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duas questões
sem nome
Este texto destina-se à direcção como se verá evidente mais à frente mas é também para todos os que tenham e queiram partilhar as suas opiniões a respeito das questões nele expressas.
Como nem sempre ando distraído, tenho reparado em algumas alterações fruto da evolução do luso poemas. Evolução, por subscrever a ideia que de uma forma geral é isso mesmo que tem acontecido. No entanto, há pelo menos duas questões, a que em meu entender são de inversão de marcha, ou marcha atrás. Isto é, a começar pela mais antiga: os dedos verdes e vermelhos; para que é que servem? Não serão os dedos uma ferramenta desnecessária visto estarmos num local que se quer literário. Está provado que os dedos vermelhos são factor de guerras, vinganças, desânimos, etc. além disso, penso que incentiva a que um certo tipo de covardia se instale entre os usuários ou pessoas do mundo desumanizando-o. Ora um local literário talvez devesse ter na sua ideologia precisamente o contrário, já que a escrita visa essencialmente a humanização do mesmo. O you tube também tem os mesmos dedos, travessos, mas, temos sempre de ser igual aos outros? E porquê, qual o motivo?
A outra questão é sobre o botão apagar. Será realmente útil aos autores e ao Luso os autores terem à mão um botão para apagar as suas contas? Digo isto porque todos sabemos que há momentos em que se pusermos um arma na mão do mundo muito dele terá a tentação de se matar e metade dele nem hesita. Porque todos sabemos que muitas vezes o momento faz a ocasião. Se por um lado pode poupar algum tempo à direcção, por outro o luso pode correr o risco de ver sumir algumas obras que o pode enriquecer no futuro, já que o presente muitas vezes é cego. Dir-me-ão que o fato de o autor não ter o botão à mão não o impede de apagar os textos ou pedir para que a sua conta seja apagada. Sim, é verdade, mas, sugiro que façam uma experiencia e quantifiquem os apagões que ocorrerão daqui para a frente durante três meses e comparem-nos com os três meses similares do ano transacto.
Confesso que pessoalmente, os dedos não me agradam essencialmente pelos motivos que referi. E até podia brincar com a questão dos dedos dizendo um monte de asneiras de morte mas, suponho e acredito que haverá sempre mais acrescentar. Dou-vos a palavra.

(parece-me que não é muito habitual o mar de hoje falar, ou dialogar, só ou acompanhado sobre a vida e a morte mas)


é claro que evitei falar nos dedos verdes em circulos, bons ou maus, que os há há e muitos bem intencionados mas, e sobretudo nas vidas que se deixaram de fazer por causa do aparecimento dos aparelhos.

de qualquer forma, verdes ou vermelhos soam-me a semáforos que em vez de regularem o transito impedem os peões de caminhar.

Criado em: 9/4/2015 22:28
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