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| AntónioFonseca | Publicado: 18/03/2020 16:15 Atualizado: 18/03/2020 16:15 |
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| Enviado por | Tópico |
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| AntónioFonseca | Publicado: 18/03/2020 17:18 Atualizado: 18/03/2020 19:43 |
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No dia que te conheci os nossos olhados tornaram-se desejosos e cúmplices, continuando até ao dias de hoje, já lá vão 36 anos, em amor vamos desatando os nós que a vida nos impôs e impõe.
Quando escreves uma prosa, um soneto, pensamento, ou poema de nós dois, fico seduzido e embebido deste prazer da tua apaixonante escrita. ✍ Amêmo-nos ferozmente. 🐺🐺 Belissimo poema my love ![]() ![]() ![]() |
| Enviado por | Tópico |
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| AntónioFonseca | Publicado: 19/03/2020 11:01 Atualizado: 19/03/2020 11:01 |
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| Enviado por | Tópico |
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| Migueljaco | Publicado: 31/03/2020 23:36 Atualizado: 31/03/2020 23:36 |
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Boa noite IsabelRFonseca, parabéns pelos vossos inspiradores versos enredando este irretocável poema em que o amor se faz dominante, MJ.
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| Enviado por | Tópico |
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| AntonioCosta | Publicado: 09/05/2020 11:30 Atualizado: 09/05/2020 12:55 |
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COMO QUEIRAS, AMOR
Como queiras, Amor, como tu queiras. Entregue a ti, a tudo me abandono, seguro e certo, num terror tranquilo. A tudo quanto espero e quanto temo, entregue a ti, Amor, eu me dedico. Nada há que eu não conheça, que eu não saiba, e nada, não, ainda há por que eu não espere como de quem ser vida é ter destino. As pequeninas coisas da maldade, a fria tão tenebrosa divisão do medo em que os homens se mordem com rosnidos de malcontente crueldade imunda, eu sei quanto me aguarda, me deseja, e sei até quanto ela a mim me atrai. Como queiras, Amor, como tu queiras. De frágil que és, não poderás salvar-me. Tua nobreza, essa ternura tépida quais olhos marejados, carne entreaberta, será só escárneo, ou, pior, um vão sorriso em lábios que se fecham como olhares de raiva. Não poderás salvar-me, nem salvar-te. Apenas como queiras ficaremos vivos. Será mais duro que morrer, talvez. Entregue a ti, porém, eu me dedico àquele amor por qual fui homem, posse e uma tão extrema sujeição de tudo. Como tu queiras, meu Amor, como tu queiras. Jorge de Sena, in 'Post-Scriptum' Desculpe o atrevimento |
| Enviado por | Tópico |
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| AntónioFonseca | Publicado: 09/05/2020 12:03 Atualizado: 09/05/2020 12:38 |
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![]() Cala-me nas palavras que o coração guarda e nos escapa das mãos quando nos amamos loucamente |