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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Wed, 09 Sep 2026 11:48:44 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>NOS BRAÇOS DA NOITE - MÁRIO52</title>
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      <description>&lt;br /&gt;As noites passam devagar &lt;br /&gt;nos túneis onde os sonhos se recolhem &lt;br /&gt;com medo de serem acordados &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivem na sombra &lt;br /&gt;nos escombros &lt;br /&gt;nos anseios &lt;br /&gt;nas catacumbas &lt;br /&gt;no mais recôndito esconderijo&lt;br /&gt;do nosso querer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não têm pressa de se exporem &lt;br /&gt;às utopias &lt;br /&gt;às vontades &lt;br /&gt;aos desejos &lt;br /&gt;dos mais românticos sonhadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vão divagando no vácuo da memória &lt;br /&gt;do nosso subconsciente &lt;br /&gt;deixando o sono nos absorver&lt;br /&gt;serenamente... &lt;br /&gt;nos braços da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Margaride &lt;br /&gt;24-08-2026</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:24:14 +0000</pubDate>
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      <title>A circulatura do quadrado - AlexandreCosta</title>
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      <description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;andava às voltas de ângulos rectos&lt;br /&gt;a olhar para os lados&lt;br /&gt;e eram todos iguais&lt;br /&gt;ao meio, estabeleceu os raios&lt;br /&gt;e raiou&lt;br /&gt;dizia&lt;br /&gt;quando completam 360º&lt;br /&gt;voltam ao início&lt;br /&gt;e o início não tem medidas&lt;br /&gt;nem cores&lt;br /&gt;nem pensamentos incorrectos&lt;br /&gt;é tudo recto&lt;br /&gt;menos a vida&lt;br /&gt;há que erradicar&lt;br /&gt;os quadrados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09-09-2026&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:02:47 +0000</pubDate>
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      <title>Algodão doce - VaniaDias</title>
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      <description>Que a nossa vida seja tão simples &lt;br /&gt;e tão leve ,&lt;br /&gt;como a criança &lt;br /&gt;que anda de mãos dadas, &lt;br /&gt;na feira a passear... &lt;br /&gt;com o seu algodão doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doce.&lt;br /&gt;Leve.&lt;br /&gt;Doce... Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                    VanDblue_set2026.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VanDblue.</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:02:29 +0000</pubDate>
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      <title>Tocar o invisível - Odairjsilva</title>
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      <description>Tem um tipo de pensamento que não faz ruído, &lt;br /&gt;Ele chega como sombra suave ao entardecer, &lt;br /&gt;Não pede nome, nem forma, nem destino, &lt;br /&gt;Apenas repousa entre um instante e outro, &lt;br /&gt;Como se o tempo também precisasse respirar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pensar em silêncio é tocar o invisível, &lt;br /&gt;É segurar a água fugidia da existência, &lt;br /&gt;E sentir que ela escorre pelos dedos atentos, &lt;br /&gt;Não por descuido, mas por natureza, &lt;br /&gt;Como tudo aquilo que insiste em passar. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O tempo não grita sua passagem, &lt;br /&gt;Ele se move com passos que não ouvimos, &lt;br /&gt;E chamamos de rotina o seu disfarce, &lt;br /&gt;Sem notar que cada hábito repetido &lt;br /&gt;É também uma pequena despedida. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Somos feitos de instantes que se dissolvem, &lt;br /&gt;De presenças que já começam a partir, &lt;br /&gt;Como pegadas frágeis na areia do agora, &lt;br /&gt;Que o vento apaga sem pedir licença, &lt;br /&gt;Lembrando que ficar nunca foi promessa. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda assim há luz nessa brevidade, &lt;br /&gt;Pois o que passa carrega um brilho único, &lt;br /&gt;O efêmero é também o que mais toca, &lt;br /&gt;E talvez viver seja só isso: &lt;br /&gt;Sentir profundamente o que não permanece. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Poema: &lt;strong&gt;Odair José, Poeta Cacerense&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.odairpoetacacerense.blogspot.com&quot; title=&quot;www.odairpoetacacerense.blogspot.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;www.odairpoetacacerense.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instagram&lt;br /&gt;@poetacacerense</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 09:51:10 +0000</pubDate>
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      <title>O credo - Azke</title>
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      <description>&lt;em&gt;&quot;O mundo é cego, e tu vens exatamente dele.&quot;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Inferno)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dante Alighieri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&#039;425&#039; height=&#039;350&#039;&gt;&lt;param name=&#039;movie&#039; value=&#039;https://www.youtube.com/v/E49ZbCmwwok&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#039;wmode&#039; value=&#039;transparent&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#039;https://www.youtube.com/v/E49ZbCmwwok&#039; type=&#039;application/x-shockwave-flash&#039; wmode=&#039;transparent&#039; width=&#039;425&#039; height=&#039;350&#039;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto caminhava naquele escuro de ser ver a um palmo.sob o nariz, apenas sentiria-se próximo de um ar que descia. Um ar que desaparecia aos poucos e tornava-se rarefeito ao um extremo que não se cabia, apenas, sobrevivia-se, e ali. E era sempre que tarde. Sempre um alarde de meio metro sobressaindo aos espasmos de pele sufocando e ardendo como se brasa pura. Era um grito lancinante que estremecia ao mesmo impacto dos olhos em testemunhar essa inabitável dor. E a memória trucidada em um aspecto perante ao termo violável da dúvida. Não havia direção certa, pois não havia caminhos nem mesmo sob tantos sussurros que tentaram, em vão, divulgar um lugar que nunca existia, tal era o alimento falso, de uma fome devorada pela mentira e queimava no escuro e lá permanecia junto à dor, bem próxima de voltar a morrer, e assim continuar em repetir-se. Mas era assim o tempo que se imaginava. Era o que tinha e o que haveria de ser. Porque o desenho que me trouxe até esse ponto, me permanecia em minha tese de querer acreditar. Seria apenas dessa vez e por isso, tanto que deveria continuar. Passo sob passo. Pé ante pé. E mesmo que queimasse até os meus olhos, enxergaria ali, o alvo que afixou-se de mi. Sendo único credo particular em alvorada da penitência de fé pura e particular. Fosse mais um dia e fosse cega, aquela fogueira que não tomaria para simples combustão espontânea. E caberia, na explosão de todos os recursos negados, um só meio de segundo pra revisitar cada parte de um tempo irreal e remanescente. De contato primal. Intacto. Puro com uma prece deve ser. E mesmo que as batidas atravessem as cordas que balançam rente aos meus ouvidos, naquele caminho é onde a tela, ao livro insone, se seguirá. Intrépido. Alheio ao aspecto que atreveria ficar e lembrar. Assim, sem rumo e sobre o mar. Na tempestade onde guardam os segredos cintilantes. Perversos versos que contrariam a vontade de exercer a simples posição de existência. Era lépida, a canção que voltaria a povoar os meus meios de voo incessante. Sob sombras. Sobre o ar. Na parede que desespera-se e onde se convidam as sombras pra dançar e. Bem, as sombras sempre querem dançar... Na vontade de tintas virgens em derramar o desejo retraído das mensagens de um quadro esquecido sob gravuras onde um amanhã incrédulo, incinera. Inerte. Quase morto e com a estaca sob os olhos de querer voltar. E por isso serão os passos que seguirão defronte. Ao medo. Ao meio de um crime inteiro encomendado na mente desarticulada. Passível de erros. Reino de nadas. Por uma só carta, e mais um passo e de cada vez. Passo sob passo. Pé ante pé. E eu queimo, e.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;mais um pouco.&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 09:34:22 +0000</pubDate>
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      <title>Às vezes, queres chorar - idália</title>
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      <description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro dos teus olhos há um abrigo&lt;br /&gt;onde o silêncio se desarruma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e nomes, nomes antigos&lt;br /&gt;em busca do prolongamento&lt;br /&gt;das tuas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não sabes enumerar&lt;br /&gt;os horizontes onde resistes&lt;br /&gt;à erosão do vento seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E resistes. Aos braços inteiros&lt;br /&gt;onde o sangue estremece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ao lugar à mesa em que o domingo&lt;br /&gt;cresce e abre a janela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e deixa rolar o verão&lt;br /&gt;ou respirarem as borboletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim vives. Assim escolhes&lt;br /&gt;essa luz vagarosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;voltada para dentro das pálpebras.&lt;br /&gt;Às vezes queres chorar&lt;br /&gt;mas os lábios não deixam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;esquecidos das texturas invisíveis&lt;br /&gt;e inexplicáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de onde irrompem os lugares&lt;br /&gt;e as memórias a que pertencemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por onde silenciosamente caminhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 08:08:17 +0000</pubDate>
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      <title>abstrato, - Azke</title>
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      <description>&lt;object width=&#039;425&#039; height=&#039;350&#039;&gt;&lt;param name=&#039;movie&#039; value=&#039;https://www.youtube.com/v/dn3j6-yQKWQ&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#039;wmode&#039; value=&#039;transparent&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#039;https://www.youtube.com/v/dn3j6-yQKWQ&#039; type=&#039;application/x-shockwave-flash&#039; wmode=&#039;transparent&#039; width=&#039;425&#039; height=&#039;350&#039;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia devolvido em hastes indeléveis e inúteis&lt;br /&gt;Sem linha inventada e apelos construídos&lt;br /&gt;E nada valem! Nem esboço de olhos fúteis &lt;br /&gt;É assim! Sem espaço.por ambiente servido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada reina! Na treva de um sonho bom&lt;br /&gt;Na melhor estória que inventaram ou um tom&lt;br /&gt;Pra deixar em música, o que tentei e não quis&lt;br /&gt;Meu ensaio de cortina, e nada sou, ou fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveria ser um ponto? Quando muito, indevido&lt;br /&gt;Na métrica que poderia ser um início viciado &lt;br /&gt;Mas nem assim e nem se fartaria, acelerado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ver a curva, pois cego estou! Mas eu insisto!&lt;br /&gt;Apenas pra acordar em devaneios abstratos &lt;br /&gt;Nada vejo, pois ela não veio sem meu chamado &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;E nada resta sob asas ao redor,&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Sep 2026 05:45:41 +0000</pubDate>
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      <title>Ângela Pralini - Luxena</title>
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      <description>você tem sorte por eu ter me levantado&lt;br /&gt;foi para escrever&lt;br /&gt;foi para me redimir&lt;br /&gt;pelos erros que cometi enquanto acordado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu acordei atacado&lt;br /&gt;por esse mau gosto que tive&lt;br /&gt;de construir uma Ângela Pralini&lt;br /&gt;para esse mundo malformado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mantém-se em má forma até atualmente (dois!)&lt;br /&gt;Pralini escreveu memórias&lt;br /&gt;lindas, de doer o dente&lt;br /&gt;só de lembrar dessas histórias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e hoje não almocei&lt;br /&gt;quero que ELA morra&lt;br /&gt;posso fazer com minhas próprias mãos&lt;br /&gt;mesmo que ela corra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas sou hipócrita&lt;br /&gt;porque, mesmo tendo ódio&lt;br /&gt;descolo os lábios e rio&lt;br /&gt;porém só posso lagoar por esse frio&lt;br /&gt;Escrito por mim no dia 08/09/2026 em Brasília-DF.</description>
      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 22:44:25 +0000</pubDate>
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      <title>A Velha Porta  - nandobardo</title>
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      <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;A velha “porta”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Chuva cinzenta chuva;&lt;br /&gt;Onde está você minha garota?&lt;br /&gt;O lago transbordou a muito!&lt;br /&gt;Eu vejo isso  por trás  &lt;br /&gt;                                                    [da minha janela;&lt;br /&gt;E me pergunto quem sou,  &lt;br /&gt;                                                         [quem é ela?&lt;br /&gt;Adentrar o velho sonhos.&lt;br /&gt;(mexer nos escombros)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Atravessar o deserto das horas...&lt;br /&gt;Em apenas alguns segundos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chuva, cinzenta chuva;&lt;br /&gt;Onde está você minha garota?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Apenas não tivemos escolha;&lt;br /&gt;E continuamos pela&lt;br /&gt;                                                    [mesma estrada.&lt;br /&gt;Olhos selvagens despem minha alma,&lt;br /&gt;A água extingue o que ainda resta do fogo.&lt;br /&gt;(corredeiras nas ruas alagadas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah!&lt;br /&gt;Sim!&lt;br /&gt;Chuva, cinzenta chuva;&lt;br /&gt;Onde está você&lt;br /&gt;                                                   [minha garota?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ps: Depois de anos eis que eu retorno, ainda sigo vivo neste mundo infausto!</description>
      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 22:09:42 +0000</pubDate>
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      <title>O Exílio de Dante - lud</title>
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      <description>&lt;em&gt;O Exílio de Dante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src=&#039;https://media1.giphy.com/media/v1.Y2lkPTc5MGI3NjExNmU3djYyMTRyOW9nY3p4b3J2cGtuNnlvemc2cmFjOGV0emI2bHdhayZlcD12MV9pbnRlcm5hbF9naWZfYnlfaWQmY3Q9Zw/SRMEj5CpU3qUyIQLQx/giphy.gif&#039; class=&#039;img-responsive&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;&#039; onload=&quot;JavaScript:if(this.width&gt;300) this.width=300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#8203;No cruel destino dado ao florentino que tanto enriqueceu&lt;br /&gt;A cultura de toda a Europa, no cruel destino dado por&lt;br /&gt;Homens que se consideram deuses sobre a Terra, o valoroso&lt;br /&gt;Dante vive em Mântua ansiando regressar a sua terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais ele saberá que morrerá no exílio, em seus sonhos&lt;br /&gt;Poéticos ele criará a Comédia, obra maravilhosa, mas&lt;br /&gt;Também cheia de angústia por um exílio injusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No exílio ele viverá as dificuldades de ser estrangeiro&lt;br /&gt;Em terra nativa, ele jamais poderá dizer ser novamente&lt;br /&gt;Um homem feliz, um homem que se completa na terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teu exílio, oh Dante, é a tua marca do gênio na Terra,&lt;br /&gt;Teu exílio moverá a sua alma para as infinitudes&lt;br /&gt;Do gênio, e um dia tu poderás agradecer&lt;br /&gt;Essa benção que o Céu lhe entregou tão gentilmente!&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 20:59:47 +0000</pubDate>
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