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Almas desabitadas

 
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Almas de aço enferrujadas em
Formas brancas, o líquido sem corpo,
As almas da intemporalidade misturam
Os desejos ilógicos, a boca líquida
Tem propriedades mágicas e o grotesco nas línguas viperinas sufocam!

Almas desabitadas do porão
As janelas nunca são abertas,
Poeira de um tempo secular...
Cheiro tedioso e ruim não registrado,
Pus de paredes lascadas em tons azuis.

Carnalidades perdidas em
Efluvios de sedução, magia incompleta,
Visões já estão perdidas e para sempre
Sem tocar o véu de Maya.
Colorido e desconhecido no mundo...
Quem é você, com asas
Presas em uma existência chata e miserável?

Os que habitam mundos paralelos
Tem Mentes inquietas e doentes
Sentidos escondidos sempre...
Numinoso? Sua contribuição é
Permitida ou forçada a passar
De artifício e decepção?

Por sua vez, as imagens corroem
Sentimentos de catarse, modelos
De visões fracas e tolas.
As correntes de ferro que
Apertam os nós psíquicos
Sufocam todas as almas.

Almas desabitadas entregues
Aos neurônios de uma convulsão no espírito!


Há tanta poesia e sensibilidade dentro de cada um. Ah, se cada pessoa simplesmente a soltasse de todas as maneiras possíveis!

 
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WesSouza
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