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Sou a minha própria imagem
sem nome














Sou a minha própria imagem,
Continuo eu, sendo o outro ...


















































Sou a própria passagem do metro,
O mestre do desapreço, a estação final
É o que escrevo, de mim pra mim,
De modo a parecer louco, sendo-o

Não me limito, nivelo-me pelos outros,
Mesmo os mais baixos, matreiros, ocos
Manhosos e velhacos são os mais sãos,
Eu sou a minha própria passagem, o local

Do metro, a paragem e o desprazer,
O despudor com que observo a gare,
O Oriente, o cais da "não pertença",
O Oligarca dos feios, o ruim o torpe,

Desonra é o meu nome do meio,
Feito minha, à própria imagem,
Um cego no que creio, e receio ser,
Ouço-me e uso falando, a língua deles,

Apenas às vezes, sem sossego cont'o tempo,
As estações de metro, os rostos leais desses
Com que me cruzo, o mérito próximo,
A longa linhagem dos uniformes longos,

Os Deuses do absoluto são brandos,
Brancos quanto a cal das paredes,
Nas estações do metro, no subúrbio
Suburbano, que há muitos, tenho ideia

(...)


















Criado em: 24/4 10:38
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Re: Sou a minha própria imagem
sem nome
"sou minha própria..." copy paste. infelizmente és um inútil. só sabes fazer nada. essas torradeiras queimadas... tem vergonha morcão. faz um favor à gente e a ti mesmo. vai-te mafarrico.

Criado em: 24/4 12:00
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Re: Sou a minha própria imagem
sem nome




































Obrigado, pois sim, fui eu que escrevi "pendejo", é a minha voz, inspirada em outros e em outrem (bem melhores que nós, sobretudo e bem acima de ti de ti, uma falácia, um falso génio, de ficção, - pelo menos na tua cachola encéfala, de encéfalo -) ou superior a mim, é certo), mas ninguém se faz sozinho e a sós … (Deus sabe porque o escrevi ou porque escrevo) só não sei que arte é essa, tua e só tua, bruta, ofensiva, pouco sóbria, grotesca, animalesca, a da ofensa compulsiva e gratuita, a arte do do desdém sem nome, sem vintém nem morada fixa, um mau augúrio talvez da tua morte psicológica se explicite assim dessa forma, o explique e te explique, pois nada tens de bom, que eu não consigo por mais que tente, encontrar resquícios de bom senso, podes zurrar vitupérios à vontade que já me tornei imune a isso,(muitos se tornaram resistentes a ti, antigénios) aliás já e até me divirto, entretanto continua zurrando …( A voz e a mensagem escrita são a declaração, anunciada "Sine qua non", autografada, e enunciada do seu dono) Zurra pra'í até que te satisfaças plenamente, "pendejo" ...




























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Criado em: 24/4 12:04
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