opto ou dou ao poema a opção de suicidar-se. se ele desejar pactuo; mato-o e mato-me... quem sou para discordar. por ora preciso de ar deixar-te finito num voo sobre os prados em flor; pôr olhar fixo ao monte, aventar desterro abrupto qual Fênix a quebrar-se em sacrifício desse amor. Boinu não mais anunciou alvissareiras mensagens. dou-me aos grilhões da dor, já se faz antecipadamente incerto; impossível renascer. o sol reduzir-me-á no magma, e o vento do mar, meu mar que me soa eterna melodia, que me espalhe em cinzas, que me lembre em canções.
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