Poemas, frases e mensagens de THOMAZBNETO

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de THOMAZBNETO

Prisioneiro em si

 
A lua timidamente veio até você...
Solicitou de tua rara beleza permissão,
Para que as estrelas brilhassem no manto...
De veludo negro do céu em madrigais!

Vem amor, tocar ditas luzes ribaltas.
Elas necessitam espelhar no brilho
Deste teu suave e encantador sorriso.
Assim como as orquídeas em festas de verão!

Ah! Lembranças que me vem e vão...
Tua presença é forte em meus pensamentos.
Luz de esperança no cativeiro de minha alma.

Faz-me viajar na macia orla do tempo
Navegante mor das perfídias tormentas!
Lembranças secretas de platônico amor...

Baroneto.
 
Prisioneiro em si

PÉTALAS

 
No silencio de minha meditação!
Sonho, a brisa de teu sorriso.
Na liberdade de minha meditação!
Sinto a harmonia de tua presença.

Quisera eu ser uma pétala...
A abrigar-se em teu corpo,
Onde exala o suave perfume...
Da flor chamada mulher!

Não haveria inverno...
Ou qualquer outra estação,
Que me separasse de ti.

Adunar-te-ia em um só coração.
Áurea de gêmeas almas!
Sou o escravo e tu és a minha...
Rosa púrpura em botão.

Baroneto .
 
PÉTALAS

Ombro Amigo

 
Hoje eu queria um ombro amigo,
Só pra um pouquinho desabafar!
Sentir a força da pura amizade,
O calor do carinho num abraço.

Hoje eu queria um ombro amigo,
Mas cada um já tem o seu penar!
Quem sabe se apesar de minha dor...
Eu não seja um ombro a se esperar!

Se hoje não posso ter o ombro amigo...
Quem sabe se amanhã ele aqui não estará!
E os meus tormentos ele irá abrandar.

Se não encontro por aqui este amigo...
Sei que alem imaginação ele estará...
E os teus braços... Nunca há de me negar.

Baroneto.
 
Ombro Amigo

Mãos

 
MÂOS.

Mãos...
Mãos que tocaram teu corpo.
Mãos que te acariciaram.
Mãos que te ofertaram flores.

Mãos que alisaram teus cabelos...
Em suaves toques de paixão.
Mãos que te escreveram poemas.
Mãos que enxugaram as tuas lágrimas.

Mãos que te desenharam em aquarelas...
Nas telas de minha alma apaixonada.
Envolvida na doce áurea de teu sorriso.

Sorriso que não se fez na despedida...
Onde você e eu não nos abraçamos.
E as mãos não acenaram o frio adeus.

Baroneto.
 
Mãos

DOA-SE UM CORAÇÃO

 
DOA-SE UM CORAÇÃO

Estou triste...
Em pedaços um coração!
O vento do desprezo...
Sopra em minha alma!
O brilho das estrelas...
Já não me atraem mais!
O calor do sol tornou-se,
Apenas uma pequena chama!
E a lua então?
Que antes era poesia!
Agora é só uma claridade fria!
O bailado das folhas...
A se soltarem das arvores,
Eram como brisa ao vento!
Hoje são apenas...
Folhas mortas ao relento!
Estação inverno chegou!
Tristeza envolveu meu coração!
Para não congelar...
Na fria angustia de ser só,
Vou doar meu coração!
Quem sabe há alguém,
Assim como eu, esperando!
Um amor desprezado também!



THOMAZ BARONE NETO
 
DOA-SE UM CORAÇÃO

AH! COMO EU QUERIA...

 
AH! COMO EU QUERIA


Queria....
Mas não posso,
Parar de te amar...
Assim como te amo!

Queria...
Mas não posso,
Parar de pensar em ti!
Esquecer, o teu sorriso!

Queria...
Mas não posso,
Viver sem você!

Queria...
Mas não posso...
Morrer nos teus braços!

Queria...
Mas não posso...
Ocultar-me no silêncio!

Queria...
Como queria...
Mas não posso!



THOMAZ BARONE NETO
 
AH! COMO EU QUERIA...

PERDOA-ME

 
PERDOA-ME


Pelos transtornos,
Que lhe causei...
Perdoa-me!

Pelas amarguras,
Que te fiz sentir...
Perdoa-me!

Por eu não saber...
Dar-te carinhos!
Perdoa-me!

Pela minha ignorância,
Em não saber cultivar-te...
Perdoa-me!

Pelo desprezo,
Que por mim;
Fiz-te sentir...
Perdoa-me!

Pela decepção,
Que te causei...
Perdoa-me!

Por tuas lágrimas.
Que choraste por mim!
Perdoa-me!

Por eu mesmo assim,
Perdido, alucinado.
Desesperadamente...
Amar-te!
Perdoa-me!



THOMAZ BARONE NETO
 
PERDOA-ME

Ecos de um Grito

 
Ontem eu vi em meus sonhos,
Menino travesso correndo.
Hoje eu vi em minha realidade...
Menino travesso perdeu a inocência.

Carências lhe foram atribuídas...
Amores dele foram friamente roubados,
Lagrimas se tornaram companheiras...
Em tua alma mergulhada em pesadelos.

Queria ouvir o som de uma doce melodia.
Correr livre nos campos das belas fantasias!
Mas... Morre aos pouco pela vida esquecido.

Ao romper da aurora, já sem brilho...
Curva fronte solta um grito, um gemido...
Mundo te dá adeus... Não serei corrompido!

Baroneto.
 
Ecos de um Grito

Teu Perfume

 
Teu Perfume
 
Estava a sonhar diante a um jardim.
Quando que como por descuido notei...
Orvalhos cristalinos a rolar por uma flor.
Imitando cascatas ou lágrimas de amor!

Púrpura como as tardes de crepúsculo.
Veludas pétalas em cativantes fragrâncias,
Envolvem a brisa em um terno namoro.
Convidando a alma, num festival de cores.

A suspirar em êxtase de loucas aventuras...
Imaginei-me sendo a gota, cristalina a deslizar.
Tatuando em minha alma teu doce prazer de mulher,
Percorrendo em devaneios a divindade de teu corpo...

Teu perfume assim como os da rubra flor,
Envolve a brisa que alucinada pede ao vento...
Gravar entre as inesquecíveis epopéias de amores,
Nossos sonhos, de irreverentes e eternos amantes!

Baroneto
 
Teu Perfume

Turbilhão de Saudades

 
Marujo a navegar no mar da decepção
Vou nesta nau chamada saudade...
Em busca para a alma a serenidade
Um soluço de paz para este coração

Ouvi o suave canto das sereias
Em meio às loucas tempestades
Rodamoinhos de frias tormentas
Loucuras e turbilhão de infelicidades.

Vejo no limiar do horizonte...
Um arco-íris a brilhar nascido...
Nas pétalas da rosa purpura...

Suspiros de esperança a acenar...
Bonança de braços abertos...
Na distancia a me chamar!

Baroneto.
 
Turbilhão de Saudades

O Cantico das Sereias

 
Em céu negro calmo, repousa a lua.
Antes fora aurora ao nascerem estrelas!
Agora rouba das flores noturnas...
O perfume que as noites inspiram!

Banha de prata a superfície, relvas...
Pinga orvalho sereno noturno,
Em pétalas de agrestes flores.
Lágrimas a regar desiludidos amores!

Vem pra mim fragrância de Helena
Sonho debutante juventude, Tróia.
Agasalhada ao vento das aventuras...

Sopram ao vento caricias ternuras,
Em ondas macias, suaves e serenas...
Cânticos das sereias, deusas Atenas.

Baroneto.
 
O Cantico das Sereias

Querer

 
QUERER.

Quero um abraço apertado...
Um beijo roubado da boca molhada.
Um olhar profundo dizendo coisas...
Que somente a alma pode entender.

O significado das palavras pensadas.
Não ditas ao vento, mas ao coração.
Quero de novo ser criança para entender,
A alegria de sentir a verdadeira felicidade!

Fazer-se inocente sem pecados!
Correr livre pelos caminhos da vida,
Onde o sorriso esperança é a alma...

Sonho profundo de rara beleza.
O espirito repousa em serena harmonia.
E tua lembrança de menina meu ego, acalma!

Baroneto.
 
Querer

Fragilidade

 
FRAGILIDADES.

De todas as flores que cultivei...
Uma me chamou mais a atenção.
Era uma florzinha singela que notei...
Nascida no beiral de minha janela!

Tão miudinha e franzina ela era...
Que jamais se formou dela um botão.
Mas com todo carinho eu a reguei...
Na esperança de vê-la um dia ser flor!

Todas as manhãs um beija-flor curioso,
Ou então malicioso, vinha à florzinha olhar!
Fazia o maior escarcéu para nela chegar,
Mas era tão miudinha que não a podia beijar!

Passaram-se as estações e ela ali estava.
Não se curvou ao tempo nem as tempestades.
Tão pequena e delicada que o orvalho da noite...
Trazia no silencio madrugada, o sereno a venerá-la.

Aurora se fez e uma abelhinha atrevida...
Sugou sem permissão roubou da florzinha o pólen.
Deixando-a agonizante de desejo assim como eu...
Agonizo no desejo de estar nos braços teus!


Baroneto.
 
Fragilidade

OS LOBOS E A ALFA

 
OS LOBOS E A ALFA





Lobos...

Lobos famintos.

Instinto selvagem.

Força e liberdade!



Alfa da matilha...

Ela branca e alva!

Rosna com advertência,

Antes do ataque fatal!



Imponente guerreira,

Líder sem contestação.

Olhos penetrantes...

Instinto animal!



Belo espécime, de raro brilho.

Apocalipse da beleza!

Encanto da natureza,

Deusa das deusas!



Lobos famintos...

Caem sob o seu domínio.

A destreza do macho...

Se rende ao seu chamado!



Pois elas têm a força,

O encanto e o legado.

De ser alfa, rainha...

Do infinito universo,

Onde o lobo não é...

O rei e nem o astro!



Alfa...

Mulher fatal!









THOMAZ BARONE NETO.
 
OS LOBOS E A ALFA

´LÁGRIMAS DE ORVALHO

 
LÁGRIMAS DE ORVALHO


Deixa penetrar em mim,
A essência de teu ser!
Retirando de minha alma...
Todos os detritos da incerteza!

Quero te sentir assim...
Leve, macia e serena!
Como o orvalho noturno,
Que vem depositar em mim...

A chama alucinante da paixão!
Que envolve o ébrio coração...
Que sempre está a palpitar por ti!

As lágrimas de orvalho depositadas
Na alma, me transcende ao éden...
Onde somos o inicio Adão e Eva!





THOMAZ BARONE NETO
 
´LÁGRIMAS DE ORVALHO

A ESCULTURA

 
A ESCULTURA


Um dia no paraíso...
No jardim da criação!
O criador brincando
De escultor, esculpiu...

A mais formosa deusa...
De rara beleza e magia!
Curvas definidas, simétricas!
Olhos claros, brilho do luar!

Movimentos delicados...
Como um manto de plumas!
Sorriso de estrelas cadentes!

Voz, sussurro dos ventos!
Mãos macias de algodão!
Cabelos suaves, soltos!
Selvagens á brisa de verão!

Teu caminhar cheio de graça...
Como uma majestosa felina tigresa!
Flutua doce no tempo espaço!
Saldando a relva macia, a natureza!

Meus olhos ficam, encantados!
Ao sonhar tão bela imagem!
Transpondo-me em todas as leis...
Quero repousar em teus braços!

Deixar a vida navegar solta...
Nos rios de teus carinhos!
Ancorar a minha existência...
Na alma de tua essência!





THOMAZ BARONE NETO
 
A ESCULTURA

OBCENIDADES

 
OBSCENIDADE

Obscenas palavras!
Obscenos atos...
Obscenas razões!
Obscenos pensamentos.

Tudo é obsceno!
Tudo é falta de moralidade.
Tudo é repreendido.
Pela obscena sociedade!

Sei que não é certo.
Posso ser proibido de te ter.
Mas é correto eu te amar!
Porque o sentimento,
Não escolhe hora ou local.
E muito menos a quem dominar!

Alastra como a uma epidemia.
Faz acelerar o coração!
Escraviza o corpo e a alma,
Sem pedir permissão!

Inspira poesias...
Provoca lágrimas,
De tristeza ou paixão!
Fazem da vida o sim e o não!

O meu amor por ti não é certo.
Pela época em que nasceu...
Vivo no meu intimo a duplicidade,
Confrontando com a realidade!
Porém sei que não estou errado
Em viver esta intensa paixão

Amor é o sentimento...
Que não adota negação!
Vivo como a um zumbi,
Enfrentando estas regras...
Quem me diz tudo é obscenidade!
É porque ainda não viveram...
O fervor do verdadeiro, amor...

Baroneto
 
OBCENIDADES

Ao Sabor do Prazer

 
AO SABOR DO PRAZER.

Quero sentir o gosto do teu suor...
Salgando a minha boca, louca.
Desejando alucinado o corpo teu...
Deslumbrante flor do pecado.

Ouvir as obscenidades sussurradas,
Lençol pelo nosso orgasmo manchado.
Nos vitrais gotículas escorridas...
Calor de nosso tesão explodindo!

Minha mão insana sobe e desce
Explora cada detalhe de tua pele
Agora encharcada pelo hálito
De minha língua a deslizar sobre ela.

Vou intrépido aos lábios de teu sexo,
Acariciando-os com vivaz ternura...
Oferta-me gozo de teus delírios!
Em nós uma só vontade se mistura!

Comparsa de meu devaneio.
Rouba de mim a consciência.
Do trote ao galope, dança do ventre.
Meu corpo flutua no gozo,
Como folhas soltas ao vento!

Sem leis ou preconceitos...
Mas não tão inocente...
Entregamos-nos de corpo e alma.
Conscientes, verdades e momentos.

Baroneto
 
Ao Sabor do Prazer

Vem Sorriso

 
Vem sorriso...
Vem ajuntar-se ao regato de lágrimas,
Que fazem de meu rosto o seu leito...
Jazigo perpétuo de minha infelicidade.

Vem sorriso...
Vem matar a saudade, sufrágio em minha alma.
Nas turbes lembranças que agrilhoa a mente...
Esquecendo vida lançando-se a sorte.

Vem sorriso...
Invada meu corpo com a fragrância dela.
Tornando meu martírio um rio profundo,
Onde o amor floresce, em absoluto silencio.

Vem madrugada...
Roubar o beijo sereno da mulher amada...
Assim como na lírica epopéia do sonho de Orfeu
Resgata-me a vida no canto de meu rouxinol.

Vem sorriso... Vem!

BARONETO
 
Vem Sorriso

Saudade

 
Sou da terra um grão.
Do universo uma semente!
Sou do vento o assovio.
Das flores as pétalas caídas.

Sou assim uma voz...
A clamar tua presença.
Sob um sol sem brilho...
Pelo teu amor, andarilho.

Sou lembrança esquecida...
Morrendo lento no vazio da alma!
Longe do brilho dos olhos teus.

Sou aquela estrela que perde a luz,
Folha morta baldia ao vento.
Porem esperança, do retorno teu.

Baroneto.
 
Saudade

Baroneto