| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 09/06/2020 21:27 Atualizado: 10/06/2020 06:34 |
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Colaborador
Usuário desde: 06/11/2007
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Mensagens: 1913
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Tenho de concordar contigo.
Nunca comento poemas que não me tocam. Quase (e um quase muito curto) nunca o faço sem que seja em forma de elogio. Enquanto o autor me quiser, é claro. "sou o que escrevo, mas não escrevo tudo aquilo que sou..." Acho aqui o mote, deste poema muito forte da tua lavra. Muito poético, sou para aqui, sou para ali, so(u)a bem. Além de ser uma verdade nua. Essa estrofe é belíssima, como um manifesto seco, uma chapada bem dada. Diz tudo. Mas não é a única. A segunda estrofe consegue explicar que o motivo pelo que o sujeito poético escreve é simples, claro, construtivo, puro até... a estrofe seguinte é mais metafórica, mas eu acho que o sujeito poético não pode controlar o que os outros sentem quando reparam no que traz vestido. Há certos decotes.... Desculpa a brincadeira. A última estrofe é uma declaração curiosa. Eu acredito em tudo, mas reservo-me à possibilidade de ser tudo falso. Há que ser um pouco incrédulo na vida, ela não é para crianças, essas são menores e à responsabilidade de outrém, muito por isso. Abraço irmã\o |
| Enviado por | Tópico |
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| visitante | Publicado: 09/06/2020 23:39 Atualizado: 09/06/2020 23:39 |
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...como uma onda no mar. Parabéns pelo texto.
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| Enviado por | Tópico |
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| visitante | Publicado: 13/06/2020 13:25 Atualizado: 13/06/2020 13:25 |
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apreciei o escrito.
deixo um abraço (motivo pelo qual apreciei). |
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