Poemas, frases e mensagens de sisnando

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de sisnando

A vida
Deve ser vista
Como uma sobremesa
Para ser degustada
Com paixão

Sou Escravo de Um Amor (inédito)

 
Sou escravo de um amor
Que se entranhou na minha pele
Conquistou-me com o seu calor
Ser-lhe-ei sempre fiél

A sua raça e paixão
Arrebatou a minha lealdade
E como o amor por um irmão
Perpectua-se pela eternidade

Sport Lisboa e Benfica
A sua real designação
A àguia personifica
O espirito de uma inteira NNação

(poema registado na "Maison des Auteurs" bruxelas.
 
Sou Escravo de Um Amor (inédito)

Un de ces jours

 
Un de ces jours
J´ai vu un gamin qui piss
Ils l´ont appeler
Le maneken piss

Je pouvais même pas
Croire a mes yeux
Mais celui-lá
Presque des oeufs

Un de ces jours
J´ai vu un enfant qui piss
Son nom est maneken piss

Il a des des costumes
Pour toutes les coutumes
Il porte les fardes
De toutes les gardes

Le maneken
Le maneken
Piss
 
Un de ces jours

Sport Lisboa e Benfica

 
O Sport Lisboa e Benfica
É como uma mulher
Sabe bem aquilo que lhe fica
Mas só oferece quando quer

Os momentos de glória
Esses sabe vive-los com classe
E não existe memória
Que brio lhe faltasse

E então quando sofre
Mostra sempre a sua elegância
Que nos prende o ser
E nos torna um elo da sua fragrância

Aos amantes
Sabe bem o que pedir
Não mendiga por diamantes
Apenas para nunca desistir

É capaz de seduzir
Embriagar de paixão
É impossível lhe resistir
Arrebata todo e qualquer coração
 
Sport Lisboa e Benfica

Sinto-me Esgotado

 
Sinto-me esgotado
Sem vontade de existir
Sinto-me cansado
Não me importa o que está para vir

Não me apetece ir a algum lado
Nem tenho vontade de me imiscuir
Espero que seja mais um mau bocado
E reapareça aquela vontade de sorrir

Ser um aliado
Da fome de descobrir
Sentir o dia à dia perfumado

Com um esplendoroso elixir
Aquele que deixa o homem extasiado
Com uma inesgotável vontade de sentir
 
Sinto-me Esgotado

Foi um sonho que me veio visitar

 
Foi uma simples ida ao supermercado
E algo reteve-me o olhar
Nao era um produto novo ou rebuçado
Era uma deusa sem par

Era portadora de um rosto adocicado
E um corpo de encantar
A voz deixou-me apaixonado
Com uma cadencia dificil de explicar

Acho que fiquei com cara de aparvalhado
E ate com falta de ar
Queria acordar todos os dias a seu lado

Mas a timidez nao me deixou arrancar
No fim dessa ida tudo somado
Foi um sonho que me veio visitar
 
Foi um sonho que me veio visitar

Todos os dias sou violentado (inédito)

 
Todos os dias sou violentado
Uma violencia psicologica
Perpetuada por inergumenos sem logica
Nem sei qual é o lado

Desejam a minha loucura
Nao é facil manter a calma
Ferem e muito a armadura
Mas aguento esta cama

Nao sei quem ma fez
Provavelmente alguém pequeno
Mas a vida tem muitos quez

Hoje bebo o seu veneno
Amanha pode ser que haja revez
E parta o filho da puta para o inferno
 
Todos os dias sou violentado (inédito)

Aqui Fafe

 
Meu amor
Minha terra
Na alegria ou na dor
Na paz ou na guerra
Aqui Fafe

Esculpida no seio de verdejantes montanhas
Vestida a rigor pelo granito
Lavada por aguas rumo ao infinito
Assim se apresenta as gentes estranhas
Aqui Fafe
Falem de mim

Sala de visitas do Minho
Tem como bastiao a justiça
Suas gentes e quem a iça
E quem vier por bem nunca esta sozinho
Aqui Fafe

Meu amor
Minha terra
Na alegria ou na dor
Na paz ou na guerra
 
Aqui Fafe

Foi um sonho que me veio visitar

 
Foi uma simples ida ao supermercado
E algo reteve-me o olhar
Nao era um produto novo ou rebuçado
Era uma deusa sem par

Era portadora de um rosto adocicado
E um corpo de encantar
A voz deixou-me apaixonado
Com uma cadencia dificil de explicar

Acho que fiquei com cara de aparvalhado
E ate com falta de ar
Queria acordar todos os dias a seu lado

Mas a timidez nao me deixou arrancar
No fim dessa ida tudo somado
Foi um sonho que me veio visitar
 
Foi um sonho que me veio visitar

Um Cidadao

 
Um cidadao carregado de insastifaçao
Desce a rua para mostrar
Que o bater do seu coraçao
Nao e para cortar

Incorpora-se entao numa ma nifestaçao
Com o intuito deabraçar
Uma espontanea uniao
De gente que nao quer parar

Porque trabalho digno da satisfaçao
E prazer ao caminhar
Juntos criaram uma enorme mao

Que se levantou com um majestoso ar
Porque ser numero nao e condiçao
Na dita era de Humanizar
 
Um Cidadao

O Anjo da Morte (inédito)

 
O anjo da morte
Anda por aí a esvoaçar
E para tua sorte
Uma nova viagem vais iniciar

Aceita a tua condição
Não tentes escapar
Dá-lhe a tua mão
E o teu respirar

Deixa-te fluir
Absorve o seu poder
Não tentes resistir
Pois vais sofrer

Terminarás um percurso
Outro irás iniciar
Terás um novo curso
Onde te poderás desafiar

Libertar-te-ás da matéria
Desse corpo que te prende
Terás uma nova artéria
Que te defende

De todos os males humanos
Não estarás mais sujeito
A todos os seus danos
De puro egoismo e defeito!!!!

(poema registado na "Maison des Auteurs"bruxelas)
 
O Anjo da Morte (inédito)

Adoro este cheiro

 
Adoro este cheiro
Que te sai do intestino
Alimenta o mundo inteiro
Traça o destino

Pompa pompa
Preciso de respirar
Tira ate que rompa
Pior e ter de parar

Pompa pompa
Nao os deixes a sufocar
A evoluçao nao se desconta
Nem tem numero par

Pompa pomba
Essa materia que tudo faz girar
A nova ainda nao tem conta
E a esta ja nao e preciso se habituar
 
Adoro este cheiro

A Minha Origem

 
A minha origem
E de regiao demarcada
Nao sei se alguma das partes era virgem
Mas deveria ter sido uma enorme cavalgada

E passei por tanta vertigem
Ate encontrar a entrada
Mas agora ja nao me atingem
Sou dono e senhor desta coisa aveludada

E foram precisos 9 meses para que vissem
Uma uva um pouco ensanguentada
Embora os braços se abrissem

Mas no rabo deram-me porrada
E enraivecido gritei para que todos ouvissem
Que nao tinha feito tudo, por nada
 
A Minha Origem

O serviço nacional de meteorologia (Inédito)

 
O serviço nacional de meteorologia
Preve para os próximos dias
Tempestades jamais sentidas

Teremos sismos elevadissimos
De afecto e de carinho
Nas pessoas mais necessitadas

Tsunamis de beijos
Praticados essencialmente
Na zona da face

Terramotos de amor
Que se sentirao
Um pouco por todo o lado

Por tudo isto,pede-se aos cidadãos
Que abandonem os seus abrigos
Para um melhor efeito das mesmas

Porque passado este vendaval
Espera-se que o mundo
Tenha um sorriso maior!!!

Poema registado na "Maison des Auteurs"Bruxelles.
 
O serviço nacional de meteorologia (Inédito)

Assenta-se

 
Assenta-se a estabilidade na imagem
Que um mundo tem para vender
Mas quem trabalha nao e paisagem
Pois so e acompanhado para ver

Sobe ou desce um centesimo e aparece logo a chantagem
Aquando do aparelho acender
Talvez seja o sistema em derrapagem
Porque ja nao consegue empreender

Vive-se num teatro que talvez perdeu a engrenagem
De como fazer acontecer
Faz-se de tudo para passar uma mensagem

Que os do costume ainda conseguem manter
Mas o ar porta uma nova aragem
Provavelmente novas formas de viver
 
Assenta-se

Abandono

 
Vejo o tempo que passa
Nesta rua sem fim
Sou eu quem se arrasta
Sinto-me parasita de mim

Possuo uma mente devassa
Que nao se livra de mim
E esta dor amordaça
Com um toque de cetim

E eu nao encontro o fio que traça
A felicidade que fugiu assim
Ficou presa numa outra carcaça
Onde a lua se riu de mim

E o vento esse passa
A historia com um fim
Um drama sem graça
Que me sugou o marfim
 
Abandono

Um Cidadão

 
Um cidadão com insatisfação
Desce á rua para mostrar
Que o bater do seu coração
Não é para cortar

Incorpora-se então numa manifestação
Com o intuito de abraçar
Uma espontânea união
De gente que não quer parar

Porque trabalho digno dá satisfação
E prazer ao caminhar
Juntos criam uma enorme mão

Que se levanta com um majestoso ar
Porque ser número não é condição
Na dita era de Humanizar
 
Um Cidadão

Bom Dia (inédito)

 
Bom dia vida
Boa tarde sorte
Boa noite morte

E sempre com orgulho
Que vos saudo
Entre vos mergulho
De corpo despido

Apraz-me lidar
Com as sensaçoes
Que voces conseguem dar
Ah! Como aumentam as pulsaçoes

Bom dia morte
Boa tarde vida
Boa noite sorte

Voces mostram
A nossa vulnerabilidade
E nao cessam
De nos mostrar a realidade

A fragilidade
Do nosso corpo e alma
Que por vezes sem dignidade
Perde a calma

Bom dia sorte
Boa tarde morte
Boa noite vida

Obrigado por existirem
Por estarem presentes
E nunca partirem
De entre os dementes

Bom dia vida
Boa tarde sorte
Boa noite morte

(poema registado na "Maison des Auters"bruxelas)
 
Bom Dia (inédito)

A Minha Aldeia

 
A minha aldeia
É uma aldeia
Não existe outra igual
Tem uma escola e uma igreja
Como quase todas em Portugal

A minha aldeia
É uma aldeia
Onde pouco existe do rural
Porque viver dessa vida
Não dá sustento ao animal

A minha aldeia
É uma aldeia
Que se encontra no interior
Tem o verde que a rodeia
O seu verdadeiro amor

A minha aldeia
É uma aldeia
Que só tem no interior
O velho como guardião
Pois é quase o único morador

A minha aldeia
É uma aldeia
Como quase todas de Portugal
A juventude essa escasseia
Foi obrigada a sonhar num outro Portugal
 
A Minha Aldeia

Pela Estrada da Vida. (inédito)

 
Pela estrada da vida
Tanto buraco encontrei
Abriu-me tanta ferida
E como Homem chorei

Pela estrada da vida
Tanto sonho deixei
Preso em alguma saida
Que jamais encontrarei

Pela estrada da vida
Com tanta gente me cruzei
Uns o fim outros a partida
De algo que so eu sei

Pela estrada da vida
Tambem sorri e amei
Nao foi so terra batida
Aquela que eu trilhei!!!

(poema registado na "Maison des Auteurs" bruxelas
 
Pela Estrada da Vida. (inédito)

Como è Possivel (inédito)

 
 
Como è possivel estar à mesa
E ver gente a sofrer
A televisao acesa
E ninguèm quer saber

Como è possivel estar à mesa
E ver gente a morrer
O espectàculo nao è uma represa
Para se conter

Como è possivel ver o mundo
De uma forma tao fria
Transformar num segundo
A dor em alegria

Basta pegar no comando
E trocar de canal
Ver outro programa
Para estimular a inteligencia artificial

Como è possivel estar à mesa
E ver gente sem comer
A televisao acesa
E o repasto esta a saber

Rir da sua desgraça
E nao querer saber
O espectaculo è de graça
E nao se pode perder!!!

(poema registado na "Maison des Auteurs"bruxelas)
 
Como è Possivel (inédito)

17917 - unu sachio