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"do soneto caído,"

 
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"Colocai-a na terra e que de sua bela e imaculada carne brotem perfumadas violetas!"

(Hamlet) Cena I, Ato V












mata-me o verso, queima-me o terço, e até, e além..
tal período composto pelas tragédias e trevas íngremes
disfarça-me o crime, enlaça-me dos teus olhos-vitrine
e me deixa ao conforto de reter-te amanhecer, e. amén!

ora, me reporta! às cenas quase mortas e afinidades vís
livra-me do instrumento do meu corpo ao sopro que te diz
que te venta e que te repete. que te chama e te repele
qual inundação em torrentes cegas de pretensão e prece

deserda-me.. anuncia o teu óbvio em meus lúcidos devaneios
me corta às partes letais de um dia cinza e, então. me subtraia
eu ainda me cansei desses contos vorazes. eu agora, me deitei..

espera-me.. auxilia todo o meu óbito aos teus curtos desejos
e me forma.. às cartas iguais do clima acima/chão que te extraia
porque eu me lembrei daquele sonho de quases e, afora. me sei






lá, onde me deixei..



 
Autor
Azke
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