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Poemas : 

Talvez

 
Talvez
 


Talvez


Talvez nem nos surpreendamos com figura A ou com o aspecto de B, com fulano, beltrano ou sicrano mas temos forçosamente de viver em sociedade, (embora prefira o isolamento) as regras sociais são acima de tudo, o respeito (apenas não admito a má educação e a dislexia verbal, Sim, porque a orthographia também é gente.) e a cidadania como princípio e fim de um nó infinito, "tutti frutti", composto por todos os gostos, gestos e opiniões e aptidões do mundo...




 
Autor
Namas-tibet
 
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Enviado por Tópico
Namas-tibet
Publicado: 17/07/2018 18:39  Atualizado: 18/07/2018 09:00
Da casa!
Usuário desde: 17/07/2018
Localidade:
Mensagens: 292
 Re: Talvez me faltem passos





passos em mim e todos partem sem pressa
passos percorrem distancias menos eu que eles
que temo ficar parado sem passos mais pra dar
..ânsias que em mim ficam distancias em meu andar

Tão perto






Enviado por Tópico
Jorge-Santos
Publicado: 17/07/2018 18:43  Atualizado: 31/07/2018 15:51
Subscritor
Usuário desde: 24/02/2017
Localidade: Setúbal-Azeitão, Portugal
Mensagens: 1508
 O barbeiro ansioso









O barbeiro ansioso

Figurei o meu pai
Imitei tanto a altura
Quanto a cintura e o retrato
Que o próprio alimento
É um pedaço de pão duro

Pra poder reclamar vivo
-presente, ansioso mas sempre
Parecido a meu pai
De cintura e de facto
mesmo sobre a pele,

No tacto,nas marcas de velho
Em cada mão e no cabelo
branco, branco neve
trigo painço ao sol






Enviado por Tópico
Gyl
Publicado: 17/07/2018 21:25  Atualizado: 17/07/2018 21:25
Membro de honra
Usuário desde: 08/08/2009
Localidade: Brasil
Mensagens: 14790
 Re: Talvez
Enfim a poesia pede respeito. Abraços, Jorge!

Enviado por Tópico
Namas-tibet
Publicado: 18/07/2018 14:42  Atualizado: 17/08/2018 00:25
Da casa!
Usuário desde: 17/07/2018
Localidade:
Mensagens: 292
 Me ofende







Tu; se existes eu não sei,
Nem o que é real e tende
A ser fracção e parte lírio
Flor da paixão, eu abrunho,

Tu, se existes não existes
Tal esfinge barro mimético
Nem eu sou autentico ramo
Se vê refracto o eu fraco,

Se existes eu não sei ver
O mistério que é seres tu
Paixão infracção, cativado
Eu, indigno delírio que por

Ti, Santo eu, omito entre
terra e céu, corpo ateu esta
Forma de ser eu que nem
Real é e fede e me fende