https://www.poetris.com/



« 1 2 3 (4)


Re: O ângulo morto
Subscritor
Membro desde:
18/8 15:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1122
Open in new window

Criado em: 23/11 10:56
_________________
Jorge Santos/Joel Matos
Transferir o post para outras aplicações Transferir


Mine Own King Am I / Joel
Subscritor
Membro desde:
18/8 15:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1122

Criado em: 23/11 11:27
_________________
Jorge Santos/Joel Matos
Transferir o post para outras aplicações Transferir


Nulla in mundo Pax sincera
Subscritor
Membro desde:
18/8 15:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1122

Criado em: 23/11 11:46
_________________
Jorge Santos/Joel Matos
Transferir o post para outras aplicações Transferir


Re: Nulla in mundo Pax sincera
Subscritor
Membro desde:
18/8 15:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1122
Open in new window

Criado em: 23/11 12:28
_________________
Jorge Santos/Joel Matos
Transferir o post para outras aplicações Transferir


Re: O ângulo torto
Subscritor
Membro desde:
18/8 15:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1122



















































































































































































































































































































































No outro






Cada um de todos nós é todo'mundo,
Arcaicos costumes me preenchem, cultos
De outros, em todos nós ocultamos ex-votos
Quotidianos de quem agora me não sei ser,

Nem todos ou cada um e um só outro,
Cada no mundo sou só eu, anónimo
Grego, incubado Inacabado de alma,
Falso devoto de mim próprio, permanente-

-Mente descalço, infecundo, feito mudo face ao
Que me falta, não me termino, me completo
Nos outros, os outros não me prolongam
Por fim, lastimo não ser eu todo o mundo,

Se todo mundo meu me ignora ou não ser
No fundo eu quem desconhece ser outros
Ness'outros modos, estados d'alma puros,
Quem me dera não ser eu apenas, um só

Eu, todo eu e em tudo e em mais ninguém
Nesta terra pouco larga, redonda achatada
E defunta, morta para não dizer ferida de morte,
Rachada a chamas, sem sorte a chamada veio

Do bailéu e eu preso no veio da poita funda,
Fundido em cobre, quem nasce em signo
D’ pobre jamais se aceita nobre, caduco
-Pleonasmo da má sorte, assim como

Cada um ser um mundo e não aquilo
Que se espera do tamanho com que
Faz-de-conta cada, a noção de pouco
Ser menor que nada, ou que um outro.












































































































































































































































































































































Criado em: 6/12/2021 17:32
_________________
Jorge Santos/Joel Matos
Transferir o post para outras aplicações Transferir


Re: O ângulo morto
Colaborador
Membro desde:
1/5/2012 3:18
De Belo Horizonte
Mensagens: 720

Criado em: 6/12/2021 18:22
_________________
O grande conflito ocorrido na constelação de Órion iniciado na primeira encarnação do universo de livre arbítrio foi o evento mais importante e inédito de toda a história cósmica. Suas consequências estão intimamente ligadas a todos os desdobramentos d...
Transferir o post para outras aplicações Transferir


Re: O ângulo torto
Subscritor
Membro desde:
18/8 15:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1122





































































































































































































































































































No outro






Cada um de todos nós é todo'mundo,
Arcaicos costumes me preenchem, cultos
De outros, em todos nós ocultamos ex-votos
Quotidianos de quem agora me não sei ser,

Nem todos ou cada um e um só outro,
Cada no mundo sou só eu, anónimo
Grego, incubado Inacabado de alma,
Falso devoto de mim próprio, permanente-

-Mente descalço, infecundo, feito mudo face ao
Que me falta, não me termino, me completo
Nos outros, os outros não me prolongam
Por fim, lastimo não ser eu todo o mundo,

Se todo mundo meu me ignora ou não ser
No fundo eu quem desconhece ser outros
Ness'outros modos, estados d'alma puros,
Quem me dera não ser eu apenas, um só

Eu, todo eu e em tudo e em mais ninguém
Nesta terra pouco larga, redonda achatada
E defunta, morta para não dizer ferida de morte,
Rachada a chamas, sem sorte a chamada veio

Do bailéu e eu preso no veio da poita funda,
Fundido em cobre, quem nasce em signo
D’ pobre jamais se aceita nobre, caduco
-Pleonasmo da má sorte, assim como

Cada um ser um mundo e não aquilo
Que se espera do tamanho com que
Faz-de-conta cada, a noção de pouco
Ser menor que nada, ou que um outro.









































































































































































































































































































































































Criado em: Ontem 0:14:57
_________________
Jorge Santos/Joel Matos
Transferir o post para outras aplicações Transferir







Links patrocinados