Poemas, frases e mensagens de Henricabilio

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de Henricabilio

Gosto de humor, poesia e género Fantástico. Autores pref: Pessoa,Bocage,Neruda,Drummond,Quintana,Bradbury,Poe, Lovecraft. Escrevo com o pseudónimo de Henricabilio e heterónimos: AdolFo Dias; NelSom Brio, ValTer Ego, Edu Loko, etc. Um abraçooo!

Como é difícil!... Como é fácil!...

 
***

Como é difícil encontrar pessoas gentis
Que libertem flores nascidas no peito!...
Como é fácil descobrir alguém que diz
Palavras que brotam de qualquer jeito!

Como é difícil harmonizar a amizade
Que habita o imaginário do poeta!...
Como é fácil de cair na vulgaridade
E perceber o quanto se pode ser pateta!

Como é difícil desfrutar doce Amor
Que provoque o êxtase dos sentidos!...
Como é fácil obter abraços sem calor
Que mal apertam e já estão consumidos!

Como é difícil navegar um oceano vasto
Que represente os sentimentos do ser!...
Como é fácil prever um futuro sem rasto
De quem parte, sem chegar a viver!

06.08.2009, Henricabilio
 
Como é difícil!... Como é fácil!...

Noites sem luar

 
Nas noites em que a Lua vai dormir,
Existe um manto escuro delirante…
Acendem-se as estrelas a sorrir,
Cada uma é rainha bem distante.

Contemplo fascinado essa magia,
Nascida de contrastes envolventes…
Um imenso azul baila enquanto é dia!...
Sublime negro atrai olhos carentes!

A noite é soberana – uma viagem.
Embarca o sonhador numa miragem,
Nesse grande oceano – um adivinho.

Vou eu, vais tu e – todos num olhar –
Conseguimos bem juntos abarcar,
Os faróis que assinalam o caminho.

17.02.2010, Henricabilio

Soneto que faz parte da poesia temática na Exposição “A terra e o mar se anuncia – Faróis” das colecções de cartofilia e maximafilia de Feliciano Júnior, patente na Biblioteca Municipal de Rio Maior entre 20 de Fevereiro e 20 de Março de 2010.
 
Noites sem luar

Ode desencantada - Poema de Aniversário

 
ODE DESENCANTADA

[Quase cinquenta anos a caminhar contigo, Poesia]
In “Ode à Poesia” de Pablo Neruda

Quase cinquenta anos a caminhar contigo, Vida.

Tento recordar um só momento em que não me sentisse impotente ante a força do teu (a)braço… Mas não consigo.

As minhas recordações falam de sangue, suor e lágrimas.
E o meu currículo apenas consegue apresentar vitórias efémeras e alegrias desmaiadas.

Em mim habita um fantasma que engoliu a língua e que tenta gritar, num misto de dores de estômago e de sobrancerias destroçadas.

Além do mais, doem-me os músculos de carregar o monstro da amargura;
E dói-me o coração de tanto bater por paixões alienígenas;
E dói-me a cabeça de tanto congeminar planos inúteis, para escapar das minhas próprias teias…

Vida!... Oh, vida!...
Muitos itinerários acidentados e objectivos sempre longínquos!...

Vale a pena sonhar alto para quem têm as pernas curtas e as asas cortadas?!...

Só tenho sido feliz a espaços – quando durmo – nos céleres instantes em que caso os sonhos com os devaneios…

… Mas só mesmo até os pesadelos assumirem de novo o controlo da situação!

09.09.09, ValTer Ego

[Poema talvez triste demais para este meu dia de Aniversário.]
Felicidades para todos vós!
Abílio
 
Ode desencantada - Poema de Aniversário

Um dia hei-de cantar a dor

 
Um dia cantarei a dor, com a voz trémula e angustiada.

Para onde quer que me vire, vejo e sinto prantos que brotam em cascatas desesperadas.

Tanto sal a brilhar na face daqueles que não abafam a dor, pois no seu peito não cabe mais sofrimento retraído.

Nascentes do meu mundo, correndo a céu aberto por leitos de ribeiros que hão-de ir alimentar o oceano dos desencantos.

E que dizer dos rios que permanecem incógnitos debaixo da superfície, a corroer o corpo e a alma de inúmeros seres humanos?!...

Lençóis de águas represadas, aquíferos de amargura que nunca chegam a ser verdades aos olhos do mundo.

Como não cantar a dor, se ela habita o peito de cada um de nós e faz-nos a todos escravos sob o peso de sentimentos continuamente ultrajados?!...

Sim!... Um dia hei-de cantar a dor.
E com o meu cântico, farei um mundo melhor!

21.07.2009, Henricabilio
 
Um dia hei-de cantar a dor

Peço Perdão!

 
Peço perdão!...

Pelos cânticos defraudados
que nunca chegaram a ser a música dos sentidos;

Pelos sorrisos que despertei
para deixar consumir em sonhos sobressaltados;

Pelas sementes que agitei ao vento
e nunca cheguei a lançar na terra ávida;

Pelas palavras que bordei à toa
e que sairam mortas da boca para fora...

Há sempre perdão a pedir
quando se abre o peito aos fantasmas!...

O passado não perdoa
e persegue aqueles tentam moldar conveniências.

Posso enganar toda a gente e viver uma farsa
e no entanto não consigo iludir a minha consciência.

A verdade hasteia uma bandeira única
e é com ela que tenho de viver.

Peço perdão – nada mais justo! -
pelas pedras avulsas que espalhei pelo caminho!

18.04.2009, Henricabilio
 
Peço Perdão!

A Vida é sempre nova!

 
Na Vida tudo é novo.
A música que ouço – apesar de se poder repetir –
Contêm novidades pois o momento é sempre diferente.
E o pensamento que me percorre o cérebro nunca é o mesmo.
E o sonho que ganha forma é também outro.
E o poema que escrevo neste momento
É diferente daquele que escreveria noutro instante.

Em tudo existe o perfume da novidade para dar brilho à Vida!...
Quem sabe quantos se alimentam desses momentos
E quantos os desperdiçam?!...
Quem desfruta, pode registar e aprender.
Quem não o faz, permanece à margem e nunca saberá da sua perda.

E a Vida segue nova – sempre nova –
Para dar melodia e cor à nossa existência!...

Saibamos ser merecedores da sua mensagem!

12.08.2009, Henricabilio
 
A Vida é sempre nova!

Trovas de Aniversár!o

 
Escrito ao som de "Cantiga de Amor"- Radio Macau

Eu nasci no mês d'Abril,
as plantas lançam abrolhos;
Dos céus caem águas mil
p'ró verde dos meus olhos.

Mais um ano que fugiu
Por entre as mãos qual enguia.
Mais um ano... Alguém o viu?!...
É apenas mais um dia...

Quatro estações; muitas cores...
Gestos, poemas e paz.
Alguns sorrisos e dores,
um ano faz e desfaz.

Nos olhos da nostalgia
um homem pode dizer:
"É apenas mais um dia"...
Como?! Se é tão bom viver!...

Um ano, um dia, um segundo,
o tempo faz-nos reféns.
Mesmo assim, alguém no mundo
recebe os seus: “Parabéns”!
* * * *

PaZcoa Feliz para todos!!!

Abílio Henriques,
nascido em 10/04/1961
 
Trovas de Aniversár!o

Versos de Amor 1

 
"Amor versus poesia"


*****************
Os versos de Amor falam sempre de Amor?...
Ou será que podem falar seja o que for?!...

Fará sentido escrever sobre esse Amor,
Com o peito distante de tal sentimento?!...

Quando sinto raiva, desprezo ou algo pior,
Não faz sentido servir palavras para alimento!...

E se a mim próprio eu conseguir enganar,
Terei se suster estas consequências.

Mas... Como gerir palavras atiradas ao ar,
Só por que caem bem nas consciências???

Questões que mesmo a um louco
Soam a muito, sendo tão pouco!...

02.03.2010,
in "Diário de um poeta louco"

por Edu Loko
 
Versos de Amor 1

Puta que pariu o quisto!!!

 
Em plena euforia do título do Benfica - 10 de Maio {nem tive tempo de festejar(rss)} - fui ao Hospital da Caldas por causa de um quisto infetado... E depois de 3 horas de espera fui finalmente chamado.

Não houve contemplação, nem antibióticos: Uma anestesia local - que não resultou - um bisturi e uns minutos de dor e desconforto.

Soltei uns palavrões, aliás, só parte dos palavrões - tenho tenho muito respeito pelas senhoras.

Eis um poema escrito na perspetiva médica - satarizando uma situação real:

* * * * * * * * *
Empunhei o bisturi
De médica novata
E fui-me a ti…

PUS-me
A golpear o PUS
Do teu QUISTO
E sujei a bata.
(com a infecção,
A anestesia riu-se
E disse:
Não).

Nisto
Soltaste um urro
Aflito…
Olhem QU’ ISTO!...
Seu burro,
Abafa m'esse grito!

“Doutora!...
Vou dizer uns palavrões –
Não leve a mal –
Mas como é uma senhora
Digo só a parte final…
… Olhõõõees!!!
… Da-ssseee!!!
… Araaalhoooo!!!
… Uta que pariiiiuuuu!!!”

Que coisa bonita!...
Eis mais um poeta
Da treta,
Que grita
Com uma dorzita!

10.05.2010, AdolFo Dias
 
Puta que pariu o quisto!!!

O naufrágio das ideias

 
*._.*

Durante o naufrágio das ideias,
O poeta flutua com dificuldade
Pelo oceano das lamentações…
Na mão esquerda, a página em branco;
Na direita, uma caneta como a tábua
Talhada entre as areias movediças
E os sorrisos enevoados da Vida.

Antes de ser poeta, é homem
E reconhece as suas fragilidades…
Um poeta que não tenha ideias,
É um deserto sem oásis
E um ser sem princípios,
Que vive num corpo à margem da alma.

O poeta não deseja um porto
De grandes embarcações!...
Basta-lhe uma ilha solitária
Onde as melodias da natureza
Se consigam fazer ouvir,
Para oxigenar o cérebro
E acalentar o coração.

Eis como o poeta
Ergue uma cidade do nada,
Em cada madrugada
Que desperta!

31.01.2010, Henricabilio
 
O naufrágio das ideias

Sou o poeta...

 
Sou o poeta ...
Dos eternos DIAS frios,
das HORAS vagas e nuas,
dos MINUTOS marginais,
dos SEGUNDOS... planos existenciais,
de todos os MOMENTOS fugidios!

Sou o poeta...
Das PALAVRAS cruas,
dos VERSOS fulgurantes,
dos POEMAS elaborados,
dos SONHOS eternizados,
dos SENTIMENTOS constantes!

Sou o poeta...
Do CORAÇÃO vermelho-vida,
dos OLHOS verde-bonança,
da ALMA azul-criança
e (apesar de tanta despedida)
dos SONHOS rosa-esperança!

Sou o poeta...
Dos ACASOS e da persistência
que - da noite para o dia -
viu nascer-lhe a poesia!

Mas ACASOS - mais que coincidência -
são a LUZ que me guia!

23/05/2008, Henricabilio
http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdealegria/1001622
 
Sou o poeta...

FOI-SE (A VIDA)

 
Chegou
Para pintar
De negro o dia,
E derrotar
A harmonia.

Chegou
Para transformar
Corações
E derrubar
As frágeis ilusões.

Chegou
Com seu andar
Imponente,
E seguiu indiferente.

Chegou
Ao seu destino ávida de vida
E entrou sem avisar...
Com a sua acção homicida,
Fez-se anunciar!

Partiu,
Deixando um pranto frio,
Sem uma palavra de alento
Ou um esgar de ressentimento -
Indomável como o vento
Norte...

E recolhendo a Foice
- Dona Morte -
Foi-se!...

17/4/2008, NelSom Brio
 
FOI-SE (A VIDA)

Ode ao ano velho

 
Estás de partida, meu amigo!
Ainda ontem eras uma criança
E hoje definhas já sem brilho no olhar.

Na verdade, parece que todos
Te querem ver pelas costas,
Como se fosses um mero traste.

Ano velho, meu amigo!...
És a metáfora do próprio homem,
Mas parece que ninguém o percebe…

Nasceste e fizeram-te uma festa,
Com alegria, foguetes e champanhe -
Qual Primavera de encantamentos.

Depois, as Estações misturaram-se
Numa dualidade de sentimentos intermitentes…
O Outono veio claramente virar a página.

Frutos colhidos, folhas com tons esbatidos,
Assim vieram as rugas e os cabelos brancos,
Anunciar o Inverno que ninguém deseja.

Ah, ano velho, meu amigo!...
Estás cansado e cumpriste o teu papel,
Mas apesar disso, sentes-te um peso…

Nos olhos daqueles por quem lutaste,
A certeza de em breve te oferecerem flores,
Como quem abre uma garrafa de champanhe!

31.12.2009, NelSom Brio
 
Ode ao ano velho

Um dia hei-de cantar os Nadas

 
* * *

Um dia hei-de cantar os Nadas.

Os Nadas estão em todo o lado,
Povoam o nosso imaginário de espumas
E fazem parte da nossa existência
de pecado.

Nós pelos Nadas fazemos tudo...
Edificamos a vida em torno de futilidades
E perdemo-nos na vertigem das brumas
Da nossa inconsciência.

Um dia olharemos para as mãos
repletas de vulgaridades
e de nãos,
E - com vã filosofia num esboço de voz -
confessaremos:
Dos Nadas, nada temos...

… São os Nadas que nos têm a nós!

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11.01.2008, Henricabilio
 
Um dia hei-de cantar os Nadas

Uma lágrima são sempre duas

 
Uma lágrima
Translúcida,
Rola pelo rosto.

A lágrima nasce
E permanece lúcida
No seu posto.

Vê como brilha na face!...
Será sinónimo de alegria
Ou de sofrimento?...

Mas que importa isso?!...
Uma lágrima fugidia
É sentimento, em movimento...
O Paraíso à nossa porta.

Quando sofres, amigo,
As mágoas não são apenas tuas
Pois Deus está contigo!...

Repara que até uma lágrima,
São sempre duas!

06/03/2008, Henricabilio
 
Uma lágrima são sempre duas

Erótico Xadrez ou Xeque ao Rei

 
***

Mas que confusão a minha,
com o XADREZ... Perguntei:
Se o REI não come a RAINHA,
a RAINHA come o quê?!...

A RAINHA sobe à TORRE,
que é difícil de trepar...
E logo o BISPO a socorre,
ela está com falta d' ar.

O REI monta o seu CAVALO
em manobras militares...
Vem um PEÃO avisá-lo,
que na TORRE ouvem-se arfares!...

No CAVALO monta o REI
acorrendo ao seu castelo.
Vem o BISPO: Já a acordei...
Teve mais um pesadelo.

Fica o REI mais tranquilo
tem um reino abençoado...
Ele só pensa naquilo:
Monta! (Mas anda montado.)

28.06.2009, AdolFo Dias
 
Erótico Xadrez ou Xeque ao Rei

Palavras arrancadas à terra

 
Da rocha crua
arranquei a Palavra bruta...
A caneta foi o cinzel
com que pintei a página nua.
[Uma suada disputa
saída da pele.]

De mãos abertas
talhei o sentimento...
A caneta foi o desperta_dor
para acordar as palavras certas.
[As palavras são o alimento
que dão à vida o vigor!]

De sorriso franco
aceitei o desafio com denodo...
As palavras sejam grandes ou pequenas
são a Luz do meu en_canto.
[Serei poeta, pintor, qualquer outro?...
Não!... Sou Homem, a_penas!]

A que duras penas!...

30/07/2008, Abílio Henriques
 
Palavras arrancadas à terra

Poema escrito em cinco minutos

 
* * *

Tu que me lês
Com algum desdém,
Só porque o poeta
Me criou que nem seta,
Não faças juízos de valor!...

O meu autor
Estaria pouco inspirado
Ou talvez apressado
Para ir dar uma...
… Viagem!

A ti, se és lesma
E lês, mas
Com esse desdém
Esta mensagem,
Digo desses parcos atributos:

Não terás sido tu também
Feito em cinco minutos?!...

PS:
Não faças disso um drama...
Eis os teus 5 minutos de fama!


in "Poemas Curto(-o)s"

29.06.2010, AdolFo Dias
 
Poema escrito em cinco minutos

Tu que viajas comigo

 
* *

Tu...
Que adormeces transpirando pesadelos na noite cruel
mas despertas envolto nas fragrâncias de Amor!...
Tu...
Que não temes o embate dos dias tempestuosos na pele
pois sabes que logo o sol virá aliviar o teu torpor!...

Tu...
Que consegues escutar nos rumores da rebentação
as generosas melodias que o mar te oferece!...
Tu...
Que lanças à Natureza um olhar de aprovação
e absorves todos os Milagres que a Vida tece!...

Tu...
Que que dás o benefício da dúvida ao ser humano
pois percebes que navegamos todos no mesmo bote!...
Tu...
Que bebes nas minhas cândidas palavras e ficas ufano
com os sentimentos desta alma frágil e sem dote!...

Tu...
Que viajas comigo de mãos dadas e não me deixas sozinho
pois compreendes que só a Paz e o Amor são o caminho!...

Tu -
Mais que um leitor, mais que um amigo, mais que um objectivo...
És o pêndulo que harmoniza todo o meu poder criativo!

..................................................

Poema escrito ao som de "Judith" de Ernesto Cortazar

em 25/05/2008, Henricabilio

http://recantodasletras.uol.com.br/poesiasdeamizade/1018057
 
Tu que viajas comigo

Anti-Poema de Amor

 
O
= O meu
== O meu céu
=== O meu céu está
==== O meu céu está sem
===== O meu céu está sem o
====== O meu céu está sem o teu
======= O meu céu está sem o teu Céu
======== O meu céu está sem o teu Céu e
======= O meu céu está sem o teu Céu e sinto
====== O meu céu está sem o teu Céu e sinto-me
===== O meu céu está sem o teu Céu e sinto-me cem
==== O meu céu está sem o teu Céu e sinto-me cem por
=== O meu céu está sem o teu Céu e sinto-me cem por cento
== O meu céu está sem o teu Céu e sinto-me cem por cento ZER0
= Para o teu Céu ser o meu Paraíso tenho de trabalhar para isso
== Para o teu sonho ser o meu Sonho tenho de sonhar forte
=== Para a tua canção ser a minha Canção tenho de ousar
==== Para a tua luz ser a minha Luz vou ter que brilhar
===== Para a tua paz ser a minha Paz há que voar
====== Para o teu amor ser o meu Amor lutarei
= No cérebro uma palavra
== Lutarei! Lutarei! Lutarei!
=== Mas eu não gosto de lutas
==== Lutas lembram-me a Guerra
===== Tenho tanto medo da Guerra
====== Não quero Amor à custa da Paz
======= Escolho determinadamente a PAZ
======== NÃO QUERO QUE TRABALHEM AS PÁS !!!
===========================================
============================================

== 23.11.2007 == H3nr!cAbíl!o
 
Anti-Poema de Amor

FRASE DO ANO:
Melhor que saber onde fica o ponto G
é conhecer todo o abecedário!
(AdolFo Dias)