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Há espaço para novas linguagens?
Participativo
Membro desde:
21/6/2013 10:38
Mensagens: 24

akele poeta soh keria

nu bar komer 1 farofa

sonhar c/ a musa td dia

beber 1 dose d conhake

naum ter q usar + frake

andar ns ruas livremente

morrer d tuberculose aus 30 anus

akele poeta soh qeria

distribuir a tds s/ poesia

naum ter q ficar explicandu

pq escrveu isso/akilo.

akele poeta ama d verdade

e qer abrir a tds seu s2

distribuir versos taum sentidos

q brotam do fundo da alma.


Criado em: 21/6/2013 10:52
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Re: Há espaço para novas linguagens?
Colaborador
Membro desde:
16/10/2012 17:18
Mensagens: 1576
acho que sim

mas estes versos brotaram do fundo do intestino

Criado em: 21/6/2013 11:01
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Re: Há espaço para novas linguagens?
Colaborador
Membro desde:
15/2/2013 15:24
De Nenhuma
Mensagens: 1837
Há espaço para tudo, até porque o espaço é infinito ou nem existe. E gostei do texto aí encimado. Da alma ou dos intestinos, achei bacana, mesmo. Taí, gostei mesmo!

Abraços

Criado em: 21/6/2013 13:29
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Re: Há espaço para novas linguagens?
sem nome
sim; mas para linguagens novas, não isto!

como o 'internetês' não substitui. outrora a 'estenografia', técnica de escrita com a proficiência de se poder registrar a fala no tempo da oralidade, também não substituiu...

professores da Língua Portuguesa e Literatura discutiram, analisaram e concluíram que o internetês apenas vai aos poucos 'emburrecendo' o usuário contumaz.

apontam que é erro, não se sabendo ainda se irreversível, e são enfáticos; substituir qualquer linguagem pelo padrão não a extermina; apenas enfraquece e ou restringe a comunicabilidade ampla da língua padrão naquele que preferencialmente a optou.

portanto, a questão é; o usuário e sua intenção de uso duma linguagem 'inventada', pode estar limitada por conta do modismo, preguiça ou na carência de domínio da língua padrão, por culpa de um ensino ruim, daí o aprendizado precário.

ah, ta, às vezes até me curvo nessa informalidade da escrita numa comunicação breve e pessoal, porém, numa questão de bom senso, restrinjo o uso de palavras reduzidas, como; beleza = blz, beijo = bj, também = tbm, mas jamais as adotaria como corpo inteiro num texto editável, por exemplo.

acho até um insulto ao ledor.



Criado em: 21/6/2013 13:50
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Re: Há espaço para novas linguagens?
Colaborador
Membro desde:
16/10/2012 17:18
Mensagens: 1576
perceba, zé, que não são apenas palavras reduzidas do internetês, são deliberadas grafias erradas só porque

insulto, concordo

Criado em: 21/6/2013 14:24
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Re: Há espaço para novas linguagens?
sem nome
percebi fotograma, na sua linha de objeção, mas quis tomar outro caminho, que, num contexto geral, ajusta-se com sua colocação. 'sim; um texto de cariz intestinal'. impossível calar-me...

Criado em: 21/6/2013 14:38
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Re: Há espaço para novas linguagens?
Colaborador
Membro desde:
15/2/2013 15:24
De Nenhuma
Mensagens: 1837
Não posso discutir o assunto com profundidade porque não sou profundo neste tema. Mas não posso deixar de dizer que, de fato, gostei do poema, da criatividade, da inventividade. Mas acredito no dinamismo da língua. E se há uma utilidade em determinada mudança, ela fica. O tempo dirá sobre a vida e a morte de um novo viés na comunicação. As coisas todas vão mudando, nem sempre para melhor, mas mudam. Quanto a essa linguagem da internet, vou observando, como um curioso, mas percebo que esta linguagem vai crescendo, para o bem ou para mal, não sei. Não acredito que vá substituir a dita "língua culta". E o que é uma língua culta, senão uma regra estipulada num determinado tempo, tempo esse que vai passando e ditando novas regras, se transmutando em sua dinâmica intrínseca, que irão substituir outras e que continuarão nessa transmutação e antropofagia diária sem fim. Zesil, a dinâmica da linguagem é riquíssima e pode, talvez, somar para o bem de um entendimento, num determinado trânsito. Não sei. Mas acho precipitado um julgamento acabado, neste momento, que considero apenas um amanhecer.
Veja, por exemplo, a poesia concreta, que não gosto muito, mas que está aí, como forma de linguagem, de expressão que quer, por um outro caminho, dar, talvez um novo recado, talvez o mesmo recado, mas que por ser de outro modo, outros possam compreender, porque antes não compreendia no modus operandi anterior. A arte é arteira, a língua é arte, a vida é arte, e podemos dizer de um modo bem diferente a mesma coisa.
Não se sinta insultado, Zesil, porque Vc é muito mais que isso, Vc é um artista, um alquimista da palavra. E um alquimista busca o novo, o recôndito, as formas escondidas, as labaredas, as vísceras. Não há insulto, querido, só uma forma de exprimir o inexprimível. Penso assim, ou não..rs.. Um grande beijo, meu irmão.

Criado em: 21/6/2013 14:55
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Re: Há espaço para novas linguagens?
Colaborador
Membro desde:
16/10/2012 17:18
Mensagens: 1576
Milton, que eu saiba você é daqueles para quem todos floreios em poesia são um absoluto zero, um sujeito apenas preocupado com a mensagem do poema. Assim, não me admira que não fique de cabelos em pé com o barbarismo que veste o poema.

ainda assim, me espanta que tenha gostado da "mensagem", da "essência" deste poema que é: "gosto de distribuir versos sentidos do fundo da alma sem dever maiores explicações"

ora, quer escrever um poema? bom ou ruim, escreva o poema, ora bolas! não escreva sobre sua vontade de escrever um poema

realmente odeio meta-poemas, poemas que falam de poemas e poetas e versinhos

fora que a vestimenta tá um lixo

Criado em: 21/6/2013 15:13
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Re: Há espaço para novas linguagens?
Colaborador
Membro desde:
15/2/2013 15:24
De Nenhuma
Mensagens: 1837
Ô, Foto, meu irmão, não precisa arvorar. Homi, o que é isso?!..rs..
Vc pode não gostar de muitas outras coisas em se tratando de arte,
E eu também, mas não posso tirar o direito de existência do outro que
Gosta de escrever, por exemplo, meta poemas. É arte.
Não gosto de sonetos, mas sei ver a beleza e a inteligência de alguns,
E sei admirá-los. É fato.
Vc diz que não gosto de floreios em poema. Depende! Depende e
Depende muito. A beleza imita a performance de Deus: está em todo lugar.
O conteúdo está, também, e talvez mais, nos olhos de quem vê ou decodifica a mensagem.
Se lhe pareço contraditório, temos aí várias vias para deslindar um hipotético julgamento, qual seja: 01- Posso estar mesmo sendo contraditório, 02- Posso não estar comunicando com lucidez minha mensagem, 03- Vc pode não estar decodificando de maneira correta esta mesma mensagem, 04- Vc pode estar misturando seu conteúdo ao meu...
Não posso esconder o fato de que gostei do poema do rapaz e, claro, não vou querer ler sempre nesse feitio. Prefiro o feitio de que faço uso. Fazer o quê?
Escrever sobre escrever poema é um tema explorado por todos os grandes e pequenos poetas, porque é irresistível, é um tema irresistível, pelo menos para mim.
Este seu ranço sobre os metas, dessa vez me pegou, vou escrever um puta de um meta poema e dedicar a Você. Vou fazê-lo chorar e subir pelas paredes, me aguarde, viu? ..rs..

Abraços

Criado em: 21/6/2013 16:08
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Re: Há espaço para novas linguagens? p/ fotograma
Participativo
Membro desde:
21/6/2013 10:38
Mensagens: 24
os versos não foram vertidos. foram originalmente escritos da forma que leu. não haveria sentido em escrever de uma forma e depois " traduzir". Muito trabalho por nada. Principalmente a versão para uma linguagem que não possui gramática. Vejo que entendeu a mensagem. Apesar de não gostar da forma, não manifestou-se sobre o conteúdo. O poema , na sua opinião, é um lixo. Respeito-a. E o conteúdo é a expressão do "eu lírico " sobre determinado assunto. Neste caso, queria deixar entendido que divulgo os versos e o leitor faz suas conclusões. Não há sentido em perguntar" o que você quis dizer com... " ou " .. não entendi a mensagem...". Li em algum lugar uma citação a esse respeito. Deixo de transcreve-la in totum, mas era mais ou menos como: .. se eu preciso explciar, você não vai mesmo entender..."

Criado em: 21/6/2013 16:09
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