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Poemas : 

POEMA ATEU

 
Escondido no breu
Da madrugada
No fundo do meu eu
O corpo cala
Dormente acende o seu
Espírito, na lembrança que fala
Que um dia sofreu
Sofre, e ainda a nostalgia embala
Na noite, de um poema ateu
Que disfarça, clandestino
A saudade que um dia valeu
E hoje apenas brado peregrino

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
23 de Junho 2015
Cerrado goiano


"Sou alma do cerrado, pé no chão, do Triângulo, do chapadão... Pão de queijo com café, fogão de lenha,das vilas ricas, arraiais, sou filho de Araguari, das Gerais".
Luciano Spagnol




 
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LucianoSpagnol
 
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