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Poemas : 

Depois.

 
As linhas não existem,
o papel em branco
absorve os rabiscos.

As entrelinhas, imagináveis,
agregam as letras,
versos,
confissões.

O poeta-demente
rouba a si mesmo,
fatia o passado,
projeta o futuro.

Depois,
não chora mais.


 
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cavenatti
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