| Enviado por | Tópico |
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| Rogério Beça | Publicado: 24/06/2020 05:56 Atualizado: 28/06/2020 08:07 |
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"...Havia dinheiro suficiente para comprar silêncio..."
Comprar o silêncio dos outros ou o próprio? A escrita é silêncio, ainda que o som venha do pensamento, primeiro do autor e depois do leitor? "...Livros rasgados por nenhuma ordem em especial..." Desordem é o que incitas,... Acho que existem poucas coisas mais profanas do que rasgar livros, queimar é pior... Rasgando sempre se pode voltar a fitacolar. O teu poema é muito melancólico. Isso também se nota nos versos demasiado longos, na mancha gráfica compacta, num crescente no número de versos de estrofe para estrofe e na métrica dos versos, que, em média, vai aumentando. "...Um mundo de estátuas sem nomes, E que me agravava a dor de infelicidade..." A felicidade está na infelicidade. Literalmente. É só tirar o IN. Depende de ti, se bem que uma ajudinha é sempre bem-vinda. Como tu O favorito é meu Obrigado pela leitura. Abraço irmã\o |
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