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Sou a minha própria imagem
sem nome














Sou a minha própria imagem,
Continuo eu, sendo o outro ...


















































Sou a própria passagem do metro,
O mestre do desapreço, a estação final
É o que escrevo, de mim pra mim,
De modo a parecer louco, sendo-o

Não me limito, nivelo-me pelos outros,
Mesmo os mais baixos, matreiros, ocos
Manhosos e velhacos são os mais sãos,
Eu sou a minha própria passagem, o local

Do metro, a paragem e o desprazer,
O despudor com que observo a gare,
O Oriente, o cais da "não pertença",
O Oligarca dos feios, o ruim o torpe,

Desonra é o meu nome do meio,
Feito minha, à própria imagem,
Um cego no que creio, e receio ser,
Ouço-me e uso falando, a língua deles,

Apenas às vezes, sem sossego cont'o tempo,
As estações de metro, os rostos leais desses
Com que me cruzo, o mérito próximo,
A longa linhagem dos uniformes longos,

Os Deuses do absoluto são brandos,
Brancos quanto a cal das paredes,
Nas estações do metro, no subúrbio
Suburbano, que há muitos, tenho ideia

(...)


















Criado em: 24/4/2021 8:38
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Re: Sou a minha própria imagem
sem nome
"sou minha própria..." copy paste. infelizmente és um inútil. só sabes fazer nada. essas torradeiras queimadas... tem vergonha morcão. faz um favor à gente e a ti mesmo. vai-te mafarrico.

Criado em: 24/4/2021 10:00
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Re: Sou a minha própria imagem
sem nome




































Obrigado, pois sim, fui eu que escrevi "pendejo", é a minha voz, inspirada em outros e em outrem (bem melhores que nós, sobretudo e bem acima de ti de ti, uma falácia, um falso génio, de ficção, - pelo menos na tua cachola encéfala, de encéfalo -) ou superior a mim, é certo), mas ninguém se faz sozinho e a sós … (Deus sabe porque o escrevi ou porque escrevo) só não sei que arte é essa, tua e só tua, bruta, ofensiva, pouco sóbria, grotesca, animalesca, a da ofensa compulsiva e gratuita, a arte do do desdém sem nome, sem vintém nem morada fixa, um mau augúrio talvez da tua morte psicológica se explicite assim dessa forma, o explique e te explique, pois nada tens de bom, que eu não consigo por mais que tente, encontrar resquícios de bom senso, podes zurrar vitupérios à vontade que já me tornei imune a isso,(muitos se tornaram resistentes a ti, antigénios) aliás já e até me divirto, entretanto continua zurrando …( A voz e a mensagem escrita são a declaração, anunciada "Sine qua non", autografada, e enunciada do seu dono) Zurra pra'í até que te satisfaças plenamente, "pendejo" ...




























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Criado em: 24/4/2021 10:04
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Re: Sou minha própria imagem
Subscritor
Membro desde:
18/8/2021 13:19
De Azeitão, Setúbal, Portugal
Mensagens: 1469























Eis a glande



Eis a grande, a maior e infame raiva de sempre
As pedras de calçada podem nem ter nome, religião,
Trás ou frente mas possuem cólera tal como gente
Fome, não fingem ser cegas, são cegas, mesmo cegas

Por profissão, fé, seja o que for, dois olhos sem nascença
Nem descendência de nobre infante, eis a glande,
Pedra polmes branda, branca igual a cal da parede
Eis a grande confissão do pároco a farsa do confidente

Recluso















Criado em: 24/12 14:11
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Jorge Santos/Joel Matos
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