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A toga da morte

 
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No tecido negro as felicidades moravam
Num universo congelado e sem vida, nos
Drapeados feitos à mão trêmula os medos
São levados para uma pequena caixa.


Medo e terror no tecido daquela que
Não perdoa aos humanos, tecido de
Obscuridade e voltado ao sinistro do
Mundo, toca aquele tecido com mãos
Tímidas.



Nas estrelas negras o tecido coroa cada
Estrela da morte futura, inconstância
Maldita que molda cada ser com a
Necessidade de viver a morte sem igual.



Estrelas ofuscadas no brilho negro
Do tecido mortal, estrelas caminhando
Nas plagas do oceano cósmico a explodir
Cada vez que o tecido mortal ascende...


E na incessante forma mortal do tecido
A morte aniquila aqueles que a enfrentam,
Ela com sua veste mutila aquelas faces que
Ainda vivem na hubris e cujos desejos ainda
São imensamente tolos de pensarem que
Não são nada além de mortais esquecidos
pelo fatídico Tempo.



Há tanta poesia e sensibilidade dentro de cada um. Ah, se cada pessoa simplesmente a soltasse de todas as maneiras possíveis!

 
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WesSouza
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