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Poemas : 

A porta dos covardes

 
Sem saber o que fazer...
Milhares De coisas, eu vi queimar
Então como solução, desta vida passageira
Ao verde escuro fui recorrer

A arte se cria com o sofrimento
Entramos no poço para se libertar
Criamos ante corpos com nosso próprio veneno
E o universo no fim não é mais nosso lar

Tudo se passa com um simples estalo
De repente me pego com a fruta na mão
A vida se torna fácil, o mundo pequeno
Mas devo lembrar que ainda há solidão

No fim de tudo chego ao grande templo
Olho ao redor, e todos estão de joelhos
Sentado ao trono esta o Rei tempo
E me pergunto, o quê ele esta fazendo?

Memórias se passam como um clipe musical
Me cinto estranho porque tudo foi tão rápido
Mas para quê me preocupar?
Tudo já passou e no fim eu vou acabar

Dai chegou o momento da minha partida
Lá esta a Senhora Cobra
Ela olha para mim e me estende sua mão
E no fim, juntos vamos para a imensidão

 
Autor
mero
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