Poemas, frases e mensagens de A.C.O.R

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de A.C.O.R

Coração de algodão doce

 
Coração de algodão doce
 
imagem google

Fiz uma infinidade de algodão doce
E atirei-o para o céu para ficares doce,
Voei até lá e fiz um coração gigante,
Nem entendeste que fui eu,
mas ficaste radiante.
.
Este poema quero rimar a olhar para ti,
Sem tirar os olhos de ti;
Apreciado, o teu incómodo pestanejar
E dizer-te tanto com um olhar.
.
Vamos ter uma linda conversa,
jogar um jogo para ver quem diz menos
até a alma ficar imersa.
.
Quero ficar assim cega de amores,
Para nunca curar todas as minhas dores.
Secreta olhando-te, eternamente
Moldando o coração com a mente.
.
O coração que moldei era uma imensidão,
Que as mariposas ficaram alienadas de emoção;
Ficou próximo do exemplar,
o que revelei por momentos,
Mas voltaram os pesadelos obscurecidos,
Para despedaça–lo num só acordar.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Coração de algodão doce

Tu

 
Tu
 
Imagem Google

Cisma do ego com folgo e sossego,
Sim possui supremacia a tua emoção!
Espectro vê tudo em olho cego,
Distração com supre concentração.
.
Bela, perfeita a sua mensagem,
Toca a pele penas de veludo;
Para si a preclara homenagem,
Troféu, gloria, fanatismo e tudo!
.
Tons da diferença da multidão,
Cintila a tua alma em asa de cordão,
Teu génio, teu físico é compaixão.
.
Sangue que metrifica dourado,
Serenidade, sensibilidade,
Tuas asas, teus versos, és tão amado!
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Tu

Correr

 
Correr
 
Imagem Google

Foco o céu, com melíflua pinga que pode cair,
E não cai nada só um maldito clarão amarelo,
Tão fingindo, tão cínico e tão idiotamente belo,
Sempre a enganar-me com o seu reluzir.
.
Hoje, com o olhar no mar ou em ti, bem!
Acordo estalando as encostas para a viragem,
Vou correr no desejo de fingir que o mundo é meu.
Um poeta tem a experiência de sonha-lo bem!
.
Pego em mim e visto-me desportivamente
E faço o dito cujo aquecimento articular
E corro, até onde o caminho me levar
E leva-me incessantemente ao mergulho da mente.
.
Sete quilómetros e o corpo já anestesiado,
E corro para te lembrar, pra te amar pra te ter,
E por prazer de te imaginar continuo a correr.
Porque o amor é doido e inexplicado.
.
Onze quilómetros, aquela musica a tocar,
meu Deus agora é que morro porque eu não quero parar;
Se não me parares juro que vou dar
a volta ou mundo para te encontrar.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Correr

Pensas demais

 
Pensas demais
 
Imagem Google

As vezes pensar
faz nos pensar ainda mais
e para se tanto imaginar
acho que pensas demais.
.
Pensas em mim!
tal como penso em ti!
O teu olhar doce diz que sim;
Até sei que imaginas o beijo que nunca te dei.
.
Vives a sonhar
e eu deixo-te! a imaginar;
Olha; és mesmo verso do meu versejar,
Tal como tu, eu estou a trilho do luar.
.
As vezes pensar
faz nos pensar ainda mais
e para se tanto amar
acho que também penso demais.
.
Não quero olhar o teu olhar assim,
Assim tão doce e tão longínquo de mim,
Quero tocar o teu pensamento para sempre até nos sonhos
Que sejam só nossos, intocável por todos mas vividos por nós.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Pensas demais

Afastando a negatividade

 
Sobrevoo um arvoredo alado,
Trauteando as silhuetas viajantes;
Até zanga a sombra do teu lado
e assopro identicamente os montes.
.
Ainda bem que gosto de planícies,
Vou alinhar e trautear os ventos!
Só assim poderei ver superfícies
na terra e arrancar seus tormentos.
.
A mente faz tudo o que desejas!
Então vem comigo minha sombra,
Vem ventanejar o que já assombra.
.
Neste dinamismos requeridos,
Aquece os céus e persegue-me!
Sinto os algodões pretos, detidos !

Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Afastando a negatividade

Eu vivo falhando

 
Eu vivo falhando
 
Eu vivo falhando (…)
Um dia garanto que acerto em tudo e quando acertar já não estarei cá a fazer nada (…)

Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Eu vivo falhando

Só a lua sabe

 
Só a lua sabe
 
Dá-me um beijo
Com teu jeito,
Bem atento,
Ternurento.

Peço muito?
Então deixa!
Peço igual!
Penso-te, ali
Amo-te, aqui.
.
O meu encanto,
Foi bem de aço
Este laço,
Ornou tanto.
.
Pitoresco
E tão fresco
o teu olhar
Faz a ronda.
.
Bem sou o céu?
Tu belo mar?
Pensas no céu?
Reza que sim;
Esta a chover.
.
Mensageira;
Lua a brilhar;
Tem lá beira
Pensar em mar.
.
Ana Carina Osório relvas/A.C.O.R
 
Só a lua sabe

A cor púrpura

 
A cor púrpura
 
Imagem Google

Desenhado numa nuvem
de algodão doce e pura
flutuava no céu,
doce e cor púrpura!
.
A paz reinava no céu,
No céu das irrealidades,
Era um desenho meu,
teria realidades?
.
Pensando em ti, meu amor,
dilatando a minha dor,
estava a ficar tudo sem regra!
Que a nuvem ficou mais púrpura,
Agravando a situação e sem regra
Meus olhos sangravam a cor púrpura.
.
A cor mística da minha alma
é a cor púrpura porquê?
Eu não sei, eu não sei mas
Sei que pintava quase tudo de cor purpura.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
A cor púrpura

Uma coisa qualquer

 
Uma coisa qualquer
 
imagem google

Acordar meio disparatado dos pardais
enlouquecidos por os vendavais,
Choram mas ninguém atinge,
E um canta rimaticamente, voa e finge.
.
Hoje vou só escrever
uma coisa qualquer;
Julgo, sem sentido nenhum pra ti
Mas hoje tudo o que sou, serão estas rimas.
.
Serão uma coisa qualquer,
Uma coisa qualquer
que eu pensa; o que sinta;
O que sou e o que és, tu para mim!
.
Acho que os teus olhos jamais
me leram como eu gostaria;
Vou deixar de rimar este sentir
com o que me esta a ferir.
.
Vou dizer uma coisa qualquer,
Qualquer coisa que não te diga nada,
Nada para ti mas para mim tudo;
Tudo o que me machuca é todo o teu nada.
.
Uma coisa qualquer e ver-te sorrir,
Esquecendo o sal do sentir,
E qualquer coisa e ver-te bem;
Olha mas bem pertinho de mim.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Uma coisa qualquer

Bebia o silêncio e o frio

 
Um copo já está vazio,
Ele continha a minha chuva;
Na inspiração, o silêncio e o frio,
E a mão que vestia a luva
.
Beijava o copo;
Bebia o silêncio e o frio;
Bebia a bebida de topo;
Bebia o silêncio e o frio.
.
Já é tarde, tão tarde;
Para mim é sempre tarde;
é sempre tarde;
Sempre tarde.
.
E se é tarde minha paisagem
tem palitos se quebrando
e tu que lês,vês na tua imagem.
.
Oh será cedo? Tão cedo?
Que o sol ainda não raiou!
E a lua contou um segredo
e eu permaneci como eu sou!
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Bebia o silêncio e o frio

Água

 
Chove ouro, espiem, está tudo,
Está tudo cor de mel, apreciem
Ninguém desenha a paisagem?
.
Um pingo clarão, caiu ao chão,
Mas mais pingo ou menos pingo
não irá converter minha canção,
Nem vai deixar de ser domingo
porque caiu mais pingo no chão,
Por mim que chova de emoção,
Caia o pinguinho ou rude pingão,
Só se vão aliar as gotas do chão.
.
Só quero assim. Deixa que chova!
Que eu quero ouvir a trovoada
e o raiar da altura bem irritada,
Os raios como o polir em prova
e zonzos estrondos como sinal,
Sinal divino intensamente especial.
.
Tempo ou sejas lá quem fores!
Mostra-me a luz no meu abrigo
Ou dá-me a mão e vem comigo
Vem espiar a lua e semear flores;
Na quarta-feira a vigília é cheia.
Que chova para sorrirem flores.
.
Não consigo compreender, o louro,
As razões que levam a não gostarem
de chuva, se as gotas são de ouro!
Vamos guardar as gotas que caem?
.
Chove, e quando chove, cai dinheiro,
Dinheiro que ninguém vive sem ele!
E os pingos de água é só chuveiro?
Esta a chover e eu sinto-a na pele.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
 Água

Borboletas violetas

 
 Borboletas violetas
 
Imagem Google

Derrama, causa, chove!
Reluz, faz sol, me comove!
Imagina o que quiseres de mais belo!
Que eu o descrevo assim!
.
O céu vestia-se de bruma;
E presentemente despe-se de calor;
Ai borboletas violetas, borboletas do amor!
Imagina-as a voar pra t’ uma a uma!
Será uma das fases da metamorfose?
.
Cada palavra minha é uma borboleta;
Porque um dia te lembraste de criar assim
o mais puro borboletário dentro do meu peito. Sim!
E eu vou criar um só; para tu as sentires!
.
Tenho infinitas palavras presas a mim,
Deixem-se estar minhas violetas,
Um dia vou deixar voar para ti cada borboleta;
e quem sabe não consigas mais parar de pensar em mim.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
 Borboletas violetas

Deixe-me acreditar

 
Deixe-me acreditar
 
imagem Google

Há sol, descosa as pálpebras!
O brilho milho, venda!
É verídico não uma Lenda;
Relaxe e pressione as tempuras.
.
Deixe-me acreditar,
Deixe-me comunicar
consigo em pensamento;
quando pelo ouvido passar um sopro,
sou eu, deixe-me estar perto de si, assim,
Eu prometo que vou fazer
Você nunca me esquecer.
.
Eu senti, você passar por mim,
E deixou o seu perfume no ar;
Você aconchego-me, despindo o mar
Nem consigo calcular, assim.
.
Deixe-me acreditar,
Deixe-me comunicar,
consigo em pensamento;
quando pelo ouvido passar a maresia,
imagina a mais bela declaração de amor!
Eu prometo que vou fazer
Você nunca me esquecer.
.
Pense, sinta e vença!
Usa toda a sua intuição para o fazer;
Não vai perder o que já é seu;
Aventure-se e olhe o céu!
.
Sei que há muitos gritos, não gritados!
Há muitas lágrimas, não choradas!
Há muitos silêncios, com gritos abafados!
.
Deixe-me acreditar,
Deixe-me comunicar
consigo em pensamento;
Quando pelo ouvido passar o som do mar,
sou eu, deixe-me estar perto de si; assim,
Eu prometo que vou fazer
Você nunca me esquecer.
.
Escute o mar;
o meu respirar, o meu doce pensar (…)
Vou dizer a você uma coisa
Mas só a si(...) feche os olhos (…)
.
Ana Carina Osório Relvas /A.C.O.R
 
Deixe-me acreditar

Papoilas

 
Papoilas
 
Imagem Google

Dói demais a voz como uma escultura,
Mas se dói agora serve de leitura;
Dói as lágrimas engolidas pelos olhos.
E os ópios percebidos na pintura?
.
Dói, não dói? Dói, não dói? Dói, não dói?
Eu conheço essa dor que dói mas não dói!
Dói mais que um ferimento em carne viva
Como tulipas dilacerando de feição criativa.
.
Campos pintalgados de uma beleza incalculável
Cheios de tons cativantes mas é tudo mentira
Todas as papoilas intimamente encobrem mentira;
É tudo mentira, mentira, mentira insuportável.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Papoilas

Sou a intensa tinta

 
 Sou a intensa tinta
 
Com intensa tinta
o espírito pinta.
.
Sou a tinta desta folha,
Onde não verbaliza e tudo olha,
Sou as letras, as palavras, as frases,
Sou o poema em si, sou todas as fases:
Sou a tristeza, a alegria, a vida, a morte (…)
Sou tudo o que realmente sinto;
Quando canto sinto que a vida é mais forte,
E se não for assim, sinto-me presa num labirinto,
Onde me perco, mas canto e rapidamente,
Rapidamente encontro-me.
.
Quando escrevo sinto que sou a tinta;
E desenho a minha alma como realmente é,
Sou tudo isto mais o pássaro que me vê;
O meu versejar é o sangue seco, gravado a tinta,
E é toda a minha chama.
Inevitavelmente é o meu sangue que te ama,
Esteja ele seco ou a correr pelas minhas veias.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
 Sou a intensa tinta

Ler é viver um sonho!

 
Ler é viver um sonho!
 
Imagem Google

E que tal,
Voarmos num livro inesquecível?
Ir para distante daqui;
Coleccionar palavras mesmo aqui;
Deixar a alma implacável;
Sonhar de olhos dilatados;
Imaginado o que a imaginação quiser;
Olhado, o que o olhar desejar, ver.
.
Quero continuar a ler;
Mas estou com receio que acabe
a história de comover,
É melhor ler lentamente, só quem sabe;
Degustando cada saber.
.
Ler é viver um sonho;
E eu preciso tanto de viver
este que estou a ler;
Talvez um dia possa ler um especial
que deixe de ser um simples sonho(…)
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Ler é viver um sonho!

Fragmentos incompreendidos

 
Fragmentos incompreendidos
 
Imagem Google

Mares e ventos, complicados;
Imprecisão da não compreensão
não mescla a minha intuição, não!
Desassossegos incontrolados;
Lembranças jamais esquecidas.
.
A pesquisa tem que trazer o produto final!
Organiza-me e baralha-me até ao terminal!
.
Baralha-me, mas não vás assim!
Organiza-me, mas não o faças por mim!
Confunde-me, mas não faças assim!
Minha sensibilidade chora as flores secas
as flores lindas que sempre reguei,
secaram ao me verem chorar;
Eu prometo que vou ficar bem
para não te perder também(...)
.
Ana Carina Osório Relvas /A.C.O.R
 
Fragmentos incompreendidos

Beija-me

 
 Beija-me
 
imagem google

A solução é desaparecer.
Sou só uma apaixonada,
Que observa o amanhecer
E que anda curva na estrada.

Deito a vista e imagino
o desejo das nossas bocas
a tentação do teu ar divino.

Eu choro mas não importa
Eu olho-te e isso é tudo.

Não me digas, não me sigas
Se for para me seguir peço que digas
Que sentes amor, ou então faz como eu,
Olha-me, olha-me só,
que isso irá corar-me.
Se um dia o suspiro falar o desejo;
Beija-me unicamente.

Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
 Beija-me

Pequenos sorrisos

 
A generalidade parece tão brilhante
e o amanhecer dita, maravilhoso.
A Felicidade é quando a alma respira o ar gracioso;
E o sol e as nuvens voam pelo céu como amantes.
.
Felicidade são pequenos sorrisos
de determinados momentos,
Certamente a felicidade pode durar por tempos e tempos,
Depois abranda, chora e ri de novo com muitos risos.
.
E este pequenos sorrisos são tão reais,
Que tocam a perfeição por uma milésima de segundo,
Ou segundos, dias, meses, ou muito mais (…)
Só é preciso investigar o mundo.
.
E para se investigar o mundo para se ser feliz,
A mim basta-me poder respirar, ver, ouvir, tocar, saborear,
Basta-me escrever versos até a giz,
E tudo o que foi pequenas lágrimas se atenuou com pequenos sorrisos.
.
Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Pequenos sorrisos

Primavera viajante

 
Primavera viajante
 
Imagem Google

A época triste quase se rindo,
Cai borboletas de tantas cores!
E descendem hodiernos amores,
Pudores ou primores, florindo!

Aprecio a primavera em lágrimas,
O céu ortografa a alma nas fendas!
Provo o céu com o meu desfocar
e desenlaço a alma sobre o mar.

Pressentimento? Que aperto é este?
Repleto de aromas sedutores
Deixa- me ou sufoca-me com flores!

Vai-te embora e mais uma coisa,
Leva contigo o que sinto por ti
E se um dia voltares abraça-me,
A nostalgia, está, a mata-me.

Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R
 
Primavera viajante

A felicidade são pequenos sorrisos de determinados momentos (...)

Ana Carina Osório Relvas/A.C.O.R