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Poemas : 

"TEMPESTADE DE DESENCONTROS"

 
"TEMPESTADE DE DESENCONTROS"
 
Tempestade forte de desencontros
Escrevo poemas feitos de sangue
Onde a caneta é um punhal afiado
Ferido na asa, magoado no peito
Doente na alma, sente a solidão
Noite sangrenta de feridas de um punhal
Deixando o sentimento ao vento
No tempo perdido, esquecido numa gruta
Onde dorme a nossa alma, o nosso corpo
Tempo de lobos alcateia escondida
Nas mentes perversas
Escrevo poemas rasgados de dor
Páginas em branco de um livro perdido
Na tempestade do tempo
Vento forte leva o corpo, perdido
Escondido de dor
Sente-se o medo, o medo de tudo
De todos esquecido
Vexame de amor, da alma que chora
Escondida nas grutas, fugindo ao abandono
Nas águas do rio a caminho do mar.

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╭✿ ♥
Não me considero poeta
Descobri escrevendo por acaso

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Isabel Morais Ribeiro Fonseca
 
Autor
IsabelRFonseca
 
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Enviado por Tópico
AntónioFonseca
Publicado: 20/04/2018 23:50  Atualizado: 20/04/2018 23:51
Colaborador
Usuário desde: 31/05/2013
Localidade: Portugal
Mensagens: 660
 Re: "TEMPESTADE DE DESENCONTROS"
Por vezes duas pessoas que se amam (amigos, casados, solteiros, amantes, namorados) encontram-se e são felizes.
Ao fim da felicidade, um deles chora. Ou fica triste. Ou baixa os olhos. Ou é invadido por uma inexplicável melancolia.
Posto isto concluo que a vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro por essa vida.