Poemas, frases e mensagens de Harbard

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Harbard

"soneto sem rastro,"

 
 
"(...)Ergue-te, ó Sol resplandecente, e mata a Lua invejosa, que já está fraca e pálida de dor ao ver que tu, sua sacerdotisa, és muito mais bela do que ela própria. Não queiras mais ser sua sacerdotisa, já que tão invejosa é! As roupagens de vestal são doentias e lívidas, e somente os loucos as usam. Deita-as fora! Esta é a minha dama!(...)"

(Romeu e Julieta) Ato II - Cena II

ela, que se celebra ao ato de silenciar-me, e sequer
dita-me! à sua linha de navegá-la em utopia. porquê,
é exercício deste ponto! desta letra acesa que a vê..
desta toda soma a livro solto que tanto, à ela, puder

e, aliciar-te é meu compromisso! fato, razão e tanto!
da circular causa que te deságua à fúria de te desafiar
é meu contínuo e explícito curso que te desperta, (...)
ora, pôe-me à tua rua, que te faço água, que te alcanço!

que te trarei o circo, o espírito e até canonizo-te, o nome
te gritarei: espanto! te cantarei tanto que, à voz te darei
vê meu caso de conflito: é distante! é letra que te consome

que te farei o rito! o artifício e à fé que anuncio-te por cá
(eu,)te arbitrarei, e enquanto! te declamarei o canto que te sei:
este, ó tormenta de ondas e afrontas bravias! que te entrará,

(eis-me a bater..)
 
"soneto sem rastro,"

"like a river.."

 
 
mal vale-me à teia que descobri em nivelar-te, sonho
por escolher teu nome preso em minhas cenas de olhar
mal serve-me teus escombros à casa caída que te ponho
é alvo descrente.. da linha sem frentes e um outro lugar

teu nome não me diz.. a tua voz não alcança a dor que vi
a fé é uma dança solta que perfila em meus hábitos de fogo
a esperança despenca! é tela-breve partida em ensaios de si
qual fosse o último segredo! calado, desfeito, alheio, pouco

não me bastam tentativas de mim quando as vi em seu encalço
não livram da pele que te teima em presença de te ver minha
nem um anseio te é!(não era acima)! nem um lado da tua rima

era o exílio elegido e você nem quis notar! um passo em falso
esperas de um canto murmurado às trevas ditadas por expiação
era. o pecado do hábito que te mantinha viva, aqui. e: agora, não.

(agora cai à imagem que você não me deu)
 
"like a river.."

quando for

 
 
mar. de lava-fictícia
primeira corda repente
cada. causa coincidida
quimera de mim, ausente

oh, prado de cenas-lisuras
minhas cartas, minhas vénias
ao contato fio de ruptura
aos. meus olhos de ti, (e)à venda

porque alegro-me em crer
ao desafio do fogo por ritual
parte pecado e parte-carnal

porque prego-te em meu ser
ao precipício do corpo, e pontifico
margem da fé e do meu início
 
quando for

"soneto variável,"

 
 
"À tristeza, à paixão, ao próprio inferno, a tudo ela dá graça e empresta encanto."

(Hamlet) Ato IV, cena V

vê o lado que te confessa.
por unidade refém e irreal
lê o pecado que sente-te: peça
ou refaça-te. desdém e igual

segue-me à linha-suave da luz
desconsidera o meu posto
esconda-se, qual sina de cruz
pois, alquebra-me o corpo

sou teu! não me vê em correntes?
às curvas atadas dessa vã-opção..
minhas preces e lápides em cortes..

sou eu, não me crê aos teus dentes?
ou ruptura retirada desta assecla-mão
e, às vestes, cálices e esta: morte.
 
"soneto variável,"

"soneto daquilo que não posso ter.."

 
 
fixo cálice em veto perto das causas impossíveis
pelo tempo em abalo do que tentei ruir e desabei
à tarde em ruptura de exercer-se da fé em declives
é também, convulsão! meu verso, credo e esta lei

por vezes, entrego-me por assustar-te a este passo
nada vejo e nada quero ver! será apenas outro lado
por vezes, nem lembro-me de te insistir e te esqueço
então, é inferno, o meu endereço. eu te perco e desço

logo, serão ventos diferentes sobre gravuras novas
e nomes, e formas e outras tantas linhas predispostas
um destino! um caminho em exímio ponto de existir

já serão quedas d'águas, quando eu nem te preferir
serão sonetos caídos.. tais asas e livros depostos e fins
não te reconhecerão à palavra, não te viverão em mim

não mais..
 
"soneto daquilo que não posso ter.."

"Inferno"

 
 
vamos,

repreedenda-me
dá-me causa de mártir
insulta-me
ao refém contato
ases dos olhos vêementes
alegre o palco de fogo
onde é todo
o ar

resfria-me
em alegoria pincelada e vil
comprima-me à letra curta
à balada das mesmas bravatas
dá-me causa de mortes
lambe. a minha lâmina
e-aqui, a trarei.

registra-me
em paragem, em
concílio de cantos
repto continuado
à inglória carta
que tanto te reclama

clama-me.
dá me causa do culto de mim
incrimina o meu ego
o meu. veto de assistir
pois,
aqui é frente
e se eu cair,

lembre-me.. da companhia. que terei.
 
"Inferno"

"o que for,"

 
 
"Mesmo que sejas tão casta quanto o gelo, e tão pura quanto a neve, não escaparás(...)"

(Hamlet) Cena I, Ato III

este brilho que te cobre e aceita
esta oferenda da queda que te ceia
ou à curva da manhã mais íngreme
dos hábitos altos de tê-la em crime

vê esta proporção! é fogo de querer!
ou elegia da palavra afiada em morrer
e viver por você! em cada página fria..
incinerando aos olhos vistos à fé ilícita

jaz a volúpia em prantos por não se curar
em lápide da manhã cujo o nome, não será
nem ontem, ou um pouco de sombra ao sol

e, traz a lábios descrentes, a fome de anzol
tal à sede presa em definir-se primeira dor
sonho de mesa a servir-te inteira, meu amor
 
"o que for,"

"soneto cadente"

 
 
traz. em demasia de continuar-te, espelho
jaz. em cor que te detém os olhos, ó ilusão!
seja a noite que governa teu canto estreito
seja.. a parte que cabe em terço desta mão,

eu espero pra deitar teu nome a este laço
eu te congrego a fome que já deixei de crer
ainda que as linhas te possuam o todo espaço
ainda que te lembrem o desejo de tanto ter..

e, por arder em precipício.. chamo a nua fé
em lembrança que te fiz ontem e ainda te é
em derradeira queda de uma qualquer obsessão

vê? é um tempo de hábitos aos mesmos teus..
ou o corpo que peca em chama que se perdeu
por um único contato! único preço, tato e chão!
 
"soneto cadente"

Sete

 
 
eu quero desmerecer a este posto que tanto te devolve longe..
e ser impermeável! pra não mais te escutar ou procurar-te insone
quando faltarem-me as palavras e quando ausentarem-me de ti
também te será o tempo e o estado, ora.. à pele tua, que preferi

já que não te compreedem, deixe-os te alastrar.. que te façam luz!
desde que também te impeçam de deitar só, à fome que te conduz
da linha abstrata que, em vão te orienta.. eis-me a lembrá-la, afinal!
dos lados em pecados aproximados aos teus olhos, mar.. ei-la: capital

meu mundo excedente por essa sede que te reclama e ainda, a descer
vê o teu ensaio de ondas por voltarem a este lugar que te quer pertencer
lê a minha luta! da queda livre por enfeitá-la de partes que te lembrarei

teatro vago, de um amor filho da puta! qual aceno por tentá-la, amanhã
de domá-la entre meus braços.. ao espaço e a sua vida por talismã
ninguem mais te merece! pois, este que te serve, é: este! que te sei
 
Sete

soneto do "bem-que-se-quis,"

 
 
a verdade por tal encomenda
logotipo de imagem e anúncio
em mentiras e falsas presenças
ou adaptar-se a cortes inclusos

ser igual perante olhos outrens
dividir o espaço, calejar a união
um! por todos os aspectos, também
em guias, e cantigas de reversão

o que deixar entre o chão turvo
breve dos olhos ao desprender
- abaixem-se! e não os deixem ver

e, se ainda assim, advir o discurso
falem.. em lado nú d'outros versos
não ousem crer, não estejam perto!
 
soneto do "bem-que-se-quis,"

"just, play.."

 
 
dívida. e excesso. plenos pactos às formas de pares
dentre lados regidos em igual ponto por arremesso
laço.. teu desenho! em previsível corpo de acto, e. erro
e erros.. e lares. carta em letra/libra à marca que te sabe

mas é..

cada parte de um indílico e prévio limite de algum resultado
à luz da menção fugídia que te brilha em reverso pois, advém
combina. pactua.. emerge de tão.. ínfima, em subtítulo predicado
é a lua da manhã(o lado..) à sombra do sol e à noite e ao desdém

mas, ainda é..

cada lápide da parte entregue onde reina(já.) o interesse oblíquo

..

toda esta.. prece. que carrega o passo da tua mesma (im)presença
carne da lição em lei que te absorve o meu pensamento.. império!!
meu campo de guerras e lanças e cantos ao redor da tua venda
sou. este cego.. sou. tal conto prévio contínuo e tormento deste verbo

da palavra que te é..

métrica e lima. à tarde acesa da chuva mais carregada d'onde me sei
em vendavais à altitude obscena por reinar em ar aberto, mas perto..
qual olho que te compre.. contato que te vem e corrompe.. -"carta", levar-te-ei!!
hoje! e, aos meus dias de queimas e águas.. em, páginas deste repto

da palavra que te faço..

nem à morada por um palmo deste dia
nem à água que te bate à porta(e bate/bate/bate..)
sê(me) de noites desiguais em alvoroço
sê(me!) das minhas lâminas, o meu apreço

meu
próprio(e único..)

sopro.
 
"just, play.."

é vedado, o interesse.

 
 
"Sou muito orgulhoso, vingativo, ambicioso, com mais pecados na cabeça do que pensamentos para concebê-los, imaginação para dar-lhes forma ou tempo para executá-los."

(Hamlet) Cena I, Ato III

a verdade por útil encomenda
logotipo de imagem e anúncio
em mentiras e falsas presenças
ou a adaptar-se aos tais inclusos

ser igual perante olhos outrens
dividir o espaço, calejar a união
um! por todos os insetos, também
seus guias, e cantigas de interação

a reinarem entre o chão e prato sujo
verve dos que atrevem-se depender
- abaixem-se! e não me os deixe ver

e, se ainda assim, advir o meu insulto
calem-se.. em lado cru de seus aspectos
e não ousem medir-me, meros insetos!

e, sequer:
a olhar.
 
é vedado, o interesse.

"Retorno"

 
 
da ilusão sem sentido em todas as coisas que nunca disse
em tempos e versos por teu nome que, aqui não mais existe
ao arbítrio revogado em deixar-te de lado por vil abandono
o meu erro! em sinal por desapego de tê-la por confronto

da guerra inútil que perdi e do meu corpo estirado e, cego..
tantas vezes eu quis te gritar, meu amor.. tão longe, tão perto
bem sei que um outro vento te diz. mãos alheias que te tocam
bem sei deste teu sonho feliz.. d'outras cenas que te confortam

onde foi parar o nome que te deixei? era uma rua e não mais a vi
onde te levam os teus passos? e laços, ensaios, atos que desci?
ela era a minha peça da tragédia anunciada, e eu a calei em mim..

era uma flor dentre muitas, mas.. tão única, bela e difícil, assim
eu prorrogaria os dias em que estávamos.. denunciaria à esta fé
eu correria à frente por te desconhecer, ou peça criada qualquer,
 
"Retorno"

"quatro lados desiguais,"

 
 
(.,)o que dela se fêz, em ato breve a tornará, enfim.
aos que sejam de seus lados, estes meus pecados!
devo-lhes à minha venda, à frente dos olhos e sim!
pois a pretendi alheia, mas só a fez tela deste lado

tanto/tanto que deixei-me à situação reles/absurda
e das coisas que daria por um tempo (todo)dela, roubado
aos meus sonhos caídos ou das asas e quedas, e curvas
deixo-lhe, ao seu nome, ou hera,.. ou diana ou estado

minha pátria de nadas em outro lugar que a recebeu..
todas essas linhas juntas! toda a luta-armada que planejei
do único campo raso da incisão nefasta que a perdeu

era um limbo imediato, eram trevas e aço-crivo a desfiar
era sombra, era esquina da noite fria, e foi o que dela, deixei
e agora, não é nada! nem lembrança, nem espada ou lugar

..pois, ela não existe, aqui.
(onde[..] ela está?)
 
"quatro lados desiguais,"

"my (perfect)witch,"

 
 
"(...)e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne."

Gênesis 2:24

ela desvirou-me à carta..
por acepção e consumo de(quiçá.. ora,) não referir

ao odioso fato da distância(e permuta)
qual. continução em defasada-arte de comum-existir?

à solta-culpa.
ambicionada por provocação e crime
ao espaço
palco desvirtuado e às quatro partes(rentes) de si

leve-me..
(daqui.)

ilusão imperfeita da discórdia, te..
..compreende, enfim..

avalanche..

carne de consumo
febril ato de vendavais
elegia e firmamento
este teatro.
este
teu..

intento?

..

da pele que te diz o próprio corpo
que te adiciona
o efeito/legítimo
o voto que te deixo e
à prece que desfaz
o

início.

próximo leito de teus lados
teus pecados consortes
por
fartura
e
danação
por
ruptura
e
referência

à ceia de todos os dentes
da fruta que esconde o teu nome
ao ar, que invoca o fim
quando em queda(metade..)
quando

em parte de mim.

..

vê o ensejo confidente
vê a curva da impetuosa, descrição
ao tempo refém de teses desistentes
e
ainda-assim:

em devaneio.

alheio espaço que precede o verso que te fiz.
(o mesmo laço julgado)

o mesmo ato(carnal)
qual pecado
qual,

(sequer..)
vi.
 
"my (perfect)witch,"

"soneto referido."

 
 
"(...)qual fosse o teu anúncio, distração! e cá, o abismo de te verter
à uma única letra! à uma crença em dogma de corpo e o medo,

de não te voltar à imagem! o medo de não te gritar e nem ouvir
tal sensação de desconforto, pois é volúvel o tempo! e passa, passa
seria a história que te aceno agora, mas amanhã é casa e argamassa
e se, for pra derrubar, eu tombarei! e soprarei até você me cair..

eu te defendo agora! eu te dou a corda da minha mão e universo(...)"

um conto! e. da mesma bela cena que se foi, era onda e era o mar
tinham-lhe apenas cortes! porções e cheias das carícias de um mundo
qual passava-lhe às horas em ação inerte a despi-la e, tentar e tentar
tão breve era, quanto corpo quente e dela, que. indagava-se ao fundo:

"quem me chama?" e " por que vem anunciar-me, quando nem sou?"
'ó, guerra minha,' o mundo diz: 'tão claro que te vejo e, claro que te é'
'é a campanha que despenco, é o meu instante e palavra adentro, é fé!'
e então, ela sorriu.. e fossem-lhe trovões caindo às sua águas, acordou

já não estavam, a espera e palavra, inertes em procurarem-na para si
já era aquele fogo que as emanava, um retorno às médias conclusões:
por excesso te fariam o corpo, mas é ainda, algo mais que te mora aqui

é o conforto do teu nome em exílio retirado, é a minha mão que te chama
é o lado da pele, é o exemplo e a ilha que te serve de alimento e provisões
não é só o lado que te queima! é carta que te teima hoje e amanhã, te ama

vê,
é presença.
 
"soneto referido."

"soneto da chama pendente"

 
 
cada. canto que te aponta o nome,
é a marca d'água em alta resolução
meu exame farto de sonhos ao longe
e toda esta prepotência sem razão

mas. se cair a cortina escura e voraz
dos tempos soltos à cena deste corpo,
lê-me entre os teus dentes! e, mais..
ouve à parte que te peca um pouco,

pois, se te depende o espaço qualquer
se te controlam os olhos neste instante
eis-lhe, sendo minha, deles ou quem for..

a um sempre pudor absurdo, obstante!
ou tela de cores deixadas do teu calor..
primeira via de te ser e dizer a que vier,

..meu amor
 
"soneto da chama pendente"

quando não é,

 
 
despe-me por apreensão e conduta
ao meu aparato de tráfego ou imprecisão
rege-me à cor da tua máxima-volúpia
e me corta o ar qual demanda de incisão

me condena à lei que te decresce
ou alvorada de estaca por lua-refém
qual presença de crimes e preces
ou ao culto do teu corpo e, amén..

louva-te aos teus desejos carnais
pois, culpa! é o teu exímio consolo
lava-te às vestes e vive mais um pouco..

soma-te aos pecados e sabres(e mais)
pois, única, é a tua verve e vitrine de ser
forma-te em absinto que te desço a perverter
 
quando não é,

"Linha dividida"

 
 
confessa!
ao linho da lente que te reza
ao fogo da forma intuitiva nestas trevas
em queda
e, somente lá. pra te devolver o sol

à regra!
ou acúmulo dos meus sopros soltos
à sua nuca nua que tanto me faz continuar
em linha consentida daqueles que te olham
meu depósito de guerras
minha rima de frente
que tanto/tanto te mente
(e acredita)

eu queria desertar o teu nome
livrar-me de todo esse mal
eu seria um canto de corpos em fome
eu te seria o lado insone, meu amor..

ei-la, partida!
sobre-vida de não mais alcançar..
ao levante da carne que te prende..
o inferno perante ao teu pecado de mim.

(eu deveria ter tombado a letra que te servia..
sim, eu. deveria!)
 
"Linha dividida"

"soneto dos dedos repartidos"

 
 
"(...)Apaga-te, apaga-te, chama breve! A vida não passa de uma sombra que caminha, um pobre ator que se pavoneia e se aflige sobre o palco - faz isso por uma hora e, depois, não se escuta mais sua voz. É uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria e vazia de significado."

(Macbeth)

e,

sob tantas densas tentativas, sob o centro de sol..
ao relêvo incomum de passos despertos, repetidos
sob a inércia datada dos pensamentos, deste anzol
ao mar de incontrole entre meus dedos repartidos

é. o fruto da conduta em desejo de ter aquela cena!
onde o mérito de permanecer, é quase não visto..
onde sonhos desistem, onde a fé estaca e despenca
em queda de várias formas, várias vezes, sem-registro

logo, nem deveriam dizer o nome dela, pois esqueci.
nem dariam-me uma parte do tempo que um dia quis
tal carta vulgar, em obsoleto e dito veneno, ao que te vi

seria uma memória ruim! uma pretensão de sonho vão
nem terras! nem lendas da deserção ou o nada que fiz!
e, é um 'nada' aparente! e não te anda! é.(s)mera-ilusão

...e é um erro, apenas.
(deveria ser..)
 
"soneto dos dedos repartidos"

tempo-quase.fim!


A.M.