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"soneto do aço temperado e da mão esguia que te desce à palavra,"

 
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"Nossos corpos são nossos jardins, cujos jardineiros são nossas vontades."


(Otelo) Ato I - Cena III
















dorme, o meu amor caído.. sua pele congrega à dor
morre, esta palavra ferida e a sua linha é este calor
é limbo sem seu nome íntimo à minha composição.
o nada prepotente em violar-te a presente canção

desta carta repente, pecado-frente rubro, pacto vil
destes ensaios ilícitos à tragédia que ainda seria
à mão e outra vida que ilustram o quadro todo vazio
qual à mensagem prevista pelas guerra de uns dias

se ela contar os seus passos, eu ainda, a seguirei
em termos soltos, dela: violados/deixados, eu sei
acaso me disser o contrário, e nem mesmo assim!

ao inferno perante seu corpo todo perto de mim,
excesso! linha da virtude a que à ela, corrompe
letra faminta que tanto/tanto(tanto) se consome








..e, assim!


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Autor
Azke
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