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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
sem nome
qual luz! a tua? a luz dos mortos. a luz strobe da escuridão. a luz do caralho. a luz da... que te pariu.. é pouco. pouquíssimo amigo da pequenez. desenho. animado. deves ter os cotovelos... nossa senhora... e eu tenho culpa disso!

desculpai amigos. minha amiga...

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nhaca, crocodilo, passar bem

Criado em: 3/12 12:59
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
Colaborador
Membro desde:
21/1/2015 0:03
De Sol Poente
Mensagens: 4274
Aqui no Fórum, civilização devia imperar, mas vem alguém da era pré-câmbrica destorcer as regras da convivência.
Ora vejamos o que disse o albertos hoje, 03.12.2016 às 12h59mn56s:

qual luz! a tua? a luz dos mortos. a luz da escuridão. a luz do caralho. a luz da... que te pariu.. é pouco. pouquíssimo amigo da pequenez. desenho. animado. deves ter os cotovelos... nossa senhora... e eu tenho culpa disso!

desculpai amigos. minha amiga...

Se dermos o sentido às reticências o mal vem à tona e apesar de tudo, alguém dirá que aqui não existe insultos.

upanhaca

Criado em: 3/12 13:59
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
sem nome
és tão bonita desenhado com esses óculos e essas reticencias imundas nessa tua lindíssima cabeça de crocodilo, celeste. meu estupor, dedico-te o texto que se segue:

Nunca mais me esperes à hora do costume na pouca vergonha da internet. Nunca mais quero falar contigo na pouca vergonha da internet. Andas com um desnorte, moça. O barqueiro que te fez pintou-te o sangue com aquele batom de grupo: dá-me um azul que eu dou-te troco; aquele que me decorou o corpo vezes sem conta e que eu nunca apalavrei além da caveira mexicana e fica aí. Comigo não há troco, gasto-me todo e dou uso à; Tu sabes, convencida que és, ou saberias, acaso não fosses a distraída do trapézio vinte e três. Não te faltes mais. Se quisesses podias ao menos respeitar-te. E por que é que quererás ser só mais uma Bobone da in ter net! Nient! Mais uma mentira, outra sombra, outro engano! Tão pura quanto a gravidez de uma prisão com com comprometetedoramente pornonográfifica. Ainda se tivesses um céu preenchido ou pudéssemos nós apalpar um vazio formamatado pópópó pó pop! Não. Nunca mais me esperes na pouca vergonha da... Nunca mais quero falar contigo na...

tem uma boa páscoa
alberto
beijinho

Criado em: 3/12 14:41
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
sem nome

Criado em: 3/12 15:08
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
sem nome
Termas

Agora que és cowboy, não gostas das calças assim. As hienas acabam a perder os dentes no que resta das carcaças e o fruto dos ninhos é devolvido à terra para alimento do futuro. Todos os anos com a chegada da primavera os ramos enchem-se de novos, rebentos, príncipes da próxima estação. A sombra dos contentores movimenta-se a cada perspectiva da luz e, a silhueta que encontras na multidão, desaparece na multidão.

Criado em: 3/12 15:42
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
sem nome
Eu Desligo A Televisão

Não digas nada. É a chuva. Chove. Chove muito. São as águas, mil, e o granizo que bate nas janelas desfaz-se num; de uma, bárbara, como cristais, mil, il de Abril. Bate. Bate. Chove, tanto que; Oiço a carta por abrir. Sim. Não digas nada que, chove, chove... chove. É a música de um abraço sentido que dura e durará o tempo que eu durar. Perdoo sim. Será do berço ou, da condição... Convenções, teorias, suposições, apartamentos. E há histórias honestas entre os salpicos do drama. Chove, chove p´ra aí. Não digas nada. Eu desligo a televisão.

textos de: A Menina Dos Gatos, Alberto Moreira Ferreira

Criado em: 3/12 15:46
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Re: e quando as máscaras caem (bem alto!!!!!!!!!!!!!)
sem nome
olha ele! eu já estou habituado que te mates para me matares! pelos vistos não tem adiantado muito.

por acaso até pus na página do menino Adelino um bom poema, mas, por suposição, mesmo que lhe tenha chamado analfabeto, desde quando é que analfabeto é um nome impróprio para consumo! que eu saiba, analfabeto é um substantivo e quer dizer: aquele que ignora.

aqui o beto sou eu. não confundir

só cá faltavas tu. um dia criarei uma receita eficaz no combate contra o ódio e aí conseguirás amar de novo.

bom fim de semana

Criado em: 3/12 19:20
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
Colaborador
Membro desde:
31/3/2008 18:45
De Braga
Mensagens: 8028
Pois é alberto também não andas bem quando te diriges ao Adelino no feminino. Tens algo contra mulheres, porventura acha-las inferiores para que o feminino te sirva de arma de arremesso?
Enfim, pensei nem responder mais, mas aqui está um bom motivo para que alguns homens pensem no modo como se dirigem uns aos outros e sem se aperceber usam certas ideias infelizmente socialmente enraizadas, em acesa discussão, e com isso acabam por levantar a bandeira da intolerância e do preconceito que hipocritamente escondem.

Criado em: 4/12 11:28
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RoqueSilveira
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
Colaborador
Membro desde:
21/1/2015 0:03
De Sol Poente
Mensagens: 4274
"Alguém descobriu a pólvora…", isso ainda não é nada, é só o levantar do véu aos males que alguém tentara esconder atrás das palavras, tentando inocentar o inocentável.
Aqui entra o provérbio: faz o que digo não faças o que eu faço…


upanhaca

Criado em: 4/12 11:55
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Adelino Gomes
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Re: e quando as máscaras caem (baixinho)
Colaborador
Membro desde:
21/1/2015 0:03
De Sol Poente
Mensagens: 4274
Deem sentido às reticências à frase do albertos:
a luz do caralho. a luz da… que te pariu…

Se isso não é um insulto, gostaria que me dissessem o que é um insulto. Ou estamos numa fase em que todo o mal é considerado normal? Se assim for, sinto muita pena.
E continua a ser o Adelino quem insulta o albartos

"o menino adelino... olha... chiiiiiiiiiiiiiiiiiit"- impera o albertos

Menino albertos, não me calo enquanto as máscaras não acabarem de cair baixinho.

upanhaca

Criado em: 4/12 11:55
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Adelino Gomes
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