Poemas, frases e mensagens de GersonClayton

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de GersonClayton

Presidente do grupo de poesias: Poetas que Choram e Amam, possui participação com certificados e menção honrosa em livros, coletâneas, antologias, concursos de poesias e prêmios literários. Publicou "Síntese sementes líricas de gerson clayton"

(...) Sem título

 
O cômodo
chora
saudade
das coisas
da casa,

e gritam os insetos.

Silêncio!

© GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS. (s.d.). Copyright - 2015 . Todos os direitos reservados
 
(...) Sem título

"teoria" Premiado no CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015

 
"teoria"  Premiado no CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015
 
TEORIA

Pouco me importa a métrica
ou palavras de amor.
Hoje irei beber poesias de Vinicius,
escrever como Drummond e Gullar
ou outro poeta qualquer.

Servirei da poesia Moçambicana,
da poesia brasileira, afinal
somos todos versos brancos.
Farei homenagem a poesia moderna,
deixarei legado aos poetas emergentes
façam poemas de conteúdo e não rima.

Eu não irei combinar rimas e palavras,
deixem que falem do meu dicionário,
ele é feio, porém vasto, que importa?

Ser poeta é filosofar a estética,
a métrica não trás solução ao mundo.

CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015 - Obteve Menção especial com Certificado e poema "teoria" publicado em Livro pela Editora LiteraCidade.

Para compra do Livro Metacantos -2016

http://www.literabooks.com.br/metacantos2016
 
"teoria"  Premiado no CONCURSO LITERÁRIO METACANTOS 2015

Teu corpo & um poema

 
Gerson C R Santos & Baluarte Fanheiro

Moldei versos em teu corpo esguio
e bebi da sua poesia a esmo,
embora suas pernas alongadas
sustentavam a estrutura do poema.
Sentia o nectar do corpo esbelto
em transe com uma segunda estrofe.

Teu corpo bordado à palavras, cheirava
sim a perfumes colhidos no fio da mata
que iam atravessando os muros da minha estrofe.
Teus olhos encadeantes brilhavam como faróis
no primeiro tercerto do meu poema.

E da boca já fazia poesia, saltavam-as para fora,
sem métrica, dos olhares, ah dos teus olhares!
Erguia-se um poema além da vossa fronteira

que mergulhava em meu coração e transbordava
em coleras na ponta da minha esferografica.
Confesso-te, já não era eu a rabiscar na fronteira do papel
mas sim o teu corpo estampado em minha mente.

 

Óscar Fanheiro nasceu em Agosto de 1995 na cidade Maputo, provincia de Maputo, Moçambique. É membro do Clube de Leitores  da Faculdade  de Letras e Ciências Socias (CLFLS) da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), onde encontrasse a frenquentar o curso de Licenciatura em Linguística, apaixonou-se pela literatura especificamente pela poesia ainda no ensino primário e só veio a pousar os seus pensamentos sobre o papel em Fevereiro de 2014, membro do grupo de poemas Poetas que Choram e Amam.
 
Teu corpo & um poema

SAUDADE

 
SAUDADE
 
Hoje resta apenas saudade contida
Tão atroz aquele nosso amor fugaz
Ainda lembro, por toda minha vida
Quem me fez feliz encontrar a paz.

Foi se o tempo que recebeste flores
Vendo, um casal deitado no jardim
Abraçados sem enganos, desamores
Enrolo-me em seu vestido de cetim.

Saudade, hoje me faz pensar em ti
Tão fiel, arisquei-me assim sabendo
Que mais tarde poderia então parti
Deixando-me de amor aqui sofrendo.

Em ternura meu amor incandescente
Mas por ti fenece a clausula em vigor
Que pudesse então parti livremente
Se encontrasse no porvi outro amor.

Poema extraído do livro de Antologia " O tempo não apaga" edição 2014 pelo Celeiro de Escritores - Editora Sucesso
 
SAUDADE

Em memória de Kimberly Victoria

 
Em memória de Kimberly Victoria

Amanheceu,
hoje não tem visita dos pais,
o cortejo fúnebre não passou.
Hoje não tem poesia de felicidade
coração dilacerado sangra
e é grande minha dor.

Com as estrelas vai subindo
firmando na eternidade e
entre uma nuvem e outra
soa o catinco dos alados.
Há de se eternizar na memória
dos poucos que à conheceu.

Abrem-se as portas do céu,
os anjos saúdam a,
de véus e aréola de cristais,
um tapete de rosas brancas
vestidos de túnica,
recebem-a, sorrindos.

Poema extraído do Livro "Sementes líricas de gerson clayton"

Poema em homenagem a Kimberly Victoria filha do meu cunhado , após seu nascimento no dia 01/07/2015 apresentando muitos problemas de saúde lutou muito pela vida mas pela vontade de Deus veio a falecer.

Nascimento: 02/07/2015
Falecimento:12/07/2015
 
Em memória de Kimberly Victoria

O sítio

 
O sítio
 
O sol curva diante do espetáculo
e logo se punha.

Não há flores
na manhã cinzenta de sábado.

O pasto sem cavalo e seco,
a velha casa de madeira, triste.
No telhado, um casal de pombos.

Havia sombra nas árvores envelhecidas,
cachimbava um cachimbo de fumo,
tudo ali era velho como as coisas.

O tempo deixava saudade...

"O sítio" atribuído Certificado pela participação do 24° Concurso Nacional de Poesias Augusto dos Anjos promovido pela Secretária Municipal de Cultura e pela Academia Leopoldinense de Letras e Artes.
 
O sítio

Certificados de coletâneas Poéticas - Sociedade Mundial dos Poetas

 
 Certificados de coletâneas Poéticas - Sociedade Mundial dos Poetas
 
Certificado de reconhecimento do meu amigo e Poeta Alexandre Jazara pelas minhas participações nas coletâneas abaixo.

Coletânea Poética da Sociedade Mundial dos Poetas Editora Jasa - SP - Organização Alexandre Jazara - Leveza da Alma - SP, Vl 3, 4 e 7 em 2014, Vl 8 em 2015 e Coletânea Livre Pensamento Vl 1 e 3 em 2015.
 
 Certificados de coletâneas Poéticas - Sociedade Mundial dos Poetas

NOS CAMPOS NAZISTAS

 
NOS CAMPOS NAZISTAS
 
Poema atribuído com Certificado no XIV Concurso de Poesias Agostinho Gomes. Organização: Biblioteca Municipal - Ferreira de Castro

NOS CAMPOS NAZISTAS

Naqueles campos férteis
em excrementação.
O ódio era constante
nos corações dos soldados
Britânicos e alemães
disputavam a mesma carne
em prol da pátria...

À vista todos eram (ser)
o símbolo do Nazismo
na pele, manchada de sangue.
Onde lágrimas de corpos inertes
era um tapa no rosto da sociedade,
dispostos aos extermínios em massa.

Jovens, crianças e mulheres,
já não submetia ordens,
corpos expostos em holocausto.

Meu Livro "Síntese"com 46 poesias, prêmio recebido pelo Editora LiteraCidade já está a venda, por ser um Livro premiado e com apenas 40 páginas o valor é promocional R$ 9,90 já incluindo o frete.

Contato:

Facebook: https://www.facebook.com/gersoncr

e-mail: gersoncrs41@gmail.com
 
NOS CAMPOS NAZISTAS

A TUA POESIA

 
DUETO

A tua poesia

Ah, prende-me em tua poesia,
e não é metáfora,
é bela e da gosto de ler.
Salpica versos em brancos,
assim, e quando chega,
chega, e leio-te em abundância.

Em brancos versos me prendeste
Docemente me entrego a esta prisão
E, nas páginas do dia
Palavras se tornam poesia.

É dos dizeres de vossa poesia
que atinge-me, e vaga na espreita
onde tudo é belo.
Fascinante é tua escrita
assim tão vasta,
e chega de mansinho
na calada da noite, envolve-me.


© GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS & Lin Quintino

http://www.recantodasletras.com.br/duetos/5355111

Venha para meu círculo de amizade no Google+, espero todos vocês!

https://plus.google.com/+POETAGCRSepoesias/about
 
A TUA POESIA

O TEMPO PASSOU E PASSOU

 
O TEMPO PASSOU E PASSOU
 
O vento sopra as cortinas empoeiradas
O tempo já passou, e passou
Firmamento em noites de outrora.

A brisa da manhã é pesada
O cigarro apagado, o copo vazio
Retratos na parede expostos a galhofas.

O entra e sai dissolvem as cinzas, no chão
O cinzeiro caído no balcão, já vazio
Marcas de mãos calejadas.

Talvez de trabalho, mas eu não estava ali
Um lenço branco em cima da mesa de bilhar
O cheiro do perfume misturava ao pó.

Concreto já velho se desmanchava
Da janela o velho via, mas não ouvia
Sentado ali, ali no alto da varanda.

Oh meu Deus! Oh meu Deus!
Foi se os homens, as putas também
Só me resta essa garrafa de vodka.

Poema extraído do livro de Antologia " O tempo não apaga" edição 2014 pelo Celeiro de Escritores - Editora Sucesso - SP
 
O TEMPO PASSOU E PASSOU

(...)

 
...todavia carrego as palavras
que saem da minha boca,
e finjo como Poeta
dum poema
que nunca o vira antes,

resta uma caneta azul
e
um amor de telejornal,
aceito a noite e essa poesia que não é poema.
 
(...)

Trágico

 
Esse amor sem urgência
não se faz presente,
sinto ânsia
e direi que já não sou mais poeta,

extinto é esse poema,
extinto também é meu coração,
e nele não cabe nem a dor de amar.

Espero que um dia falem da minha poesia.
 
Trágico

Hoje sou apenas solidão

 
A noite se faz presente, aqui nessa casa triste
tudo é vazio, ainda minhas pálpebras cansada.
Me viro na cama e não te encontro
Meu corpo te chama, meus lábios tem sede de ti.

Sozinho, mãos sem poder redigir uma carta de amor
e tudo é solidão, ainda pago o preço de amar-te.
Um preço alto por este amor, tudo me lembra você
Me olho no espelho só, vejo o meu reflexo.

Os pássaros lá fora gorgojeiam, a cidade dorme
e eu aqui, compondo um poema triste.
Abro a janela vejo a lua, a cidade dorme tranquila
Eu aqui, triste solidão, a lua sabe dessa dor.

Já é dia, nos despedimos sem dizer uma palavra
Ali, segredavo recordações de um grande amor.

© Meire Perola Santos & GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS. (s.d.). Copyright - 2015 . Todos os direitos reservados

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=5235593
 
Hoje sou apenas solidão

EM FÚNEBRE

 
Por dentro minha alma cansada
Escrevia versos tristes onde há dor
Meu corpo em cadáver, ó amada
Despir-me de palavras de amor.

Fenecem assim os dias em tristeza
Corpo tênue, um leito qualquer
O papel em rabisco sobre a mesa
Exposto aos olhos de quem vier.

Homizio sem poder-me caminhar
Morte, companheira me conforta
A face se desfaz sem te lembrar
Hoje, nada mais a mim importa.

Já ouço o canto fúnebre tocar
Lágrimas, não consigo me conter
Ó morte! Não vai sem me levar
Leva-me contigo se eu morrer.

Extraído do Livro de poesia "Síntese sementes líricas de gerson clayton" 40 Pg - Edição 2015, Editora Literacidade, São Paulo, ISBN 978-85-5552-064-8

Para adquirir o Livro basta acessar o Link abaixo, valor único de R$ 12,00

ou contate-me, gersoncrs41@gmail.com

http://www.sementesliricas.com.br/16-sintese-gersonclayton
 
EM FÚNEBRE

Amor ausente

 
Sem direção, vago
Que solidão! Pago
O preço de amar-te.

© Copyright - 2015 GCRS. Todos os direitos reservados

Extraído do livreto de Coletânea Livre Pensamento, Vl 1, da Sociedade Mundial dos Poetas e Café com Poesia, edição 2015, Editora Jasa, organização Alexandre Jazara

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=5235593
 
Amor ausente

A lagoa que nunca conheci

 
Tenho visto falar da Lagoa de Óbidos
ainda não a conheci e,
tenho sede da beleza que a envolve.

Ó Lagoa das águas imensas
que envolve a todos que a conhece,
irradia as manhãs de quem ali vive.

É poesia que nasce de toda sua paisagem
e da vida nas mãos do poeta
imortalizando sua história em livro.

Ah! Um dia hei de conhece-la,
quem sabe, das manhãs que se erguera,
hoje, é poesia que nasce da imaginação.

Poema extraído do Livro de Antologia da LLO "A Lagoa de Óbidos, O Mar e Eu" Ed 2015 - Editora Mika Penha - Portugal
 
A lagoa que nunca conheci

Indriso - (MEMÓRIA) Premiado no V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015

 
Indriso - (MEMÓRIA) Premiado no V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015
 
Memória

O traço leve e sutil
um toque na tela
o primeiro esboço.

Marcas de outrora,
no quadro, no rosto,
de quem a pintou.

Tão velho e míope
Retoca sem nada ver.

Poema premiado no dia 15-09-2015 com Certificado na categoria Master e publicado no Livro do V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015

Poema premiado no dia 15-09-2015 com Certificado na categoria Master e publicado no Livro do V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015
 
Indriso - (MEMÓRIA) Premiado no V Concurso de Poesia Cidade de Ourinhos 2015

Livre para amar

 
SONETO INGLÊS - LIVRE PARA AMAR

 
Infelizmente é triste, nossa paixão se acabou
Hoje só amizade existe, até que muito durou
Queria levar para sempre, pena, foi ilusão
Achei que amei de verdade, mas era só paixão.

Demonstrei todo o amor, doei-me sem ter resposta
Recebi beijos e abraços, deixou em ti incógnita
Não quiseste se entregar com medo de sofrer
Por sofrer desamores, medo de outra vez padecer.

Resta-me saudade contida, teve que ser assim
Dantes eu também sofrer, doei de mais para mim
Hoje grandes amigos, melhor sem decepção
Jamais volto a me entregar a essa outra paixão.

Guardo meus sentimentos onde sucumbiu a dor
Lacro meu coração, hoje com medo do amor. 

Soneto extraido do livro solidário (Letras da Lagoa de Óbidos - Edição 2014- Editora Miká Penha) - Portugal
 
Livre para amar

SOMENTE NÓS DOIS

 
Dueto: Gerson C R Santos & Elisabeth Gliceria da Conceição

E na poesia que
busco pensar em você,
vá pensamento e voe
traga nossa liberdade.
Vamos! De-me a sua mão,
ainda há tempo para recomeçar,
ainda há tempo para nos amar.

Alce vôos, liberte-se,
de asas à imaginação,
vá para onde está teu coração,
para o amar,
sorrir, ser livre.
Onde o tempo é teu
livre para sonhar.

Hoje, partiremos sem destino,
a estrela é o nosso guia.
Vamos em busca da felicidade,
e que rompe barreiras e grades.

Não haverá tempestades, barreiras
que nos impeça de buscar
o sonho da liberdade
o nosso viver, nosso amar...

http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=5235593
 
SOMENTE NÓS DOIS

CONGADO

 
Ainda ouço,
o canto dos negros,
de contagem
de Minas gerais.

Ainda ouço,
o canto dos cânticos,
canto que soa
bem ali no congado.

Ainda ouço,
o canto sofrido,
um canto vivido,
canto que encanta
o povo esquecido.

Que traz um sorriso
no rosto marcado.
Ainda ouço
o canto dos negros,
canto que soa
bem ali no congado.

Um monte de braços
pra la e pra cá,
o sol já se foi,
descansa os velhos.

Extraído do Livro de poesia "Síntese sementes líricas de gerson clayton" 40 Pg - Edição 2015, Editora Literacidade, São Paulo, ISBN 978-85-5552-064-8

Para adquirir o Livro basta acessar o Link abaixo, ou contate-me, gersoncrs41@gmail.com

http://www.sementesliricas.com.br/16-sintese-gersonclayton
 
CONGADO

GERSON CLAYTON RODRIGUES DOS SANTOS. (s.d.).

Poesias de minha autoria, extraídas de Livros com ISBN.
> http://www.sementesliricas.com.br/16-sintese-gersonclayton
> e-mail gersoncrs41@gmail.com
> https://www.facebook.com/gersoncrs