Poemas, frases e mensagens de apsferreira

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares de apsferreira

Pedido, à Minha Estrelinha

 
Como tu és linda, ó Estrelinha
Como me encanta o teu brilhar
Eu queria que tu fosses minha
Como nos contos de encantar

Diz-me, tu, ó linda Estrelinha
Como tu aprendeste a brilhar
Para eu fazer disso coisa minha
E a tua atenção eu poder captar

O teu brilho, linda Estrelinha,
Tem o condão de me embalar
Eleva tanto a minha alminha
Que eu até sinto-me a flutuar

Ó minha linda e doce Estrelinha
Ah, como eu anseio poder te tocar
Quero sentir o calor da tua luzinha
Diz-me, como posso eu a alcançar...

apsferreira

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Pedido, à Minha Estrelinha

Luso, Agora, o Meu Site de Relacionamentos

 
Pobre gente pobre, mais pretensiosa, e idiota
Que apareceu, de repente, por aqui, no Luso
Trilhando de um modo completamente obtuso
Lá vai fazendo do trabalho dos outros chacota

Usando um pseudo preciosismo, como capota
E, com um comportamento deveras abstruso,
Armados em críticos de poesia - que anedota...!
Vão denegrindo um a um, num exaltado abuso

E assim pretendem tirar os seus emolumentos
Do Luso, este aprazível site onde Almas poetas
Veem dejetar seus amores, ou dores, ou alegrias.

Desde então, eu visito aqui amigos todos os dias
Por ora, fazendo apenas algumas leituras seletas.
Fiz, assim, do Luso, o meu site de relacionamentos

apsferreira
 
Luso, Agora, o Meu Site de Relacionamentos

A Uma Pessoa Especial

 
Desviei o ''cortinado'' e eu olhei
E, logo, uma Princesa, eu te vi...
Num repente, eu me apaixonei
E, passei a desejar-te, só a ti...

Bati na porta do teu coração, e entrei
Tão feliz, nunca antes, eu me vi...
E, logo, para a minha vida, eu te convidei
Olhei em teus olhos, peguei tua mão e sorri

Amor, tu nem sabes, quando eu te olhei
O que, aqui, no meu coração, eu senti
Por cima de ti, mil estrelas, derramei
Entre todas elas, a mais brilhante, eu te vi

Quando estou contigo, meu amor, eu navego
Através da atmosfera, de um belo paraíso
E, nem é preciso, assim, uma grande espera
Para que eu, logo, perca este meu juizo...

apsferreira
 
A Uma Pessoa Especial

Será, Que Tu Te Apercebeste, Meu Amor?

 
Será, Que Tu Te Apercebeste, Meu Amor?
 
Será que tu deixas, meu amor,
que, com doces palavras de paixão e de fervor,
eu descreva esta Paixão
que tomou o meu coração,
eu descreva este meu sentimento de ardor,
e te mostre as suas belas madeixas,
as deixas de um ardor que eu sinto por ti,
e que, com ele,
esta minha pobre vida, eu subverti?

Será que eu posso falar-te deste sentimento, meu,
mas tão nosso,
que tomou a minha Alma de repelão,
e que a lançou numa verdadeira dança,
de amor e de paixão,
e que relança este meu coração,
pelos trâmites do amor
e nele esboça esta louca vontade, que eu tenho,
de te sorver com todo este fervor e empenho?

Será que tu consegues te aperceber,
que tu largas fogo em meu coração,
e que tu o deixas completamente a arder,
no mais puro ardor de uma paixão,
com tal fervor, meu amor, que, de antemão,
o faz perecer,
neste seu louco desejo de te ter?

apsferreira

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Será, Que Tu Te Apercebeste, Meu Amor?

A Cor da Vida

 
Tão triste, que vive esta minha alma
Oh, como ela vive tão só e reprimida
Por ter esta pretensão, que a espalma
De querer ter-te no seio da minha vida

Como eu apelo-lhe a que tenha calma
Para que ela não se veja tão deprimida
E ela grita-me que esta vida a desalma
E que, por isso, ela vive tão entristecida

Ela diz-me que vive em grande pavor
E que o verdadeiro horror da sua vida
É a sua dor ter uma cor, assim, garrida

É que ela não o sabe, minha querida...
Sem ti, esta vida não teria qualquer cor
Nem a própria cor teria qualquer vida...

apsferreira

(poema dedicado)

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A Cor da Vida

Eu Quero-te, Muito...

 
Ah, como eu sonho
Com esse teu corpinho todo desnudado
Com contornos tão bem feitinhos...
E, eu sinto um desejo medonho
Um desejo danado...
De o inundar com beijinhos
De um e do outro lado

De o cobrir com carinhos
Que brotam do meu coração
Com todo o amor
E plenos de paixão!

apsferreira
 
Eu Quero-te, Muito...

Paixão

 
Paixão
 
Paixão

Em quantos sonhos, eu já te sonhei...?
Em quantos beijos, eu já te imaginei...?
E, quantas coisas boas eu já desejei...?
Quantas...? Quantas...? Eu já nem sei...!

apsferreira
 
Paixão

A Verdade de Um Amor

 
Como é bom ver-te feliz, na tua Alma,
e a fluir livre no teu espaço...
Como é bom ver-te, serena e calma,
edificando a vida, passo a passo,
cimentando o passado,
alicerce do teu futuro,
com um amor desmesurado
sempre tão dedicado e puro

Como é bom ver o teu entusiasmo,
um orgasmo de dedicação,
que quase causa um espasmo
ao teu doce coração
quando tu vês como são perfeitos
os enfeites dos teus feitos.
E, como eles enchem-te de paixão...

E, como é bom ver-te a vir beber
de águas que fazem-te renascer
e que te lavam aquelas mágoas
que fazem a tua Alma perecer
e que, no seu duro caixão, eram as tábuas

Como é bom sentir o teu amor
por tantos anos encarcerado
a retomar um inigualável esplendor
de um coração puro e dedicado
sempre tão doce e amável
e pleno de furor...

Como é agradável ver-te assim, Meu Amor

apsferreira

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A Verdade de Um Amor

O Teu Corpo

 
O Teu Corpo
 
Dedicado a Andrea Botelho

Tu és o papiro - folhas virgens
Onde eu lavro os meus poemas de amor
Onde eu derramo as minhas vertigens
Sempre que eu te possuo, sem pudor

apsferrera
 
O Teu Corpo

Quero-te

 
Eu sou o prazer do parto
Das palavras obscenas
Que se irradiam de paixões
Mesmo, das mais amenas
E que inibriam os corações

Deixa-me acarinhar o teu corpo
Tão delicado,
Tão sedento do pecado
Tão carente de emoção
Tão imerso na paixão

Agora
A cada dia
A incerteza
A agonia
Implora
O querer
Te ter
Sem demora...

apsferreira
 
Quero-te

Aos Amigos que estão de partida do Luso

 
Meus queridos amigos,

Eu compreendo bem a vossa posição, de onde resulta a vossa saída do Luso. Desde há algum tempo, meia dúzia de arruaceiros, resolveram tomar conta do Luso, para poderem ter a visibilidade que não conseguem, usando o mérito da sua escrita, apenas.

Sentiram-se frustrados por não conseguirem ultrapassar a sua mediocridade, e resolveram "limpar" o site de quem lhes fazia sombra.

Parece, que há uma certa reserva em se citar os nomes, dessa gente miúda sem escrúpulos, que, através de comentários extremamente agressivos e de deplorável índole, tenta destabilizar as pessoas que frequentam o Luso Poemas, para que estes, sentindo desvirtuados os objetivos que os levam a voltar aqui todos os dias, optem por abandar o Luso Poemas.

Pois, nesse papel imundo, eu tenho visto, da Turminha do Amendoim, dois usuários e uma comparsa, um trio subejamente conhecido por assumirem um papel degradante, neste site, principalmente, sendo que um deles o parece fazer por se sentir subjugado por uma atração homosusual pelo outro, quiçá, uma carência sentimental que o tornar uma pessoa dependente da pessoa do outro. Infelizmente, eu fui convidado, pelo dono do site, a retirar os seus nomes, nomes estes, que toda a gente sabe de quem são. É o tapar do sol com a peneira, mas enfim... Eu espero que um dia cresçam e amadureçam.

Só lamento que a administração do Luso permita a prática do insulto gratuito no site, deste modo completamente aberto, ou ligeiramente camuflado. A bem do vosso site, tudo tem um limite - que seja no razoável, então.

Caros poetas que já anunciastes a vossa saída, pessoas que eu tanto admiro, amigos de verdade, eu também me vou daqui, por as mesmas razões. Já desde há algum tempo que eu estou a refletir sobre isso. Então, eu aproveito a vaga... Apenas, irei ficar mais um - dois dias, talvez - para despedir-me pessoalmente dos amigos que me são mais queridos.

Que os nossos caminhos se cruzem, por aí...

Eu também vou manter vizível a minha participação no site, até esta data, embora, eu não pense postar mais nada aqui.

apsferreira
 
Aos Amigos que estão de partida do Luso

A Irracionalidade do Amor

 
A conclusão a que eu chego, minha querida,
É que tu és a vertente mais irracional da minha vida
Uma vertente demasiado tangente,
Para que possa não ter sido calculada
Cuidadosamente...

Eu não consigo, então, entender
Por que razão tu me deixas o coração,
Neste sem fim de arder,
E, porque tu fazes-me sentir-me carmim,
E com a minha Alma, assim, descompensada...

Como hei de eu perceber, então,
Por que razão tu me causas tal sensação
Tão abismal
Mas tão visceral...
Tão humana, mas, tão animal
Que me deixa, de antemão, vidrado...
Completamente abasbacado...

E qual o porquê deste sentimento, que eu tenho por ti,
Ora, magistral, ora, de pecado,
Como outro, assim especial, eu nunca antes vivi
Ele é tão doce, mas tão complicado,
Pois, que ele é tão velado, como celestial...?
Ele tem um trinado fenomenal...

E eu fico, cá, a me perguntar, afinal,
Porque eu te vejo, essa pessoa tão especial
Porque o teu toque me faz sentir, assim,
A voar...
Por um mundo tão irreal,
E neste frenesim, sem parar...

Porém, um Mundo tão apetecível
Onde o amor é a única lei credível, que ele tem
E o teu corpo a sua única grei
A tua Alma um elixir luxuriante
Que, ao meu coração, faz bramir
Neste seu estado de paixão exuberante

É..., eu tenho que convir
Que eu não consigo entender
Que eu não consigo minimamente discernir,
O que tu fazes, em mim, acontecer...

Eu não consigo compreender o porquê
De, num mundo, onde tanta coisa emocionante se vê,
E segundo o semblante que convém
Que, para mim, não haja nada mais sonante,
E que eu não consiga, para além de ti, ver mais ninguém...

apsferreira

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A Irracionalidade do Amor

Coração de Mulher

 
Este amor, que a minha vida tão bem enfeita
E que me deita sobre belas nuvens cor de rosa
Dá-lhe uma afabilidade de um tal modo gostosa
Que, a esse amor, ela, a cada dia, mais se ajeita

Pois, é em essa sua alma bela, que é tão briosa
Que este meu coração se acolhe, que se deleita
Que se recolhe da cruel dor, quando ela espreita
É onde encontra o amor, dado de forma garbosa

Sem exageros, ou, sequer, de vã forma fantasiosa
Acolhe-me, essa tua doce, serena alma de mulher
Que, pelo meu coração, sã alma celestial foi eleita

Pois, ela nunca me magoou, ou fez qualquer desfeita
E dá-me um tão terno amor, sem nada pedir, sequer
Essa alma de mulher tão doce e meiga, tão carinhosa

apsferreira

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Coração de Mulher

Eu amo-te...

 
Eu amo-te,
pelas palavras
que tu me dizes,
com tanto carinho
cheias de amor
tal como tu as fazes, chegar até mim

Eu amo-te
com todo o fervor
naqueles ternos momentos
em que tu me abraças
revestindo assim a minha vida
de um aveludado cetim

apsferreira
 
Eu amo-te...

Eu Viajo com o Teu Sorriso

 
Eu viajo na doçura do teu sorriso
Em suaves nuvens de um róseo algodão
Como se mais nada me fosse preciso
Que o doce segurar-me de tua mão

Assim, eu entrego-me a esse teu sorriso
Pois, que ele tão docemente me apraz
Afasta a turbulência de um Mundo impreciso
Um Mundo cruel e tão imundo
Que, por vezes, eu chego a vê-lo narciso
No modo conciso como, a minha alma, ele desfaz

apsferreira

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Eu Viajo com o Teu Sorriso

O Dia em que O Sol Brilhou

 
Logo, reparei, que naquele dia
O sol tinha um brilho diferente
E, num mundo de gente insolente,
A sorrir, toda a gente, só eu via...

Ah, tanto, que eu olhava, em redor
E eu não conseguia compreender
Como poderia haver gente a sofrer
Pois, eu nunca me sentira melhor

O meu coração batia, acelerado
E tudo o que, naquele olhar, eu via
Era um ar tão doce - apaixonado
Iluminado, por o sol daquele dia

E foi então que, a mão, lhe estendi
E eu lhe disse, com a voz a tremer
Nunca gostei de alguém, como de ti
Eu amo-te e, para sempre, quero-te ter

E aquele seu sorriso lindo, iluminado,
Que há pouco ostentava o brilho do sol
Recolheu-se, tal, como se fora um caracol
Na sua carapaça - fugido - como assustado

E ela disse-me, com um ar de compaixão
No coração, eu sempre te trago, comigo
(Logo, eu senti a fugir-me, o meu chão)
Gosto tanto de ti, mas apenas como amigo...

E de imediato veio o prémio de consolação
Carregado, numa frase que eu já a odiava
Acredita, que se eu mandasse no coração
Sem dúvida, que era de ti, que eu gostava

E como se tal não bastasse, arrematou:
Estou certa que logo, logo, na tua vida
Vai surgir-te uma pessoa bem querida
Pois, mereces bem melhor, do que eu sou

Eu não conseguia, nem de perto, entender
Tais coisas absurdas, que ela estava a dizer
O amor, seu, era tudo o quanto eu pretendia...
Que acontecera ao brilho do sol, daquele dia?

apsferreira

Poema de Estados d`Alma:
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O Dia em que O Sol Brilhou

Assim, sente A Alma Do Poeta

 
Assim, Sente a Alma do Poeta

A vida minha
Será imaginação apenas
fragilidade...!
AMOR É NESSECIDADE!
é Poesia em desalinho...
Grite-se!
o Ressentimento...
Eu gritarei até que a voz me doa
Que Rime o final!
Soará como o Sopro do Deserto
Frio como um Diamante
É a fissura Entre Eu E Eu
Quero
Tal, Água sobre Água
Flores de Papoila
Vem, preciso de ti
Porque é Natal

apsferreira
 
Assim, sente A Alma Do Poeta

Ouve, Meu Amor...

 
Ouve, meu amor...
Vem, até mim, minha querida
Pois, eu já não sei
Se, em meu coração, arde uma cruel ferida
Ou, se ele flutua na candura do algodão

Eu já não sei, qual a lei que nele impera
Qual a lei que lhe norteia a vida, e que tanto a altera
E que lhe dá esta cor tão garrida
Tal a cor das agruras de uma paixão...

Vem, meu amor,
Pois, eu já não sei, se isto que eu sinto,
Se é uma doce loucura,
Que em meu coração perdura,
Envolta em inebriantes vapores de absinto
Tal, um doce mal que não tem cura
De escarlates sabores, e de odores vermelho tinto
Um híbrido do amor e da paixão
Que se terá perdido, algures, no labirinto
Das entranhas de um meu querer faminto, em erupção
Que me extravasa , em muito, o instinto
E aniquila-me a razão

Ou, se tudo não passará, de um fruto da tua doçura,
Que, de um modo cru e sucinto,
Me embevece a Alma, pela sua candura
E entorpece o meu coração...

apsferreira

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Ouve, Meu Amor...

Poema de Amor

 
Ah, como é bom acordar
A pensar em ti, meu amor
A sentir o amor no ar
Este desejo de te amar
De te possuir, com fervor

apsferreira
 
Poema de Amor

Não deixes-te ficar triste...

 
Não deixes-te ficar triste...
 
Não deixes-te tomar por a tristeza...
Não deixes-te ficar triste, assim, não!
Não deixes-te tomar por a tristeza,
pois, tu sabes com certeza
que o amor existe...
Que enche-nos o coração...,
e tu com toda a certeza já viste,
que, quando ele nos assiste,
a nossa vida transborda de beleza

Há melancolia no teu olhar
E tanta passividade no teu estar...
Vem...
Vem até mim...
Dá-me a tua mão
Deixa-me abraçar-te
E escuta o terno compasso do meu coração
Abraça-me daquele jeito
E apertar-me bem forte contra o teu peito
De modo a que tu possas ter a certeza
Que toda essa tua tristeza
Não vale a pena, não...
Porque o amor sempre persiste...

Então, não te deixes ficar assim triste...,
Insiste!
Insiste...

apsferreira

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Não deixes-te ficar triste...

apsferreira