Poemas, frases e mensagens de MagnoRobertoAlmeida

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de MagnoRobertoAlmeida

TRIBUTO ÀS POETISAS DO AMOR

 
TRIBUTO ÀS POETISAS DO AMOR
© Magroalmeida

Enquanto admiras a beleza
Da lua que inspira os poetas
Manténs no coração a chama acesa
E as portas do amor sempre abertas

O anseio de amar te faz tão bela
Rainha desses sonhos irreais
Pintura magistral. Uma aquarela!
Perfeita inspiração às madrigais

Teus versos de ternura e de encanto
Seqüestram minha alma secam o pranto
Das dores que sofri por tanto amar

Embalo o coração em teus sonetos
Circulo com emoção pelos meus becos
E nos braços da saudade vou sonhar

© Magno R Almeida
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Obra registrada na Biblioteca Nacional
e protegida pela Lei 9610 de 19/02/1998
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TRIBUTO ÀS POETISAS DO AMOR

CHUVA DE SOLIDÃO

 
CHUVA DE SOLIDÃO

Florescem rosas nos jardins da vida
regados pela chuva que tinge,
com as cores da saudade,
palavras ímpares que não querem calar
e num silêncio profundo gritam ao mundo
o sentimento de tristeza que invade a alma.

O dia passa...a noite chega
sombria...cruel...impaciente...

Um novo dia amanhece
e eu continuo gritando em silêncio,
balançando os sentimentos nas ondas de uma
insanidade febril que não me deixa entender
que você partiu e tudo entre nós acabou.

© Magno R Almeida
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Todos os direitos reservados
Obra registrada na Biblioteca Nacional
e protegida pela Lei 9610 de 19/02/1998
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CHUVA DE SOLIDÃO

HORA DO RISO #1

 
CORNO SENSATO
No meio de um julgamento, pergunta o Juiz:
- O senhor chegou à casa mais cedo e encontrou a sua mulher na cama com outro homem?
- Correto, meritíssimo - diz o réu de cabeça baixa.
Continua o juiz:
- O senhor pegou na sua arma e deu um tiro na sua mulher, matando-a na hora?
- Correto, meritíssimo - repete o réu.
- E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?
O réu responde:
- Senhor Juiz.... Me pareceu mais sensato matar uma mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias.
Foi absolvido na hora!
CORNO, porém sensato!!!

FACULDADE DE MEDICINA
Numa faculdade de medicina o professor fala para os futuros médicos:
Meus queridos alunos, um bom médico tem que aprender duas coisas fundamentais no exercício da profissão: ter muita atenção no que faz e nem um pouco de nojo. Ok?.
Ok, mestre. – responderam todos.
Então vamos fazer um teste. – disse o professor.
Trouxeram um cadáver e o professor enfiou o dedo no ânus do defunto, lambeu e mandou todos fazerem a mesma coisa.
Depois que todos fizeram o mesmo o professor falou:
Ótimo! Nojo vocês não tem.
Só falta atenção porque eu enfiei um dedo e lambi o outro!!!

RACIOCÍNIO LÓGICO
Aconteceu na rádio TUPI FM 104,1 em São Paulo:

Locutor: - Quem fala ?

Ouvinte: - É o Vicente .

Locutor: - De onde, Vicente ?

Ouvinte: - Bairro da Lapa!

Locutor: - Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD do Edson e Hudson. Presta atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se
come a metade? Prestou bem atenção ? Há um país com 2 sílabas e 1 delas é muito bom para se comer. Dez segundos para responder.

Ouvinte: - CUBA!

Locutor: (mudo por alguns segundos e algumas risadas no fundo do estúdio) Tá certo,senhor Vicente! Vai levar o prêmio pela criatividade, mas aqui na minha ficha estava escrito JAPÃO.
 
HORA DO RISO #1

SEM VOCÊ...NADA SOU

 
SEM VOCÊ...NADA SOU
© Magroalmeida

Morena, mulher...
Bonita e dengosa
Felina e gostosa
Luz que ilumina o meu ser
Rosa perfeita do meu jardim
Beleza que me encanta
Alegria que me contagia
Razão do meu viver

Sem você...
Sou uma vírgula desnecessária
Sou um ponto suprimido
Sou uma frase sem sentido
Sou um verbo não conjugado
Sujeito sem predicado
Plural usado sem esse
Sou igreja sem quermesse
E missa sem coroinha

Sou história não contada
Sou carro desgovernado
Sou terreno acidentado
Sou um barco a deriva
Viagem sem viajante
Sou um reinado ultrajante
Sem você minha rainha

© Magno R Almeida
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SEM VOCÊ...NADA SOU

A VELHA SENHORA

 
A Velha Senhora na Praça de Alimentação
© Magroalmeida

São 15h37m. Estou sentado à mesa na Praça de Alimentação do Madureira Shopping Rio. Divido a mesa com um adolescente que devora, com maestria, um sanduíche de três andares que, em sinal de protesto, “espirra” maionese e cat-chup para todos os lados, cada vez que é mordido. Cumprimento o guloso que, por não poder falar, levanta o polegar fazendo sinal de positivo. Finjo ignorar a lambança e dedico-me ao meu pedaço de pizza. Em menos de dez minutos o lanche está terminado (o dele e o meu). O rapazola despede-se com o tradicional linguajar dos adolescentes: - Valeu tio, fui!

Fico sozinho à mesa e entrego-me a preguiça, sem a mínima vontade de voltar para a loja onde divido a administração com a minha filha.

Observo as pessoas transitando pelos corredores do Shopping. Uns apressados. Outros tranqüilos, geralmente em duplas, contemplando as vitrines, aparentemente sem quaisquer preocupações. Fico a pensar a quantos anos não tiro pelo menos 15 dias de férias para curtir o prazer do ócio. Hoje, quebrei a infernal rotina "casa-loja-banco-loja-casa" e parei na praça de alimentação do Shopping em plena hora de trabalho, coisa que raramente faço. Desde que me tornei comerciante cumpro uma estressante jornada de trabalho que nunca é inferior a 60 horas semanais.

Sinto-me confortável e por uns poucos momentos desligo-me dos afazeres e deito-me nos braços desse ócio momentâneo. Meu olhar passeia displicente por tudo que está em minha volta. De repente, sou atraído pelo olhar vago de uma velha senhora que aparentemente está igual a mim: entregue a preguiça, observando a movimentação das pessoas naquela praça de alimentação. Eu tenho 52 anos e ela deve ter entre 70 e 75.

Feições humildes, olhar um tanto sofrido, cabelos totalmente brancos. Gira com as mãos um copo vazio de coca-cola sobre a mesa e de vez em quando esboça um discreto sorriso (daqueles que não expõe os dentes). Fico a pensar no que estaria aquela velha senhora pensando. Inconscientemente, fixo-me naquele rosto que demonstra estar com o pensamento ancorado nas lembranças do passado. Não é necessário muito esforço para que eu também ancore o meu “barco” nas lembranças do passado.

Vejo-me no corpo e na alegria daqueles adolescentes, circulando, não pelos corredores de um Shopping (na minha época acho que nem existiam), mas pelos parques de diversões, pelas festinhas "americanas" animadas por vitrolas, onde se tocavam Beatles, e pelos clubes, no auge da jovem guarda, quando se dançavam ao som de Fevers, Renato e seus Blue Caps, Golden Boys, Vips e muitos outros. Lembro, também, que quando era menino, nunca imaginei meus pais jovens. Nunca pensei que um dia eu ficaria como eles: com rugas e cabelos brancos. Nunca imaginei que um dia eu ouviria a palavra papai, dirigida para mim, e agora estou às vésperas de ouvir a palavra mais gratificante para um homem que vê consolidado todo o seu projeto de vida humana, profissional e familiar: vovô.

Chego a pensar que a gente, quando é criança ou muito jovem, pensa que os velhos nasceram velhos.

Hoje me vejo com 52 anos, às portas da aposentadoria, na praça de alimentação de um Shopping, viajando pelas estradas do meu passado, relembrando a minha infância, a minha adolescência, a minha juventude e os meus projetos de vida, que não foram inúteis, tentando decifrar os pensamentos de uma velha senhora que aparentemente está viajando pelas mesmas estradas que eu. Quem sabe, neste momento, os pensamentos dela estejam irmanados com o meu e juntos pensamos que um dia também fomos jovens, brincamos, cantamos, bebemos, farreamos e nos entregamos nos braços de um amor, mesmo que tenha sido de forma irresponsável, achando que nossas reservas de vida jamais se acabariam.

Permaneço ali, sentado à mesa com a mão no queixo, apenas fisicamente porque a minha alma desprendeu-se do corpo e viajou, numa velocidade incrível, por lugares que eu jamais pensei que voltaria e que agora tenho absoluta certeza que jamais esquecerei.

São 16h22m, tenho que ir. Recolho os meus pensamentos e deixo a velha senhora pensando por ela e por mim. Levanto e saio lentamente. Passo pela minha companheira de pensamentos e sinto vontade de interromper a sua “viagem” com um delicado e carinhoso boa tarde, mas desisto e sigo o meu caminho.

No trajeto, entre a praça de alimentação e o estacionamento do Shopping, com um sorriso discreto nos lábios, penso naqueles jovens adolescentes, que hoje brincam, cantam e sorriem alegremente, amanhã, tão velhos como eu e a velha senhora, um pouco mais velhos talvez, sentados em algum lugar, observando as pessoas que circulam em sua volta, relembrando os momentos que vivem agora e esboçando um discreto sorriso que ninguém conseguira decifrar.

© Magno R Almeida
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A VELHA SENHORA

Fases do Homem (Cordel)

 
FASES DO HOMEM
© Magroalmeida

Amigo preste atenção
nesse cordel de humor
ele mostra que a vida
de todo homem é um horror
comparado aos animais
o homem é um "faz não faz"
preste atenção, por favor

Quando está com quinze anos
o homem se torna sacana
desenha na palma da mão
a deusa grega Diana
não pode ver um buraco
é a “idade do macaco”
só quer descascar banana

Vai levando a vida assim
amando Diana sozinho
mas quando faz vinte e um
começa a mudar o caminho
não quer mais comer alfafa
é a “idade da girafa”
só pensa em comer brotinho

Aos trinta já está pensando
que de tudo já conhece
só pensa na “perseguida”
quando dorme e amanhece
pula que nem canguru
é a “idade do urubu”
come tudo o que aparece

Mas quando chega aos quarenta
escolhe o que quer comer
está na “idade da águia”
curte mais o seu viver
não liga pra concorrência
faz tudo com paciência
só come o que dá prazer

Com cinqüenta ele começa
por a boca no trombone
se gaba do que já fez
quer provar que é muito homem
olha tudo de soslaio
é a “idade do papagaio”
fala muito e pouco come

Aos sessenta fica doido
quando vê uma calcinha
seu coração dispara
fica a pensar na bundinha
faz logo papel de bobo
se veste na pele de lobo
e vai comer a vovozinha

Aos setenta fica triste
ao lembrar que foi macaco
descascou muita banana
hoje é tatu no buraco
seu “bilau” triste também
virou “gato de armazém”
e dorme em cima do saco

Quando chega aos oitenta
não sabe pra onde ir
passa o dia de pijama
só quer saber de dormir
esquece até o amor
ta na “idade do condor”
dói aqui e dói ali

Depois dessa idade ele fica
esperando a hora chegar
briga com todo mundo
não consegue se abaixar
mija se leva um tombo
vive igualzinho a um pombo
cagando em qualquer lugar

Isso é o que o povo fala
na linguagem popular
mas comigo é diferente
eu não sou de amarelar
to na fase dos cinqüenta
e quando chegar aos oitenta
Viagra de cem vou tomar

© Magno R Almeida
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Fases do Homem (Cordel)

LEITO DA MORTE

 
LEITO DA MORTE
© Magroalmeida

Vou atirar-me numa cova escura
Nela ficar por toda a eternidade
Longe das guerras, longe da loucura
Longe dos males da humanidade

Na cova escura imune as minhas dores
Meu corpo inerte sob a pedra fria
Gelado e teso, coberto de flores
Velado em reza, choro, gritaria.

No quarto escuro dessa cova fria
Abandonado ficarei pra sempre
Sem me importar com a necrofobia
Que um dia tanto apavorou minha mente

Na dura cama do leito da morte
Sereno e calmo ficarei deitado
Enquanto alguém lamentará minha sorte:
- partiu tão cedo o pobre coitado!

Ouço uma grande multidão lá fora
Que sabe eles o que estou sentido?
Enquanto toda essa gente chora
Minh´alma ri e ao céu vai subindo

Quando atirar-me numa cova escura
Repousarei por toda a eternidade
Longe das guerras, longe da loucura
Livrar-me-ei das chamas da maldade

© Magno R Almeida
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LEITO DA MORTE

UM AMOR DE VERDADE

 
UM AMOR DE VERDADE

Quando meus dias estão tristes,
fecho os olhos
e tento te enxergar

Sinto a força do teu amor
aquecendo a minha alma
e a suavidade das tuas mãos
moldando o meu coração

Teu hálito quente e perfumado
Transmite-me a paz
que eu sempre desejei

Tua voz soa em meus ouvidos
Como uma eterna canção de amor

A ternura do teu olhar
Depura os meus pensamentos,
Renova minhas esperanças,
Fortalece meus sentimentos
E invade a minha alma
Com uma imensa sensação de felicidade

Na magia desse momento
Procuro aconchegar-me,
cada vez mais, em teus braços
e encantado com o brilho
do amor que reluz em teu olhar
sussurro em teu ouvido:
Obrigado meu DEUS
por estar sempre ao meu lado
Guiando os meus passos
E amando-me tanto assim!

Magno R Almeida
 
UM AMOR DE VERDADE

INFERNO OU PARAÍSO?

 
INFERNO OU PARAÍSO?

Enquanto o sol se põe
na linha do horizonte
sinto gotas de paz,
trazidas pela brisa do mar,
acariciando todo o meu ser.

Enquanto o astro-rei descansa
a lua surge sorridente,
acompanhada pelas estrelas
que bailam no céu a brilhar

Perco-me no êxtase desses momentos
e vejo meus sentimentos,
ocultos por meus segredos,
arrastados para a imensidão
deste vazio que, repentinamente,
invade a minha alma
trazendo de volta a solidão
que insiste em manter-se como
minha eterna companheira.

Meus nervos explodem enquanto
o meu coração mergulha num mar
de lembranças que entremeiam
momentos de paz, angústia,
lágrimas, sorrisos, alegrias,
tristezas, amores,
paixões e desilusões.

Percebo, enfim, que o suor
da saudade escorre pelo meu corpo
enquanto minha alma, castigada pelo
frio que lhe atormenta,
busca um cobertor que lhe aqueça.

O que é isto?
Inferno ou Paraíso?

Magno R Almeida

RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS
Obra registrada na Biblioteca Nacional
e protegida pela Lei 9610 de 19/02/1998
 
INFERNO OU PARAÍSO?

PORQUE?

 
PORQUE?

Você...
que um dia
afastou a tristeza
do meu coração e
emoldurou, com a luz do seu olhar,
um sorriso nos meus lábios

Você...
que um dia
aqueceu-me nas noites frias
e me fez ver o brilho das estrelas
entre as nuvens cinzentas
que escondia o meu ser

Você...
que se fez luz do meu caminhar
na estrada escura das desilusões

Você...
que me ensinou a amar
que me fez sonhar
que encantou o meu coração

Parte agora
em silêncio
sem um adeus de despedida
deixando-me
a deriva num mar
de lágrimas e saudades

Porquê?

© Magno R Almeida

RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS
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http://www.magroalmeida.blogspot.com
 
PORQUE?

O TEMPO PASSOU

 
O TEMPO PASSOU
© Magroalmeida

Nada mudou...
A rua na qual eu te procuro
continua a mesma
deserta...escura...estreita.

Anos se passaram
e eu continuo só,
vagando pelos becos da desilusão,
tentando te encontrar.

Nesta busca insana
sigo revivendo momentos
de uma paixão desvairada
que outrora contaminou o meu ser.

Perdido entre as sombras da solidão
sufoco o meu pranto
e tento conter uma lágrima
teimosa que insiste
em rolar no meu rosto.

Grito o teu nome
e ecos da minha voz
faz-me perceber, enfim,
que o tempo passou
e, definitivamente,
nos perdemos de nós.

© Magno R Almeida
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O TEMPO PASSOU

Vem Amor (Dedicado a poetisa Ledalge)

 
Poema dedicado a poetisa Ledalge e inspirado no poema "Pondera" de sua autoria.
Com todo o respeito e carinho poético que tenho pelo seu talento. Um grande abraço, Ledalge.

VEM AMOR
© Magroalmeida

Vem amor...
Aquece o frio
que me tortura tanto.
Enxuga as lágrimas
que me destroi em prantos.
Me alegra o dia
e espanta a minha dor.

Vem amor...
Me faz feliz
e me inebria a alma.
Me acaricia
e a minha dor acalma.
Me deita em plumas
e me transforma em flor.

Vem amor...
Deita em meu leito
e me aperta a mão.
Me abraça forte
com sofreguidão.
Diz que me ama
e eu te darei amor.

Vem meu amor...
Não deixa o frio
congelar os versos
que tanto fiz
e hoje tão dispersos
pede o retorno
do teu cobertor

© Magno R Almeida
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Vem Amor (Dedicado a poetisa Ledalge)

Absinto de Amor

 
Brindei, por ti,
o sorriso das hienas
e saciei a sede
no lamaçal cristalino
da insensatez.

A cada gole sorvido
um absinto de amor
deslizando incólume
pelo infinito do meu eu.

E assim,
te misturei na saliva
amarga e infecunda
daquela noite fria.

E te consumi,
te tomei e te bebi
no cálice trincado
da ingratidão

© Magno R Almeida
 
Absinto de Amor

PARACHOQUE DE CAMINHÃO

 
Algumas frases que lí em parachoques de caminhão pelas estradas do Brasil.

"Cabelo ruim é igual a bandido... ou tá preso ou ta armado!!!”

"O mundo é bom porque é uma bola! Se fossem duas seria um saco..."

“Marido chato é igual a menstruação: Quando chega, incomoda; Quando atrasa, preocupa"

“Saudades da família. Principalmente da cabeludinha do meio”

“Adoro as rosas, mas prefiro as trepadeiras”

“Já que não tenho mulher certa...me divirto com as erradas”

“Lenha verde e mulher velha chora mas pega fogo”

“Marido chato é igual a peido: cada um agüenta o seu”

“Por falta de roupa nova, passei o ferro na velha”

“É fazendo muita merda que se aduba a vida”

“Quem rouba dos ricos e dá aos pobres, além de ladrão é gay”

“Bom é ser mulher: chora sem ter razão; mija sem por a mão; trepa sem ter tesão”
 
PARACHOQUE DE CAMINHÃO

Mensagem de agradecimento aos nobres amigos do Luso-Poemas

 
Meus caros amigo(a)s
Poetas, Poetisas e Leitores do Luso-Poemas

Ocupo este precioso espaço para agradecer a todos que deram-me a alegria de atingir, hoje, a marca de 50.000 leituras nos 177 textos publicados ao longo dos 15(quinze) meses que participo deste maravilhoso site de poesias.

É uma imensa satisfação para este pretenso poeta, na verdade um mero "escrevedor de versos", neste tão curto espaço de tempo, atingir a marca de aproximadamente 3.330 leituras/mês, o que corresponde a uma média de 111 leituras/dia ou 282 leituras/texto, num site recheado de grandes talentos.

Aqui cheguei, em 14/05/2007, através de uma pesquisa no Google. Encontrei pessoas e talentos maravilhosos e fiz do Luso-Poemas a minha morada literária.

Aqui, sem reservas e sem preconceitos, grito os meus desabafos, espanto a minha solidão, despacho a minha tristeza, conto as minhas piadas, alegro-me com as obras dos meus colegas, delicio-me no perfume deste imenso jardim literário e, acima de tudo, aprendo a cada dia com todos vocês.

Recebam, nobres amigos, o meu forte, fraterno e respeitoso abraço acompanhado de carinhosos beijos de agradecimento pelos magníficos momentos que passo com vocês todas as vezes que posso visitá-los.

Obrigado a todos e que Deus continue abençoando este nosso espaço e cada um de nós.

Valeu!
 
Mensagem de agradecimento aos nobres amigos do Luso-Poemas

MEU AMOR...ESPERA!

 
MEU AMOR! ESPERA!
© Magroalmeida

Quando amanheço com o olhar assim, tristonho
Ouço uma voz falar bem longe: - É ela! É ela!
Fico perdido entre as sombras de um sonho
E nele eu grito: - Meu amor! Espera! Espera!

Nos lindos prados verdejantes deste sonho
Meus olhos correm procurando aquela imagem
Tentando vê-la ao passado me transponho
Então percebo que estou vendo uma miragem

Amargurado e com o peito em desalinho
Saio do sonho e me vejo tão sozinho
Perdido estou nos arrebóis dessa quimera

Fraquejo então e já não sei se ainda existo
Mesmo sabendo que é miragem não resisto
Falo baixinho: - Meu amor! Espera! Espera

© Magno R Almeida
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Obra registrada na Biblioteca Nacional
e protegida pela Lei 9610 de 19/02/1998
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MEU AMOR...ESPERA!

O QUE É O AMOR?

 
O QUE É O AMOR?

Acho que é o combustível da alma.

É nele que alimentamos a alegria de viver, as emoções, os sorrisos espontâneos, a paz espiritual,
as desilusões, as fraquezas e as virtudes de nossos corações.

Portanto, se ele é o combustível da alma, ele é, também, parte integrante da natureza humana.

Note que quando estamos num lugar que nos transmite paz interior,
seja num mirante panorâmico, numa praia, num passeio de barco,
num passeio sob a luz do luar ou num belo pôr-do-sol,
muitas vezes nos damos conta que nada disso faz sentido se não tivermos
uma pessoa especial para compartilhar essa beleza que inebria o nosso coração.

E aí indagamos:
Quantas vezes nos pediram ou nos ofereceram amor e nós viramos as costas?
Quantas vezes adotamos essas atitudes por medo de declarar a alguém que estamos apaixonados?

E assim vamos, cada vez mais, nos viciando e nos tornando dependentes
da cruel e eterna solidão que dilacera a alma e nos causa tristeza e depressão.

Por isso, quando esses momentos que iluminam e confortam nossa alma
se mostrarem sem sentido para nossas vidas, devemos ser humildes e corajosos
para partirmos em busca de um grande amor.

Assim perpetuamos a paz em nossos corações e, acima de tudo,
conviveremos com a alegria de ser responsável pelo sorriso e pela felicidade de alguém.

Pense nisto!

Magno R Almeida
 
O QUE É O AMOR?

Isso é Amor...

 
Isso é Amor...

Hoje,
eu queria estar, inteiramente, dentro de ti...
Eu queria te ouvir
segredando em meu ouvido
coisas somente tuas

Hoje,
eu queria te alimentar com meus beijos
saboreando, nos teus, a tua doce saliva

Hoje,
eu queria, apenas, ser a tua única vontade...
a tua louca fantasia e o teu maior desejo.

Hoje,
o que eu mais queria
era ter você nos meus braços,
aquecendo-se nos meus abraços,
desfrutando do meu amor,
chorando de felicidade
e enlouquecendo de prazer

Hoje,
o que eu mais queria
era ter você para amar

Jan/2007
Magno R Almeida
 
Isso é Amor...

Classe é Classe (Luiz Fernando Veríssimo)

 
O marido chega em casa as 18:00h e diz a mulher que teria uma reunião às 22:00hs, mas que ele não iria pois considerava isto um absurdo. Mas a Mulher, preocupada com o marido, o convence que o trabalho é importante. O maridão esperto então vai tomar um banho para se preparar e pensa: "Foi mais fácil do que eu pensava!"

Como toda mulher, quando o homem entra no banho ela revista o bolso do seu paletó e encontra um bilhete onde estava escrito:

"Amor,estou esperando por você para comermos um pato ao molho branco. Beijão, Sheila".

Quando o marido sai do banho encontra sua mulher com uma camisolinha transparente, sem calcinha, toda fogosa deitada de bruços. O marido, ao ver aquela abundância sob a transparência não resiste... A mulher lhe dá um trato completo e ele, exausto, vira pro lado e adormece. Quando vai chegando a hora, a mulher acorda o marido, que não quer mais ir a reunião, mas novamente ela o convence da importância do trabalho.

Ao chegar na casa da amante, o cara está arrasado. Cansado diz a ela que hoje trabalhou muito e que só iria tomar um banho e Descansar um pouco. Como toda mulher, ao entrar no banho ela revista o bolso de seu paletó, e Encontra um bilhete onde estava escrito:

"Querida Sheila, o pato foi, mas o molho branco ficou todo aqui. Beijão, A Esposa."

(Luis Fernando Verissimo)
 
Classe é Classe (Luiz Fernando Veríssimo)

BÊBADO MACHÃO

 
"Macho é o cara que chega em casa bêbado, de madrugada, todo sujo de batom e quando encontra a mulher esperando com a vassoura na mão, tem coragem para perguntar :

VAI VARRER OU VAI VOAR ?"
 
BÊBADO MACHÃO