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Poemas : 

TAÇA DE VINHO🌹💕

 
TAÇA DE VINHO🌹💕
 
Desejo um amor que seja doce
Doce como uma taça de vinho
Que ao prová-lo
Eu possa sentir a sua a magia
A sua doçura genuína
Desnudá-lo e provar da sua essência
Aroma que desperta na minha boca
Degustando o seu sabor
Sentido o calor desta invasão
Lenta e profundamente
Para sentir cada gole
De uma nova safra
Sentindo-me embriagada
Quis voltar à lucidez
A saudade deixou lágrimas
Nos meus olhos
De um amor doce
Doce como uma taça de vinho.
❤❤



╭✿ ♥
Não me considero poeta
Descobri escrevendo por acaso

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Isabel Morais Ribeiro Fonseca.
 
Autor
IsabelRFonseca
 
Texto
Data
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1369
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5
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Esta obra está protegida pela licença Creative Commons
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5
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Enviado por Tópico
martims
Publicado: 01/04/2014 12:07  Atualizado: 01/04/2014 12:07
Colaborador
Usuário desde: 12/08/2013
Localidade:
Mensagens: 6823
 Re: Desejo um amor que seja doce.....
Um poema com a verdadeira essência do amor, Uma doçura genuina, aromada. Simplesmente uma maravilha de poema


Enviado por Tópico
AntónioFonseca
Publicado: 31/07/2018 23:24  Atualizado: 31/07/2018 23:24
Colaborador
Usuário desde: 31/05/2013
Localidade:
Mensagens: 1347
 Re: TAÇA DE VINHO
Com uma taça de vinho doce, faço um brinde ao teu excelente, sim excelente poema, apreciando assim esse aroma genuíno e provando do teu doce e forte amor.

🍷

Enviado por Tópico
Volena
Publicado: 01/08/2018 17:31  Atualizado: 01/08/2018 17:31
Colaborador
Usuário desde: 10/10/2012
Localidade:
Mensagens: 12514
 Re: TAÇA DE VINHO P/ IsabelRFonseca
Doce, amoroso e inebriante! Muito bonito! beijinhos Vó

Enviado por Tópico
AntonioCosta
Publicado: 18/01/2021 09:11  Atualizado: 18/01/2021 09:11
Da casa!
Usuário desde: 02/05/2020
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Mensagens: 248
 Re: TAÇA DE VINHO🌹💕
A Taça

Uma taça cheia, bem lavrada,
Segurava e apertava nas mãos ambas,
Ávido sorvia do seu bordo doce vinho
Para, a um tempo, afogar mágoa e cuidado.

Entrou o Amor e achou-me sentado,
E sorriu discreto e sábio,
Como que lamentando o insensato:

«Amigo, eu conheço um vaso inda mais belo,
Digno de nele mergulhar a alma toda;
Que prometes, se eu to conceder
E to encher de outro néctar?»

E com que amizade ele cumpriu a palavra!
Pois ele, Lida, com suave vénia
Te concedeu a mim, há tanto desejoso.

Quando estreito o teu amado corpo
E provo dos teus lábios fidelíssimos
O bálsamo de amor longo tempo guardado,
Feliz digo eu então ao meu espírito:

Não, um vaso tal, a não ser o Amor,
Nenhum deus o formou ou possuiu!
Formas assim não as forja Vulcano
Cos martelos finos e sensíveis!
Pode Lieu em frondosos outeiros
P'los seus faunos mais velhos e sagazes
Fazer pisar as uvas escolhidas
E ele mesmo presidir ao fermentar secreto:
Bebida assim não há desvelo que lha dê!

Johann Wolfgang von Goethe, in "Canções"