Poemas, frases e mensagens de flying02

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de flying02

Com todo o respeito. Como podem "escritores conceituados "..

 
Com todo o respeito.

Como podem "escritores conceituados "
comentarem textos, que para além de fracos
estão repletos de erros,como se de uma obra de arte se tratasse ?
 
Com todo o respeito.  Como podem "escritores conceituados "..

Escrever com Erros graves

 
Vou começar a escrever com erros graves
igual outros por aí
Alguns até propositados.
me comentem que é bom,que gostam
e eu agradeço sem fim

Conteúdo fraco
as palavras encher o saco
nesta anciedade de escrever
com erro propsisitado
talves até seja o mais comentado
_______
-Sua rosa-

Meu amor eu querer mais
muito mais de ti
em tua rosa fundir minhas sementes
rega la com meu lábios umidos,ardentes

Lavrar seu corpo com meu dedos alado
quebrar a linha no orizonte de teu ventre
ver o por do sol em sua semente

Sinto germinar, tua rosa abrir
suas pétala meu corpo cobrir
sentindo me amado,consolado
suavemente adormecer
adormecer no poema a teu lado
 
Escrever com Erros graves

Doce sal

 
Doce sal
Saliva quente
Maré baixa
Teu corpo
Concha ardente
 
Doce sal

Sobrevivência

 
Nos extremos,o homem torna-se fera
O homem torna-se animal
Nada mais o inaltece
Só a sobrevivência prevalace
 
Sobrevivência

Dizer amo-te

 
Hoje sinto vontade de dizer amo-te
Ser o que não fui ontem
Apressar os olhos a tocarem teu rosto.
Olhos caem aos pés
Coragem, atrofiada pela garganta seca
esconde-se no mundo pesado,terra massacrada pelo destino
Mais uma vez desço o corrimão do tempo
e nada faço,nada.
Pertenço às palavras recusas,ao papel abandonado
ressequido e amarrotado

-Por favor,entra sem pedir licença !
 
Dizer amo-te

"Pertença"

 
Lá vou eu,lá vou eu
A caminho do que é meu
Que haveria de ser
Senão eu ?
 
"Pertença"

Na lama do infortúnio

 
Tenho os pulsos acorrentados ás memórias
Dias em que as rosas floriam no teu corpo
Espinhos escondidos atrás das metáforas
Perdi-me no espaço etéreo do coração
Ignorando a vileza,a sátira eminente

Há pedaços da minha alma caídos na lama do infortúnio
Sem esperança que me alvoreça.
Voei muito para além de mim
Agora oscilo entre a traição pressentida
E o calor satânico da tua indômita pele
A voz, essa, arrasta-se pelo chão
Deixando os apelos calcinados no asfalto
Morro” mais uma solidão.
 
Na lama do infortúnio

PENITÊNCIA

 
PENITÊNCIA
 
Minha vida virou pó
O pó da saudade encobrindo minha penitência
As palavras ficaram vazias no delíquio dos sentidos
Chamo-te, a voz cai,quebra-se em mil pedaços,cristais afiados,
rasgam a alma ,a esperança escorre em gotas de sangue
Nunca amanheço.Já não me habita a morfogenia
Hei-de partir sem te encontrar,hei-de morrer sem te amar
Hás-de viver sem me veres a luz do dia.
Morrerei agora,amanhã,sempre.
Por ti.sem ti.
 
PENITÊNCIA

Saber Enganar

 
-Saber enganar-

Saber falar
O poder da palavra é imenso
Palavras bonitas
Corações de pedra
Dizem,escrevem o que não sentem
Há quem,com meia dúzia de palavras
envolva a alma de mil gentes
Tambem os há viciados na palavra
Esses são os mais venéficos
São aplaudidos em sua sumidade
Alimentam o ego
Mas há os introvertidos,pouco falam
muito pensam.Esses,são os invisíveis, muito para dar,niguém a reparar
Quando muito se fala, resta pouco espaço para o pensamento.
Mas que têm muita lábia ,lá isso têm !
 
Saber Enganar

Abundância Do Vazio

 
O tempo não tem vocábulo
Por isso amo tudo o que o tempo me oferece
Como se algo invisível determine meu ser
No vazio do silêncio sinto-me abundante
 
Abundância Do Vazio

Morrer de amor

 
Morrer de amor
 
A inspiração cai-me aos pés
Sangra as palavras que escondo em degredo
Morro de medo.O medo de as leres e não compreenderes
O silêncio gela.Equeço-me da voz quando te vejo.
Mais um sentimento cai no chão.
Parte-se em mil fragmentos cortantes
As lágrimas viram sangue
E eu que te quero tanto,morro mais uma solidão.
 
Morrer de amor

Ou será que já morri ?

 
Ou será que já morri ?
 
Cada dia que nasce espero algo
Algo espera por mim
Não sei o que me espera
Tampouco sei o que espero
Apenas sei que espero
Sei lá,talvez seja simplesmente mais um dia
Ou talvez que me esperes algures
Eu, que ainda nem te inventei
Mas,espero,espero sempre
Um dia hei-de chegar, não sei onde
Nem porquê
Espero,esperarei,a vida é uma longa espera
Não sei,não sei...
Simplesmente,viverei..?
Ou será que já morri ?
 
Ou será que já morri ?

SOS ! PLÁGIO !

 
Fui informado que um tal Jorge Dias ganhou um concurso com um poema meu.
Morrer de amor
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=274420
Se alguém souber algo sobre este concurso ou quem é esse Jorge por favor avise-me aqui ou em privado.Agradeço.
-Fiz uma pesquisa no google agora. encontrei o tal concurso !
https://www.facebook.com/jornaldevalongo/posts/381174792061817
Opoema já foi eliminado.

O senhor Jorge Dias :
https://www.facebook.com/jorgemanuelmo ... _location=profile_browser
 
SOS ! PLÁGIO !

A maior de todas as noites

 
A maior de todas as noites
 
Foi em uma noite de estio que te vi pela primeira vez
Nessa noite passaram horas passaram anos
tu não chegavas.Já o tempo mirrava
Foi em uma noite de estio que apareceste tardia
Trazias um colar de lágrimas,lâmpadas no olhar
Somente meu instinto ladino soube acendê-las,brilhar
Foi essa,a maior de todas as noites
Abracei-te,amei-te. Nossos corpos arrastaram-se,
vultos inclinados para lá do umbral do tempo
Foi em uma noite de estio que te vi pela última vez
Passaram horas passaram anos
Sobras e mais sobras de sorrisos por sorrir
De lâmpadas por acender..
 
A maior de todas as noites

Já nada sente

 
Quero sentir mais
Muito mais
Ir para além das estrelas
Falar com a lua
Subir acima do teu beijo
Voar com o teu abraço
Enrolar-me no teu cabelo
Afogar-me no suor do teu corpo.
E no veneno dos teus lábios
Contagiar-me de frieza
Para na próxima negação
Sentir-me louco,demente
Essa sensação de quem
Já nada sente
 
Já nada sente

neste desejo quase pétreo de amar.

 
Esqueci
Esqueci a morte

Vivo como se a morte não existisse
Voo pelo mundo procuro reanimação da esperança
Mergulho no breu vejo o sol
Procuro tempo sem tempo a perder
Sinto o sangue gotejando nas veias
Não é tarde,nem é cedo,cada instante é eterno
O fôlego não cessa.O canto onde me encolhi, levou-o o vento
Nas palavras encontro minha liberdade
Escrever é um voo

Intrínsecas palavras amolecem a pedra
Encontrei a liberdade neste desejo quase pétreo de amar.
 
neste desejo quase pétreo de amar.

A imposição

 
A imposição
 
Entre turras e trevas instalou-se o pânico.
Os olhos que não vêem,as mão tateiam a escuridão.
Nem o diabo que sorri escarnecido,ajuda na cofusão.
Fartei-me da cegueira universal.Fecho os olhos e vejo.
Vejo a cegueira mórbida,nas gentes que pensam mas não o são.
Ainda há o luar,quem o vê não o diz.
Na retórica das vozes,que ainda se ouvem,distingue-se a pretensão.
O chão sujo,vermelho,da cegueira suicida,escorrega o pecado.

Fecho os olhos e vejo,vejo o que quero ver.
 
A imposição

Os Poemas Mais Fracos

 
Há algum tempo que observo este fato :
Os poemas mais fracos,são os mais vistos,mais comentados,mais elogiados.
Claro que há exceções.
Já vi que aqui no luso,a qualidade pouco
interessa.
 
Os Poemas Mais Fracos

Ainda Resta O Amor

 
Ainda Resta O Amor
 
Acordei em sobressalto
A luz do sol já raiava no quarto
Maldita janela, sempre aberta a persiana da vida !
Olho o teto,vejo tua imagem refletida
Tudo parece de pernas pró ar
Ponho em causa minha sanidade
olho para o lado,a garrafa vazia sorri pra mim
O copo no chão chora os detroços
A ressaca abraça-me com tanta força
que a cabeça explode em mil esquecimentos
E eu que só queria sonhar,esquecer,ou até,morrer.
Acordo-me,ainda tenho a vida que me desafia
Mas o sonho,não mais o olharei ! não quero voltar a acordar !
 
Ainda Resta O Amor

O reverso da vida

 
 O reverso da vida
 
Precisei não viver algum tempo.
Profanei uma lápide,demónios enterrados no vazio,
sangram o medo no tempo sagrado.
Alimentei os vermes em ascensão .Sufoquei na terra.
Discordei da morte,trespassei-a com o punhal da dor.
Cansei-me da vida.Cansei-me da morte.
Arrependi-me de ter morrido .

Agredeço ter nascido!

Ressuscitaste-me.
 
 O reverso da vida