| Enviado por | Tópico |
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| TrabisDeMentia | Publicado: 04/06/2020 06:31 Atualizado: 04/06/2020 06:31 |
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Webmaster
Usuário desde: 25/01/2006
Localidade: Bombarral
Mensagens: 2370
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E como se dorme assim?
Mas sabe, há neste mundo quem não admita que erra, não sinta remorso ou empatia, não seja poeta. Por isso me sinto confortável aqui, com pessoas como você. Abraço :) |
| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 06/06/2020 19:22 Atualizado: 09/06/2020 22:03 |
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Colaborador
Usuário desde: 06/11/2007
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Mensagens: 1913
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A divisão do poema é clara.
A introdução, na primeira estrofe serve para explicar dum modo muito codificado o motivo do pedido. Uma noite cheia de más decisões e "...resoluções..."(gostei, lembrou-me matemática da escola), levam muitas vezes a mágoas quando envolve terceiros. O terceto seguinte é uma suposição justa. No mínimo pede-se desculpas. Há uma maneira diferenciada de o fazer, com respeito, apontando os próprios erros, prometendo (e cumprindo) ser melhor. O comum é um "desculpa..." entre dentes que considero um pouco ofensivo. Não é melhor que nada, é como nada, ou pior. Quando as desculpas não são aceites, é um risco que se corre. Depende do crime. O pior que me podem fazer, quando as peço, é dizerem-me: "As desculpas evitam-se!" e nunca mais me ouvem semelhante pedido. Abraço irmão |
| Enviado por | Tópico |
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| Marineuza | Publicado: 06/06/2020 20:33 Atualizado: 06/06/2020 20:33 |
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Super Participativo
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Fica a interrogação. Fica a dúvida. O pedido de desculpa resolverá a má resolução?
Gostei do poema e reflexão. Abraço ![]() |
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