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| Enviado por | Tópico |
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| JBMendes | Publicado: 13/03/2011 11:10 Atualizado: 13/03/2011 11:10 |
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Colaborador
Usuário desde: 13/02/2010
Localidade:
Mensagens: 5222
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Ei! Amiga - você é uma grande poeta, reconhecida por todos. Editar livros é de pouca valia e fácil é só pagar a editora. Nunca farei isso...
Um abraço de entusiamo. JBMendes |
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| Enviado por | Tópico |
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| JOSÉMANUELBRAZÃO | Publicado: 13/03/2011 12:06 Atualizado: 13/03/2011 12:06 |
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Colaborador
Usuário desde: 02/11/2009
Localidade: Lisboa, PORTUGAL
Mensagens: 7775
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| Enviado por | Tópico |
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| GracieleGessner | Publicado: 13/03/2011 12:23 Atualizado: 13/03/2011 12:23 |
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Muito Participativo
Usuário desde: 08/04/2007
Localidade: TIMBÓ - Santa Catarina - BRASIL
Mensagens: 66
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Carol Carolina,
Simplesmente perfeito! Parabéns! Você já é uma poeta, já brilha entre os talentos. Beijos graciosos, Graciele. |
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| Enviado por | Tópico |
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| Navegante | Publicado: 13/03/2011 13:22 Atualizado: 13/03/2011 13:22 |
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Participativo
Usuário desde: 13/03/2011
Localidade:
Mensagens: 33
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Poetisa!
Gostei muito. |
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| Enviado por | Tópico |
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| Angela.Rolim | Publicado: 13/03/2011 13:51 Atualizado: 13/03/2011 13:52 |
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Colaborador
Usuário desde: 11/11/2010
Localidade:
Mensagens: 1162
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Se você não é poeta o que dizer deste belo poema? Maravilhosos versos os seus e de uma sensibilidade poética ímpar! Agradeço suas sempre gentis visitas e lhe deixo um abraço com meu carinho e admiração!
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| Enviado por | Tópico |
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| flavito | Publicado: 13/03/2011 15:15 Atualizado: 13/03/2011 15:15 |
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Da casa!
Usuário desde: 06/12/2009
Localidade: Rio Tinto, Gondomar,Porto
Mensagens: 337
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quem mais diz não ser poeta é quem lança o coração para o ser, é preciso não ser para se saber o que se é
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| Enviado por | Tópico |
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| MelMartins | Publicado: 13/03/2011 22:49 Atualizado: 13/03/2011 22:49 |
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Colaborador
Usuário desde: 02/06/2010
Localidade:
Mensagens: 941
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![]() Querida amiga Carolzita, nesta doçura e simplicidade aprendi a conhecer-te, e a amar a tua bela alma minha amiga e irmã, escreves com sensibilidade, jorram do teu coração partituras de sublime verdade e é nessa subtileza que te coroo realeza do site luso-poemas, porque tens no coração a simplicidade e a beleza da poesia que do teu coração são temas a desabrochar, qual diadema multicolor, nestas flores perfumadas e majestosas a adornar os nossos corações de beleza e esplendor, nesta sala ornamentada. Escreves poesia, na doação do coração teces verdades, és atenção cuidado devoção e na força deste teu tanto seres és sobretudo um divinizado ser amado e abençoado por tantos de nós. Deixo-te a certeza de um amor de alma sincero abençoado pelas mãos do Criador! Obrigada amiga, por seres essa doce pessoa feita de paz e amor. Beijos e carinho. Alice Barros ![]() |
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| Enviado por | Tópico |
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| visitante | Publicado: 14/03/2011 01:11 Atualizado: 14/03/2011 01:11 |
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É sim, uma poetisa querida que sempre escreve com o coração...
Beijo enorme, te adoro viu? |
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| Enviado por | Tópico |
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| MelMartins | Publicado: 14/03/2011 02:02 Atualizado: 14/03/2011 02:02 |
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Colaborador
Usuário desde: 02/06/2010
Localidade:
Mensagens: 941
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![]() Estou aqui chorando e sorrindo porque não imaginas o bem que me fazes, tantas vezes estive tão mal quase a morrer, e um carinho vindo de ti minha amada irmã, foi o suficiente para me dar fôlego e vigor senti esse carinho desde que entrei para o luso acolheste-me acarinhaste-me como ninguém e por mim és sempre amada e querida és a minha flor que coroo de rainha, és a minha rosa que se veste de vermelho para colorir a minha vida de fio a pavio e nesta chama que do céu emana somos amadas e abençoadas pelo amor do Pai que nos protege e abençoa. Beijos querida rainha que és flor a brilhar com esplendor! Mereces todo o carinho e Deus usa quem quer ao nosso redor para nos abençoar mas não vale chorar é preciso apenas sorrir e doar neste terno e doce amar! Beijos minha querida carolzita! Sim sou tua amiga de verdade, nem mar nem oceano farão sucumbir tão terna amizade, recebida da Divina mão. Obrigada por ser minha amiga pela sua presença querida na minha vida em momentos tão dolorosos. Obrigado por abençoar a minha vida a vida do meu esposo e da minha filha... Obrigada por ser quem é! Você é, e é tudo e muito, minha amiga! Sorria, você é especial e abençoada! Deus te abençoe minha querida! Alice Barros |
| Enviado por | Tópico |
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| ângelaLugo | Publicado: 14/03/2011 02:53 Atualizado: 14/03/2011 02:53 |
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Colaborador
Usuário desde: 04/09/2006
Localidade: São Paulo - Brasil
Mensagens: 14976
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Olá querida amiga poetisa Carol
A poesia nasce num verso da vida numa música encantada no abraço, na despedida no amor que chega e no que vai nos momentos de felicidade na chuva , no mar, no rio em todos os lugares em que o olhar possa alçançar está o poeta com seu pensamento atrás assim como você poeta amiga e muitos outros que sabem tão bem decifrar a beleza de um todo Adorei o soneto, lindo Beijinhos no coração |
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| Enviado por | Tópico |
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| Angela.Rolim | Publicado: 14/03/2011 13:20 Atualizado: 14/03/2011 13:20 |
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Colaborador
Usuário desde: 11/11/2010
Localidade:
Mensagens: 1162
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Gentil poetisa, agradeço tuas visitas e comentários deixados em minha página! Deixo-te o meu abraço!
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| Enviado por | Tópico |
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| GeMuniz | Publicado: 14/03/2011 13:33 Atualizado: 14/03/2011 13:33 |
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Colaborador
Usuário desde: 11/08/2010
Localidade: Brasil
Mensagens: 7283
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Oi Carolzita. Eu gosto de ler seus poemas. Eles mostram você, do jeito que você é. Isso é mais importante do que qualquer outra coisa. Se a gente é ou não é poeta pouco importa.rs Todos têm o direito de escrever e o dever de se expressar se tem essa necessidade... Quanto a buscar um belo tema, isso é atributo de todos que gostam de escrever, sendo assim, também é seu. Beijo, minha amiga.
Gê |
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| Enviado por | Tópico |
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| visitante | Publicado: 14/03/2011 13:49 Atualizado: 14/03/2011 14:19 |
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olá Carolina, sempre que me deparo com esse tema fico pensando que não devíamos ter tanta preocupação no que escrevemos. se quando a poesia nos impulsiona e nos conforta; sejamos poetas e escrevamos, escrevamos para que nossa palavras não morram junto com nosso coração quando for a hora. homenageio o seu poema aqui http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=31267
um beijo poetisa, e aquela abração bem Carioca. zésilveira |
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| Enviado por | Tópico |
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| Henricabilio | Publicado: 15/03/2011 04:08 Atualizado: 15/03/2011 04:08 |
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Colaborador
Usuário desde: 02/04/2009
Localidade: Caldas da Rainha - Portugal
Mensagens: 6963
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quando um poema
nasce no peito mesmo sem tema escreve-se ... e tá feito. Saudações Abil!o |
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| Enviado por | Tópico |
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| FalcãoSR | Publicado: 15/03/2011 08:17 Atualizado: 15/03/2011 08:17 |
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Colaborador
Usuário desde: 30/06/2006
Localidade: Rio de Janeiro
Mensagens: 2785
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Carol,
A modéstia também é uma virtude pertinente aos verdadeiros poetas. Beijo |
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| Enviado por | Tópico |
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| Naty | Publicado: 15/03/2011 17:15 Atualizado: 15/03/2011 17:15 |
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Colaborador
Usuário desde: 13/11/2010
Localidade:
Mensagens: 1442
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Que lindo!!!!!!! Amiga Carol gostei muito.Parabéns.Beijos da Naty.
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| Enviado por | Tópico |
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| Angela.Rolim | Publicado: 15/03/2011 19:56 Atualizado: 15/03/2011 19:56 |
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Colaborador
Usuário desde: 11/11/2010
Localidade:
Mensagens: 1162
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Por sua gentil visita e comentário deixado no meu texto "Votos em Vão' eu agradeço! Um abraço com o meu carinho e admiração!
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| Enviado por | Tópico |
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| belarose | Publicado: 16/03/2011 17:59 Atualizado: 16/03/2011 17:59 |
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Colaborador
Usuário desde: 28/10/2010
Localidade:
Mensagens: 9026
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Boa tarde!Querida amiga Carol como já te tinha dito este teu poema esta um arrazo amei amiga,és sim uma ótima poeta,parabéns.
Ps( Obrigado por toda forma que me deu) Beijos ![]() |
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| Enviado por | Tópico |
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| visitante | Publicado: 17/03/2011 04:45 Atualizado: 17/03/2011 04:45 |
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Vivo em busca de um belo tema...
Que o encontre ! Desejo lhe sorte... belo poema |
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| Enviado por | Tópico |
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| Minhoto | Publicado: 17/03/2011 20:52 Atualizado: 17/03/2011 20:52 |
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Super Participativo
Usuário desde: 07/03/2011
Localidade: Braga, Portugal
Mensagens: 105
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Acha que não é poeta?!
Foi a primeira a me comentar e isso é algo que tem grande significado para mim. Tenho lido muitos dos seus poemas e têm-me inspirado muito. Até copiei o título do seu poema e o resultado está longe do que acabei de ler. Você respira poesia, eu só «rabisco». Beijo de quem a lê e a aprecia |
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| Enviado por | Tópico |
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| Rosangela | Publicado: 22/03/2011 15:47 Atualizado: 22/03/2011 15:47 |
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Colaborador
Usuário desde: 27/12/2010
Localidade:
Mensagens: 1383
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Querida poetisa Carol
A poesia feita com o coração, é a mais bela e tocante de todas elas. Gosto dessa simplicidade, me faz bem. Beijo no coração Rosangela |
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| Enviado por | Tópico |
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| Betimartins | Publicado: 13/04/2011 17:53 Atualizado: 13/04/2011 17:53 |
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Da casa!
Usuário desde: 25/06/2007
Localidade:
Mensagens: 467
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CAROL CAROLINA
Carol Carolina poetisa já és tu Escrever já tu escreve e bonito Deixas-nos intrigados pela beleza Que qualquer teu poema, oferece... Querida amiga, não é fácil ser poetisa Nem mesmo deixar seus poemas escritos São fragmentos nossos pedaços de alma Que deixamos escritos no curso da vida... O teu dilema são os rabiscos, palavras Que teu coração generoso liberta Doando de ti a intensidade do teu brilho... Para mim tu és um beija-flor, que delicadamente Trás para nós a natureza em forma de palavras Belas singelas e apenas como só tuas as sabes trazer... BEIJOS DA TUA AMIGA BETI |
| Enviado por | Tópico |
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| FrancoJ | Publicado: 03/01/2015 16:17 Atualizado: 03/01/2015 16:17 |
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Participativo
Usuário desde: 31/12/2014
Localidade: Luanda, Angola
Mensagens: 45
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Excelência... (resumindo)
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| Enviado por | Tópico |
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| visitante | Publicado: 03/01/2015 18:26 Atualizado: 03/01/2015 18:26 |
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não resumindo..
Cumprimentos Poéticos… Dirijo esta carta a “uma poeta”, ou duas… ou três… (ou todas) e designo-as de poetas como ao feminino de professores e adivinhos chamo de professoras ou de adivinhas, adivinho algumas poetas que partilham do meu subconsciente, delas nascem as minhas mais belas invocações do parecer real. Possivelmente lembras-te de Psyche ou Annabelle Lee, encontrávamo-nos num jardim perfumado por narcisos e perturbado por sombras sem nome, povoavam os nossos sonhos comuns, uma algaraviada multicolor de místicos míscaros e, não sabendo quais escolher, que não nos provocassem morte imediata, confiávamos cegamente nas negras máscaras, das virgens nuas que se perfilavam nas nossas consciências incomuns. Foi com um intenso prazer que as li e reli, imediatamente surgiu em mim uma vontade grande de lhes prestar homenagem, pelos seus escritos cheios de sonhos e estética poética, ambos sabemos misturar os sonhos e a vida sem destrinçar qual duma é a realidade e o sonho das outras e então viajamos de uma forma indefinida, dividida entre a noite e o dia, o Sol e a Lua, os canteiros de flores que pisamos, só os trilhamos por não haver outro caminho, nem volta a dar ao jardim da originalidade irreal. Partilhamos uma gaiola em éter, do Éden e da promiscuidades sem férias e não deixamos de ser escravos de um espaço fechado, só varia o facto d’o pensamento comum cavalgar obstáculos, o que nos distingue doutros pretende ser a originalidades e não a oportuna pertinácia (tão pouco definíveis ambas), Dizem de quem possui essa ingenuidade, (falando baixinho no barulho da cidade) ter da verdade todos os favores mas na verdade apenas mudam os discursos que debatemos connosco por falta de interlocutor, para alguns estranhamente sinuosos para outros, engenhosos beijos aflorados de palavras e contextualmente exactos. Sinto um estranho arrepio percorrer-me a pele e os membros a cada segmento de frase nua que leio, como se nem fosse minha e nem concorrente, a corrente de ar parece quasi-perfeita e feita da minha irrealidade virtual, concebo a previsão do impossível e isso faz-me pensar nos que possuem na paz a abstenção de pensar. A chuva quando caía no cais era de uma obliquidade vertical e contava as viagens de um antigo viajante por mares de antigas terras, dizia chamarem-lhe Ozymandias “Rei dos Reis”, essa narração bastava para que as ondas se metamorfoseassem em dunas e os navios em caravanas, ondulando pelo limite visual do areal e da utopia. Lembro-me dos teus olhos brilhantes e claros como lagos de água doce onde me banhava nu de preconceitos como antes de viver. Aí os barcos eram de papel-maché, diferentes dos barcos que do cais via entrar e sair devagar, paquetes abalroados e ferryboats atarefados em não fazer nada, mas parecendo que trabalhavam. Éramos de uma clarividência quase divina Annabelle, Psyche e eu corríamos, riamos e divagávamos, Ophélia sentada no banco de pedra esperava, …esperava e contemplava o mundo e o vento dizendo-me ao ouvido… viver é preciso, é preciso viver para provar que somos sublimes, a razão é um apêndice alimentado pela vista, há que manter as janelas limpas para apreciar os lírios e os campos, os delírios de cada recanto do jardim das Hespérides. Nesse tempo trazia dentro do meu coração todas as ilusões do mundo, estava farto de ser órfão de um só Deus e dediquei-me a Pã num mar de outrora dentro dum oceano do rei Salomão. É um prazer revisitar o mesmo local da minha infância confusa, os Natais e os novos tempos também para mim se transformaram uma fonte de frustrações, confusões e outras palavras adicionais terminadas nas tradicionais "traições aos Deuses" Uma das boas coisas que recebi em toda a minha vida foi o teu apreço, com os teus sempre admiráveis elogios, Lídia (penduro-me neles durante algumas semanas de forma a me sentir fortemente recompensado ou antes, a não me sentir ignorado) Dizem por aí que não entendem muito bem o meu discurso, eu também não, muitas vezes mudo de sentido porque enquanto redijo, vou interrompendo o curso de pensamento, umas vezes voo roçando pelos atalhos do pensamento outras vezes perco-me porque começo de dia e acabo dois ou três dias ou noites mais tarde,mas noutro universo, não muito paralelo. O meu muito obrigado Lídia, ainda bem que consigo cativar o teu interesse pela minha escrita à qual me refiro como "poética" mas falta-me inventar um "estilo" menos pessoal, não tanto “Pessoano”, mais meu, escrevo muito ao sabor da conversa mental que debato comigo mesmo e com o Outro eu, pouco impactante mas não somenos importante. Foi a tua capacidade de apreço sem retorno que me influenciou e definiu o fio invisível que segui desde a teia, tu foste a primeira invenção dos meus simples escritos. Leio pouco mas considero os poetas bons vizinhos, deram-me a conhecer Keats, Shelley, Poe etc, Mas não ponho de parte a ideia de mudar de casa para subúrbios menos nobres; idolatro-os, sim… mas tenho de “pôr os pés à estrada” e encontrar a rua do meu bairro, o meu pessoal labirinto. Tenho um medo horrível do fracasso, posso falhar já amanhã, poderia ter falhado ontem, não importa quando, sempre tive medo da derrota, talvez por isso esteja aqui sentado no fundo de uma loja ceifando filamentos do nada, entrar nesta casa e fazer todos os dias os mesmos gestos é fácil para mim, fazer diariamente o mesmo trajecto num engenho entre a casa e o simplístico trabalho é a base quase plana para quase tudo o que sou, quem sabe se a minha quase sensibilidade depende da estúpida monotonia e do que leio, e do que quase faça no dia-a-dia. Ontem estive dialogando literalmente com o meu cabelo, este respondeu com desdém, dizendo: - Como é possível que não tenhas medo de montanhas, do frio, de te isolares durante semanas a fio, longe de tudo e, no meio da multidão te sintas um atado cidadão, um citadino homem-anão, um homem “mais-que –fugaz” ? Fiquei sem palavras e lembrei-me d’outro extenso diálogo que mantive enquanto encostava a boca a uma “canilha” de chá-mate e folhas de coca, nos Andes Peruanos sob o suor do sol e das lágrimas circulares da lua. Disse-me nesse dia o fecho-eclair do casaco de penas que usava sobre o peito contra o frio agreste, disse que eu exagerava nas mensagens para esconder o nada já que ninguém entendia nada e assim não seria necessário esconder o nada e esperava mesmo que jamais entendessem, já que não teria mais nada,mas nada... de meu para proteger por dentro, detrás do fecho. Para seu bem, por estar frio e por ter abusado do direito de me criticar, tive de fechar imediatamente o fecho do peito e outros. Continuei depois, conversando com os búzios e fechei os olhos. Se dirijo esta carta a uma poeta é porque houve um tempo em que a minha janela estava aberta e exclusivamente reservada a elas (poetas), volteavam como se uma fossem, eram mais de dez mariposas e via-as a afastarem-se, devagar…devagar, agora sei que jamais existiu ontem ou amanhã e serei eu que voarei através da alucinante lucidez delas. Cumprimentos poéticos já que em breve deverá chover. Joel Matos (01/2011) http://namastibet.blogspot.com |
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