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O ângulo morto
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18/8/2021 13:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1820











"Statement" de um hipócrita ou simples declaração de estado de sítio








Apenas peco por demorado, tardio este meu respingo quiçá esquizofrénico, talvez apenas uma simples "declaração de estado do-sítio", quero dizer o que há muito tenho dito e venho dizendo, não "vos" considero global, parcialmente nem parcimoniosamente como meus iguais, sejam os pares monogâmicos, ilíquidos, idílicos ou no sinonimo de ilegais ou iguais interlocutores, conduzi-me a este desleal espaço, serve-me este um sincronismo paralelo necessário, só apenas somente e consoante, assim como outros consonantes tal como uma memória viva, vivida e cirúrgica, não fiduciária, qual utilizo sem parcimónia para albergar liturgicamente o que digo e o que escrevo bem e muito bem, me descrevo e escrevo (melhor ainda do que penso) sem filtros , porventura para memória futura, assim como um livro impresso para que este não esmoreça e se perca por covardia girina e geriátrica, se desgaste por coeva incúria ou parta nos maus caminho, como fosse produzida em vidro fundido, em cristal cadinho de Condes de Limoges, Condessas dos Genitais de Tormes.
Avanço "por I'avante" e proveito para dizer, para partilhar o que de melhor faço e quiçá se faça na língua que manifesto pelas largas narinas quando respiro, pelos poros, meus pelos do peito não são pretensiosos, não pretendem nem aplausos nem urros, desdém ou repressão e muito menos de quem não faz parte da invicta, imodesta e restrita casta que cultivo p'los cabelos; respeito-os como meus anfitriões/amigos e fazem parte de um circulo muito estreito/ restrito, exclusivamente considero como meus relactivos uma pequena faixa de "meia-dúzia-de-três" poetas/escritores e só a esses aperto as mãos, o colarinho com atilhos luzentes, só estes me emprestam o coração até fazer dor de cheio, apenas por eles tenho carinho e sinto companheirismo e com "esses-eles" faço-me ao caminho mesmo no meio de enxurradas e de agreste mau tempo.
Desfrutem hoje do meu "Bomtempo", apreciem-no não apenas para diversão matemática mimética, progridam gramatical e mentalmente e cresçam tendo meu gigante colo, no que dou "de borla", "de graça" e e sem cheques, sem achaques de matrona ou parental superioridade, o génio "suis generis", o adagio "sine-qua-non" já que a inquieta, completa loucura provem de um mesmo frasco físico, redoma ou recipiente orgânico, a linha que me divide do "nós" é ténue na voz e silente no dolo, doloroso o choro, a dor quando me desprendo, despenho por um ou do outro lado e derivo como por uma ribeira de cascalho, derrocada sem pés ou suporte, esteira rota, à minha volta tudo é caos e derrota, sinto-me um hipócrita descontrolado quando digo ou peso "à-rédea-solta", o que me vai na alma, sei que não quero arcar com o peso de um bolo inteiro nem a profunda ressaca de tinto velho, não invejo tolos nem mastodontes sendo eu pequeno paquiderme, figurante sem figura de gente, do metro e meio em frente sou um oxidante de ferro em fuligem, faço como que do fogo uma arte maior.
Aflige-me a mediocridade silábica do altifalante, a preconceituosa e aquela sem casca, a autoritária "adictora", a incesseridade confrangedora monogástrica, sem casta, desprezo com o dedo grande do pé direito a dança dos penicos, pois sou destro do lado direito do pénis, as "idiocracias" associativistas, as seitas do garrote, os pescoços estendidos dos pançudos, assim como as pseudodemocracias contaminativas patronizadas, os normais padrões são para mim uma normativa pictoresca e pictórica que tento evitar a todo o custo e custe o que custar embora nada me amedronte com facilidade, senão a agilidade com que penso ser eu quem se detém parado mais próximo da loucura, quase lhe toco, ela me cura embora me aflija sobremaneira e me dê secura nos cantos da boca, na uretra e quando mijo visco destrutivo a vermelho num agridoce bem salgado, cor do trigo mouro e do rodapé saloio do sítio onde me demoro.
Protocolos ornamentais à parte, convenci-me da inevitabilidade social sórdida e quotidiana e assim convivo nesta decadente e eterna estalagem o melhor que sei com muitos felizes parvos e paranoicos delirantes e alguns demagogos com a mania religiosa exacerbada com seus escassos sequazes e insisto na evidencia mística como prova de pouca força e da confiança intima que não tenho nem me reconheço, todavia não me abstenho do teatro intimo como se fosse uma necessidade imperial, um alimento divino e uma prova de vida, a realidade me alivia por não ter para já nenhuma solução à vista.
Branco tinto … Estou devolvendo, sem cerimonial altivo, em branco, calvo e livre de ónus paradoxais garridos, festivaleiros, o extraordinário presente que acabei de receber de mãos tão generosas quanto carinhosas. Um antigo admirador meu dizia em tempos (há mais de cem anos) que a poesia era passível de escanção, bem como os perfumes que "de per si" flagram, emanam e se combinam, pois estou convencido que a formação de sílabas segue a mesma fórmula do bouquet dos vinho maduros brancos retintos e a constituição fonética, mesmo quebrando tabus ou regras do bom senso compreendem estas, surpreendem numa efusão gástrica de serotipos, não em branco papel, mas voluptuosos e fecundos como pensamentos linguísticos ainda mais se a terra for arável e agradável ao sol poente, vivificante a critica e criteriosa a escolha das bagas uvas.
Sentimo-nos alfaiates de palavras, afivelamos aromas sabores, sensações sentidos e sentimentos paixões como sovelas de espinhos nas roseiras e nos bicos dos papa figos estivais e pagãos, pregões sem regras de qualquer espécie, para escrever duas linhas, pois é isso que devolvo duas linhas de prosa poética em branco calvo e livre, pois o que quero dizer é simples , a nossa capacidade de criar não pode ter peias nem limites poderemos imaginar Ofélia sem Shakespeare ou um magnificat sem orar a um só Deus como simples e vulgar gente que somos, apenas simples mestres comovidos com a vida, inalteráveis quanto um bom mosto de vinho maduro tinto ou branco mosto…
Branco tinto
Final Feliz ou o ângulo morto, o essencial ou fundamental não são o possuir nem o guardar, a ânsia é uma moldura desgastada, monótona e monogâmica, uma crueldade para o espirito. Não é vital ter, mas dar, a pedra basilar, o gozo será o ultimo reduto, refugiaremos as nossas lembranças prolongadas num "status quo" cujo único desígnio ou propósito, o sopro final será a libertação, a graça divina, um magistral "magnificat" chamemos-lhe o que chamar-mos ao eterno, ao "finalli", ao alvo, ao fulcro das nossas existências que é ser apenas e simplesmente homens e mulheres plenos de emoções. Querermos ser aceites cega-nos, encerra-nos em embrulhos selados, fechados e herméticos, sem paladar, ínfimos espaços, casas terrenas e térreas plenas de dúvidas, mono-nucleicos monoparentais refúgios de mundos múltiplos, escravizam-nos pouco a pouco nos nossos melodramas básicos, como se fosse num pó fino que se nos aglutina na pele e impede de flutuar entre outras possibilidades. Eu sou, tento ser, espectador vivo, víscero e sincero de tudo quanto escrevo e, ou é sentido por mim, ampla e absurdamente, abundantemente até ao sufoco, não guardo o entusiasmo nem a má gordura/candura na borda do prato, consumo o prazer do que digo e penso sem modéstia embora saiba que me mato de satisfação e com gosto, deleito-me com a satisfação de quem escreve muito e experimenta experiencias paisagens de outros mundos universos que em nós possuímos sem que nos apercebamos espontâneos simples e nus, o final feliz, o "escapar à morte".
Estou devolvendo, sem cerimonial altivo, em branco, calvo e livre de ónus paradoxais garridos, festivaleiros, o extraordinário presente que acabei de receber de outras mãos. Um antigo admirador meu dizia em tempos (há mais de cem anos) que a poesia era passível de escanção, bem como os perfumes que "de per si" flagram, emanam e se combinam, pois estou convencido que a formação de sílabas segue a mesma fórmula do bouquet dos vinho maduros brancos retintos e a constituição fonética, mesmo quebrando tabus ou regras do bom senso compreendem estas, surpreendem numa efusão gástrica de serotipos, não em branco papel, mas voluptuosos e fecundos como pensamentos linguísticos ainda mais se a terra for arável e agradável ao sol poente, vivificante a critica e criteriosa a escolha das bagas uvas.
Sentimo-nos alfaiates de palavras, afivelamos aromas sabores a mel, sensações sentidos e sentimentos paixões como sovelas de espinhos nas roseiras e nos bicos dos papa figos estivais e pagãos, pregões sem regras de qualquer espécie, para escrever duas linhas, pois é isso que devolvo duas linhas de prosa poética em branco calvo e livre, pois o que quero dizer é simples , a nossa capacidade de criar não pode ter peias nem limites poderemos imaginar Ofélia sem Shakespeare ou um magnificat sem orar a um só Deus como simples e vulgar gente que somos, apenas simples mestres comovidos com a vida, inalteráveis quanto um bom mosto de vinho maduro tinto ou branco, branco tinto.
Sensibilidade e inteligência ou aversão ao velo, passível nos animais lanígeros e a abominação dum belo velo lanifício, bem estruturado em formas verbais, físicas ou em formato de velcro industrial, assemelham-se à assombração do freio no palato e do feio linguístico na pratica equestre e do ponto de vista verbal, do cabresto, a negação de outros sons, são do meu ponto de vista, vituperas actitudes, agressivas práticas egoísticas tal como uma doença mental de misoginia, como quem tem dores de barriga e caga arame farpado sem perceber que está tendo cólicas de prisão de ventre.
Mais como uma dose de desconforto e de ansiedade estética faço o resumo do que foram os meus inúmeros renascimentos com aspirações e inspirações de outras eras no decorrer de alguns passeios nesta que tanto me emociona com desapego, um desapego próprio de quem se sonha vestindo um manto régio que só eu vejo.
Vemos quase sempre, de dentro pra fora da janela quando a chuva cai, se o autocarro vem nas horas tantas, da vizinha no prédio da frente, se vai nua e jamais o conteúdo das várias gavetas, o cotão e a ideia virgem de verdade contida em diferentes compartimentos bolorentos da casa, da sala, sob as janelas dos pisos inferiores ou superiores sendo o nosso pouco acima dos rés-do-chão e por vezes em andaimes feitios de vulgares arames com ferrugem , no caso da minha escrita pouco convincente, a vulgaridade é contígua, é e continua sendo o meu lar, a demagogia é o meu teatro intimo mas não me considero insensível ou mesmo fútil ao ponto de soçobrar num objetivismo subjetivo que é uma espécie de cadeira mestra que levo comigo pro outro mundo apesar de fazer um esforço monstruoso e do outro mundo, pelo desconforto, mas não sou invejoso, desejo acima de tudo que me inspirem, não pretendo ser um fosso, um poço de sabedoria indigesta, uma fossa fedorenta.
Não me perdoaria sem que falasse de argumentos seria quase imperdoável para mim mesmo não seguir os meus primários impulsos de sensibilidade versus bom senso, não sem compreender o que me interessa e a beleza que tem para mim expor a razão pelo que tem de racional e sensível embora possa parecer inconcebível a sensibilidade ao Ré, por exemplo em alguma e outras absurdas notas musicais audíveis noutras divisões ou noutro quadro do mesmo apartamento, numa outra gaveta ilógica com um freio linguístico formatado em MI ou FA, duma outra espécie peculiar e lanígera mais ligeira, genérica, básica, gutural profunda.
Gosto de quem se exagera, de quem entra em pânico, de quem se nega, amo e odeio quem duvida de si mesmo, e às pessoas que duvidam p'las meninges do peito eu deixo um recanto na minha simpatia (pouca) e a disciplina mental preguiçosa, tardia como um lamento da minha fraqueza pra não chamar covardia ou defeito, pois que também duvido que haja luz e que me faça sair livre enquanto janto sentado e nu, lívido e sem qualquer jeito.
Gosto de quem se exagera, de quem entra em pânico por tudo e nada, de quem se nega de quem manda a vida "por um cano", dos epilépticos deste mundo outro, prefiro a verdade, opto pelo autoconhecimento dos outros ou melhor ainda, escolho a real realidade embora essa nem seja minha nem consistente ou antes feita do que as minhas noites vão cheias - do brilho na lua cheia, eu de dia sou um oval oval, um aval nulo, mero extremo de Narval e de tudo, separado por duas linhas contíguas e com um destino igual, externo ao caminho que me sugeriram de forma implícita e explícita.
Tudo me é alheio, do que sinto ao que penso, até sossego é o inimigo na forma da paz que não sei explicar, falta-me o ruído pra pensar sem pensar, a auto avaliação da carraceira deprimida ao dorso do búfalo, falta-me o fechar do postigo para a auditoria das contas e ignorar o autoexame de consciência.
Chego com alívio à conclusão que a propriedade material da coisas e do que tenho dito è aparente e é de aparência do que tenho vivido, o que me tem feito viver, volto depois ao prefácio sem registo do que disse, totalmente perdido numa desvantagem, essa também aparente, aparentemente ferido, fingidor fictício, falso falsificador, hipotético filosofo, falácia sem fim nem inicio.
Nada surge do nada “Ex nihilo nihil fit” e eu“Não sei ser útil mesmo sentindo” excepto talvez quando nos ouvimos pensando entre o desequilíbrio e o sonho, assim como um “sui generis” colibri parando de flor em flor, pois as mensagens são como eternas libélulas para quem as sabe decifrar e mesmo as curtas pausas, os voos sem causa, rumo e as pontuações caladas na pele da gente são agentes secretos das palavras dadas, emprestadas a nós por d’outros e assim sucessivamente até ao fim desta espécie falante mas não omnipotente, hominídeos q.b …“Eu jamais parti”.
Longa vida aos realmente poetas "Ipsis verbis", Infelizmente ou não, por prática, misoginia de opróbrio, aprendizagem ou negação parcimoniosa, primordial de mim mesmo, desafecto etc. "In vitro" contive-me neste "charco", parco aglomerado de admoestações mal fundidas, urdidas censuras, bífidas, pérfidas, cáusticas, contendo meios sorrisos, correndo riscos, entre os quais o de perder uma parte importante, substancial e significativa do que pode ser ou não genial, morto ou uma simples loucura febril sem alma nem sal, salmoura labial e prosápia quanto basta, porque isso pra mim tem um peso, e a dor… a dor de uma amena cesariana, supondo que o parto natural seja mais doloroso, mas isso não conta quando "Há um vão à minha espera", não me considero imagístico, sou um fraco diletante discricionário, obstetra de estufa e de estultas pseudo-almas, comuns em mim, estas me definem e definham em mim, não menos que um caminho, um cadinho sem reagente piro-plásticos, os vossos e esses agentes modificativos ou provocativos são os inglórios e agnósticos estados de alma com os quais me masturbo frequentemente, me perturbo e tento dar consistência, consciência circunstancial do que de real nada tem.
"Ipsis verbis", sou de facto afeto e fervoroso militante do que mitigo, limito-me simplesmente à analise do que desejo fazer e não do que faço, investigo e instigo, mais propriamente inspiro-me superlativamente ao vir-me no que digo, embora não veja nem deseje o láudano ou o mórbido, pérfido mérito de flutuar entre quem não me confesso, sobretudo não admiro de sobremaneira ninguém nem nada, sou solitário e solidário qb. pois todos são altos e dignos a seu modo, na sua acção, à sua razão relativa e reactiva, são a seu modo, o embrião discricionário de mim próprio e lembram-me, criam matéria urdida e material nítido, sal nítrico explosivo para a minha perspicaz desfaçatez e também o absoluto princípio, o "príncipe" desta e de muitas outras vezes, pois quem olhar de través sob a mesma e a própria sombra ou veste é quem olha do mais profundo da alma, é o álcool, a fala da sereia, a respiração do íntimo do qual se criam logros, obesos ou filosofias desestabilizastes do sentir vincendo ou do vigente, actualizado paradigma cefálico.
Pois eu preciso de me separar dos olhos pra me ver no movimento deles enquanto durmo deitado, eu sentado sobre duas vendas numa espécie de inacção vudu suspensa, como dois disciplinados girassóis que se reconhecem pela silhueta, qual se eleva acima no horizonte, como que num acto solitário de domínio sobre ela mesma, um recado.
Às pessoas que duvidam p'las meninges do peito eu deixo um recanto na minha simpatia (pouca) e a disciplina mental menos preguiçosa, tardia como um lamento da minha fraqueza pra não chamar covardia ou defeito, pois que também duvido que haja luz e que me faça sair livre enquanto janto sentado seminu, lívido e sem jeito. A dor é um invisível traje




































JS/JM











O facto de respirar …







O acto de respirar pod'nem ter poesia,
E o que realmente não tem, não pode,
Nem faz parte, é a vontade contida, vil
Assim como um suster de respiração,

De quem vive sem respirar noite'dia,
Supondo sonhar por completo, de
Cada vez que respira por dever, seja
Por aval ou por decreto sabático do

Umbigo, não sente a essência que pariu
Do luar tão longe, o ar aqui tão cercano,
Sem ser dia demarcado, feriado d'arcanjo
Sem função, inté’pode ser domingo, santo

Meio d'tarde marcado a chuva mediana
E vento potro, folhas rasgadas dum outro
Livro macabro, o apocalipse segundo
O anticristo dos crentes, seguro facto

Benevolente segundo outro indigente
Messias, Mariano e antigo na solução
De mistérios, enigmas banais da vida
Onde a respiração tem ritmo próprio,

Age p'la renúncia a ela mesma, sofre
P'lo facto de respirar pra dentro, ironia
Da culpa não do destino, sem bilhete e
Tornar de volta semelhante a "acto-fim-

-De-peça" o "bis"(em que o diabo de quatro,
O actor, volta sempre à cena, assumindo
Quem representa, por vezes Fausto ou
Hospeda Job entre paredes falsas de quarto)

Eu queria ter nos olhos o vidrado fosco
Da demência mas vieram roubar-
Me a paz, as aves, aquela saudade benevolente,
Verdadeira, real que mais não verei,

Nem nunca inspirarei por vontade
Análoga à própria ideia que faço, falsa vontade
De mim mesmo quando respiro ou bocejo,
Já que não dependo senão do que o destino

Me dita









Teu mar eu sou
Jogo palavras lá
Dou do mar só
A solidão q'vem

Dentro dele, na
Rede de há mar
A ver mar vou
Se mar houver

Sou quem mar
Veste, eu jogo
Palavras nele
Me devolve o mar

Paixão, mar só
Mar sou, peixe
Do mais profundo
Que a solidão
É deste mundo

Eu meu mar sou
Sabe a sal a meu,
Mal é ter gaivotas
Na língua de falar,

Areia quando penso
O que do mar é mar
É meu, me falta murar
O mar em volta…





Branco tinto …



Estou devolvendo, (vou devolver) sem cerimonial altivo, em branco, calvo e livre de ónus paradoxais garridos, festivaleiros, o extraordinário presente que acabei de receber de mãos tão generosas quanto carinhosas. Um antigo admirador meu dizia em tempos (há mais de cem anos) que a poesia era passível de escanção, bem como os perfumes que "de per si" flagram, emanam e se combinam, pois estou convencido que a formação de sílabas segue a mesma fórmula do bouquet dos vinho maduros brancos retintos e a constituição fonética, mesmo quebrando tabus ou regras do bom senso compreendem estas, surpreendem numa efusão gástrica de serotipos, não em branco papel, mas voluptuosos e fecundos como pensamentos linguísticos ainda mais se a terra for arável e agradável ao sol poente, vivificante a critica e criteriosa a escolha das bagas uvas.
Sentimo-nos alfaiates de palavras, afivelamos aromas sabores, sensações sentidos e sentimentos paixões como sovelas de espinhos nas roseiras e nos bicos dos papa figos estivais e pagãos, pregões sem regras de qualquer espécie, para escrever duas linhas, pois é isso que devolvo duas linhas de prosa poética em branco calvo e livre, pois o que quero dizer é simples , a nossa capacidade de criar não pode ter peias nem limites poderemos imaginar Ofélia sem Shakespeare ou um magnificat sem orar a um só Deus como simples e vulgar gente que somos, apenas simples mestres comovidos com a vida, inalteráveis quanto um bom mosto de vinho maduro tinto ou branco ...






Tudo em mim, é tardio e lento
Por isso é bom que façamos
O que há a fazer,
E Já …

Alio ao gentil e brando,
Meio metro de força bruta,
Louca, que duvido tenha dentro,
(Por Ieramá)

De verdade nem um metro
Sinto, aí entro eu, no meio tempo,
Em hora de mola e ponta,
Muito mais em frente,

Junto os cotovelos em forma de ariete
Brado e avanço de rojo
Para o oponente com parte touro,
Quanto serpente,

Mais perigosa a calmaria,
Que a afronta, Deus vive
E é imundo, eu parto quebrando
Quem se me atravessa,

Que venha o bando,
A remessa de sabujos,
E o nojo que faz parte da orgia
De fazer parte,

Da infâmia, da calúnia,
Do engaço,
Sendo Deus virgem,
Não é deste mundo,

O arcanjo pra mim é o muro
E o silêncio ensurdece,
Lamento muito …











O incêndio é uma palavra
Que permanece pelo que o
Devemos limitar às horas
E ao fora delas como coisas
Que se rejeitam, e a respeito

De labaredas, estas não me
Dizem nada crepitam apenas,
Os outros sentidos tão carnais
Quanto basta no que me toca,
Incêndio uma palavra banal

Quando morta de grandeza
E de facto palha, faísca acesa














Criado em: 27/8/2021 19:44
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Jorge Santos/Joel Matos
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Re: O ângulo morto
Super Participativo
Membro desde:
16/3/2017 0:37
De Rio de Janeiro - Brasil
Mensagens: 135
Boa noite! Gostei muito e me perdi, de forma agradável na leitura. Confesso que certos trechos me tocaram, me fizeram refletir e me fizeram "vestir" sorrisos, quiçá por "identificação".

"...ao fulcro das nossas existências que é ser apenas e simplesmente homens e mulheres plenos de emoções..."

"...Gosto de quem se exagera, de quem entra em pânico por tudo e nada..."
"...quando nos ouvimos pensando entre o desequilíbrio e o sonho..."

Acredito que o exagero é fruto da intensidade no sentir (entendo bem sobre o assunto), e esse sentir tudo exageradamente tem como consequência a loucura, uma loucura muitas vezes gostosa de se sentir, tão gostosa que a gente vicia ... e ela se torna parte de nós.

Obrigada por compartilhar !

Criado em: 4/9/2021 20:42
_________________
Emoções em Des@linho
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Re: O ângulo morto
sem nome
sheeeeeee! she! que é andais a fumar caralho! por mim os relógios profetas e demais salapismos deviam... fazer she she eheh que pelos vistos andam muito apertados!

Criado em: 4/9/2021 21:28
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"Statement" de um hipócrita
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18/8/2021 13:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
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"Statement" de um hipócrita ou simples declaração de estado de sítio


Apenas peco por demorado, tardio este meu respingo quiçá esquizofrénico, talvez apenas uma simples "declaração de estado do-sítio", quero dizer o que há muito tenho dito e venho dizendo, não "vos" considero global, parcialmente nem parcimoniosamente como meus iguais, sejam os pares monogâmicos, ilíquidos, idílicos ou no sinonimo de ilegais ou iguais interlocutores, conduzi-me a este desleal espaço, serve-me este um sincronismo paralelo necessário, só apenas somente e consoante, assim como outros consonantes tal como uma memória viva, vivida e cirúrgica, não fiduciária, qual utilizo sem parcimónia para albergar liturgicamente o que digo e o que escrevo bem e muito bem, me descrevo e escrevo (melhor ainda do que penso) sem filtros , porventura para memória futura, assim como um livro impresso para que este não esmoreça e se perca por covardia girina e geriátrica, se desgaste por coeva incúria ou parta nos maus caminho, como fosse produzida em vidro fundido, em cristal cadinho de Condes de Limoges, Condessas dos Genitais de Tormes.
Avanço "por I'avante" e proveito para dizer, para partilhar o que de melhor faço e quiçá se faça na língua que manifesto pelas largas narinas quando respiro, pelos poros, meus pelos do peito não são pretensiosos, não pretendem nem aplausos nem urros, desdém ou repressão e muito menos de quem não faz parte da invicta, imodesta e restrita casta que cultivo p'los cabelos; respeito-os como meus anfitriões/amigos e fazem parte de um circulo muito estreito/ restrito, exclusivamente considero como meus relactivos uma pequena faixa de "meia-dúzia-de-três" poetas/escritores e só a esses aperto as mãos, o colarinho com atilhos luzentes, só estes me emprestam o coração até fazer dor de cheio, apenas por eles tenho carinho e sinto companheirismo e com "esses-eles" faço-me ao caminho mesmo no meio de enxurradas e de agreste mau tempo.
Desfrutem hoje do meu "Bomtempo", apreciem-no não apenas para diversão matemática mimética, progridam gramatical e mentalmente e cresçam tendo meu gigante colo, no que dou "de borla", "de graça" e e sem cheques, sem achaques de matrona ou parental superioridade, o génio "suis generis", o adagio "sine-qua-non" já que a inquieta, completa loucura provem de um mesmo frasco físico, redoma ou recipiente orgânico, a linha que me divide do "nós" é ténue na voz e silente no dolo, doloroso o choro, a dor quando me desprendo, despenho por um ou do outro lado e derivo como por uma ribeira de cascalho, derrocada sem pés ou suporte, esteira rota, à minha volta tudo é caos e derrota, sinto-me um hipócrita descontrolado quando digo ou peso "à-rédea-solta", o que me vai na alma, sei que não quero arcar com o peso de um bolo inteiro nem a profunda ressaca de tinto velho, não invejo tolos nem mastodontes sendo eu pequeno paquiderme, figurante sem figura de gente, do metro e meio em frente sou um oxidante de ferro em fuligem, faço como que do fogo uma arte maior.
Aflige-me a mediocridade silábica do altifalante, a preconceituosa e aquela sem casca, a autoritária "adictora", a incesseridade confrangedora monogástrica, sem casta, desprezo com o dedo grande do pé direito a dança dos penicos, pois sou destro do lado direito do pénis, as "idiocracias" associativistas, as seitas do garrote, os pescoços estendidos dos pançudos, assim como as pseudodemocracias contaminativas patronizadas, os normais padrões são para mim uma normativa pictoresca e pictórica que tento evitar a todo o custo e custe o que custar embora nada me amedronte com facilidade, senão a agilidade com que penso ser eu quem se detém parado mais próximo da loucura, quase lhe toco, ela me cura embora me aflija sobremaneira e me dê secura nos cantos da boca, na uretra e quando mijo visco destrutivo a vermelho num agridoce bem salgado, cor do trigo mouro e do rodapé saloio do sítio onde me demoro.
Protocolos ornamentais à parte, convenci-me da inevitabilidade social sórdida e quotidiana e assim convivo nesta decadente e eterna estalagem o melhor que sei com muitos felizes parvos e paranoicos delirantes e alguns demagogos com a mania religiosa exacerbada com seus escassos sequazes e insisto na evidencia mística como prova de pouca força e da confiança intima que não tenho nem me reconheço, todavia não me abstenho do teatro intimo como se fosse uma necessidade imperial, um alimento divino e uma prova de vida, a realidade me alivia por não ter para já nenhuma solução à vista.
Branco tinto … Estou devolvendo, sem cerimonial altivo, em branco, calvo e livre de ónus paradoxais garridos, festivaleiros, o extraordinário presente que acabei de receber de mãos tão generosas quanto carinhosas. Um antigo admirador meu dizia em tempos (há mais de cem anos) que a poesia era passível de escanção, bem como os perfumes que "de per si" flagram, emanam e se combinam, pois estou convencido que a formação de sílabas segue a mesma fórmula do bouquet dos vinho maduros brancos retintos e a constituição fonética, mesmo quebrando tabus ou regras do bom senso compreendem estas, surpreendem numa efusão gástrica de serotipos, não em branco papel, mas voluptuosos e fecundos como pensamentos linguísticos ainda mais se a terra for arável e agradável ao sol poente, vivificante a critica e criteriosa a escolha das bagas uvas.
Sentimo-nos alfaiates de palavras, afivelamos aromas sabores, sensações sentidos e sentimentos paixões como sovelas de espinhos nas roseiras e nos bicos dos papa figos estivais e pagãos, pregões sem regras de qualquer espécie, para escrever duas linhas, pois é isso que devolvo duas linhas de prosa poética em branco calvo e livre, pois o que quero dizer é simples , a nossa capacidade de criar não pode ter peias nem limites poderemos imaginar Ofélia sem Shakespeare ou um magnificat sem orar a um só Deus como simples e vulgar gente que somos, apenas simples mestres comovidos com a vida, inalteráveis quanto um bom mosto de vinho maduro tinto ou branco mosto…
Branco tinto
Final Feliz ou o ângulo morto, o essencial ou fundamental não são o possuir nem o guardar, a ânsia é uma moldura desgastada, monótona e monogâmica, uma crueldade para o espirito. Não é vital ter, mas dar, a pedra basilar, o gozo será o ultimo reduto, refugiaremos as nossas lembranças prolongadas num "status quo" cujo único desígnio ou propósito, o sopro final será a libertação, a graça divina, um magistral "magnificat" chamemos-lhe o que chamar-mos ao eterno, ao "finalli", ao alvo, ao fulcro das nossas existências que é ser apenas e simplesmente homens e mulheres plenos de emoções. Querermos ser aceites cega-nos, encerra-nos em embrulhos selados, fechados e herméticos, sem paladar, ínfimos espaços, casas terrenas e térreas plenas de dúvidas, mono-nucleicos monoparentais refúgios de mundos múltiplos, escravizam-nos pouco a pouco nos nossos melodramas básicos, como se fosse num pó fino que se nos aglutina na pele e impede de flutuar entre outras possibilidades. Eu sou, tento ser, espectador vivo, víscero e sincero de tudo quanto escrevo e, ou é sentido por mim, ampla e absurdamente, abundantemente até ao sufoco, não guardo o entusiasmo nem a má gordura/candura na borda do prato, consumo o prazer do que digo e penso sem modéstia embora saiba que me mato de satisfação e com gosto, deleito-me com a satisfação de quem escreve muito e experimenta experiencias paisagens de outros mundos universos que em nós possuímos sem que nos apercebamos espontâneos simples e nus, o final feliz, o "escapar à morte".
Estou devolvendo, sem cerimonial altivo, em branco, calvo e livre de ónus paradoxais garridos, festivaleiros, o extraordinário presente que acabei de receber de outras mãos. Um antigo admirador meu dizia em tempos (há mais de cem anos) que a poesia era passível de escanção, bem como os perfumes que "de per si" flagram, emanam e se combinam, pois estou convencido que a formação de sílabas segue a mesma fórmula do bouquet dos vinho maduros brancos retintos e a constituição fonética, mesmo quebrando tabus ou regras do bom senso compreendem estas, surpreendem numa efusão gástrica de serotipos, não em branco papel, mas voluptuosos e fecundos como pensamentos linguísticos ainda mais se a terra for arável e agradável ao sol poente, vivificante a critica e criteriosa a escolha das bagas uvas.
Sentimo-nos alfaiates de palavras, afivelamos aromas sabores a mel, sensações sentidos e sentimentos paixões como sovelas de espinhos nas roseiras e nos bicos dos papa figos estivais e pagãos, pregões sem regras de qualquer espécie, para escrever duas linhas, pois é isso que devolvo duas linhas de prosa poética em branco calvo e livre, pois o que quero dizer é simples , a nossa capacidade de criar não pode ter peias nem limites poderemos imaginar Ofélia sem Shakespeare ou um magnificat sem orar a um só Deus como simples e vulgar gente que somos, apenas simples mestres comovidos com a vida, inalteráveis quanto um bom mosto de vinho maduro tinto ou branco, branco tinto.
Sensibilidade e inteligência ou aversão ao velo, passível nos animais lanígeros e a abominação dum belo velo lanifício, bem estruturado em formas verbais, físicas ou em formato de velcro industrial, assemelham-se à assombração do freio no palato e do feio linguístico na pratica equestre e do ponto de vista verbal, do cabresto, a negação de outros sons, são do meu ponto de vista, vituperas actitudes, agressivas práticas egoísticas tal como uma doença mental de misoginia, como quem tem dores de barriga e caga arame farpado sem perceber que está tendo cólicas de prisão de ventre.
Mais como uma dose de desconforto e de ansiedade estética faço o resumo do que foram os meus inúmeros renascimentos com aspirações e inspirações de outras eras no decorrer de alguns passeios nesta que tanto me emociona com desapego, um desapego próprio de quem se sonha vestindo um manto régio que só eu vejo.
Vemos quase sempre, de dentro pra fora da janela quando a chuva cai, se o autocarro vem nas horas tantas, da vizinha no prédio da frente, se vai nua e jamais o conteúdo das várias gavetas, o cotão e a ideia virgem de verdade contida em diferentes compartimentos bolorentos da casa, da sala, sob as janelas dos pisos inferiores ou superiores sendo o nosso pouco acima dos rés-do-chão e por vezes em andaimes feitios de vulgares arames com ferrugem , no caso da minha escrita pouco convincente, a vulgaridade é contígua, é e continua sendo o meu lar, a demagogia é o meu teatro intimo mas não me considero insensível ou mesmo fútil ao ponto de soçobrar num objetivismo subjetivo que é uma espécie de cadeira mestra que levo comigo pro outro mundo apesar de fazer um esforço monstruoso e do outro mundo, pelo desconforto, mas não sou invejoso, desejo acima de tudo que me inspirem, não pretendo ser um fosso, um poço de sabedoria indigesta, uma fossa fedorenta.
Não me perdoaria sem que falasse de argumentos seria quase imperdoável para mim mesmo não seguir os meus primários impulsos de sensibilidade versus bom senso, não sem compreender o que me interessa e a beleza que tem para mim expor a razão pelo que tem de racional e sensível embora possa parecer inconcebível a sensibilidade ao Ré, por exemplo em alguma e outras absurdas notas musicais audíveis noutras divisões ou noutro quadro do mesmo apartamento, numa outra gaveta ilógica com um freio linguístico formatado em MI ou FA, duma outra espécie peculiar e lanígera mais ligeira, genérica, básica, gutural profunda.
Gosto de quem se exagera, de quem entra em pânico, de quem se nega, amo e odeio quem duvida de si mesmo, e às pessoas que duvidam p'las meninges do peito eu deixo um recanto na minha simpatia (pouca) e a disciplina mental preguiçosa, tardia como um lamento da minha fraqueza pra não chamar covardia ou defeito, pois que também duvido que haja luz e que me faça sair livre enquanto janto sentado e nu, lívido e sem qualquer jeito.
Gosto de quem se exagera, de quem entra em pânico por tudo e nada, de quem se nega de quem manda a vida "por um cano", dos epilépticos deste mundo outro, prefiro a verdade, opto pelo autoconhecimento dos outros ou melhor ainda, escolho a real realidade embora essa nem seja minha nem consistente ou antes feita do que as minhas noites vão cheias - do brilho na lua cheia, eu de dia sou um oval oval, um aval nulo, mero extremo de Narval e de tudo, separado por duas linhas contíguas e com um destino igual, externo ao caminho que me sugeriram de forma implícita e explícita.
Tudo me é alheio, do que sinto ao que penso, até sossego é o inimigo na forma da paz que não sei explicar, falta-me o ruído pra pensar sem pensar, a auto avaliação da carraceira deprimida ao dorso do búfalo, falta-me o fechar do postigo para a auditoria das contas e ignorar o autoexame de consciência.
Chego com alívio à conclusão que a propriedade material da coisas e do que tenho dito è aparente e é de aparência do que tenho vivido, o que me tem feito viver, volto depois ao prefácio sem registo do que disse, totalmente perdido numa desvantagem, essa também aparente, aparentemente ferido, fingidor fictício, falso falsificador, hipotético filosofo, falácia sem fim nem inicio.
Nada surge do nada “Ex nihilo nihil fit” e eu“Não sei ser útil mesmo sentindo” excepto talvez quando nos ouvimos pensando entre o desequilíbrio e o sonho, assim como um “sui generis” colibri parando de flor em flor, pois as mensagens são como eternas libélulas para quem as sabe decifrar e mesmo as curtas pausas, os voos sem causa, rumo e as pontuações caladas na pele da gente são agentes secretos das palavras dadas, emprestadas a nós por d’outros e assim sucessivamente até ao fim desta espécie falante mas não omnipotente, hominídeos q.b …“Eu jamais parti”.
Longa vida aos realmente poetas "Ipsis verbis", Infelizmente ou não, por prática, misoginia de opróbrio, aprendizagem ou negação parcimoniosa, primordial de mim mesmo, desafecto etc. "In vitro" contive-me neste "charco", parco aglomerado de admoestações mal fundidas, urdidas censuras, bífidas, pérfidas, cáusticas, contendo meios sorrisos, correndo riscos, entre os quais o de perder uma parte importante, substancial e significativa do que pode ser ou não genial, morto ou uma simples loucura febril sem alma nem sal, salmoura labial e prosápia quanto basta, porque isso pra mim tem um peso, e a dor… a dor de uma amena cesariana, supondo que o parto natural seja mais doloroso, mas isso não conta quando "Há um vão à minha espera", não me considero imagístico, sou um fraco diletante discricionário, obstetra de estufa e de estultas pseudo-almas, comuns em mim, estas me definem e definham em mim, não menos que um caminho, um cadinho sem reagente piro-plásticos, os vossos e esses agentes modificativos ou provocativos são os inglórios e agnósticos estados de alma com os quais me masturbo frequentemente, me perturbo e tento dar consistência, consciência circunstancial do que de real nada tem.
"Ipsis verbis", sou de facto afeto e fervoroso militante do que mitigo, limito-me simplesmente à analise do que desejo fazer e não do que faço, investigo e instigo, mais propriamente inspiro-me superlativamente ao vir-me no que digo, embora não veja nem deseje o láudano ou o mórbido, pérfido mérito de flutuar entre quem não me confesso, sobretudo não admiro de sobremaneira ninguém nem nada, sou solitário e solidário qb. pois todos são altos e dignos a seu modo, na sua acção, à sua razão relativa e reactiva, são a seu modo, o embrião discricionário de mim próprio e lembram-me, criam matéria urdida e material nítido, sal nítrico explosivo para a minha perspicaz desfaçatez e também o absoluto princípio, o "príncipe" desta e de muitas outras vezes, pois quem olhar de través sob a mesma e a própria sombra ou veste é quem olha do mais profundo da alma, é o álcool, a fala da sereia, a respiração do íntimo do qual se criam logros, obesos ou filosofias desestabilizastes do sentir vincendo ou do vigente, actualizado paradigma cefálico.
Pois eu preciso de me separar dos olhos pra me ver no movimento deles enquanto durmo deitado, eu sentado sobre duas vendas numa espécie de inacção vudu suspensa, como dois disciplinados girassóis que se reconhecem pela silhueta, qual se eleva acima no horizonte, como que num acto solitário de domínio sobre ela mesma, um recado.
Às pessoas que duvidam p'las meninges do peito eu deixo um recanto na minha simpatia (pouca) e a disciplina mental menos preguiçosa, tardia como um lamento da minha fraqueza pra não chamar covardia ou defeito, pois que também duvido que haja luz e que me faça sair livre enquanto janto sentado seminu, lívido e sem jeito




































JS/JM






























Criado em: 23/9/2021 15:22
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Re: "Statement" de um hipócrita
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Assunção da dignidade assumida ou
“Hannibal ad portus”

Assumi-vos porra, como gado de pasto que efetivamente sois, sendo eu vosso magnânimo, magnifico pastor e alfange, predador, assumo-vos eu sim, como meus iníquos vassalos, soldadesca fresca e gado menor, carnes para canhão, e contra todos os meus excelsos princípios, considerando-vos, (algo erróneo e capciosamente falso) como nobres animais de carnes flácidas e desconfiáveis aduladores, colocutores, dispositores de alto sabor, de elevados conceitos sub-linguares e subliminares de extremo teor existencial e essencial pra que vos legitime como entidades fiáveis e genuínas na mesa, calibre da qual não são, nem no suporte do prato, serão todavia não jamais, de longe, qualificável ou atribuível estes nobres dons ou qualquer destas qualidades honráveis e honoráveis, suspeito-me pois e assim conspurcado até aos testículos e a vesícula e sinto que estou empregando e comprometendo a minha valiosa e magnífica arte "graphica" e graphya, humilhando-me da verve até ao mais baixo nível ao retorquir com e acerca de plantas rasteiras, carne que nem numa gamela se quer, desprezíveis gramíneas parasitárias que apenas necessitam e esperam por ser exterminadas, não nutridas e ainda menos privilegiadas na salada como estou fazendo agora e com toda a minha aflição, espanto-me a mim próprio conseguir emporcalhar-me ao responder-vos, mas aqui vai, "Quid est quod habet esse", o que tem de ser será e Cartago tem necessariamente, sem embargo, de ser destruída, "Carthago delenda est" para glória grande de Caravaggio o velho, numa das suas telas.
Pois claro, agora Hannibal o predador, está no porto e aos portões desta cidade menor, que não é bem uma cidade, mas um lúgubre lugarejo sórdido quanto os seus frágeis e flácidos habitantes, cidadãos sitiados, suicidas soçobrados, desconhecidos e vencidos da vida, desonrados, derrotados emparedados vivos, desgraçados sem opinião nem prosa.
Apesar de excepcionais orelhas e magníficos e desproporcionais probóscides estomacais e investindo quase tudo quanto podemos ingerir e conseguimos defecar sem dificuldade mas com elevada mestria, como oleiros em potenciais olarias familiares/tradicionais, temos largos e apurados esófagos, descendentes de afegãos sorumbáticos e pagãos, somos dependurados pelos órgãos genitais por crime de divergência existencial por estrambólicos eunucos circenses, sacrificados fiduciários nas fogueiras dos maldosos e malvados cibernautas por decreto nem sempre presentes mas omnipotentes, esquartejadores de consciências, somos desqualificados, apedrejados por símios seminus e estrábicos orgânicos, expomo-nos servilmente aos mais baratos, feios, básicos escrevinhadores seminais, monossilábicos e somos agredidos das formas mais vis, humilhantes, baixas que se conhecem apesar da diarreia verbal destes ser completa, corrupta e gástrica, de refluxo semi-animal, enjoante, enojante e maldoso, maliciosos carroceiros animalescos a caminho do mercado de gado bi semanal, sem causa básica nem amalgama que não seja escrota, repolho e feijão preto, apenas desgosto, má língua e mácula ao repasto, sem bom gosto, nem afago de vizinho naturalmente sempre bem disposto.
Assumo com responsabilidade a desordem, naturalidade e dignidade a dimensão de humanista Partizan e a de conspirador às sextas feiras á noite na mata dos medos, não traio as minhas convicções nem que me deem alpiste, são tal forma humanas de maneira clara e magnânima nas minhas opiniões , sou magnifico e valente nas minhas partes genitais e magistral nas artes que oficio depois da cinco da tarde, os meus actos mais brandos bradam e ardem como se fossem fogo de artificio ao domingo de ramos, na aldeia da piedade, ponderados quanto honrosos os palavrões e chavões, os impropérios que grito aos quatro ventos, não me calo, quantos mais e ilegais e violentos se estes sim, servirem a defesa da liberdade e da democracia plena, sou condescendente desde tenra idade ao ponto de arrotar um obrigado mesmo que palavras ad.hoc me firam, sou educado qb. e como bolacha maria de agua e sal ao lanche, não faço nem bem nem faço mal em jejum apesar de estar disposto a tudo e até à guerrilha armada e à guerra santa como um bom ateu que se borrifa de agua benta se for disso o caso, aos caos aniquilador e completo se a causa for a calima, a bonança depois da tempestade violenta provocada pelos drusos negros "sem orelhas", “Pechenegues” beligerantes e pouco fiáveis das florestas andaluzas de inda’gora, franco-atiradores disfarçados embora de chinelos suásticos castanhos e pretos.
Ajo para fora embora a agilidade seja bem lá dentro embora seja benevolente quanto á desordem espiritual e sem cura, inclino-me pelo pacifismo embora seja beligerante nos testículos, considero em todas as minha palavras escritas o suborno ao além.
A paisagem do que suponho ver
Nasci liberto, a meu modo, à minha vista, a nudez é uma paisagem árida, a cor um visível traje, a majestade da montanha é um céu vasto, o distante, o espaço e a aurora são apenas e cerca de metade dos sentidos, das sensações que gerem a minha ideia de realidade metade e metafísica, verdade que ninguém emprega como vocabulário para simular sentimentos ou emoções, acções robustas.
As formas visíveis do sonho são todas elas femininas, abertas todas elas duma outra sensibilidade corpórea senão mesmo luminescente, doce tanto quanto a ilusão pode projectar, proporcionar e achamos nós que possuímos, detemos assim como um rio que flui ou uma sensação compensatória que passa, um engano, um erro, uma imperfeição, um disfarce.
Nasci liberto, aconteceu-me por impulso espontâneo, acontece-me em tudo quanto o que registo acerca do que penso, exigir comparação remuneratória com o dever de ser eu, inconsciente de poder criar nítido, outro paradigma padrão profundo que seja diferente à vista frágil fácil, á visão do pintor e não apenas som difuso, vago envolvente pano de fundo falso.
Existem detalhes oníricos e críticos em cada uma das minhas faculdades mensuráveis como seja a visão minuciosa do cosmos e o estrabismo interior para uma suposta realidade fora de mim próprio do que suporto e suponho fiduciariamente para onde ter de aurir na minha funesta surdez, aziaga nudez das coisas que nunca foram vistas e se supõem desejadas e o que se deseja das nove às cinco da tarde sobretudo...
Nascer liberto é uma grandeza de primeira dimensão, nada me dói senão o vício gregário, a social solidão que alguns consideram prazer, é para mim uma agonia de escravo voluntarioso,
perante um panorama destilado, esterilizado infecundo e com pontos de fuga comuns e semelhantes para todos os lados onde se olhe no horizonte, um físico enjoo precoce de falsa gravidez.






































Criado em: 29/10/2021 9:03
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Duras aljavas
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Não me substituam da realidade,
A ideia de verdade, por base nula,
Jamais abdicarei de ser eu próprio,
Nunca me vergarei ao opróbrio, ao jugo,

Nem ao blindado de guerra, ao genocida,
Todas as minhas causas são justas e vivas
Consciência não é uma circunferência,
Mais profunda minha casta, meu mérito

E não a desonra, sigo linhas puras,
Não substituam realidade por outra,
Por outra coisa obscura preta, negra
Sem decote, como se fosse arte crua,

Carne viva é o meu mote e dura
Minha sentença, a morte regalia
Que dou aos vis, aos insignificantes
E aos fracos, aos tímidos, timidez

Me irrita até fazer dor nos punhos,
Quebro qualquer muro, parto até
Uma faca que me vire o gume,
Se vier alguém rebaixar um outro,

Não me troquem a verdade, estou
Farto de hipocrisia fútil de "gang" e do "agir
Pra dentro" como quem esboça
Um aceno, um gesto, minha glote

E traqueia um exército, uma fauna,
Minha fala não mais será humana,
Não faço uso de anéis de damas,
Sim de espadas e catanas nuas … centenas,

Puras e escuras … duras aljavas
Otomanas






















Não me substituam da realidade,
A ideia de verdade, por base nula,
Jamais abdicarei de ser eu próprio,
Nunca me vergarei ao opróbrio, ao jugo,

Nem ao blindado de guerra, ao genocida,
Todas as minhas causas são justas e vivas
Consciência não é uma circunferência,
Mais profunda minha casta, meu mérito

E não a desonra, sigo linhas puras,
Não substituam realidade por outra,
Por outra coisa obscura preta, negra
Sem decote, como se fosse arte crua,

Carne viva é o meu mote e dura
Minha sentença, a morte regalia
Que dou aos vis, aos insignificantes
E aos fracos, aos tímidos, timidez

Me irrita até fazer dor nos punhos,
Quebro qualquer muro, parto até
Uma faca que me vire o gume,
Se vir alguém humilhar um outro,

Não me troquem a verdade, estou
Farto de hipocrisia fútil de "gang" e do "agir
Pra dentro" como quem esboça
Um aceno, um gesto, minha glote

E traqueia um exército, uma fauna,
Minha fala não mais será humana,
Não faço uso de anéis de damas,
Sim de espadas e catanas nuas … centenas,

Puras e escuras … duras aljavas
Otomanas











Criado em: 6/11/2021 22:22
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Prefeitos do amor e do pranto
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Prefeitos do amor e do pranto,
Assim somos nós hoje, predefinimos
Quem somos em função da distância
Do pâncreas ao estômago e esófago,

As regalias são para nós o veneno
Natural do corpo e da alma que nunca
Doi, é muda de facto, traja a rigor
Quando é feriado dia santo

A eucaristia é o Santo Graal, quando
O espírita responde ao físico segredando
Acanhado que detesta sentir sentimentos
Cavados, sentidos profundos

E o encanto do pão ainda quente a chuva
Caída e a manhã fria, o agasalho,
Privilégios, prazeres íntimos, gestos mornos,
Que podem durar para sempre,

Preterimos amor e canto à jugular, à histeria.
Degolada a Sereia resta o flanco salino, o réu,
A hipocrisia do vegetal sem sabor a couve,
Maçã verde não é “pão de rala”, mais doce.

Quadrilátero o genoma fálico de abundância,
Eufemismo é a desfaçatez com que bradamos
E brandimos Moisés como Decanos às tropas,
De Bizâncio

















Criado em: 7/11/2021 10:32
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Prefeitos do amor e do pranto
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Prefeitos do amor e do pranto,
Assim somos nós hoje, predefinimos
Quem somos em função da distância
Do pâncreas ao estômago e esófago,

As regalias são para nós o veneno
Natural do corpo e da alma que nunca
Doi, é muda de facto, traja a rigor
Quando é feriado dia santo

A eucaristia é o Santo Graal, quando
O espírita responde ao físico segredando
Acanhado que detesta sentir sentimentos
Cavados, sentidos profundos

E o encanto do pão ainda quente a chuva
Caída e a manhã fria, o agasalho,
Privilégios, prazeres íntimos, gestos mornos,
Que podem durar para sempre,

Preterimos amor e canto à jugular, à histeria.
Degolada a Sereia resta o flanco salino, o réu,
A hipocrisia do vegetal sem sabor a couve,
Maçã verde não é “pão de rala”, mais doce.

Quadrilátero o genoma fálico de abundância,
Eufemismo é a desfaçatez com que bradamos
E brandimos Moisés como Decanos às tropas,
De Bizâncio enquanto exaltamos El Cordobés ...










O triângulo amoroso



A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.


Aristóteles






















Peço desculpa eu, Jorge Santos/Joel Matos, NAMASTIBET , em público pelo hemorroidal impudico desta congregação de lunares lunáticos e pela lengalenga hemorrágica deste Ovnólogo sacristão capacho de um dito Triguinho ou da Cevada Aveia e capaz de trazer outros bem mais tolos sequestrados nas malhas, destapado da mona e capataz das lérias mais mancas e sonsas deste mundo e duma ladainha distópica e malévola que até irrita o próprio diabo que o carrega.
Peço desculpa pela desonestidade e lambarice deste ser adverso falso, quanto falsa é a sua face de estupor iletrado mal parido, querendo impor uma lei marcial, um partido nazi fascista num território que não é seu, nem será o seu quintal galinheiro e muito menos a sua torre de vigia, de controle, nem aqui é Auschwitz ou Treblinka e os linchamentos já só se fazem às quintas, nas Repúblicas que eles mesmos fabricam na Amazónia mais profunda, longe das vistas humanas, (pra lá do fim do mundo e também no programa do “sabe-se lá quê” que irá breve passar na BBC, garanto)
Peço desculpa pela escrita malparida, de garotos, deste gang de dois por três, além da “rapariga” dos porquês, daquela fase “depois do anal” e que ainda não sabe o que caga ou se caga mel com que lambuza o dedo anal nem ela sabe com quê ou qual igual, se tem sal ou ureia trampa sabendo mal e tão mal que até canta Shakespeare na sanita ou quando janta na gamela do mayoral da trampa.
Peço desculpa por ainda lhes dirigir a palavra aqui, pois como disse e com sabem as palavras são sagradas
E simpáticas, não como estes bois que conhecem apenas dois ou três chavões e o respeito não é uma delas ou um deles.
E agora falando diretamente para ti grande coño te digo o que já disse e torno a dizer se souberes ler,
Tu ao invés de me ostracizares deverias orgulhar-te de capciosamente te dirigir a palavra além de e para te esconjurar quer figuradamente quer efetivamente, pois para mim as palavras são sagradas e afetivas e não excluo nenhuma de todas as que conheço e tu nem conheces especialmente e até as conjugo pois de facto me merecem respeito, assim como o lixo a porcaria ou a podridão, são factos e aprendi a conviver e a comunicar com gente reles, carroceiros e palafreneiros mas não as excluo ao invés reforço e enfatizo como um valor definido e a ter em conto pois o mundo tb é feito disso e não das lamechices cor de rosa que aqui são "valorizadas" se é que há valor mais por aqui, lembra-te que sou a pessoa de mais valor neste mundo que te dá resposta só por isso respeita-me "in nomine".
Longa vida aos realmente poetas "Ipsis verbis", Infelizmente ou não, por prática, misoginia de opróbrio, aprendizagem ou negação parcimoniosa, primordial de mim mesmo, desafecto etc. "In vitro" contive-me neste "charco", parco aglomerado de admoestações mal fundidas, urdidas censuras, bífidas, pérfidas, cáusticas, contendo meios sorrisos, correndo riscos, entre os quais o de perder uma parte importante, substancial e significativa do que pode ser ou não genial, morto ou uma simples loucura febril sem alma nem sal, salmoura labial e prosápia quanto basta, porque isso pra mim tem um peso, e a dor… a dor de uma amena cesariana, supondo que o parto natural seja mais doloroso, mas isso não conta quando "Há um vão à minha espera", não me considero imagístico, sou um fraco diletante discricionário, obstetra de estufa e de estultas pseudo-almas, comuns em mim, estas me definem e definham em mim, não menos que um caminho, um cadinho sem reagente piro plásticos, os vossos e esses agentes modificativos ou provocativos são os inglórios e agnósticos estados de alma com os quais me masturbo frequentemente, me perturbo e tento dar consistência, consciência circunstancial do que de real nada tem.
"Ipsis cosmus", sou de facto afeto e fervoroso militante do que mitigo, limito-me simplesmente à analise do que desejo fazer e não do que faço, investigo e instigo, mais propriamente inspiro-me superlativamente ao vir-me no que digo, embora não veja nem deseje o láudano ou o mórbido, pérfido mérito de flutuar entre quem não me confesso, sobretudo não admiro de sobremaneira ninguém nem nada, sou solitário e solidário qb. pois todos são altos e dignos a seu modo, na sua acção, à sua razão relativa e reactiva, são a seu modo, o embrião discricionário de mim próprio e lembram-me, criam matéria urdida e material nítido, sal nítrico explosivo para a minha perspicaz desfaçatez e também o absoluto princípio, o "príncipe" desta e de muitas outras vezes, pois quem olhar de través sob a mesma e a própria sombra ou veste é quem olha do mais profundo da alma, é o álcool, a fala da sereia, a respiração do íntimo do qual se criam logros, obesos ou filosofias desestabilizastes do sentir vincendo ou do vigente, actualizado paradigma cefálico.
Em geral Sinto nojo da dualidade dos que oram e usam do vazio das igrejas como as baratas no escuro dos móveis para se esconderem da luz do dia, dizem-se beatos puros, possuem a arte da falsa erudição, hipócritas e pestilentos, agentes da "anti-poesia", pois que que não conhecem a musicalidade das esferas celestes, o misticismo que é necessário para ser poeta/profeta e transformar homens em anjos, anjos em inflamados cometas, o hálito de sabor amargo das bestas, na bonança e no pó da esperança.
Nós pertencemos a outra raça, bravia, com o sabor análogo ao do solo, a limbo, a terra nova e descoberta, somos de resignação violenta, os nossos dedos acariciam a erva e os musgos dos regatos.
Os meus passos têm a leveza das aves dos céus, salmão dos mares, quando me perco, como sendo "Plometeu" ou seus pares do Atlas ao Taurus.
Sou imenso, sinto e penso um cosmos em mim, não consagro o meu tempo à banalidade,à mediocridade sinto nojo de dualidades e de almas sôfregas de ruído.
O imbecil é e será sempre um ser colectivo e coletivizante ... Aguardo apenas o soar da meio-dia "à janta", a alternância de quem gira em torno de si mesmo, como uma esfera, comum Terra, o sino, o címbalo, o Olifante, a trombeta para o qual a minha atenção se dirige, ao longe, muito longe, no único andar do mundo que não muda, aguarda apenas, aguarda suspenso e fixo num ponto mudo, o nó do mundo, o futuro de tudo-e-todos ...a contenda dos moribundos na cidade berço de "Ananda"...o nó mudo em Mandala-papel.
Conquanto penso e vejo-me sentado, solene onde decorre o meu juízo e penso ser um pouco de tudo que é impassível e resulta certamente em mim, não me posso perceber, contudo conheço-me mais que tudo, giro em torno de mim mesmo, assim como um pêndulo em torno de Foucault e apenas aguardo ...aguardo apenas, de cima o som que é mudo, do nó do mundo o soar da "janta" !
"E orgulho-me todavia de minha humilhação, e por estar condenado a tal privilegio, quase desfruto uma salvação odiosa: acredito ser na memória humana o único
exemplar de nossa espécie a ter naufragado num navio desertor "Te loquor absentem"
Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...
Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde, fica num mapa.
Não se toca a quatro mãos nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem,

Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

"Werde der du bist."
Goethe





Jorge Santos (Namastibet) (JS/JM)







Criado em: 7/11/2021 10:32
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Re: O ângulo morto
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A poia esta causa

Uma das coisas mais infelizes da natureza humana é o extremismo
Considero-me um paladino de justas causas sem pretensão a ser galardoado ou homenageado por isso mesmo, nem por ninguém, não necessito em geral nem em particular, já estou habituado ao silencio das terceiras partes, sendo estéril também esta e partindo de um "textozeco" fútil que nem merece considerações apesar de não ferir nem provocar ninguém além das matronas oficiais do reino, as duas mal fodidas e mal paridas e mal contempladas comadres habituais.
O que mais me exalta ou irrita são considerações provocatórias e convocações de linchamento publico do gênero nazi fascista a pessoas que conhecemos nem que seja pelo tempo que aqui estão, podemos ou não concordar com elas (com estes dois de três definitivamente não) mas são nossos parceiros, partilhamos e partilhámos com eles anos das nossas existências boas ou más, merecem a nossa cumplicidade anônima ou notória, podem ter mil e um perfis verdadeiros ou falsos como se fossem Matrioskas Russas, têm os defeitos com que nós aprendemos a conviver, são pessoas que nos respeitam se nos as respeitarmos com todas as idiocrasias inerentes e por um ambiente saudável e não com chavões falsos e mentiras desonestas de falsos fazedores de "média" e de más consciências.


Vamos a poiar esta causa



JS/JM






O triângulo amoroso



A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.


Aristóteles






















Peço desculpa eu, Jorge Santos/Joel Matos, NAMASTIBET , em público pelo hemorroidal impudico desta congregação de lunares lunáticos e pela lengalenga hemorrágica deste Ovnólogo sacristão capacho de um dito Triguinho ou da Cevada Aveia e capaz de trazer outros bem mais tolos sequestrados nas malhas, destapado da mona e capataz das lérias mais mancas e sonsas deste mundo e duma ladainha distópica e malévola que até irrita o próprio diabo que o carrega.
Peço desculpa pela desonestidade e lambarice deste ser adverso falso, quanto falsa é a sua face de estupor iletrado mal parido, querendo impor uma lei marcial, um partido nazi fascista num território que não é seu, nem será o seu quintal galinheiro e muito menos a sua torre de vigia, de controle, nem aqui é Auschwitz ou Treblinka e os linchamentos já só se fazem às quintas, nas Repúblicas que eles mesmos fabricam na Amazónia mais profunda, longe das vistas humanas, (pra lá do fim do mundo e também no programa do “sabe-se lá quê” que irá breve passar na BBC, garanto)
Peço desculpa pela escrita malparida, de garotos, deste gang de dois por três, além da “rapariga” dos porquês, daquela fase “depois do anal” e que ainda não sabe o que caga ou se caga mel com que lambuza o dedo anal nem ela sabe com quê ou qual igual, se tem sal ou ureia trampa sabendo mal e tão mal que até canta Shakespeare na sanita ou quando janta na gamela do mayoral da trampa.
Peço desculpa por ainda lhes dirigir a palavra aqui, pois como disse e com sabem as palavras são sagradas
E simpáticas, não como estes bois que conhecem apenas dois ou três chavões e o respeito não é uma delas ou um deles.
E agora falando diretamente para ti grande coño te digo o que já disse e torno a dizer se souberes ler,
Tu ao invés de me ostracizares deverias orgulhar-te de capciosamente te dirigir a palavra além de e para te esconjurar quer figuradamente quer efetivamente, pois para mim as palavras são sagradas e afetivas e não excluo nenhuma de todas as que conheço e tu nem conheces especialmente e até as conjugo pois de facto me merecem respeito, assim como o lixo a porcaria ou a podridão, são factos e aprendi a conviver e a comunicar com gente reles, carroceiros e palafreneiros mas não as excluo ao invés reforço e enfatizo como um valor definido e a ter em conto pois o mundo tb é feito disso e não das lamechices cor de rosa que aqui são "valorizadas" se é que há valor mais por aqui, lembra-te que sou a pessoa de mais valor neste mundo que te dá resposta só por isso respeita-me "in nomine".
Longa vida aos realmente poetas "Ipsis verbis", Infelizmente ou não, por prática, misoginia de opróbrio, aprendizagem ou negação parcimoniosa, primordial de mim mesmo, desafecto etc. "In vitro" contive-me neste "charco", parco aglomerado de admoestações mal fundidas, urdidas censuras, bífidas, pérfidas, cáusticas, contendo meios sorrisos, correndo riscos, entre os quais o de perder uma parte importante, substancial e significativa do que pode ser ou não genial, morto ou uma simples loucura febril sem alma nem sal, salmoura labial e prosápia quanto basta, porque isso pra mim tem um peso, e a dor… a dor de uma amena cesariana, supondo que o parto natural seja mais doloroso, mas isso não conta quando "Há um vão à minha espera", não me considero imagístico, sou um fraco diletante discricionário, obstetra de estufa e de estultas pseudo-almas, comuns em mim, estas me definem e definham em mim, não menos que um caminho, um cadinho sem reagente piro plásticos, os vossos e esses agentes modificativos ou provocativos são os inglórios e agnósticos estados de alma com os quais me masturbo frequentemente, me perturbo e tento dar consistência, consciência circunstancial do que de real nada tem.
"Ipsis cosmus", sou de facto afeto e fervoroso militante do que mitigo, limito-me simplesmente à analise do que desejo fazer e não do que faço, investigo e instigo, mais propriamente inspiro-me superlativamente ao vir-me no que digo, embora não veja nem deseje o láudano ou o mórbido, pérfido mérito de flutuar entre quem não me confesso, sobretudo não admiro de sobremaneira ninguém nem nada, sou solitário e solidário qb. pois todos são altos e dignos a seu modo, na sua acção, à sua razão relativa e reactiva, são a seu modo, o embrião discricionário de mim próprio e lembram-me, criam matéria urdida e material nítido, sal nítrico explosivo para a minha perspicaz desfaçatez e também o absoluto princípio, o "príncipe" desta e de muitas outras vezes, pois quem olhar de través sob a mesma e a própria sombra ou veste é quem olha do mais profundo da alma, é o álcool, a fala da sereia, a respiração do íntimo do qual se criam logros, obesos ou filosofias desestabilizastes do sentir vincendo ou do vigente, actualizado paradigma cefálico.
Em geral Sinto nojo da dualidade dos que oram e usam do vazio das igrejas como as baratas no escuro dos móveis para se esconderem da luz do dia, dizem-se beatos puros, possuem a arte da falsa erudição, hipócritas e pestilentos, agentes da "anti-poesia", pois que que não conhecem a musicalidade das esferas celestes, o misticismo que é necessário para ser poeta/profeta e transformar homens em anjos, anjos em inflamados cometas, o hálito de sabor amargo das bestas, na bonança e no pó da esperança.
Nós pertencemos a outra raça, bravia, com o sabor análogo ao do solo, a limbo, a terra nova e descoberta, somos de resignação violenta, os nossos dedos acariciam a erva e os musgos dos regatos.
Os meus passos têm a leveza das aves dos céus, salmão dos mares, quando me perco, como sendo "Plometeu" ou seus pares do Atlas ao Taurus.
Sou imenso, sinto e penso um cosmos em mim, não consagro o meu tempo à banalidade,à mediocridade sinto nojo de dualidades e de almas sôfregas de ruído.
O imbecil é e será sempre um ser colectivo e coletivizante ... Aguardo apenas o soar da meio-dia "à janta", a alternância de quem gira em torno de si mesmo, como uma esfera, comum Terra, o sino, o címbalo, o Olifante, a trombeta para o qual a minha atenção se dirige, ao longe, muito longe, no único andar do mundo que não muda, aguarda apenas, aguarda suspenso e fixo num ponto mudo, o nó do mundo, o futuro de tudo-e-todos ...a contenda dos moribundos na cidade berço de "Ananda"...o nó mudo em Mandala-papel.
Conquanto penso e vejo-me sentado, solene onde decorre o meu juízo e penso ser um pouco de tudo que é impassível e resulta certamente em mim, não me posso perceber, contudo conheço-me mais que tudo, giro em torno de mim mesmo, assim como um pêndulo em torno de Foucault e apenas aguardo ...aguardo apenas, de cima o som que é mudo, do nó do mundo o soar da "janta" !
"E orgulho-me todavia de minha humilhação, e por estar condenado a tal privilegio, quase desfruto uma salvação odiosa: acredito ser na memória humana o único
exemplar de nossa espécie a ter naufragado num navio desertor "Te loquor absentem"
Invoco e maldigo aqui a tua nefasta presença ...
Seu Ogre genérico, prático e incapaz, penso e sinto, acredito que deves estar grunhindo o nome do teu apocalíptico maioral e capataz, Askerozo-manko, in-género "tuo" e germinado na porca gamela do Apocalipse e para mais, "duelo" se faz entre cavalheiros da mesma estripe, de ambos os géneros, mas de uma mesma genealogia (não é apenas semântica oral nem canto gutural de símio) e não, jamais com um Suíno de Chiqueiro, cretino que quiçá nem a somar 4x4 aprendeu, nem dar pelo erro consegue, no ábaco do Tamerlão Árabe na cidade de Samardã, que nem sabes onde, fica num mapa.
Não se toca a quatro mãos nem em dueto o "Excelsus suber" de Brahms , embora seja um "Ensamble", jamais será a quatro patas e "piano magníssimi" é o meu mote excelso, de modo que te excomungo da minha privacidade silente, monogenética e monogâmica, não privo com seres da tua parca espécie, do teu género e o BramaPutra é na Índia, Brama não é apenas cerveja mas uma estripe de galináceo puro e a ilha do teu desconhecimento é "Phuket", porque é "Phuket"(?).
"Te loquor absentem" invoco a tua ausência e te maldigo, abstém-te, volta para a pocilga no Bósforo, onde procrias invalidez e peçonha, ainda peço por obséquio embora esteja ordenando, como faz um general à grotesca soldadesca menor, rastejando em trincheiras de lama e nas latrinas infectas, junta-te imediatamente ao teu guardador Lex...ah e lembra-te de tudo isto porque bem pior ainda irá acontecer-te não só física e moralmente, de cada vez que me convocares à inutilidade e futilidade bufa balofa inorgânica/patética de que fazes parte, naufragarás na peste uma e outra e outra vez quando pensares em mim, por isso não penses nem pretendas - seu incapaz, de invocar o meu nome em vão nem agora nem jamais...me deixa "emquella pace cui" , camaleão de batina, barata de sacristia , me deixa ou....Te loquor absentem,

Te loquor absentem
Te loquor absentem, te vox mea nominat unam;
nulla venit sine te nox mihi, nulla dies.
Quin etiam sic me dicunt aliena locutum,
ut foret amenti nomen in ore tuum.

Ovidi Nasonis, in Tristium Liber Tertius

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Criado em: 8/11/2021 14:35
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Re: O ângulo morto
Colaborador
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31/3/2008 16:45
De Braga
Mensagens: 8366
Concordo com tudo o que dizes, aliás de forma eloquente e certeira.
Este site merecia uma limpeza, ah merecia, como está mete nojo; essa gente porca e extremista, que nem sabe ler e dissemina ódio pelos poros, pelas ventas...que não tem o menor pejo em destilar aqui o que deveria ficar sempre no foro privado

Criado em: 10/11/2021 19:33
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