Poemas, frases e mensagens de nereida

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de nereida

Ao cair da tarde

 
     Ao   cair  da  tarde
 
Ao cair da tarde!
Sempre me encontra melancólica no
silêncio de meus sentidos.Vem descendo a cortina e, o sol vai dizendo um breve adeus.
Uma paisagem bucólica onde a calma
é minha companheira,recolhida em devaneio percebo a beleza do entardecer
Pássaros se recolhem,a natureza se prepara para adormecer.
O sol da mais uma espiada e se esconde por traz da nuvem
Uma parte do universo já adormecido da lugar a primeira estrela que desponta timidamente e ,lindamente se chega a gloriosa lua
Eu me despeço da tarde e, sei que não tarda e, como prece digo um breve adeus!

nereida
 
     Ao   cair  da  tarde

Fui

 
                    Fui
 
Fui um pássaro
Fui um pomar
Fui um só amar
Fui criança mimada
Fui jovem sedutora
Fui mulher inspirada
Fui mãe dedicada
Fui esposa sonhadora
Fui uma flor encarnada
Hoje...hoje, não sou mais nada!!!

Nereida
 
                    Fui

Basta um olhar

 
                   Basta   um  olhar
 
Olhe-me nos olhos e, bem no fundo
verás escrito o que sinto e não digo
Não é preciso, olhe-me nos olhos que
brilharão intensamente
São negros como o negrume do mar
São puros como a açucena, tristes
como a noite sem luar
Basta um olhar e verás que sorridentes dirão:
Amo-te de todo o coração.

Nereida
 
                   Basta   um  olhar

Somente a crença

 
             Somente  a  crença
 
Teu nome?
Eu esqueci
Tropeçando,caminhos
Difícieis eu
Cai
Pedregulhos sem orgulho
Vivi
Noites escuras
Sem lua
De amores nua

Somente a crença
A esperança que
Vença
Então percebo,eu
Vi
Que nesse redemoinho
Meu
Eu,tão somente
Eu
Sobrevivi

Nereida
 
             Somente  a  crença

Afora

 
                   Afora
 
Riu de meu penar
Riu de meu dissabor
Esse emaranhado me faz pensar
Quão difícil achar o amor

Rio de corredeira mansa
Vai tranquilo, vai sem pressa
Leva tristeza, leva esperança
Meu amigo me leve nessa...

Aventura, eu digo contigo
Caminhando rio afora
Ao encontro do abraço amigo
Aos braços de quem me adora

Nereida
 
                   Afora

Apague a. luz

 
 Apague  a. luz
 
Ao apagar a luz, ascende-se a lembrança de quando estavas aqui!
De quanto desejavas meu calor, lembra-se meu amor?
Sua ausência me faz querer sua palavra, seu abraço, seu corpo
Sabes amor? eu sou tua, sou namorada, sou amante
Sou a brisa que refresca sua pele
Sou a luz que clareia seu caminho
Sou a menina de seus olhos, que me fitam
Sou lábios flamejantes que anseiam
por teu beijo.
Apague a luz! quero sonhar

Nereida
 
 Apague  a. luz

Sempre Haverá

 
            Sempre    Haverá
 
Sempre haverá o amanhã
Nada deterá o tempo, nem o vento
Ou o navegar do catamarã
Sempre haverá tal movimento

Sempre haverá os rubís de uma romã
Uma femea parindo
O abraço fraterno de irmã
Alguém num aceno partindo
Sempre...sempre haverá o amanhã.

Nereida
 
            Sempre    Haverá

Olhando o ceu

 
           Olhando  o  ceu
 
Olhando o céu mais uma vez
Buscando não sei o que
Entre nuvens brancas,talvez
Encontre a resposta no buquê

Buquê de bolinhas brancas
Que acaricio com o olhar
Azul que te quero achar
Me desnuda com sua carranca

Eu te admiro em sua amplitude
Tu me examinas do alto
Tão belo me mostra a juventude
Eu um grãozinho no asfalto

Estico o braço,aponto o dedo
Como queria te alcançar
Amanhã talvez,bem cedo
Terei asas e poderei voar

Nereida
***************

Tão efêmero se foi com o vento
Sonhos flutuantes,apenas
Por alguns instantes.

Nereida
 
           Olhando  o  ceu

Pontos invisíveis

 
       Pontos invisíveis
 
Vou costurando minha mágoa
Com pontos invisíveis
Linha transparente e, alguns nós
Que amarro em minha anágua

Na urdidura de minha solidão
Formando imenso véu
Que cobre e inibe
Os conflitos de meu coração

Ponto sobre ponto e alinhavo
Marcas se sobrepõe em silêncio
Profundas e guardadas
Nessa solidão que sou escravo

Nereida
 
       Pontos invisíveis

Sabor de hortelã

 
        Sabor de hortelã
 
Foi um beijo suave, prolongado
Beijo terno de enamorado
Com sabor de hortelã

Sobre à mesa uma romã
Grãos translúcidos,encarnados
Doces como pingos de mel

Amor em meu peito trasbordado
O carinho me eleva ao céu
E vem com ramalhete de flores

Lindas coloridas,mil cores
Pequenina e delicada cravina
E um bilhete que dizia
Te amo: Menina!

Nereida
 
        Sabor de hortelã

Borboletinha delicada

 
               Borboletinha  delicada
 
Lá vai a borboletinha
Multicolorida, delicada
Suas asa se movem
Com a suavidade de uma fadinha

Voejando num balé clássico
Tocando cada flor com um beijo
Uma à uma. Como são belas!
Belas asas formando um mosaico

Flores exalam seu perfume
Borboletinha vai aspirando
Qual será sua preferida
Todas!!! Mas... uma está com ciume

Bailam seus olhinhos
No jardim de seus encantos
Sem mostrar uma será escolhida
Em jasmim perfumado,botará seus ovinhos

Nereida
 
               Borboletinha  delicada

Chuva Miúda

 
            Chuva  Miúda
 
Chuva miúda que cala os ossos
Um adeus doído que cala o coração
Tão incrédula,incompreensível,sem razão
Evaporados estão os sonhos nossos

Uma lágrima teima em pingar
Sobre o bilhete,sem doçura
Entregue sem ter mesura
Um suspiro se perde pela restinga

Um trem ao longe apita na despedida
Vai levando meu amor
Vai deixando sua dor
O dia sorri,missão cumprida.

Nereida
 
            Chuva  Miúda

Olhe-me nos olhos

 
        Olhe-me nos olhos
 
Porque me feres paixão?
Não sabes que te amo e espero
Não quero sentir na pele a ilusão
Olhe-me nos olhos e confere, é vero!

Verdades que te digo e, não vês
Mas me retrucas com inverdades
Te espero e, te direi uma só vez
Com pureza e propriedade

Senhor piedade! Amei
Não mais eu direi te quero
Simplesmente acompanharei
Em volteios pelo salão,ao ritmo de bolero

Nereida
 
        Olhe-me nos olhos

Eu sou assim

 
      Eu   sou assim
 
Eu sou assim
Hora serena, hora rabugenta
Ou triste,ou alegria afugenta
Espectros do mar sem fim

Eu sou assim: Porque não?
Sem escolha, pois a mágica
Do amor, por vezes é linda,ou trágica
Concebida trago ,o não saber na mão

Eu sou a doçura
Amiga do vento e, da chuva
Da lágrima que deixa a visão turva
Que castiga sem compostura

Sou a fala com brandura
Aroma da lavanda
O lilás ,colorido que abranda
Sou asas que elevam as alturas

Nereida
 
      Eu   sou assim

O que quero

 
  O  que  quero
 
Do mundo não quero rancores
Do mundo não quero as dores
A malidicencia e, rumores
Não quero o caos e,nem bolores
O verde que te quero e,os odores
Do mundo quero as cores
Do mundo quero as flores
Do mundo...riso e os amores!

Nereida
 
  O  que  quero

Não diga nada

 
           Não  diga nada
 
Que bom sentir os teus braços
me abraçando
Em proteção sentida,em abraço
protetor
Dois seres com jeito de um,
só olhos cerrados em momento de
ternura e,paz
Desligar-se do tempo,em tempo
de sublimação
Tempo estagnado
Silêncio... não diga nada!

Nereida
 
           Não  diga nada

Lua sem luz

 
                    Lua  sem luz
 
O laço se soltou
Soltaran-se as amarras
Sem o canto das cigarras
Verão se foi e,inverno voltou

A lua não tem luz
Triste sem claridade
Mostra-se sem vaidade
Reflexiva me conduz

Por caminhos estranhos
Um beijo cálido mas, frio
Caminho, passo sombrio
Bebendo em cálice de estanho

Beberagem de fel
Bobagem que foi dita
Amor que ainda acredita
Doce beijo,favos de mel

Nereida
 
                    Lua  sem luz

Dia das Mães

 
                 Dia   das  Mães
 
Hoje é o dia das Mães
Hoje é o dia das Mães???
Coloque a mesa
Divida os pães.

Cante uma seresta
Ofereça seu olhar para ela
Caminhe na paralela
Que festa é esta?

A onde foram todos
Se chegue beije-lhe a testa
Para onde foram
Que festa é esta!

Todo dia é o dia
Do Pai, do filho,da Mãe
Coloque a mesa
Divida os pães.

Nereida



Para todas as Mães, presente ou já distante
mas, em nosso coração sempre.
 
                 Dia   das  Mães

Toque de flauta

 
                Toque    de  flauta
 
Ouço o som de suave melodia
Notas musicais da beleza da flauta
Som que chega até mim e,irradia
E me põe tão saudosa.

Atenta de onde vem?tão perto de mim!
Meu corpo baila;tão melodiosa
Desperta sonhos,dança o curumim
E me põe tão saudosa!

Transporta minha alma ao paraíso
Sorri a borboleta sedosa
Com asas rendadas em voo indeciso
E me põe tão saudosa!

Sorriu de corpo inteiro
Meu vestido esvoaça com perfume de rosa
Tocam os sinos do mosteiro
E me põe tão saudosa!

A vida no toque de flauta
Perfume da rosa garbosa
E eu, lembranças...saudosa!!!

nereida
 
                Toque    de  flauta

Indagações

 
                  Indagações
 
Algo mudou (o que?)
Durante meus passos
À passear, algo passou
Eu à indagar: porque?
******
A vida é sim, presente
Passando à passos largos
Vivida; entremente
Muito rápida,com encargos
*****
Passeio pela vida expressa
Não tenho pressa mas...ela tem
Uma incompreensível viagem de trem
Parece lenta, mas voa e, nessa-
******
Corrida algo mudou ( O que?)
Simplesmente percebi
E hoje me diz: envelheci
E eu à indagar: porque???

Nereida

Á vida é uma viagem!
 
                  Indagações