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  <title>Luso-Poemas</title>
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        <rights>Copyright (c) 2008, www.luso-poemas.net</rights>
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    <name>www.luso-poemas.net</name>
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    <title type="html">Re: ANTES</title>
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    <updated>2008-07-05T01:36:43+02:00</updated>
          <published>2008-07-05T01:36:43+02:00</published>
              <category term="Comentários"/> 
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      <name>Betha M. Costa</name>
                </author>
          <summary type="html">Belo e musical o teu poema, Sandra! Bjins, Betha.</summary>
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        <![CDATA[
        Belo e musical o teu poema, Sandra!<br />Bjins, Betha.
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    <title type="html">Cinema: O mistério da libélula</title>
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      <name>MariaJoséLimeira</name>
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          <summary type="html">O MISTÉRIO DA LIBÉLULA Maria José Limeira Kevin Kostner interpreta um médico cuja esposa falece numa cidade pobre longinqua, entre os índios, de um desastre de ônibus. Sem saber direito o que tinha acontecido, Joe (Kostner) começa a receber mensa ...</summary>
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        <![CDATA[
        O MISTÉRIO DA LIBÉLULA<br />Maria José Limeira<br /><br />Kevin Kostner interpreta um médico cuja esposa falece numa cidade pobre longinqua, entre os índios, de um desastre de ônibus. Sem saber direito o que tinha acontecido, Joe (Kostner) começa a receber mensagens de uma libélula que voa à noite em torno da casa dele, batendo nos vidros da janela. Joe supõe que aquela libélula seria sua esposa morta querendo lhe passar uma mensagem. Como era cientísta, o médico não acreditava nessas coisas e achava que estava ficando louco. Seus amigos estavam divididos. Uns aconselhavam que ele se internasse numa clínica para tratamento psiquiátrico. Outros acham que ele deve viajar ao local do acidente para tomar conhecimento do que havia acontecido à sua esposa. Ele decide por esta última opção. E chegando lá, tem uma surpresa daquelas! Este filme me impressionou muito. Tanto pelo conteúdo inquietante, quanto pela atuação dos atores e diretores. O filme retoma velho tema já esquecido. Korstner está, como sempre, bonito e elegante no papel que lhe coube.<br />..........<br /><br />Ficha Técnica<br />Título Original: Dragonfly<br />Gênero: Suspense<br />Tempo de Duração: 90 minutos<br />Ano de Lançamento (EUA): 2002<br />Site Oficial: <a href="http://www.dragonflymovie.com" target="_blank">www.dragonflymovie.com</a><br />Estúdio: Universal Pictures / Spyglass Entertainment / Gran Via / NDE Productions / Shady Acres Entertainment<br />Distribuição: Universal Pictures / Buena Vista International<br />Direção: Tom Shadyac<br />Roteiro: David Seltzer, Brandon Camp e Mike Thompson, baseado em estória de Brandon Camp e Mike Thompson<br />Produção: Gary Barber, Roger Birnbaum, Mark Johnson e Tom Shadyac <br />Música: John Debney<br />Fotografia: Dean Semler<br />Desenho de Produção: Linda DeScenna<br />Direção de Arte: James Nedza<br />Figurino: Judy L. Ruskin<br />Edição: Don Zimmerman<br />Efeitos Especiais: Double Negative<br /><br /><br /> Elenco<br />Kevin Costner (Joe Darrow)<br />Joe Morton (Hugh Campbell)<br />Ron Rifkin (Dr. Charlie Dickinson)<br />Linda Hunt (Madre Madeline)<br />Susana Thompson (Dra. Emily Darrow)<br />Jacob Vargas (Piloto)<br />Kathy Bates (Miriam Belmont)<br />Robert Bailey Jr. (Jeffrey Reardon)<br />Jacob Smith (Ben)<br />Jay Thomas (Hal)<br />Lisa Banes (Flora)<br />Matt Craven (Eric)<br />Casey Biggs (Neil Darrow)<br />Leslie Hope (Charisse Darrow)<br />Peter Hansen (Phillip Darrow)<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />
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    <title type="html">Senhora do Poema</title>
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    <updated>2008-07-05T01:31:47+02:00</updated>
          <published>2008-07-05T01:31:47+02:00</published>
              <category term="Poemas e Cartas"/> 
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      <name>Betha M. Costa</name>
                </author>
          <summary type="html"> Senhora do Poema by Betha M. Costa Do poema faça a candeia, Para iluminar a escuridão, Ó, doce senhora da lua cheia, Dona da mais negra solidão! Com fios de puro algodão, Orne verso e rima em teia, Do poema faça a candeia, Para iluminar a escuri ...</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        <center><img src="http://i3.photobucket.com/albums/y88/jackieabelhuda/grav_mulher_deitada_no_ar.jpg" alt="" /><br /><br><br /><b>Senhora do Poema</b><br />by Betha M. Costa<br /><br />Do poema faça a candeia,<br />Para iluminar a escuridão,<br />Ó, doce senhora da lua cheia,<br />Dona da mais negra solidão!<br /><br />Com fios de puro algodão,<br />Orne verso e rima em teia,<br />Do poema faça a candeia,<br />Para iluminar a escuridão!<br /><br />Ame e através de cada veia,<br />Retire do peito a escravidão,<br />Com semente, barro e areia,<br />Do universo em sua vastidão,<br />Do poema faça a candeia...<br /><br />Imagem do Google<br /><br /></center>
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    <title type="html">Os teus versos</title>
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          <published>2008-07-05T01:21:20+02:00</published>
              <category term="Poemas e Cartas"/> 
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      <name>Norberto Lopes</name>
                </author>
          <summary type="html"> Se por ti me entrego em verso, retiro um verso de ti. Mnemónica sucesso, que me recorda o reverso dos versos que já esqueci</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        <img src="http://www.luso-poemas.net/uploads/img47c07def4b9be.jpg" alt="" /><br /><br />Se por ti me entrego em verso,<br />retiro um verso de ti.<br />Mnemónica sucesso,<br />que me recorda o reverso<br />dos versos que já esqueci
        ]]>
      </content>
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    <title type="html">PENSAMENTOS  SOLTOS</title>
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          <published>2008-07-05T01:20:57+02:00</published>
              <category term="Poemas e Cartas"/> 
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      <name>Anjolatino</name>
                </author>
          <summary type="html">PENSAMENTOS SOLTOS O amor é o sentir permanente Num estado de busca presente, da paixão. Anjo latino Roterdão Holanda </summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        PENSAMENTOS SOLTOS <br /> <br /><br /> <br /><br /> <br /><br />O amor é o sentir permanente    <br />Num estado de busca presente, da paixão.<br /><br /> <br /><br /> <br /><br /> <br /><br /><br />Anjo latino<br />Roterdão<br />Holanda<br />
        ]]>
      </content>
      </entry>
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    <title type="html">Re: ANTES</title>
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    <updated>2008-07-05T01:16:28+02:00</updated>
          <published>2008-07-05T01:16:28+02:00</published>
              <category term="Comentários"/> 
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      <name>Carlos Ricardo</name>
                </author>
          <summary type="html">Chamar-lhe canto parece pouco. Mais arrebata as emoções como um cântico. Coisa linda. Abraço.</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        Chamar-lhe canto parece pouco.<br />Mais arrebata as emoções como um cântico.<br />Coisa linda.<br />Abraço.
        ]]>
      </content>
      </entry>
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    <title type="html">PAIXAO QUE ELOUQUEÇE</title>
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          <published>2008-07-05T01:05:30+02:00</published>
              <category term="Poemas e Cartas"/> 
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      <name>isabel santos</name>
                </author>
          <summary type="html"> Paixão esta que não se explica Não se entende Não se escolhe Apenas se sente E como é bom me sentir assim Como é bom perder os sentidos, fazer loucuras Como é bom querer-te, me perder em ti Neste amor, as coisa simples São meramente imensas!...  ...</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        <img src="http://www.luso-poemas.net/uploads/img4759f5e5733c6.gif" alt="" /><br />Paixão esta que não se explica<br />Não se entende<br />Não se escolhe<br />Apenas se sente<br /><br />E como é bom me sentir assim<br />Como é bom perder os sentidos, fazer loucuras<br />Como é bom querer-te, me perder em ti<br /><br />Neste amor, as coisa simples<br />São meramente imensas!...<br />Um momento de cada vez<br />Uma paixão que enlouquece mas não machuca<br />Que me faz tremer mas não me angustia<br />Que me deixa saudades de noite ou de dia<br /><br />Um momento de cada vez<br />Um dia de cada vez<br />Talvez os dias que me restam<br />Sejam pouco para tanto<br />Mas é por isso que o amor<br />Tem a grandeza da eternidade...<br /><br />E na despedida<br />Quando isso tudo acabar<br />Eu sei que vou ter muito para dizer<br />Muito para te amar<br />Muito para além do porto<br />Muito para além do mar...<br /><br />
        ]]>
      </content>
      </entry>
  <entry>
    <title type="html">Re:  Pudesse eu voltar atrás...</title>
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    <updated>2008-07-05T00:34:34+02:00</updated>
          <published>2008-07-05T00:34:34+02:00</published>
              <category term="Comentários"/> 
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      <name>Vera Silva</name>
                </author>
          <summary type="html">Cleozinha... sem palavras linda! Sem palavras!!! Adorei! ADOREI!!! Beijo grande</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        Cleozinha... sem palavras linda! Sem palavras!!!<br />Adorei! ADOREI!!!<br /><br /><br />Beijo grande
        ]]>
      </content>
      </entry>
  <entry>
    <title type="html">Re: Tertúlias</title>
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    <updated>2008-07-05T00:31:43+02:00</updated>
          <published>2008-07-05T00:31:43+02:00</published>
              <category term="Comentários"/> 
        <author>
      <name>Vera Silva</name>
                </author>
          <summary type="html">Gosto Al. Mais um em que usas e abusas da frontalidade e de uma certa fúria... Gosto sim! Beijo</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        Gosto Al. Mais um em que usas e abusas da frontalidade e de uma certa fúria...<br />Gosto sim!<br /><br />Beijo
        ]]>
      </content>
      </entry>
  <entry>
    <title type="html">Re: Três simples capítulos</title>
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    <updated>2008-07-05T00:26:00+02:00</updated>
          <published>2008-07-05T00:26:00+02:00</published>
              <category term="Comentários"/> 
        <author>
      <name>Vera Silva</name>
                </author>
          <summary type="html">Tragédia em três actos mesmo e uma boa descrição do que pode ser um namoro. No início tudo rosas... depois... bem, depois todos sabem como é Gostei muito do tema! Ficou bem original Maria! Beijinhos</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        Tragédia em três actos mesmo e uma boa descrição do que pode ser um namoro. No início tudo rosas... depois... bem, depois todos sabem como é  <img src="http://www.luso-poemas.net/uploads/smil44cce62d04e36.jpg" alt="" /> <br />Gostei muito do tema! Ficou bem original Maria!<br /><br />Beijinhos
        ]]>
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    <title type="html">A Casa do Tempo Perdido</title>
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      <name>jessé barbosa de oli</name>
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          <summary type="html"> Bati no portão do tempo perdido, ninguém atendeu. Bati segunda vez e mais outra e mais outra. Resposta nenhuma. A casa do tempo perdido está coberta de hera pela metade; a outra metade são cinzas. Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chama ...</summary>
              <content type="html">
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        <br />Bati no portão do tempo perdido, ninguém atendeu.<br />Bati segunda vez e mais outra e mais outra.<br />Resposta nenhuma.<br />A casa do tempo perdido está coberta de hera<br />pela metade; a outra metade são cinzas.<br />Casa onde não mora ninguém, e eu batendo e chamando<br />pela dor de chamar e não ser escutado.<br />Simplesmente bater. O eco devolve<br />minha ânsia de entreabrir esses paços gelados.<br />A noite e o dia se confundem no esperar,<br />no bater e bater.<br /><br />O tempo perdido certamente não existe.<br />É o casarão vazio e condenado. <br /><br /><br /> <br /><br /><br />Carlos Drummond de Andrade<br />FONTE: POESIA DE AUTORES FAMOSOS<br /><br />**************************************************<br />
        ]]>
      </content>
      </entry>
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    <title type="html">Re: FELIZ ANIVERSÁRIO JSL !!!!</title>
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    <id>tag:www.luso-poemas.net,2008://1.4.5633</id>
    <updated>2008-07-04T18:52:39+02:00</updated>
          <published>2008-07-04T18:52:39+02:00</published>
              <category term="Forum"/> 
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      <name>JSL</name>
                </author>
          <summary type="html">Obrigado a todos os que me enviaram uma palavra por mais uma primavera ...</summary>
              <content type="html">
        <![CDATA[
        Obrigado a todos os que me enviaram uma palavra por mais uma primavera ...
        ]]>
      </content>
      </entry>
  <entry>
    <title type="html">Lisboa - Portugal</title>
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    <updated>2008-07-04T18:30:00+02:00</updated>
          <published>2008-07-04T18:30:00+02:00</published>
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      <name>Pedra Filosofal</name>
                </author>
          <summary type="html">A questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo transformou-se num tópico importante da discussão política em todo o mundo, de que são exemplos mais recentes a decisão do Supremo Tribunal da Califórnia de Maio/2008, ou a lei norueguesa de Junh ...</summary>
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        A questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo transformou-se num tópico importante da discussão política em todo o mundo, de que são exemplos mais recentes a decisão do Supremo Tribunal da Califórnia de Maio/2008, ou a lei norueguesa de Junho/2008. <br />Em Portugal, aguarda-se pela decisão do Tribunal Constitucional sobre este tema e estão pendentes na Assembleia da República projectos de lei sobre a matéria. <br />O presente livro aborda de uma forma séria e plural a questão, numa perspectiva filosófica, política e jurídica. <br />Os autores, dois prestigiados juristas, têm posições opostas, mas isso não lhes retira a capacidade de dialogar: trata-se de um debate vivo, mas leal, de uma forma que é rara em Portugal, entre posições políticas fortemente contrastadas.<br /> <br /> <br />Nota Prévia<br />Este livro tem duas capas e nenhuma contracapa, tem duas paginações, e as páginas de cada um dos lados estão na posição inversa das do lado oposto. Também são assim as opiniões dos autores sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. <br />No que os autores estão de acordo é em que as divergências políticas, morais ou jurídicas devem ser discutidas e devem tentar ser resolvidas com argumentos. E mesmo que os argumentos avançados por cada uma das partes na contenda não consigam convencer a outra, servirão sempre, julgamos nós, para pôr a descoberto as diferenças que não possam ser superadas e com que temos de viver ou que exigem novos argumentos. <br />Com este livro, queremos dar um contributo para a discussão em Portugal da admissibilidade ou não do casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas queremos também mostrar que a divergência radical de opiniões não impede um trabalho produtivo em conjunto, antes pelo contrário.<br />Os Autores<br /> <br /> <br /> <br />Pedro Múrias (n. 1970) é bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia e doutorando da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, por onde é licenciado e mestre, e onde foi assistente em disciplinas de direito civil e introdução ao direito. <br />Trabalhou como jurisconsulto, árbitro e consultor de advogados em casos de direito civil. <br />Entre as suas publicações contam-se Por uma Distribuição Fundamentada do Ónus da Prova (2000), Exercícios de Introdução ao Estudo do Direito (2001 e reimpressões), vários artigos de teoria das obrigações civis e do seu incumprimento, e o sítio na Internet, destinado a alunos, Múrias Jurídico.<br /> <br />Miguel Nogueira de Brito (n. 1965) é advogado e professor auxiliar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, por onde é licenciado, mestre e doutor. Exerce a sua actividade predominantemente no direito público. <br />Foi assessor no Tribunal Constitucional. <br />Entre as suas publicações contam-se os livros A Constituição Constituinte. Ensaio sobre o Poder de Revisão da Constituição (2000) e <br />A Justificação da Propriedade Privada numa Democracia Constitucional (2008), além de vários artigos sobretudo nas áreas do direito constitucional e da filosofia política.<br /><br />ISBN: 978-989-95037-3-1 <br />Preço c/IVA: 13,90 <br /> <br />ENTRELINHAS<br /><a href="mailto:entrelinhas.editora@gmail.com">entrelinhas.editora@gmail.com</a><br /><a href="mailto:quimpe@gmail.com">quimpe@gmail.com</a><br />93 6237058<br />Distribuição SODILIVROS: <a href="mailto:comercial@sodilivros.pt">comercial@sodilivros.pt</a>
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    <title type="html">BLOG DO ESCRITOR</title>
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    <updated>2008-07-02T16:21:42+02:00</updated>
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          <summary type="html">Blog com caracteres culturais e informativos</summary>
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        Blog com caracteres culturais e informativos
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    <title type="html">Tijolos de Verde Rude</title>
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          <summary type="html">Poemas e estórias de Carlos Teixeira Luis</summary>
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    <title type="html">Carta ao meu velho e querido soro dos afectos</title>
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      <name>flavio silver</name>
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          <summary type="html">Podes ter saúde, uma casa de campo no centro da cidade. Podes ter um canudo e seres digno de uma inteligência. Mas se não tens bons tintos sobre a mesa, Copo cheio de sangue da terra, Textura como quem sente a mulher que se ama, É o mesmo que não ...</summary>
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        Podes ter saúde, uma casa de campo no centro da cidade.<br />Podes ter um canudo e seres digno de uma inteligência.<br />Mas se não tens bons tintos sobre a mesa,<br />Copo cheio de sangue da terra,<br />Textura como quem sente a mulher que se ama,<br />É o mesmo que não teres nada.<br />Ó vinho, ó Deus do paladar! Qual Bach para os ouvidos! Qual linho nos corpos! <br />Tu és a ciência das tabernas. Dos homens que vão ao mar e à noite se amam em redor das mesas.<br />Um bago teu desonra qualquer mestre de joalharia. Porque és cristal descendente do orvalho. Relíquia que Baco arrancou do peito.<br />Nas tuas ramadas fiz um poema triste que se alegrou à tua nascença.<br />Esperei por ti no mês de Novembro qual mãe já tem nome para criança antes de lhe saber a cor do sexo.<br />Só tu me tocas nos lábios em doce sabedoria e falo de astros como ninguém. <br />O teu húmus é a minha oração. Sobre a tua levedura erguem-se altares luminosos. E eu não sou mais que um poeta com palavras feitas em mosto, <br />um homem como o Ti Manel e a Dona Tiana que trocam os pés debaixo da mesa antes e depois de tingerem os cantos da boca com um sol poente.<br />Podes ter um pássaro livre ou um passaporte para voar.<br />Podes ter um colar que dê três voltas ao pescoço.<br />Mas se não tens nobreza dentro de um copo de vidro,<br />Calor natural idêntico ao bafo dos animais,<br />É o mesmo que não teres nada.<br />Ó vinhos! Ó ponte dos homens rijos! Sem ti não havia amanhecer, os corpos murchariam devagavar e a jorna seria os fios que atam os fardos.<br />Gosto do teu silêncio prateado, da forma como bailas no côncavo da minha boca, dos segredos que trazes da terra.<br />Fosse os meus braços uma videira que dá uva todo o ano. <br />Assim, abraçaria todos os homens da terra, <br />falava-lhes de promessas verdadeiras e, à noite, <br />quando os pirilampos se confundem com os contornos dos teus bagos, <br />amaria todas as árvores sacrificadas para haver mesas e, sobre elas, <br />tocávamos os lábios e matávamos a sede aos peixes que nadam no supremo cálice do amor. <br />Ó vinhos capazes de retirar os espinhos de Cristo! <br />Senhor dos frutos que do sangue da terra fez um império! <br />O teu pecado original é o corpo que encerra o verão e abrigas os amantes na sombra das tuas ramadas.<br />Ó vinhos! Ó túnicas do amor que me lembram reis!<br />Ó dor! Ó sorte! Na tua concepção o vento não tem nada a dizer!<br />És poema universal, ópio que aquece os corações. Até os corações dos bandidos!<br />Todos te querem, ó vinhos que explusas meu sangue! Sorver a tua longa luz onde o sol é senhor mandatário.<br />Agora é noite, as estrelas estão a chegar, o cão está a guardar a casa. <br />Tenho silêncio, tenho filhos que dormem e sonham com casas no mar. <br />E tenho vinte minutos que são vinte mil voltas ao coração. Vou encher o copo com a tua líquida semente. Com o sangue das coisas vivas. <br />Vou deitar a cabeça na mesa. Vou sonhar que amanhã será outro dia igual a este. Vou dizer-te o quão me tocas na fantasia, ó meu velho e querido soro dos afectos!
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    <title type="html">Só Rondel</title>
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      <name>Betha M. Costa</name>
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          <summary type="html">Coletânea de rondéis da poetisa amadora Betha M. Costa.</summary>
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        Coletânea de rondéis da poetisa amadora Betha M. Costa.
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    <title type="html">Como faço para retirar um comentário que não tem fundamento, pois é sobre anúncio de remédios e relógios falsos.</title>
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          <summary type="html">Comentários indesejáveis ou Spam devem ser reportados à administração através do formulário de contacto ou envio de mensagem privada. Embora sejam casos raros, devem ser eliminados com a maior brevidade possível.</summary>
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        Comentários indesejáveis ou Spam devem ser reportados à administração através do formulário de contacto ou envio de mensagem privada. Embora sejam casos raros, devem ser eliminados com a maior brevidade possível.
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    <title type="html">Holocausto de Nostradamus</title>
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      <name>Alemtagus</name>
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          <summary type="html">Nostradamus previu para hoje o Armagedon: 2012-01-01 00:55 - 2012-01-01 2012 01:05</summary>
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        Nostradamus previu para hoje o Armagedon: 2012-01-01 00:55 - 2012-01-01 2012 01:05
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    <title type="html">DUAS VEZES NÓS</title>
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      <name>Adriano Saraiva</name>
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          <summary type="html">Reflexões na beira do mar</summary>
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