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        <title>Luso-Poemas</title>
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        <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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            <title>Dezembro 2008 - Pedra Filosofal</title>
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            <description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magda... conhecem? E a Pedra Filosofal? Naturalmente, todos conhecem.&lt;br /&gt;Pois é, é este o derradeiro destaque do Luso (pelo menos no formato actual). Não há distinção mais merecida nem pessoa mais merecedora do que esta, que é colaboradora, foi moderadora e administradora e é, sem qualquer dúvida a pessoa mais presente do Site. Empenhada, sem gostar de deixar as coisas penduradas, foi durantes largos &lt;br /&gt;períodos o peso e contra-peso do funcionamento do Luso-Poemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedicou-se e continua a dedicar-se a este espaço, com empenhamento raro, com uma militância tal que nos transforma, facilmente, em culpados de fazer pouco. &lt;br /&gt;Não se trata de um elogio, trata-se sim de uma constatação: a Pedra Magda Filosofal é magna, é, sem ponta de dúvida, uma pessoa ímpar e de excepção. &lt;br /&gt;Na noite da entrevista pescámos o Freud que andava a nadar por ali e transformá-mo-lo no convidado surpresa para entrevistar a nossa ilustre. O rapaz  juntou-se aos “perguntadores”, improvisou e o artigo resultou no que vão ler em seguida, logo depois da pequena autobiografia da Pedra.</description>
            <pubDate>Fri, 05 Dec 2008 18:10:00 +0200</pubDate>
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            <title>Novembro 2008 - Flávio Silver</title>
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            <description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pescador de terras e lavrador de mares, tem o dom de purificar pensamentos pela mestria da frase, onde a palavra em orgasmo, pela crítica sublime e em apoteose, nos canta o hino do amor e da clarividência.&lt;br /&gt;Flávio é daquelas descobertas que nos faz pensar que estamos mediante um simples vitral, quando na verdade se trata do mais refinado dos diamantes. Um estilo muito próprio faz da sua escrita algo de supra maravilhoso, num estilo deveras fantástico, sem no entanto deixar de nos transportar entre a realidade crua e nua e o belo do mundo onírico, que medeia o melhor entre o sonho e a realidade.&lt;br /&gt;Flávio é um escritor como poucos, consagrado pelo que é e não pelos canones do saber instituído.&lt;br /&gt;Existe uma nova vaga de (alguns) escritores de novos afectos e cunho ao novo século e paradigma civilizacional em que vivemos, e Flávio é sem dúvida um porta-estandarte desses novos valores que ajudam a humanidade na sua busca incessante da descoberta de quem somos e nessa descoberta o podermos sonhar ir mais além no conceito que faz do homem o ser humano que não é mas que se deve tornar.&lt;br /&gt;Flávio não é, é.&lt;br /&gt;(Texto de José Lourenço (jsl) a ser incluido no próximo livro: “sou um louco que sabe tocar acordeão”)</description>
            <pubDate>Sat, 01 Nov 2008 00:00:00 +0200</pubDate>
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            <title>Outubro 2008 - Ibernise</title>
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            <description>Introdução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês de Outubro, o destaque Luso é a Ibernise. Sem margem para dúvidas, é alguém que merece todo o carinho deste sítio e de todos os seus utilizadores. É uma autora assertiva, de grande capacidade literária e interactiva com, o que são, as várias vertentes do Luso-Poemas, colhendo simpatias, mantendo-se à margem de polémicas, revelando um low profile que a engrandece e afirmando-se como uma força viva da escrita de expressão portuguesa, no sentido mais lato. &lt;br /&gt;É um enorme orgulho partilhar o espaço com a Ibernise e é, com uma certeza igual que a elegemos como o destaque deste mês, deixando aqui a sua fotografia e convidando todos a visitar alguns dos seus trabalhos através dos vários links referenciados. &lt;br /&gt;Fazem também parte deste trabalho, quatro músicas dos Scorpions, porque sabemos que a Ibernise é admiradora confessa da banda. Assim e para quem quiser, damos a possibilidade de enquadrar a leitura com o som de eleição da nossa ilustre destacada.&lt;br /&gt;Deve-se uma referência importante à entrevistadora convidada, a Luso-Poeta Tânia Mara Camargo, que amavelmente e com grande entusiasmo acedeu em participar deste trabalho. O nosso reconhecimento e agradecimento à Tânia pelo seu contributo valioso.&lt;br /&gt;Ficamos, então, com a entrevista, precedendo-a de uma pequena autobiografia da autora que ela intitulou de &quot;Autobiografia estendida de Ibernise&quot;. Desfrutem desta maravilhosa Luso-Poeta.</description>
            <pubDate>Fri, 03 Oct 2008 18:10:00 +0200</pubDate>
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            <title>Setembro 2008 - Cleo</title>
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            http://www.luso-poemas.net/modules/smartsection/item.php?itemid=310</link>
            <description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No universo dos Luso-poetas, a nossa escolha para luso do mês de Setembro recaiu sobre uma poetisa de presença discreta mas que deixa a sua marca em todos quanto a lêem. Numa escrita etérea em sentimentos e por isso expressiva, sempre acompanhada por uma imagem e um vídeo, o que a torna num expoente diferente e com uma força que nos envolve. Provavelmente estaremos perante uma poetisa que cria uma nova e assumida forma de estar na poesia e em concreto no nosso espaço.     &lt;br /&gt;Depois de tanto dar ao nosso site, a escolha da Cleo é um destaque merecido e é uma escolha, na nossa opinião, que não deixa margem para qualquer dúvida. Com esta entrevista pretendemos dar a conhecer a pessoa por detrás da escrita.&lt;br /&gt;Nesta conversa de amigos, onde não faltaram os bolinhos e o chá, ainda contámos com a presença da Mel de Carvalho como convidada.&lt;br /&gt;Esta entrevista, que tanto nos deu prazer, quer pela poetisa quer pela pessoa excepcional que revela ser, começa então pela biografia da Lurdes ou Cleo, como é conhecida neste mundo da Internet.</description>
            <pubDate>Sun, 31 Aug 2008 10:00:00 +0200</pubDate>
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            <title>Julho 2008 - Henrique Pedro</title>
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            <description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste mês de Julho, foi eleito o Henrique Pedro como o destaque do nosso Luso-Poemas. A escolha não é desprovida de fundamento, foi consensual e não é mais do que uma justa homenagem a um autor que nos tem dado muito de si. &lt;br /&gt;O Henrique, desde o início, sempre foi algo envolto numa aura de mistério embora, ao mesmo tempo, se mostrasse interventivo e opinador nas mais variadas discussões ou temáticas. &lt;br /&gt;Nesta conversa, que nos tomou algumas horas de amena, cordial e saudável convivência, descobrimos um escritor que também é um homem de família e de sólidos princípios. Não foi uma surpresa, foi a confirmação do que todos sentíamos com grande certeza. &lt;br /&gt;Uma entrevista a ler que é introduzida por uma farta e elucidativa nota biográfica. Deixamos, então, a todos, um Henrique que se vos oferece tal como ele é.</description>
            <pubDate>Sat, 12 Jul 2008 10:20:00 +0200</pubDate>
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            <title>Junho 2008 - António Paiva</title>
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            http://www.luso-poemas.net/modules/smartsection/item.php?itemid=234</link>
            <description>Introdução&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O António Paiva aparece, neste espaço, no início de Agosto de 2007 e, imediatamente, mercê da indiscutível força e beleza da sua escrita, tornou-se uma referência incontornável do Luso-Poemas. Goste-se ou não é um autor impossível de ignorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem o visita no site ou lê os seus livros e intervenções, vê uma pessoa que não se esconde e de posições marcadas, vê, no fundo, o mesmo individuo que se mostra ao vivo (como pudemos comprovar no I Encontro Luso). &lt;br /&gt;“Interesses: ser útil”, é o que reza no seu perfil e, nós, os Luso-Poetas, os que o lêem e os miúdos das escolas em que já se mostrou, agradecemos e sublinhamos a sua forma única de estar na escrita e com a escrita... obrigado por seres útil António.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma referência ao Freudnãomorreu, uma vez que foi o entrevistador convidado e que, no seu estilo muito característico, temperou esta magnífica conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos com uma pequena auto-biografia do António Paiva e com o trabalho que resultou da conversa:</description>
            <pubDate>Wed, 11 Jun 2008 23:30:00 +0200</pubDate>
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            <title>Maio 2008 - Ledalge</title>
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            http://www.luso-poemas.net/modules/smartsection/item.php?itemid=201</link>
            <description>Introdução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A Ledalge apresenta-se aos leitores como alguém que vive e ama a escrita, como mãe extremosa e mulher de corpo inteiro. Não temos a mais pequena dúvida que assim é, afinal de contas, basta lê-la. &lt;br /&gt; Nesta entrevista a poetisa, qual Florbela (sobre quem assume a admiração), que se dá ao leitor com toda a força e eloquência, desnuda-se de uma forma sincera e única. &lt;br /&gt; A Núria que se veste de Ledalge, a poetisa que se reveste de magnífica sonetista mostra-se como nunca se mostrou, com todas as manias e virtudes, neste espaço de justo destaque onde, a vontade é largamente ultrapassada pela necessidade de lê-la.&lt;br /&gt; Nesta conversa, tivemos como elemento convidado a nossa empenhada e querida Pedra Filosofal.</description>
            <pubDate>Mon, 12 May 2008 18:30:00 +0200</pubDate>
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            <title>Abril 2008 - José Torres</title>
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            http://www.luso-poemas.net/modules/smartsection/item.php?itemid=143</link>
            <description>Neste meio, onde a criação é mãe de filhos incontáveis, destacamos, no mês de Abril, o Luso José Torres. &lt;br /&gt; O José é um daqueles que não tem par, é tão único que não se dilui entre os demais. Sem cair em elogios de vento poderemos dizer (e por certo todos concordarão) que este autor faz parte de uma escola de auto-didatas muito rara o que é realçado na forte personalidade da sua escrita. &lt;br /&gt; O autor tem, até agora, um livro publicado com o título: “A tristeza matou os peixes que nadavam nos teus olhos”. Esta obra aparece identificada e pode ser solicitada através do Luso-Poemas em: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.luso-poemas.net/modules/news_04/article.php?storyid=29&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De carácter rijo, com posições e opiniões marcadas, sabedor do que é estar em comunidade, é sem dúvida o destaque que se impunha no actual contexto do Luso-Poemas. &lt;br /&gt;Nota, ainda, para o Luso Alemtagus, que foi convidado (na sequência do que aconteceu anteriormente com a Rosa Maria) para fazer parte da equipa de “conversadores” para esta entrevista.&lt;br /&gt; Ficamos, então com uma pequena auto-biografia e com a conversa que tivemos com o José Torres:</description>
            <pubDate>Wed, 09 Apr 2008 23:10:00 +0200</pubDate>
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            <title>Março 2008 - Paulo Afonso</title>
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            http://www.luso-poemas.net/modules/smartsection/item.php?itemid=84</link>
            <description>O destaque de Luso-Poemas para o mês de Março é o Paulo Afonso. Não por ser administrador do Luso (de facto, por sê-lo esteve para não ser o escolhido), não por ser amigo de ninguém em particular mas por ser amigo de todos de forma desinteressada e fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querermos cair no elogio fácil, devemos dizer que o Paulo Afonso é, indiscutivelmente, uma figura incontornável deste sítio, tanto pela sua escrita como pela sua postura correcta e conciliadora. Se tivéssemos que sublinhar as suas maiores qualidades, essas seriam, garantidamente, o voluntarismo, a correcção e a grande capacidade para ouvir/ler. Estas qualidades humanas aparecem fortemente imprimidas na sua escrita. &lt;br /&gt;Quem lê o Paulo Afonso, atesta facilmente esta verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta entrevista introduz-se uma nova nuance. A partir de agora, para além dos elementos usuais em cada entrevista, passará a haver um entrevistador Luso ou Lusa convidado. O primeiro nessa qualidade é uma primeira. A Rosa Maria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos, então, com uma pequena biografia do Paulo e com a conversa que tivemos com ele.</description>
            <pubDate>Mon, 10 Mar 2008 19:50:00 +0200</pubDate>
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            <title>Fevereiro 2008 - Isabor Navarro</title>
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            http://www.luso-poemas.net/modules/smartsection/item.php?itemid=79</link>
            <description>A Isabor Navarro que é também Sandra, caiu no Luso-Poemas por acaso (ela confessa-o mais à frente). Se analisarmos a sua escrita e se olharmos para sua forma de estar, sem muita dificuldade nos apercebemos da elegância da personagem e da força da pessoa que está por trás. &lt;br /&gt;Sem dúvida, que ao convidá-la para ser o destaque do mês, o fizemos conscientes de que estávamos a fazer política, boa política, pois em boa verdade, não há muitos Lusos que tenham uma projecção tão elevada, que reúnam uma consensualidade e carisma tão marcado. &lt;br /&gt;É difícil ser-se mais alto do que as polémicas ou que as querelas e, a Isabor/Sandra é-o. Ficamos, então, com uma pequena auto-biografia e a sua entrevista para este espaço:</description>
            <pubDate>Tue, 12 Feb 2008 00:30:00 +0200</pubDate>
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