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Poemas : 

Caem as horas

 
Instalar-me na fenda

ou numa chuva de luz

o coração multiplicado

inesgotável.

Abrigar-me no silêncio

respirar cada fragmento de tempo

num final de tarde que evoca lugares

e memórias que nasceram

da terra e do mar. Persistem

flutuam neste chão que vem de dentro

fazem-se ouvir pela voz

das árvores e do vento.

Dar os passos certos

no interior das horas que caem

e se espalham nos dias.

Arrancar-me do fundo do mundo

à espera de regressar.



maria

 
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