Prometo sim… Prometo… Desviar-me das curvas derrapantes Onde repousam as inúteis insônias Que se inflamam nos meus olhos. Já não sustenho esses sonhos estranhos Roucos silêncios mórbidos Sórdidos Indecorosos A inflectirem o meu caminho.
Não é por ti, Não…. É por mim…!
…Eu que sou como a artéria obstruída que depois do enfarte anula O óbito, para renascer! Prometo reprimir esses desvarios Com esfaqueamentos certeiros Às estrelas que luzem nos teus olhos.
Protótipo ideal é sentir… Que o que juro não é mentir…!
Prometo deixar meus sentimentos Finalmente suspensos por uma tênue linha Que desvirtua o desejo Desse beijo, ah desse corpo E da vontade que tenho em te abraçar!