| Enviado por | Tópico |
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| Margô_T | Publicado: 07/06/2020 09:56 Atualizado: 07/06/2020 09:56 |
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Da casa!
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Gosto do ritmo do poema, conduzido primeiro pelas “Vidas”, depois pelas “almas” e, no final, pelas “Palavras”.
As vidas calam-se (“Vidas vistas de fora, que se calam,”) quando findam, ficando “Inertes num retrato” que as lembre ou “numa pedra”/sepultura. Porém, independentemente de, em vida, nos refugiamos da vida (“Vidas resguardadas em velhos traumas,”) ou de a abraçamos (“Na morte que a risada viva gera.”), a morte paira por nós como uma sombra, (para) sempre presente. Fica, talvez, a esperança que as palavras se salvem, ficando vivas nos outros - e não num “antiquário”. Bjs |
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