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Fuga

Escrevinho a eito,
palavras sem jeito,
num triste poetar.
Narram mágoas feitas,
de amor e maleitas,
e lanço-as ao mar.

Navego nos sonhos,
de ritos medonhos,
e sereias cantam...
Rujo pragas vãs,
a nubladas manhãs,
que me desencantam!

Coração em fuga
de corpo que enruga
de insana velhice,
Folha dum Outono,
em eterno sono,
de amena denguice.


Poet@ sem Alm@
João Loureiro


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Lisboa, 23/06/2015
 
Autor
Poeta.sem.Alma
 
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Enviado por Tópico
Semente
Publicado: 24/06/2015 21:26  Atualizado: 24/06/2015 21:26
Colaborador
Usuário desde: 29/08/2009
Localidade: Ribeirão Preto SP Brasil
Mensagens: 8696
 Re: Fuga
Um belo poema que emana da alma do poeta, com certa nostalgia, a mesma que noto também na mais instigante das estações, o Outono. Poema e poeta, se tocam.

Gostei.

Bjosss.


Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 25/06/2015 11:12  Atualizado: 25/06/2015 11:12
 Re: Fuga
Ahhh...eu adorei!

É meigo, nostálgico e lindo!

Abraços,

*Anggela*


Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 25/06/2015 12:48  Atualizado: 25/06/2015 12:48
 Re: Fuga
Gostei, parabéns!