Aproveita a dor e faz poema
Pega as migalhas do sentimento e junto ao fermento faz novo bolo
Bebe o último gole do copo e derrama versos embaralhados
Usa o fim da tinta na caneta e coloca ponto final em suas reticências
Mas como todo aproveitador, um dia ele paga
No caso do poeta, paga com a vida
São impostos e estrofes
Taxas e conjugações
Semblantes e contribuições
E como em todo sistema corrupto, no final ele ainda recebe um cafezinho.
E de forma amarga termina os dias em poesia
Pois antes ser vil do que ser mito!
O maior aproveitador - Tiago Evo
 
Aproveitador

"Meu Eu Igual"

 
"Meu Eu Igual"
 
Minha estupida maldade
Escute meu coração
Ele bate voraz em um silêncio quase que mortal
Só que ao contrario do que ouço na rua
O silêncio é melhor e sem poluição

Mas mesmo que você se limpe
Mesmo que se mantenha com fé
Não se julgue só mais um, "Mané"
Faça o que quiser e quando precisar
Melhor do que falar é pesquisar
Mas muito melhor é o matar

Matar a sede de viver
Sem perder o espirito pra lutar
Mesmo que não se chegue no lugar
Pois talvez já esteja lá
Mesmo depois de jogar o Ás

Eu falo de sorte
Eu citei meu azar
Sofri, morri e sorri
Por amar também perdi
Mas nunca deixo de encontrar

Mas isso já está longo
Distante e complexo
Mas quem faz o completo
Não merece o desapego
Mas sim pagar o preço

Quando você perceber que o mundo é maior do que a sua banalidade inconsciente talvez já seja tarde para retornar.
Mas retornar donde nunca se saiu, não é retornar e sim paralisar-se ao longo de todo a sua caminhada sem dar um passo em falso.
Mas quem sou eu pra falar do que é falso ou do que é real, igual a mim existem muitos porém não ao "Meu Eu Igual".
 
"Meu Eu Igual"

Frutas vermelhas e sangue quente! - Tiago Evo

 
Frutas vermelhas e sangue quente! - Tiago Evo
 
E na esperança que tu me fizesse falta
Ganhei um tapa na cara
Antes do "Como vai você?"

E ganhei de lembrete
Uma forma de esquecer
A dor do peito e o respeito
Que você fez morrer

E na luta me perdi
Pois eu sabia onde deveria ir
Mas tua postura só me fazia rir

E achei de qualquer
Uma forma de lembrar
O mundo era ser
Aquilo pra tu me encontrar

Sem mais delongas e nem demoras
São roxos, semblantes e amoras
Vividos, sortidos e sem memória

E sorri enfim
Uma forma de dizer
Chegamos até o fim
Pra quem quiser morrer.
 
Frutas vermelhas e sangue quente! - Tiago Evo

Entrelinhas

 
Entrelinhas
 
Ficou tanta coisa entrelinhas
Que agora eu escrevo entre linhas
Tudo aquilo que você não sabia
Que estava entrelinhas
Pode ser que entre versos e estrofes, as linhas são mínimos detalhes
Porém eu sempre gostei dos detalhes, e me dedicava a eles
Lembro-me de insignificantes detalhes
Entrelinhas, você era minha!
Entrelinhas, você me esqueceu!
 
Entrelinhas

Sério e impelido

 
Sério e impelido
 
Que vontade que tenho de explodir por ai
Me fazer em pedaços e sumir
E depois disso fugir
Em um lugar que não é aqui

Sabe aquele momento de paz e silêncio que antecede um susto
O momento de distração entre o pedestre e o carro
A pedra e o calçado milimetricamente encaixados para produzir o tropeço

A vontade e a renuncia juntas como em um conto de fadas
Sorte e Azar casados numa igreja ortodoxa
E Sorrisos e feridas aproveitando o Sol de uma tarde de outono

Na verdade a contradição é uma maldição dos que ainda se encontram em lucidez
Pois uma vez aberto, este não se pode fechar
Porque se hoje está cheio, prepare-se pra amanhã esvaziar
E se hoje é bem feito, amanhã vais arruinar

Mas como sempre, ser comprometido com a seriedade é uma dadiva que ninguém deve merecer
Pois se até mesmo sua voz treme por um ser, e suas mãos suam quando este lhe toca
É melhor que feche teus olhos e espere sua torta e descomplicada Senhora
Sim Senhora, A morte é boa para aqueles que negam suas consequências!
 
Sério e impelido

Sinceros e desajeitados, como um dia em um papel, quase sempre rabiscado!

 
Sinceros e desajeitados, como um dia em um papel, quase sempre rabiscado!
 
Ahh, se as pessoas soubessem que seus respectivos mundos são feitos de papel...
Olho ao redor e vejo tantos desenhos e maquetes de realidades que não existem, me confronto todo dia com sentimentos vazios e garrafas secas e esgotadas pela agonia humana.
Além de todo o vazio, sempre há no interior um frio, e esses processos endógenos são congelantemente assustadores.
Mas nada é tão fugaz quanto o arfar que se segue depois de uma decepção, a tristeza toma forma e assume sua posição, ela vaga perdida andando por ai e quando encontra um peito não tem pressa em partir.
E quando eu me esqueço do meu imenso vazio, passo a perceber e sentir o arrepio que de forma conjunta me inspira e faz transpirar, quando olhos e bocas começam a salivar, e o mundo a minha volta a se transformar.
Cercado de padrões e a vida que é de papel, que mesmo assim com fogo um dia hão de brincar, brincar de transformar o pó em pão.
Mas se pensar, a farinha é assim, um pó sem muito afim, que de outras coligações se juntou, para que o bolo da massa tome o seu valor.
E nessa massa de pão que por fora há de ilustrar, beleza divina e um belo realçar, porém, sem miolo há de ficar, pois este dá engodo e a massa não pode engordar,
Porque se tem fome de letra, imagine o que se deve plantar?
Podemos dizer que a sociedade é assim e assado, mas o pão é um no meio de um emaranhado, que sua casca pode ser queimada porém no miolo é onde o volume deve ficar, não volume vazio, feito de papel.
Falo de um volume talvez já perdido, que cabe em letras num papel, aquele volume sentido que dá luz ao fel, mas que nos mostra a bondade dos céus!
Eis que tenho a quase que certeza, ante minhas dúvidas que já estão questionadas!
E faço figurar em versos desconcertados, aquilo que minha conjunção semântica tenta expressar, dos dias vividos e dos mais esquecidos que tento lembrar.
Sou um caso qualquer, de papel certamente sou, num momento melhor, o pedaço que sobrou.
E ainda sim, tento me julgar, pois os outros me aliviam, mas minha consciência conhece todos os abrigos, caso eu queira me ocultar!
Sinceros e desajeitados, como um dia em um papel, quase sempre rabiscado! - Tiago Evo
 
Sinceros e desajeitados, como um dia em um papel, quase sempre rabiscado!

Ode à São Paulo

 
Ode à São Paulo
 
Pessoas deformadas
Pessoas apressadas
Pessoas irritadas
Pessoas conformadas

O tempo se derrete
E em lamento
Se converte

A rua tá suja
A rua tá cheia
A rua tá estreita
A rua tá feia

O carro passa
E arremesa
Uma lata de ódio

O lixo verte
O lixo investe
O lixo perde
O lixo cede

A pessoa ignora
A lata e o lixo
Que passa

Mas em São paulo é assim...
Tem meios de termo e de fins, enfins!
O ódio que é negado lhe consome
O amor que é negado lhe sorri
E no meio do caos, a gente vê casos de solidão compartilhada
Todo mundo junto, mas bem separado
Pelo farol, pela sarjeta, pela bituca ou pela cerveja
Seja qual for o apelo do pelado no cobertor enrolado
Seja qual for a figura que dorme no concreto frio
Seja qual for a sua idade na venda da bala de goma
Seja qual for a sua graduação, analfabeto funcional ou social

Essa é uma ode de ódio à São paulo!

Com muito esmero
Sempre teu, Tiago Evo
 
Ode à São Paulo

Quem vai no tempo

 
Quem vai no tempo
 
Tempo que ora
Tempo é agora
A hora do tempo
A fora porvir

Quem vai embora
No tempo
Não volta aqui

Tempo das horas
Não me deixa dormir
Sem vento lá fora
Mas tem chuva aqui

Ponte e Aponte
O caminho, o espinho
Que entra na pele
E anda sob ela

Não vacila nem destrói
Da familia, um algoz
De outros, a voz
 
Quem vai no tempo

Quem mente, podia?

 
Quem mente, podia?
 
Olhei pro relogio e vi que horas são pra quem é são
Fiquei sem luz e me faltou energia para ascender
Continuei tentando não tentar, e assim pestanejar em todas as tentativas

Foquei me em fazer o que me desconcentrava
Administrei a minha bagunça e etiquetei todas as cuecas sujas
Preparei uma receita para o sucesso com todas as minhas falhas

Simplesmente, é ser subjugado pelos seus juizes e seus amigos sensatos
Suavemente, absolvido pelo alcool e todo enxofre retido
Solenemente, fazer o que é certo sendo um errado

Dos três, o único que me parece verdadeiro é o que no final mente.
E de Finalmentes eu entendo, chegava quase sempre na hora marcada e bem arrumado, era quase um convidado de honra quando aquele que mente soltava a sua prosa.
Mas afinal, mente pra quem?
Minha todo dia, tem em mente e é sina, que finalmente é dia em tudo que há!
Haverá assim todo dia de ter em mente, que somente quem tem mente, mente todo dia aquilo que é e não podia!
 
Quem mente, podia?

Matemática das Palavras

 
Que você possa ler números inteiros, de maneira que o expoente seja a ti
O que foi pra mim, somente mais um cateto oposto na hipotenusa da vida
Mas que equação de 2º Grau é essa, nunca vi tantos parentes e colchetes
Quem muito divide, acaba por subtrair menos o que tem
Aquele que soma, multiplica o que sempre quis ter
Mas na verdade se + com + e = a -
Seja assim grande ou pequeno, Lucro ou Dividendo
Por mais que a Matemática seja sistemática.
Os números não mentem, mas omitem aquilo que as palavras falam
Pois se 3,14 é igual a PI, seria a vida uma Equação que finda em ti.
Pois tudo que começa termina depois que começou a terminar.
Mas as variáveis são imensas, e o mundo gira a em velocidade frequente.
Sinceramente se errei a fórmula hoje, amanhã acertarei
Pois não há 1 Sobre 0 que me faça desistir e assim levar a serio
E acho que os números simplesmente vão sumir
Pois o verbo se criou e demostrou que 1+1 é bem mais que 2
É um ser que prevalece e engradece a beleza dos algarimos
que mesmo quando romanos, não sejam de má fê

Isso é o que calculei em minha poesia
Se quiseres pode somar comigo
Também multiplicar será bem vindo
Mas não tente subtrair se quiser dividir.

Pois não tenho mais compasso para desenhar a forma geometrica da minha vida!!!
 
Matemática das Palavras

TihH Shallow Life