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Minha vida na morte

 
Minha vida na morte
 
Saí conscientemente do meu veículo físico e fui caminhar. Era noite, não havia nuvens, o céu estava estrelado. Abri os braços e os ergui gritando "heis-me aqui". Nestas ocasiões, em que faço isso em corpo etéreo, uma energia poderosa, contra qual não há resistência, puxa-me para o alto. Sinto um amor em potência e firmeza, que nunca percebo exceto nestas situações, porém no momento em que minha consciência começa a desfalecer, um medo insano me invade e digo, "senhor, hoje não", então, o retorno ao meu veículo físico é instantâneo, mas "rola" sempre um arrependimento pela falta de coragem.

Desta vez foi diferente, não sentia nada me prendendo a terra e o medo estava sob controle, me entreguei totalmente e a certa altura em meio as luzes do céu, desfaleci.

Acordei com a impressão de que havia morrido, a princípio minha visão estava toda embasada, ouvia cânticos, uma voz suave me saudou dizendo: Bem-vindo ao espaço sem tempo. Perguntei se estava morto e a voz respondeu: Não como imaginas. Me senti viajando em altíssima velocidade, embora não conseguisse definir nada com a visão. De repente minha visão se abriu e pude-me ver dentro de uma espiral de luzes na horizontal. Ali dentro me projetavam para frente e parava, não tinha controle a nada que me sucedia, até que me vi ligado a um finíssimo fio de ouro, que se estendia a um " planeta dourado", que emitia uma luz "alaranjada". Comecei a ser puxado dentro desta espiral, em altíssima velocidade rumo ao planeta, uma freada brusca, um silêncio total, olhei para o fio de ouro e o mesmo parecia vivo, antes que pudesse pensar qualquer coisa, a mesma voz suave disse com autoridade, volte e termine, como eco a voz foi ressoando várias vezes e quando vi já estava de volta em meu veículo físico.

Que "coisa mais contraditória", uns se vão daqui, esperneando sem querer ir, outros se matam e vão mesmo, uns vão e lhes mandam de volta, para "terminar".

Vou ali comprar uma "bola de cristal", para poder descobrir o que é, que tenho que terminar, "fui".

Em 02/08/2013- Frases e pensamentos
Perdoar é reconhecer-se falho.
Não perdoar é a ilusão da soberba do ego.

Estaremos a viver pelos próximos 18 anos, os estertores de uma sociedade em fase terminal, para que se possa preparar o terreno (realidade terra), para uma nova semeadura de "vida".
Do ponto de vista do cadáver (sociedade atual) é um destino rumo as trevas, porém do ponto de vista do espírito (que vive a eternidade) é um destino rumo a um lindo dia de sol.

Estou em veículo humano, portando não perfeito.
Toda pessoa que partilha suas vivências extra físicas é logo "rotulado".
Não me sub julgo a nenhuma rotulação, portando sou livre na minha incoerência e contradição.
Político é que tem que viver de aparências, eu não.
Sou o que sou.
Mas percebo que irrito muita gente que se "acha certinha".

Contemporaneidade coincidentemente em "fase terminal", rotular faz parte deste ser moribundo.

Pelo que sabemos o umbral já terminou o seu trabalho junto aos humanos, fechou as suas portas faliu, já não mais existe.
São outros "tempos", outras oportunidades menos "traumáticas" para as almas.

Acredito se soubéssemos das infinitas possibilidades do " outro lado", talvez não haveria aqui explosão demográfica.









Neste mundo os guerreiros e Arcanjos andam sempre de espada em punho. Contudo, espada significa Transformação.

 
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sendoluzmaior
 
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Enviado por Tópico
acalenta
Publicado: 02/08/2013 11:54  Atualizado: 02/08/2013 11:54
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Usuário desde: 25/08/2010
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Mensagens: 5395
 Re: Minha vida na morte
Olá Poeta!!

Um texto onde muitos não acreditam na existência de vida pôs morte,bem eu sou uma das que acredita,por isso adorei vir e ler,é uma realidade acredito na vida pôs morte, mas sou dessas que ainda prefiro ficar aqui mais pouquinho.
Parabéns pelo belo Texto(conto).

abraço de luz.
acalenta