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Três Moedas Estranhas(Sketch XXIII)

 
Três Moedas Estranhas

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A cena se passa na Itália, em 1922.



Cena Única



A cena representa um escritório de trabalho de um historiador. Algumas relíquias históricas, quadros na parede de famosas figuras da História como Péricles, Sólon, Sócrates, Alexandre, Luís XIV e Luís XVI, a Rainha Vitória, etc. Um homem chamado Antonello está vendo algumas moedas. Ele estuda moedas, a chamada Numismática, a ciência que estuda as moedas.



Antonello( pegando uma moeda)- Uma moeda da época de Diocleciano. Em perfeito estado.( Ele anota em um caderno. Ele pega outra moeda)- Uma moeda da época do rei Carlos Magno, em estado um pouco deteriorado( Cada vez que ele falar de ume moeda, ele irá anotar no caderno), uma moeda do império Aquemênida, em estado deplorável. Uma moeda do século XVI, de Flandres. Uma moeda da época de Frederico I. E uma moeda da época de Bismarck. Bom, essas são as principais que devo guardar.( Ele guarda essas moedas em um estojo de madeira com uma fechadura. Ele guarda a chave no bolso)- Agora vou olhar o álbum de fotos sobre moedas e se vir alguma que me agrada, irei pegá-la no acervo. Ainda bem que cada vez mais o Instituto de Pesquisa de Numismática está adquirindo novas moedas. Não consigo trabalhar sem novidades no meu campo. Sinto-me estrangulado com a mesmice.( Ele se senta numa poltrona, pega um álbum que está do lado direito e começa a folhear, na página dez ele vê três moedas estranhas com caveiras representando um raio e faces totalmente diferentes das faces humanas. Ele fica assustado)- O que?! Isso só pode ser brincadeira do Martin. Ele sabe que detesto piadas e não gosto absolutamente de piadas relativas ao trabalho, mas aqui tem o lugar onde as fotos estão. Não, eu preciso ver isso mesmo.( Ele levanta-se agitado, vai até um grande armário onde há várias moedas catalogadas com um número e letra, ele vai até a letra E-2 e tira de lá três moedas. Ele fica espantado.


Antonello- Deus, realmente existe essas moedas. Mas não é possível, elas não são mencionadas por ninguém. Nem mesmo os escritores mais obscuros. Só pode ser uma falsificação. Eu não acredito nisso.( O telefone toca, Antonello deixa as moedas de lado e atende o telefone)- Alô? Ah, oi senhor, pode dizer. Como assim devo sair agora? Estou trabalhando. Não posso sair. Precisa falar algo importante comigo? Ok, estarei aí...( Antonelo desliga o telefone. Ele pensa em levar as moedas, mas desiste de ideia. Ele sai. O pano desce).



FIM

 
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Lud
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