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No exercício da nossa defesa (e do Caíto!)
Colaborador
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24/7/2008 17:57
De Braga
Mensagens: 2802
Aqui na redacção plantou-se a consternação e a tristeza. Enraizou-se o desencanto em tal proporção que a hera cobre o tronco outrora viçoso da nossa sageza e determinação num acto puro de vontade de informar os nossos leitores e amigos.
Isto porque veio à estampa no jornal de parede do Lusolice, uma folha de alface pindérica pendurada por pioneses, pela excelsa e putrefacta administração do reino, uma afirmação da Sôtôra Roque “santeira” a fazer uma colagem à nossa distinta coluna ao site da risota que se tornou o Lusolice.
Fique a Sôtôra a saber que sempre nos movemos pelos mais altos padrões morais, estéticos e literários fazendo jus à idoneidade que caracteriza os nossos repórteres, jaberdiz e jaberdisse que estão neste momento conturbado reunidos em conselho de ética de forma a estudar a melhor forma de processar tal calunia tão mais grave quanto o facto de partir de alguém avisada e versada em leis. Além do mais, isso não é forma de se dirigir ao nosso querido administrador, sempre presente e solícito a dar os flancos pelo Sr. Presidente Vitalício, Sua Excelência o conquistador da tolice, Peregrino do Deus que quer ser, inspirador da poesia universal Dr. Honorifico Trabis de Mentia (títulos auto concedidos e inspirados em Idi Amin Dada).
O nosso querido Caíto além de defender seu Santo Protector e Eminente Inspiração, Mestre de Todas as horas e Obras divisíveis e não visíveis, Sua Santidade Pard(v)a Trabis de Mentia (títulos concedidos pelo próprio Caíto!), ainda se desunha na defesa da sua eminente colega administradora na tentativa de provar a sua isenção e equidade nas decisões emanadas por tão distinta e Augusta personagem dando luz ao seu eclipse quando devia ser ela a responder às questões colocadas. É por aí que se prova o alto estatuto moral do nosso Caíto, pela sua sobriedade, fidelidade (canina), desapego às coisas (i)materiais como sinceridade e hombridade.
Pelo facto que julgamos provado, transitamos em Julgado a sentença de 5 (cinco) dias com orelhas de burro para (e não “pra”!) a Sôtôra, numa correcta e estrita interpretação das regras da folha de couve pendurada por pioneses.
Phosphoros? Não temos, isqueiro serve?

Criado em: 22/3/2012 15:05
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Re: No exercício da nossa defesa (e do Caíto!)
Colaborador
Membro desde:
31/3/2008 18:45
De Braga
Mensagens: 8204
Alô, alô, daqui Braga, caro jaber ouve-se muito mal, penso que as comunicações de Luanda foram roubadas de noite e já seguem no machibombo a caminho de Portugal.
Estamos por isso a trabalhar na sua recuperação para aproveitar a coisa; nós cá somos uns aproveitadores, deixem , por isso a consternação de lado, riam, riam muito e cooperem que isso é que está a dar. É que já tem por cá um avião fretado para ir ao encontro luso no Rio, mas não há radar para levantar voo, nem telefonia no avião para ensinar a dançar o vira a casaca ao som da samba. Sem isso, como faríamos por lá, meu caro?
Do jeito que por aqui param as modas talvez fosse melhor uma tarrachinha, que íamos mais seguros que desatarrachados, mas prontos.
Não sabia era que ainda se usava orelhas burro, olha que eu sou a favor da protecção dos animais, desde que não sejam bestas; orelhas, mais vale deixá-las nesse caso no sítio onde nasceram, cada um com as suas, até porque as de burro são de geração espontânea e conseguem ver-se ao longe.
Vês algumas na minha cabeça? Nãaaaao!!! E olha que estou longe, e estou séria, quase a rir.

Abraço caríssimo.

Roque Sôtoura, faz favor e muito obrigada, uma vénia e uma patada.

Criado em: 22/3/2012 16:25
_________________
RoqueSilveira
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Re: No exercício da nossa defesa (e do Caíto!)
Colaborador
Membro desde:
17/7/2008 22:41
Mensagens: 2253
Camarada,
Fico mais sossegado agora com esta Nota da Redacção. Ainda bem que o jaberdiz e o jaberdisse estão em conselho de ética e não no Concelho de Ética que, como já deves saber, no Reino Luso-Poemas, vai ser objecto de fusão com o concelho vizinho de Pata e que se irá denominar por Concelho de Patética. Naturalmente que eu, enquanto membro de uma das juntas de freguesia, vou para a rua protestar: não se pode roubar o "a" à Pata que esta, muito certamente, ficará manca. E onde já se viu um concelho manco!
Um abraço
Xavier Zarco

Criado em: 23/3/2012 8:42
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