Poemas, frases e mensagens de Mademoiselle Taty_Ana

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Mademoiselle Taty_Ana

Mais amarga que a morte é a MULHER, porquê ela é uma rede, cujo coração – é uma cilada, as mãos – são algemas, será SALVO quem fugir dela, e PECADOR quem se deixa cativado.

Os limites

 
O que nos resta fazer?
Nada.
Esta palavra ultrapassou-me sempre,
O poder de não entender.

Desde ontem, levei as minhas almas
E fui me embora em direções
Diferentes.

Cada um procura o seu caminho,
Cada um sabe,
Onde começou a perder-se.
Será que podemos alguma vez
Ter falta de amor?

O amor, era o nosso caminho
E parecia inacabável,
Sim
Agora esta limitado.
 
Os limites

Os gritos perdidos.

 
Os gritos perdidos
Nas ruas do bairro,
Nas esquinas
Nas nuvens,
Que gritos compridos.
Julieta, mulher que deixou
O grito de amor,
Que treme de dor
deixando as marcas
por dentro de nos,
entrados no jogo
ardentes no fogo…
Quem dorme ,quem dança
Quem bebe, quem come
ninguém quer saber
ninguém quere ouvir
o grito da fome!!
Imagem perfeita o
olhar do drogado,
grito silencioso
desesperado.
Os gritos do povo adormecido
Cansado,
Sagrado
Desentendido
Ate o céu sabe gritar
E Chora a chuva em cima do mar
e sopra o vento a esperança perdida
deixando a luz do grito da vida…

-Sou arco-íris : disse o poeta
Sou tudo e nada
E os meus gritos perdidos
Que enchem os ouvidos
São simples palavras
As filhas e os filhos do verso
Que sabem voar
Além do infinito
Além do universo.
 
Os gritos perdidos.

Quando

 
Quando olhas para mim
Derreto-me em silabas.
Apenas aprendo a escrever:
A-M-O-R…

O meu braço treme na folha,
Deixei o lápis cair…
A mão se mexe devagar,
As letras confundem-se:
Oh, Deus!

Os lábios estremecem…
Reconheço as letras!
Reconheço os sons!
Reconheço o sentido!
Mas não consigo falar.
Quando olhas para mim.

Quando
Olhas
Para
Mim!
Derreto-me em sons,
E recolho o inverno deles.
A minha alma destrói-se
Em centímetros de doce sofrimento
No instante
No cada instante.

Quando olhas para mim,
Doí-me os sons do silêncio
Sufocado atrás dos lábios.
Vou contra os paredes deles e
Quero libertar a alma,
No quartinho fechada dentro do meu corpo
Porque o vento sopra, a neve…

Quando olhas para mim,
Tu não me vez
E tento escrever-te uma carta
Ma não sei construir as frases…
Sei apenas:
Escrever A-M-O-R!
 
Quando

Ch-ama

 
 
Mendigo do desejo,
Procurando abrir as portas
Caminhando em ruas tortas
Sem fome, frio e dor
Sabor das algas pretas
O fruto do amor.
Nem frio…
Nem calor…

Tocar no meu sentir
Abraça-lo brevemente,
Com a ponta dos meus dedos
Assumi-lo nos meus medos
Desistir dos meus segredos.

Alcançar a liberdade
Desejo, tão incontornável
Frenesim inquietante,
Sentir que num instante
A guerra fria é amável.
Enlouquecer de forma estável!

Fumo farto, forte fama,
Liga leve, com poder
De pedir a quem se ama,
De amar a quem te chama,
Catedral do sonho
Ch-ama…

Tatiana Olaru & Carlos Massa
 
Ch-ama

LUZ

 
A luz que ressinto
Quando te vejo,
É parecida com a luz do universo,
Que apareceu no primeiro dia.

A escuridão atormentada
Caminhava sozinha,
Sem limites, sem obrigas
Sem distingues e intrigas.

Aborrecida de tudo e nada.

Assim, num ímpeto
Do oco saiu,
Uma fonte de luz que explodiu.
Provocando uma sede
De amor e de dor,
De pegados cansados
De mundo e sol.

Mas onde desapareceu esse brilho flamante?

A luz que me enche o peito
Quando te vejo, perfeito
É parecida com a luz do universo,
Que nasceu no primeiro instante
Nas almas do mundo converso.
 
LUZ

A Intransigência

 
As ondas dos pensamentos

Iluminam os sentimentos.

É Junho...

O Vento do verão sopra o trigo,

Um homem escuta a voz da natureza,

Encostando na pedra- a cabeça.

O frio parado, traz consigo...os romances doces.

O corpo reina morto, sem reações …sem posses…

Mas os olhos permanecem vivos e estão escondidos,…

Venerando a eternidade, desconhecida.

"Estava a pensar …em nada. "

As pernas confusas anunciam o movimento repetitivo

A mente resuma a Imortalidade,

Com, ou sem motivo.

As vozes irônicas riam, batendo o silêncio,

Batendo o corpo,

Só com um -Sopro.



Olham! Para o mundo aglomerado…com as mentes frias

E nos olhos úmidos,

Que traiam as almas vazias.

Um anjo esta a subir

Oferecendo numa mão... O coração...

Em frente o diabo olhando nos seus olhos

Pedindo-te que escolhas!

As asas crescem, os corpos levantam-se

As mesmas vozes riam…

e divertem-se

As sombras os abraçam,

cobrando-lhes as caras.



Não sou humano!

"sou intransigente..."

E tenho a alma ausente.
 
A Intransigência

Poema não é estomago

 
Se revolta o poema.

Nenhuma palavra
Revela
a verdade!

Nenhuma verdade
Limita-se com
Palavra!
 
Poema não é estomago

для размышлений

 
Однажды приходит Ученик к своему Учителю и говорит:
- Учитель, я устал, у меня такая тяжёлая жизнь, такие трудности и проблемы, я всё время плыву против течения, у меня нет больше сил … Что мне делать?
Учитель вместо ответа поставил на огонь три одинаковые кастрюли с водой. В одну бросил морковь, в другую положил яйцо, а в третью насыпал зёрна кофе. Через некоторое время он вынул из воды морковь и яйцо и налил в чашку кофе из третьей кастрюли.
- Что изменилось? – спросил он Ученика.
Яйцо и морковь сварились, а зёрна кофе растворились в воде, - ответил он.
- Нет, - сказал Учитель, - это лишь поверхностный взгляд на вещи. Посмотри – твёрдая морковь, побывав в кипятке, стала мягкой и податливой. Хрупкое и жидкое яйцо стало твёрдым. Внешне они не изменились, они лишь изменили свою структуру под воздействием одинаковых неблагоприятных обстоятельств – кипятка. Так и люди – сильные внешне могут расклеится с тать слабаками , там, где хрупкие и нежные лишь затвердевают и окрепнут …
- А кофе? – спросил ученик?
- О! Это самое интересное! Зёрна кофе полностью растворились в новой враждебной среде и изменили её – превратив кипяток в великолепный ароматный напиток. Есть особые люди, которые не изменяются в силу обстоятельств – они изменяют сами обстоятельства и превращают их в нечто новое и прекрасное, извлекая пользу и знания из ситуации.
 
для размышлений

Quem morre

 
Morre aos bocadinhos
Quem se transforma num escravo do habito,
Seguindo todos os dias a mesma trajectória.
Quem não muda a própria existência,
Quem não arrisca algo novo
E não fala com os que conhece.

Morre aos bocadinhos
Quem faz da TV o seu Guru.
Morre aos bocadinhos
Quem evite a paixão
Quem prefere o preto no branco
E os pontos no “i” em vez duma explosão de emoções.
Aquelas emoções que ensinam os olhos a brilhar.
O suspiro que sorri e guarda o sentimento no coração.

Morre aos bocadinhos,
Quem não se vai embora quando esta infeliz.
Quem não arrisca o certo pelo incerto em pro do seu sonho.
Quem não se permite pelo menos uma vez na vida
Não ouvir os conselhos “responsáveis”.

Morre aos bocadinhos,
Quem não viaja
Não lê,
Não ouve musica.

Morre aos bocadinhos
Quem destrói o amor,
Quem não se deixa ajudar,
Quem passa os dias chorando tendo pena de si próprio.
Quem reclama da chuva que nunca mais acaba.

Morre aos bocadinhos,
Quem acaba um projecto sem o começar.
Quem não pergunta por medo de ser gozado,
Quem não responde mesmo sem saber a resposta.

Evitamos a morte aos bocadinhos,
Lembrando-nos sempre
Que “ser vivo” exige um esforço maior
do que só respirar.

Só a paciência sossegada nos faz alcançar
O sucesso esplendido.
Tudo depende de como a vivemos:

Se for para te aqueceres, aquece-te ao sol.
Se for para traíres, trai o teu estomago.
Se for parar chorares, chora de felicidade.
Se for para te mentires, mente só na tua idade.
Se for para roubares, rouba um beijo.
Se for para perderes, perde o medo.
Se for para sentires fome, sente fome de amor.
Se for para desejares, deseja todos os dias…
 
Quem morre

Lory Obra do Anjo na Terra

 
Oh Lory- Obra do Anjo na Terra,
És meu sossego, és minha musa
Que faz-me a alma tão confusa.
És o meu medo, a minha guerra…
Oh Lory- Obra do Anjo na Terra.

O teu cabelo brilhante
É como a chuva que derrote,
A minha alma de pintor.
Oh Lory, seja a minha Deusa
Ou minha escrava ou meu odor.
O teu sorriso inocente
É o Red Bull da minha dor,
E o teu corpo impaciente
É o meu loco cobertor.
Eu quero a tua juventude,
Eu quero a tua energia
Subir a tua altitude
Perder-me na tua magia.
Oh Lory, vem, não tenha medo
Receba todo o meu amor,
Não pensas na minha esposa
Ela não é a mesma flor.

A Lory baixando a cabeça,
Deixando o coração cair,
Cantou baixinho e sem pressa:
-Quero viver!!!
Deixa-me ir.
Eu quero ser um trem que passa
Por todas belas estações,
Não quero ser a estação
Do vosso trem, do trem dos dois.
Porque um homem tem que ter
Uma amante e uma mulher
Num só corpo a conviver…

Oh Lory – Obra do Anjo na Terra
És o meu medo a minha guerra…
 
Lory Obra do Anjo na Terra

Sou uma Mulher!

 
Sou uma mulher com olhos pretos e prudentes
Sou aquela que nenhum poeta descreveu….
As minhas palmas vão abraçar o teu coração…
E se me deixas ouvir-te
Vou tocar cada quartinho dele.
Assim vais respirar mais fácil o amor.
A minha mão vai acariciar o teu rosto
Os meus lábios vão te sussurrar o nome em brizas,
Talvez vais perceber que não sei,
Não sei o que significa chamar com o corpo.
Vais perceber que eu conheço e percebo
Só as papoilas e as acianas com as quais tu me seduzes
No campo trigal, amarelo daquela aldeia.
As vezes sinto-me uma criança perdida de um canto para outro
Na carta do teu sorriso oferecido para mim,
as vezes…
Mas escondida algures,
Na longitude daquele sorriso
Escorro pela latitude num feérico
E já não sou mais criança….então,
Eu
Sou
Uma
Mulher!!!
E tu, para seres meu
Significava respirar minha ingenuidade
Com o mesmo sabor com o qual eu respiro
Este sentimento de casa
Essa mulher sou EU.
 
Sou uma Mulher!

Mas

 
Eu não pertenço a Terra nenhuma
Só a todos os lados.
Ainda menos a um território
E não conheço o meu itinerário.
Eu não pertenço a terra nenhuma,
Dentro ou fora de mim
Nem horizonte, nem céu.
Nem sei se é meu- o que é meu.

Um passo um novo pensamento,
Um passo- a luz do movimento.
O murmúrio da memória,
O eco das estrelas perdidas.
O murmúrio da memória,
o horizonte atras de mim -
é horizonte sem medidas.

E Só o esquecimento seca os rios,
O Esquecimento da luz que passou
O Esquecimento do sofrimento que se coagulou.
E conheço o caminho das rugas meandrosas
Conheço…
Também conheço o sulco das dúvidas teimosas
Conheço…

Conheço a esperança magoada de um ponto para outro do olhar;
Movimento conduzido pela sombra do meu mar.
Junto a sombra com a sombra
E deixando-lhe a obra
De repente…
O mundo grande e impaciente,
Que se espalha a minha frente,
Eu não tento abraça-lo
Nem com os olhos nem com a mente.
E se tivesse o universo
Bastantes falas ao seu redor,
Para deixar a saudade a expressar a sua dor,
Mas…
 
Mas

A Juventude

 
A JUVENTUDE
Ó juventude!
Precisei de uma vida
Para te perceber,
Aceitar a tua penitência
Numa esquina da minha alma.

Pensei
Que sou capaz de vencer o mundo,
Que sou capaz atirar-me livremente
Em tua lagoa azul,
Sem lhe sentir a dor e o timidez,
Passar sobre a tua pequenez
Como um dirigível
Acompanhado pelo vento
Numa passarola vazia de área.

Ó JUVENTUDE!
Não és mais do que uma droga
Rapé dos pulmões
Ate ao delírio ou a inconsciência.

As palavras
Foram os meus inimigos,
Sem saber que em cada tua pulsação
Há uma dor
Com a qual sobreviveste sem eu reparar.
Não estava a sentir mais
O fumo nocivo duma liberdade quimérica,
Na qual me respirou
O sangue invadido.
As pessoas deviam
Nascer velhos
E morrer crianças
Livres de mascaras inúteis
E remorosos…

E que a primeira
E a ultima palavra
Dita
Seja MÃE…
 
A Juventude

Ele

 
De modo ameno… Ele mudará o mundo,
E a nossa frente Ele projeta
Da forma indireta,
Os planos astrais
No sono profundo.

Ele sempre esta por perto,
E nunca lhe notei a presença;
Mas sei que ele pertença
A todos nós e até ao vento.

E pra senti-lo completamente,
Seria certo, só saber amar…
Saber amar Passionalmente
E o Céu. E a terra. E o mar.

Ele é absoluto e sincero,
E sabe entregar satisfação,
É como a Paz sem exagero.
Como o sinônimo do coração.

Não tem razão para exprimir o medo,
Por que não sabe- que o “tarde”
É o antônimo do “cedo”..

É infinito como o Homem
Não tem tamanho e nem preço
Definições…fronteiras…endereço
É como o meu “eu” inverso.

E o alfabeto dele
Não são as letras, são os números…
Os números - inúmeros.
 
Ele

Eu sou uma Mulher II

 
Eu sou uma Mulher – então sou uma Deusa.
Em mim há cem rostos e mil nomes.
Eu sou uma Mulher, então sou uma Atriz,
Em mim há cem rostos e o desempenho de mil papeis.
Eu sou uma Mulher, então sou uma Rainha,
Adoradora de todos os reis na Terra.
Eu sou uma Mulher, então sou uma Escrava,
Que conheceu o sabor salgado do delito.
Eu sou uma Mulher, então sou um Deserto
Que vai incinerar-te.
Eu sou uma Mulher- sou forte sem ter a noção disso,
Mas, sabes, mesmo que a vida – seria uma luta
Eu sou uma Mulher, sou fraca ate a dor,

Eu sou uma Mulher, então sou o Destino.
Eu sou uma Mulher, sou um raio da paixão,
E o meu destino – é paciência e trabalho duro.
Eu sou uma Mulher- sou a maior felicidade
Que não é protegida.
Eu sou uma Mulher, por isso sou perigosa,
O fogo e o gelo para sempre estarão em mim.
Eu sou uma Mulher, então sou bela.
Desde a infância ate a velhice cinzenta.
Sou uma Mulher e todas as estradas do mundo
Levam-te a mim, e não a uma Roma.
Eu sou uma mulher, foi escolhida pelo Deus,
E castigada também por Ele.
 
Eu sou uma Mulher II

A História do Mestre Pedro

 
Num dia ou numa noite,
A Luz brilhava muito forte´,
No coração de um pedreiro
Do Mestre Pedro Feiticeiro.

E essa Luz que tão brilhava
E que o Mestre Caminhava,
Fez como que Ele deseja:
Construir uma igreja.
Muito alta e formosa
A mais maravilhosa.

Ele juntou 12 pedreiros,
Fortes e aventureiros.
E com muita ambição
Falou sobre a visão.
Construir o tal convento
Que seria um chamamento…

Trabalharam todo dia
Com amor e alegria,
Mas passando a meia-noite,
O trabalho progredido
Estava todo destruído.

E assim toda a semana
Uma força não humana,
Destruía o convento
Sem lhe ver o movimento.

No coração do tal pedreiro
Do Mestre Pedro Feiticeiro,
A Luz brilhava muito forte
Como um sonho numa noite.
E sussurrou-lhe num momento:
-Pra construir o tal convento
Dou-te como indicio
Uma mulher em sacrifício.
-Primeira esposa que chegar
Para vos dar comer
Entre as pedras vai ficar
E amadurecer.

Como um homem virtuoso
Falou do sonho afetuoso,
E as 12 almas ansiosas
Foram dizer as suas esposas,
Que amanha não aparecem
E que em casa permanecem.

E só a bela Anna
Que o Pedro tanto amava,
E o corpo lhe pintava,
Nada sabia e nem percebia
Portava no seu ventre
O filho, o descendente
O seu fruto de amor,
O bebe encantador.

Acordou cheia de dores
Com a alma deprimida,
E foi aos trabalhadores
Para os trazer comida.
E passou por chuva
E passou por vento
Por mil sinais do céu
Chegando ao convento…

E o Pobre padreiro
Mestre Pedro Feiticeiro
Com as lagrimas ardentes
Nos seus olhos inocentes,
Beijou-lhe as mãos e o ventre
E com a voz ausente
Falou baixo e carecente.

-Meu doce Amor
És a minha flor,
És o meu sol.
As minhas estrelas
A luz das velas.
Quero-te pedir
Para me seguir,
Num pequeno jogo
Que acaba logo.
E uma das regras
Esconder-te com as pedras.

Com sorriso amoroso
Ela ficou silencioso,
A esperar o fim do jogo
Do jogo ardente como o fogo…

Passou o tempo rigoroso,
E o convento coração
Era tao maravilhoso,
Que chamou a atenção,
Do Rei covarde e preguiçoso
Que ficou tao furioso.

E ao pôr-do-sol mandou,
Aos seus escravos ordenou
Que tirassem as escadas
Com as suas grandes espadas.
Para deixar os pedreiros
Que eram tao aventureiros,
No telhado do convento
Que era um grande chamamento.

E o tal pobre padreiro
O Mestre Pedro Feiticeiro
Reconheceu em uma estrela
A Anna sua esposa bela.
E com sorriso de camela
Ele foi atras daquela estrela
E caiu pela janela…

E caíram seguidos
Os 12 corpos unidos,
Os grandes padreiros
Os mestres verdadeiros.

E no lugar onde caíram
Os anjos que se reuniram
Em vez da sepultura
Fizeram uma fonte
Com aguá viva
Água pura…
Para arrancar a amargura.

Queridos leitores peço desculpa pelos erros ortográficos devido ao fato que a minha linguá materna não é Língua Portuguesa.
Agradeço desde já aos corretores.
Bjs
 
A História do Mestre Pedro

O sabor de dois num só

 
O Homem verdadeiro - não é um macho patético externamente...
Mas é aquele que tem sobriedade da mente sendo paciente...
Será um ombro de apoio em tudo, sempre que for preciso...
E consegue aquecer a alma, com seu mágico sorriso.

o Homem fraco – decora-se com lágrimas falsas...
E sempre chorando, derrama as suas queixas
Deixando todas flores descalças...
Culpando o mundo por tudo, porque todos são traidores
Nunca procurando em si a razão dos seus rancores

O homem forte jamais insultará uma mulher
quer esteja ausente quer face a face
usando o seu poder para a erguer ao altar
onde alcance toda a grandeza do seu ser
Porque tudo é verdadeiro - E sabe amar...

O homem forte apoia com actos e não com palavras vazias...
Enquanto o fraco oferece o bouquet das suas manias...
O forte ao ler esses versos, faz um poema porque entende
Que sem o amor da mulher, não há caminho à sua frente...

Por isso o homem pensa, sente e diz:

Sabes Mulher…
São de amor as flores que plantas no teu jardim
Cuidando desse lugar com a mesma entrega
Com que amas a vida em cada sinal de existência

São de beijos os amanheceres com que acordas
Nesta planície serena onde permaneces atenta
A quem desperta de braços estendidos para ti

São de sorrisos os raios de sol que irradiam
Desses teus lábios sempre dispostos a gritar
O nome de quem sentes carente do teu abraço

São de sonhos todos estes teus passos
Nesse caminho inocente onde vais buscar
Toda a verdade com que acreditas no amanhã

Sabes Mulher como é bom saber-te…
 
O sabor de dois num só

Temos tempo

 
Temos tempo para tudo.
Para dormir,
Para correr para a direita e esquerda.
Para nos arrependermos dos nosso erros
E errarmos de novo.
Para julgar os outros e enaltecer a nos próprios,
Temos tempo para ler e escrever
Para corrigir o que escrevemos e nos arrependemos.
Temos tempo para construir projetos novos e não os respeitamos.
Temos tempo para criar ilusões
E analisar a cinza deles, mais tarde.
Temos tempo para ambições e doenças
Para culpar o destino e os pormenores.
Temos tempo para olhar as nuvens
A publicidade ou um acidente qualquer.
Temos tempo para mandar embora as perguntas,
E para nos lembrarmos das respostas.
Temos tempo para destruir o sonho
E para reconstrui-lo.
Temos tempo para fazer amigos,
E para os perder.
Temos tempo para aceitar lições,
E para as esquecer depois.
Temos tempo para receber presentes,
E não os perceber.

Tempos tempo para tudo.
Mas não para a humildade,
Ser humilde e morrer…
 
Temos tempo

Os cegos

 
Oh alma, olha para eles.
Estão tristes e sós.
Ridículos sem vontade
Pobres manequins.

Segurando para lugar nenhum olhares cheios de sombras,
Os ignorantes do mundo, com andar de sonâmbulos.

Na cara deles apaga-se a luz do céu,
Endireitando os olhares para longe.
E assim passam na rua,
Em direção a um imaginário por-de-sol.
Mesmo com pensamento pesado,
Eles não baixam as cabeças.

Perdem-se na noite irmã,
Com eterno silencio.
Estas a sorrir e a cantar,
Com prazer invejoso.

E me vês só a mim, mais pobre que eles
E o coração pergunta-me sem parar.
Porque é que levantam os olhos para o céu? Os pobres cegos!!!
 
Os cegos

O Coração Só

 
O Coração Só
 
A vida é uma escada que sempre vai pra baixo e nós precisamos ir pra cima, o universo é como um árvore que tem os ramos de baixo cheios de folhas simples, e os de cima de folhas geniais – que são os nossos pensamentos…Nem todos conseguem alcançar essas folhas de cima, eu tive a oportunidade de apanhar uma, num dia, num dia igual a todos os outos dias da vida.
Não existe nada mais difícil de tudo que é mais precioso, do que ter o direito de fazer escolhas, a voz interior nos ajuda tomar as escolhas mais certas, importante é ouvi-la no tempo certo, descrever esse sentimento é impossível ele aparece antes que do raciocínio falar.
Eu sabia que estava na hora de fazer a minha escolha: mudar ou morrer…só porque tudo se resume em uma escolha muito simples: preocupar se com a vida ou com a morte.
O medo fazia-me ficar presa Queria ir ali onde está calor e não há memória, mas a esperança libertava-me…A esperança é uma coisa boa, muito boa pode ser que é a melhor e as coisas melhores nunca morrem.
Numa certa idade alguém nos diz que esta na hora de acabar com as brincadeiras da criança, só que ninguém sabe quando isso tem que acontecer, alguém sabe disso aos 18 os outros aos 40 mas o importante é que todos sabem.
EU-Nunca soube escutar os que me diziam, que não vou conseguir-Eu tinha um sonho – e sabia que tenho de preserva-lo, eu inventei um objectivo- e alcancei-o …E PONTO…Tudo que eu precisava era – paciência, tempo e pressão.
Queria ser a melhor -e por isso devia vencer o melhor.
Sentia-me igual a um autocarro de manhã – tinha o caminho pra frente e não conseguia acalmar o meu coração com o que tinha, então tentei procurar isso no futuro… estava tão excitada que não podia ficar parada, e os pensamentos não conseguiam ficar na minha cabeça, eu acho que assim sente-se so uma pessoa livre, pessoa livre no início de longo percurso do qual o final não se sabe.
Cada ação tem o seu mérito e o seu preço e se eu entrei tão longe, talvez poderia entrar ainda mais longe? Faço um movimento atras do outro, so aqui e agora. AQUI E AGORA.
Cada pessoa tem o momento em que fica destruído – sim, o azar é como um pássaro que voa fazendo voltas mas afinal tem que cair em cima de alguém.
Afinal percebi que - A VITÓRIA não é o 1º lugar nem os pontos nem as medalhas nem o pedestal, a VITÓRIA fica aqui dentro, aqui, perto do coração de cada pessoa, a vitória é produzida pelos sentimentos e pelas emoções.
E ganha o Coração, o coração só e ninguém mais…
 
O Coração Só

Bejinhos & abraços
Mademoiselle Scarlett