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Lisboa
em
Voz aos Poetas
(08/05/2008 10:12:39)
Lisboa é este espanto
de velhos sonhos sobre o rio
e o namoro do sol com as casas.
Verso eterno sempre novo
deste povo que eu canto
música de vozes e asas.
Luís Filipe Maçarico (Lisboa, Asas de água)
Quem plantar amizade... Vai colher a flor!
em
stoneartportugal
(08/05/2008 00:05:01)
Plante no quintal de tua vida
Uma muda de amizade
Cerque, proteja e cuide
Para que nada de mal aconteça.
Adube a terra, alimente, regue
Cultive a planta num laço
De confiança e respeito.
Seja paciente, saiba esperar...
A Primavera vai chegar!
Por certo, surgirão as flores
As borboletas e as joaninhas
A colorir o teu pedacinho de quintal.
Observe a delicadeza das fores
Sente o perfume, brinque na alegria
Das borboletas...
Veja como é lindo o teu jardim!
Quando a Primavera for embora...
E o verão chegar, fique atento
Proteja a planta do sol castigante
Não a deixe murchar. Hidrate...
Resgate sua beleza, ofereça
Um pouco mais de atenção!
Repare que, com o tempo
Alguns brotos vão surgir
São frutos da tua dedicação, junte
Várias mudas, replante todo o teu quintal.
Redobre os cuidados
Para que nada de novo aconteça e deite
Na certeza de que outras Primaveras virão.
Em tua vida...
Um mar de flores te espera!
E, guarde deste tempo...
As saudades das tantas amizades
Que neste jardim você cultivou.
Poema de Paulo Coelho
GPS do coração
em
stoneartportugal
(06/05/2008 22:14:47)
Dei ao GPS o teu nome
Ele fingiu não ter ouvido
Em vez de me dizer por onde
Cantou-me a canção do bandido
Insisti dando-lhe a tua morada
Em outra língua me falou
Que, por ti, era enganada
Pois outra aquela morada perguntou
Disse que o deitava fora
Se outra morada me dissesse
Levou-me então embora
Sem que nada me prometesse
Chegamos então a uma praia
Dando-me ele as coordenadas
Com as rodas escreveu na areia
O nome das tuas namoradas
Olhei para o mar e pedi
Que me ajudasse a compreender
Pensava que era única para ti
Que só a mim me irias querer
O mar a onda baixou
Trazendo a espuma às minhas lágrimas
E com calma me explicou
Que era ali que as beijavas
Existe sempre algo que nos guia
Muitas vezes contra qualquer razão
Dê sempre ouvidos e sorria
Ao GPS do coração...
Poema de Vanda Paz (Tália)
Ainda as vésperas
em
Sentimentos
(06/05/2008 22:52:03)
Hoje vou postar alguns dos passos na confecção dos bolos de véspera.
Aqui meu marido a misturar os ovos e açucar.
De seguida o leite misturado com a manteiga e o sal.
Aqui eu a misturar a farinha com o fermento.
Depois de amassado no alguidar,vai para cima da mesa,e vou fazendo assim ao comprindo,depois é cortado na largura,tudo misturado outra vez,e assim até a massa ficar toda igual.
De seguida faço estas bolas de 1,200gr e está pronto a começar a sovar a massa.
Aqui o meu marido a sovar a véspera.
Aqui já estendi a véspera,chavei e fiz os buraquinhos.
Aqui as vésperas já estão a levedar,até ficarem quase com o dobro de tamanho.
Aqui já no forno.
E aqui a primeira a sair do forno.Espero que tenham ficado com uma ideia de como se faz,e o trabalho que dá.Como este post já vai longo deixo beijinhos para vós amigos , até breve.
Sentimentos
em
Poesia de Paulo Afonso
(06/05/2008 21:45:01)

(Foto de: Sue Anne Joe)
De ciclo em ciclo
Viajo anónimo
Acorrentado e livre
Preso á emoção
Não sei quem sou,
Não sei aonde estou,
Nem sei se fico ou vou,
Á procura da razão.
Busco... e fujo
Para encontrar a causa da decadência
Num firme (com) passo
Ergo cada evidência
Lutando contra o meu próprio cansaço.
Tenho restos da minha angústia
E então sei quem sou...
Não que o meu rosto, sorria
Nem que seja ilusão
São poucos os momentos
Que exprimo os sentimentos
Espalhados aos ventos
No caminho da minha noção.
Vim da adolescência
Passei por sentimentos peculiares
De tão tradicional família pertencer
Dizem-me ?vais vencer?.
Não venço nem sou vencido
Porque não estou a competir
Nesta vida, imperceptível
Onde se é lembrado e esquecido
Numa nostalgia profunda
Que constantemente está a chegar e a ir
Coberto de um aroma pomposo.
Não tenho arte
Mas tenho instinto
Não tenho medo
Mas tenho amor
Não tenho fama
Nem tenho drama
Mas tenho dor.
Preciso de um abraço
Porque ele é o laço
Que nos une
E que nos resume.
Não tenho estratégia
Nem sou a porta de qualquer tragédia
Quero ser a noção...
Que separa da mentira,
A verdade
Numa perspectiva da realidade
Na construção da felicidade
Quero ser desta sociedade
Ser... Em qualquer ocasião.
In ?Vinte e Cinco Minutos de Fantasia?
Ave Costeira
em
Esta Lua declama... também poesia!
(05/05/2008 23:37:09)

Retenho sonhos no meu pensamento
Que escrevo no livro aberto do meu peito
Cravando-os com insígnias da vida
E projectando-os no universo duma Estrela.
No orvalho dum sonho por sonhar
Sou pássaro que migra entre o sonhar e o despertar
Voando por entre vidas fantasiadas
Não deixando que morram as minhas asas.
Bebo e me alimento nas águas do Mar
Banho-me e sonho nas águas pouco doces dum Rio
Sou livre mas tenho penas por não amar.
Incessantemente, busco terra litoral
Onde possa deambular de ninho em ninho
E também possa, ser ave costeira de coração livre e de sal.
PALAVRAS COM MÚSICA (Paulo Gonzo c/ Lúcia Moniz - Leve Beijo Triste)
em
A VIDA DAS PALAVRAS
(05/05/2008 22:08:27)
Viagem
em
Poesia de Paulo Afonso
(05/05/2008 21:45:00)

(Foto de: Ron Adair)
Tão só,
Na solidão do acto
E eu não parto
Para parte incerta, de facto.
Tão só,
Na solidão do que me resta
Em que nada me presta
E na parte do facto
Existe a parte
Que de incerta
Tem a solidão do acto
Parto...
De facto,
Tão só.
In ?Vinte e Cinco Minutos de Fantasia?
COMO AS ASAS DE UM CISNE SUBMERSO
em
A VIDA DAS PALAVRAS
(05/05/2008 20:19:50)

Esta noite é o desafio supremo
Podias atar o meu coração ao teu
Derrotar a escuridão
Deixar-te guiar pelo rio desta vida
Ao sabor de um simples remo
Deixar tua jangada vencer
Essa parede pesada de folhas molhadas
No cruzamento da noite: carvão preto de sonho
Deixar o teu e apanhar o meu jeito
De menino homem medronho
Suportar o aperto que bate no meu peito
Como as asas de um cisne submerso
Para que o nosso sonho pudesse responder
Às perguntas das estrelas do céu
E ao sabor doce deste verso
Foto: the Guardian. Dominique Heidy
(olhares.aeiou.pt)
Vésperas
em
Sentimentos
(05/05/2008 18:49:59)
Aqui os bolos,ou vésperas já cozidos,e o rolo um pau que faço uns buracos nas vésperas,e o chavão com a coroa do Espírito-Santo de um lado ,e no outro uma espiga,assim que der vou tirar com elas cruas e estendidas a levendar.
Como vos disse ando muito ocupada a fazer estes bolos que se dão nos Impérios do Divino Espírito-Santo tradicão cá da minha ilha-Pico-Acores.
Durante esta semana e alguns dias da outra semana andarei ocupada a fazer estas vésperas,ou bolos como lhe chamam também.
Beijinhos para todos vós amigos
,e até breve.
---
em
T u r t l e M o o n
(05/05/2008 14:45:18)
* Meu aniversario *
em
Site de Poesias
(05/05/2008 04:00:00)
Um exemplo de amor que devemos tatuar no coração eternamente!
Obrigada querida Vania por resgatar os valores da inocência!
João Vitor e menina
Isabela...
Crianças saudades de você...
Crianças que não sabemos onde está a lei...
Que como uma antiga canção diz num refrão...
Cuidar as
crianças de nosso Brasil...
Ciranda cirandinha...Vamos todos cirandar!
E que no futuro,..Está canção, todos venham escutar!
Parabéns Fada
Madrinha!!
Fantasias a criar e eu vou com você...
Neste teu mundo encantado...
Neste país de fantasia de universos paralelos...
Por você eu grito S.O.S criança inocente...
De sonhar tão mágico onde ficou teus passos...
Um dia...
em
Last Good Bad Idea...
(05/05/2008 01:41:37)
Outrora, os dias eram de força....o azul do céu imperava e o vento abraçava-me com alegria e com
vontade......hoje.....bem, hoje...os dias nascem cansados....o azul, encontra-se escuro e o vento apenas abana a dor que à vontade abraça a minha alma...
PALAVRAS COM MÚSICA (Pedro Abrunhosa - Eu não sei quem te perdeu)
em
A VIDA DAS PALAVRAS
(04/05/2008 23:55:36)
VIAGENS
em
A VIDA DAS PALAVRAS
(04/05/2008 23:19:20)

Pensamentos silenciados, fumegantes
Em territórios de alfazema e alecrim
Luzes verdes cintilantes parecem falar de mim
Sons intermitentes, beligerantes
Não há nenhuma outra forma de viajar no tempo
Do que fazer o tempo chupar a memória
Alojada nesse cantinho efémero da nossa história
Por caminhos de infância como passatempo
Saro ao sol velhas feridas por sarar
Descoso o bolso das pedras das lembranças
E das minhas desditas heranças
E posso enfim respirar as melodias do olhar
Foto: allegro ma non troppo - Henrique Alfonso Triviño
(olhares.aeiou.pt)
Cansado
em
Poesia de Paulo Afonso
(04/05/2008 21:45:01)

(Foto de: Nour Eddine El Choumari)
Acordei cansado. Desta vida inusitada! As viagens diárias à montanha com o meu rebanho. A labuta, que se repete e que cansa?
E a escrita que ocupa os meus vazios quando tanto preciso deles. Vou parar!
Algo ficará para trás. Um dia até eu ficarei?
Tudo tem um fim, e o meu, quem sabe, se não é assim?
Por ora, importa parar, para poder repensar esta vida e dar-lhe um verdadeiro sentido.
Até já!
in: diário de um pastor
Tempo de execução 0.539 seg












