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Re: À GERÊNCIA DO LUSO POEMAS - "Os vermes da dieta"
sem nome
"O inferno está deserto e os diabos estão todos aqui."

(A tempestade) Willian Shakespeare


















em servente amostra da casa de costas
em púlpito velado e sob ele, apodrecer
qual vil empatia por deserto do 'não ser'
a império dos todos-mancos, pés e poças

olhem a sujeira que fazem em pisotear!
olhem o espelho de seus dentes inflados..
à cúria de uma velhice ressurgida a trapos
ato da imundície de não poderem se lavar!

e sempre à queda da casa de suas corcundas
salientes congregações de apoio dado e dito
seus manjares em bolor de um par de bundas

elegem-se! em exercício às calças de cena curta
lucram, com suas peles falsas, seu nicho restrito
e lutam, esses imundos! a sua luta prostituta!!





e depois, vendem-se. amanhã.







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Criado em: 7/10 19:02
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Re: À GERÊNCIA DO LUSO POEMAS
sem nome
cale a boca que estou passando, animal!

Criado em: 7/10 19:03
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Re: À GERÊNCIA DO LUSO POEMAS
sem nome


"Não onde ele come, mas onde é comido. Certa assembléia de vermes políticos se ocupa justamente dele.(...) "
"HAMLET: Pode-se pescar com um verme que haja comido de um rei, e comer o peixe que se alimentou desse verme.

O REI: Que queres dizer com isso?

HAMLET: Nada; apenas mostrar-vos como um rei pode fazer um passeio pelos intestinos de um mendigo."

(Hamlet) Ato IV, cena III













o ar é denso e a curva, cada vez mais. e seca..
da situação dos que andam a percutir o sujo ar
a que respiram, estes adestrados! à sua posição
quais cócoras ditadas! querendo subir à mesa

e servem-se de fatias lambidas à loucura servil
inatos! impróprios e aos seu trejeitos violados
macacos enfileirados às caudas de tais retratos
a seus mesmos índices de fartura avulsa e senil

e. o ar é denso e a curva.. cada vez mais ao fim
e mesmo assim, esses ratos, vís e descalços, vêm
inundam-se de atenção mendigada! servem a quem?

tais hienas pendentes.. viradas, dormentes, enfim!
por nada sentirem quando em chibata às suas fuças
e. ainda que me faltem cenas, lá vêm, os filhos da puta






https://ibb.co/s3t639b

Criado em: 7/10 19:08
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Re: À GERÊNCIA DO LUSO POEMAS
sem nome


"Não onde ele come, mas onde é comido. Certa assembléia de vermes políticos se ocupa justamente dele.(...) "
"HAMLET: Pode-se pescar com um verme que haja comido de um rei, e comer o peixe que se alimentou desse verme.

O REI: Que queres dizer com isso?

HAMLET: Nada; apenas mostrar-vos como um rei pode fazer um passeio pelos intestinos de um mendigo."

(Hamlet) Ato IV, cena III













o ar é denso e a curva, cada vez mais. e seca..
da situação dos que andam a percutir o sujo ar
a que respiram, estes adestrados! à sua posição
quais cócoras ditadas! querendo subir à mesa

e servem-se de fatias lambidas à loucura servil
inatos! impróprios e aos seu trejeitos violados
macacos enfileirados às caudas de tais retratos
a seus mesmos índices de fartura avulsa e senil

e. o ar é denso e a curva.. cada vez mais ao fim
e mesmo assim, esses ratos, vís e descalços, vêm
inundam-se de atenção mendigada! servem a quem?

tais hienas pendentes.. viradas, dormentes, enfim!
por nada sentirem quando em chibata às suas fuças
e. ainda que me faltem cenas, lá vêm, os filhos da puta






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ps: aprende, lixo..

Criado em: 7/10 19:09
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Re: À GERÊNCIA DO LUSO POEMAS
sem nome
azke ou salapismo. estropício. bichómetra, sostra, badalhoca, vaca cachena espumando ódio tal uma baleia morta, enfiado num sarcófago tão escuro quanto as trevas que o fizeram. foi o produto da sua deformação. convém lembrar que foi acusado de plágio apagou todos os textos e fugiu como um rato directamente para o colo da sua madrinha que se viria a manifestar a favor da verdade e ele voltou a fugir, completamente perdido e endiabrado, pendurado numa vida obscura ouvindo sons de macacos convencido que era música quando as suas expressividades nada tinham de humano, e então, tornou-se no mais desumano das criaturas por medo, por medo de enfrentar a realidade, e continuou fugitivo implicado nos mais cruéis e horrorosos casos de cyberbullying alguma vez praticados até à sua morte numa das valetas repletas de lodo da rua mais movimentada pelos traficantes do morro. dono de um narcisismo animalesco, dominado pelo alter ego do grande monstro cócó facada e ranheta, exibidor do mais largo e rombudo orifício do rio de janeiro, por onde eram expelidas as mais frias e insensíveis pedras que costumava fumar cobardemente às escondidas, acometido por graves crises de esquizofrenia simplesmente por não conseguir segurar a cabeça e fazer um coração humano. foi um mal feitor, um perigo para a humanidade, talvez ainda pior que adolf bolsonaro.

"a vaca cachena e a furacoa katrina eram afinal a mesma mina", bitcoin

Criado em: 7/10 19:25
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Re: À GERÊNCIA DO LUSO POEMAS
sem nome
olha trabis dementia, se queres acabar com o luso mais vale carregares logo no botão. na verdade a tua atitude é a de quem não tem a mínima consideração por nenhum dos autores que foram passando nesta casa desde a sua inauguração.
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=346311

Criado em: 23/10 5:11
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